3 de fev. de 2012
27 de jan. de 2012
Direito, Estado e terror no caso do Pinheirinho
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| Imagem: Carlos Latuff |
Pablo - Do Blog A arma da crítica
Era noite na FDUSP. O professor Marcus Orione ministrava uma de suas aulas com seus métodos e sua perspectiva destoantes do espaço. Apresentava seu ceticismo e sua crítica radical ao direito, vergastando as esperanças dos alunos mais otimistas. Um deles, indignado, exclama:
19 de abr. de 2011
População que reivindica melhores condições de moradia solicita reunião com Alckmin
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| Do Blog LimpinhoCheiroso |
São Paulo – Nesta terça-feira (19), a União dos Movimentos de Moradia (UMM) vai marchar até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, para solicitar uma reunião com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). A concentração ocorre a partir das 9h na ponte Cidade Jardim, em frente ao Parque do Povo.
Vários movimentos de moradia das três regiões metropolitanas – São Paulo, Campinas e Baixada Santista – reivindicam melhores condições e mais investimento na área. Uma carta com todas as reivindicações foi enviada para o governador e o secretário estadual da Habitação, Silvio Torres.
- Retomada do Programa de Mutirão com Autogestão;
- Posse imediata do Conselho Estadual das Cidades;
- Funcionamento do Conselho e recursos para o Fundo Estadual de Habitação com participação popular;
- Programa de cortiços e áreas centrais com os movimentos sociais;
- Urbanização de favelas;
- Recursos estaduais para projetos do Minha Casa Minha Vida Entidades;
- Criação de Banco de Terras para habitação;
- Participação popular no Plano Estadual de Habitação;
- Contra os despejos da Ecovias em Diadema e do Rodoanel.
29 de jan. de 2010
Lula receberia hoje (30) prêmio de 'Estadista Global' na 40ª edição de Davos na Suiça.

Tudo bem com o Presidente Lula
Para tranquilizar os leitores amigos do Presidente Lula, o secretário da comunicação social da Presidência da República, Nelson Breve, informou que está tudo bem com o Presidente Lula. O cancelamento da viagem foi apenas por precaução. Muito calor e ar-condicionado resultou em gripe, que provavelmente foi a causa da oscilação da pressão. O médico recomendou repouso. O Presidente Lula está no seu apartamento em São Bernardo (SP), com a agenda suspensa até segunda-feira. Fez apenas exames básicos em
Os amigos do Presidente Lula - 28.01.10
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"Lula mostrou um verdadeiro compromisso com todos os setores da sociedade". Diz professor Klaus Schwab, fundador do Fórum Mundial Econômico de Davos
(WEF) AFP - 25.01.2010
27 de jan. de 2010
A maior de todas as batalhas
O maior debate contemporâneo, aquele que reaparece cotidianamente, que praticamente cruza todos os maiores problemas que enfrentamos, é o da solidariedade. O aspecto mais negativo do vendaval avassalador com que o neoliberalismo tratou de se impor em nossas sociedades é o egoísmo. Egoismo, individualismo, consumismo contra solidariedade, justiça, direitos – esta é maior batalhar ideológica e de comportamento, no Brasil e no mundo, atualmente.As expressões da postura egoísta são muitas: FHC dizia que no Brasil haveria milhões de “inimpregáveis”, isto é, de gente - segundo essa visão – demais, que não cabem “no mercado” – que é o critério da direita para saber quem cabe e quem não cabe. A direita espanhola usa a frase “Não cabemos todos”, para tentar excluir aos imigrantes do alistamento nos serviços sociais.
Se trataria de governar para uma parte da sociedade – um terço, no máximo um pouco mais -, porque se fundam no critério do que cabe no mercado. Não pensam a sociedade como um todo, filtram o que o mercado torna possível, condenando o resto ao abandono.
No Brasil de hoje, um país inquestionavelmente menos injusto do que era antes do governo Lula, se deveria contar com amplo apoio na questão mais importante que o país enfrenta: de ser uma sociedade para todos. Não somos um país pobre, pelos padrões internacionais, mas somos o país mais injusto, do continente mais injusto.
Injusto, não pela miséria generalizada, mas pela distribuição de renda super desigual, entre os pólos de riqueza e de pobreza. O tema do “país para todos” deveria ser o critério essencial para definir a natureza do Brasil hoje, a
Porém é de temer que o critério da situação de cada um – especialmente nos setores de classe média – seja o essencial. Enquanto a economia crescer e atender as demandas de grande parte da população, as pessoas se sentem contentes, apóiam o governo Lula. Não parece que a extensão dos direitos aos até aqui sempre excluídos, os processos de distribuição de renda, o aumento sistemático do nível de emprego formal, entre outros aspectos inegavelmente positivos, sejam os critérios básicos para nortear o ponto de vista político das pessoas.
Para a direita, é claro, se trata de tentar impedir que esse processo prossiga. Seu maior fantasma é o de uma adesão duradoura do povo a projetos de justiça social. Ela se ampara no mercado e nos seus critérios seletivos e excludentes.
Para a esquerda, se trata de travar a maior de todas as batalhas: a luta pela construção de idéias solidárias, de fraternidade, de justiça, fundadas no direito de todos. Sem isso, se poderá avançar, conforme o sucesso econômico e a possibilidade de extensão do acesso a bens para todos. Porém, nosso critério tem que ser o da prioridade radical de incorporação aos direitos básicos dos pobres, da grande maioria, até aqui sempre marginalizada, do Brasil.
Ajudar a que tomem consciência dos seus direitos, de quem são seus inimigos, de como podem e devem se organizar para garantir seus interesses e a continuidade dos projetos que os beneficiam. Ajudar a que sejam o sujeito fundamental na construção de um país justo, solidário, para todos. Aí se joga o futuro do país: na superação do egoísmo, do consumismo, dos critérios de mercado, pelos de justiça, de solidariedade, de direito para todos.
5 de ago. de 2009
Kassab perde - Movimento Creche para Todos vence ação que reivindica mais vagas em creches em SP
Por Redação - Revista Fórum - 05.08.09
A decisão da Juíza da Vara da Infância e da Juventude do Fórum de Santo Amaro determinou que a prefeitura do município garanta a matrícula em unidades de educação infantil adequadas à faixa etária das 1030 crianças identificadas pelo Movimento Creche para Todos (MCPT) como não atendidas pela rede municipal. As unidades de educação infantil não poderão estar a mais do que dois quilômetros de distância do domicílio ou do trabalho dos pais, e o descumprimento dessas medidas acarretará multa diária de R$ 2.000,00.
De acordo com Ester Rizzi, assessora do programa Ação na Justiça, da Ação Educativa, que compõe o MCPT, “a decisão é muito importante porque mais uma vez houve o reconhecimento da possibilidade de se exigir um direito social no judiciário, compelindo o Poder Executivo a garanti-lo”. A decisão da juíza é baseada em argumentos que fortalecem os movimentos que lutam pela realização de direitos.
A juíza fundamenta sua decisão no fato de que, ao contrário do que defende a prefeitura, as normas constitucionais relativas à educação infantil, assim como outros direitos sociais, não são normas programáticas - que não seriam de aplicação imediata, mas dependeriam de um programa de implementação de longo prazo. O entendimento é de que são normas de plena eficácia - que podem ser exigidas imediatamente - por não exigirem legislação complementar. Não há na constituição declarações às quais não se deva dar o valor de norma. Nas palavras da juíza, “verifica-se, lamentavelmente, que o Estado a todo o momento invoca a expressão ‘norma programática’ para justificar, de forma teórica, suas graves omissões e descumprimentos dos comandos constitucionais”.
O artigo 208 da Constituição Federal garante às crianças de zero a seis anos o direito concreto de atendimento em pré-escola, e não há outros condicionamentos para que esse direito seja exercido. “Portanto, não resta qualquer dúvida quanto à imediata exigibilidade em face do poder Público da efetivação do direito à educação infantil”, conforme consta na sentença.
Outro ponto importante colocado na decisão é o entendimento de que o Poder Judiciário pode, em certos casos, cobrar o administrador público quando descumprir seus deveres constitucionais. A juíza se mostrou favorável à possibilidade do Judiciário impor condutas ao Poder Executivo, sem que essa decisão judicial represente ingerência indevida entre os poderes ou desrespeito ao princípio também constitucional de sua separação.
No que diz respeito diretamente à questão das 1030 crianças não atendidas pela rede municipal de educação infantil, a sentença aponta que a criação de 18.000 vagas em resposta ao Termo de Ajuste de Conduta entre o Ministério Público e a prefeitura é insuficiente. A juíza assim entende que as crianças apontadas pela Ação Civil simplesmente não foram beneficiadas por nenhuma destas vagas.
(Ação Educativa).
2 de ago. de 2009
Mídia Golpista - A Folha não tem idoneidade para pregar o fechamento da TV Brasil
Discordo que um orçamento de R$ 350 milhões/ano seja desperdício. Para mim, desperdício é o dinheiro que o Governo Federal gasta com publicidade na Folha de S. Paulo. Outro dia, li uma crítica do jornalista Marcelo Salles, no site Direto da Redação. Ele lembra à Folha que a televisão privada brasileira é um lixo. Não presta. Na Globo, por exemplo, predominam novelas que disseminam os piores valores morais. Também lembra que os documentários da TV Brasil dão voz aos segmentos da sociedade que só aparecem na mídia corporativa como...bandidos.
Marcelo Salles escreveu: “No Brasil arcaico do século XXI, as emissoras privadas de televisão, todas golpistas, ainda recebem dinheiro grosso do governo (meu, seu, nosso) para veicular campanhas publicitárias de saúde pública. Em países um pouquinho mais civilizados isso não é assim, pois como as emissoras privadas são concessões públicas (feitas pelo meu, seu, nossos representantes no Congresso), trata-se de uma obrigação ceder espaço para veiculação de mensagens de interesse público, sobretudo em relação a epidemias (como, atualmente, a gripe suína). Isso a Folha não critica”.
E mais: (...) “ A Folha não se incomoda com a SS brasileira, a Sociedade Sinistra que congrega TV Globo, Rede TV, Band, CNT, SBT e Record. É como se fosse natural que apenas 6 empresas tivessem o direito de se comunicar via TV com 191 milhões de pessoas. E, pior, é como se fosse natural que esse oligopólio se posicionasse, compacto, pela economia de mercado, pela cultura enlatada.
Do Bahia de Fato - 02.08.09
29 de jun. de 2009
UNICEF alerta para consequências de decisão do STJ
Azenha em sua página destaca: Unicef repudia STJ por não julgar crime fazer sexo com crianças ou adolescentes
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alerta para as consequências da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de manter a sentença do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ-MS), que absolveu o ex-atleta José Luiz Barbosa e seu assessor Luiz Otávio Flôres da Anunciação, acusados de exploração sexual de duas crianças. O STJ alegou que a prática não é criminosa, porque o serviço oferecido pelas adolescentes não se enquadra no crime previsto no artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente, ou seja, o de submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual.
Por incrível que possa parecer, o argumento usado é o de que os acusados não cometeram um crime uma vez que as crianças já haviam sido exploradas sexualmente anteriormente por outras pessoas. Além do contexto absurdo da decisão, o fato gera indignação pelo fato de o Brasil ser signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança; e de recentemente, em 2008, ter acolhido o III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Além disso, a decisão causa a indignação em razão da insensibilidade do Judiciário para com as circunstâncias de vulnerabilidade as quais as crianças estão submetidas. O fato gera ainda um precedente perigoso: o de que a exploração sexual é aceitável quando remunerada, como se nossas crianças estivessem à venda no mercado perverso de poder dos adultos.
O UNICEF repudia qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes e reitera que a exploração sexual de meninas e meninos representa uma grave violação dos seus direitos e ao respeito à sua dignidade humana e à integridade física e mental.
Nenhuma criança ou adolescente é responsável por qualquer tipo de exploração sofrida, inclusive a exploração sexual.
O UNICEF relembra a Convenção sobre os Direitos da Criança (1989), assinada pelo governo brasileiro em 1990, que convoca os Estados Parte a tomarem todas as medidas apropriadas para assegurar que as crianças estejam protegidas da exploração sexual, assim como o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à Venda de Crianças, à Prostituição Infantil e à Pornografia Infantil, que requer que os Estados Parte proíbam, criminalizem e processem judicialmente essas práticas.
Assessoria de Comunicação do UNICEF
Estela Caparelli –
E-mail: mecaparelli@unicef.org –
Telefones: (61) 3035 1963 ou 8166 1648
Alexandre Magno Amorim –
E-mail: aamorim@unicef.org –
Telefone: (61) 3035 1947 ou 8166 1636
Por Maria Frô - 29.06
Presidente Lula diz que Brasil não reconhece novo governo em Honduras
Presidente afirma que é inaceitável que alguém tome o poder pela "via do golpe", sem eleição livre e diretaO presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou o golpe de Estado em Honduras que derrubou o presidente José Manuel Zelaya. As declarações foram feitas durante o programa de rádio Café com o Presidente, transmitido na manhã desta segunda-feira, 29. "Nós não podemos aceitar ou reconhecer qualquer novo governo que não seja o presidente do Zelaya, porque ele foi eleito diretamente pelo voto, cumprindo as regras da democracia", afirmou. "E nós não podemos aceitar mais, na América Latina, alguém querer resolver o seu problema de poder pela via do golpe, porque nós não podemos aceitar que alguém veja alguma saída para o seu país fora da democracia, fora da eleição livre e direta. E o Zelaya ganhou as eleições."
Lula disse já ter conversado com presidentes de outros países, como El Salvador, Paraguai e Chile, que também criticaram o golpe. Segundo o presidente brasileiro, a retomada da presidência por Zelaya é a única condição para que a relação entre o Brasil e Honduras seja retomada. "É a única condição para que a gente possa estabelecer relações com Honduras. E portanto, se Honduras não rever a posição, vai ficar totalmente ilhado no meio de um contingente enorme de países democráticos".
Itamaraty
O governo brasileiro mobilizou-se desde a manhã de domingo para se opor ao golpe de Estado em Honduras e, especialmente, para pressionar em favor da recondução de José Manuel Zelaya à Presidência hondurenha. Além de emitir uma nota de dura condenação ao episódio, o Itamaraty instruiu o embaixador na Costa Rica, Tadeu Valadares, a apresentar o apoio brasileiro a Zelaya.
A orquestração partiu do próprio ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que se encastelou no Itamaraty desde que recebeu a notícia de Tegucigalpa. Ao chanceler coube a tarefa de montar um esquema capaz de colocar o Brasil no centro do desmantelamento do golpe. Amorim determinou ao embaixador Valadares que deixasse claro a Zelaya a decisão do Brasil de exercer toda a pressão necessária para seu retorno a Honduras.
Também avisou Casaes que a OEA tem de se manter em reunião permanente, até que haja a recuperação da ordem institucional em Honduras. O embaixador brasileiro em Tegucigalpa, Brian Michael Fraser Neele, que não estava no país até a manhã de domingo, recebeu instruções para retornar imediatamente a Honduras. A crise fora acompanhada pelo encarregado de negócios, ministro Francisco Catunda Resende.
Por meio de nota divulgada pelo Itamaraty, o governo brasileiro evitou as expressões "golpe de Estado", para se referir ao movimento militar que derrubou o presidente de Honduras, e "sequestro", ao tratar da forma como Zelaya foi arrancado da residência oficial e conduzido arbitrariamente, em helicóptero, para a Costa Rica. O texto condena de "forma veemente" a retirada de Zelaya do Palácio Presidencial e sua "condução para fora do país" e "conclama" pela sua reposição "imediata e condicional" a suas funções. "Ações militares desse tipo configuram atentado à democracia e não condizem com o desenvolvimento político da região", acentua a nota. "Eventuais questões de ordem constitucional devem ser resolvidas de forma pacífica, pelo diálogo e no marco da institucionalidade democrática."
Por Tyago Pires - Do Interesse Nacional - 29.06
24 de jun. de 2009
Mobilizações das universidades do Estado de São Paulo, veja o quadro das cidades
ADUSP
Assembléia em 23/06 deliberou:
MANTER A GREVE.
Próxima assembleia – 30/6, 16h, no anfiteatro da Geografia.
- Será entregue abaixo-assinado na reitoria, contra a mudança na carreira docente, na quarta, 24/6. Reunião na sede da ADUSP às 14h, para ir à reitoria.
- Ida à Alesp na quinta, 25/6, 14h (defesa de mais recursos para a educação na LDO, contra a Univesp, pela democratização da estrutura das universidades públicas estaduais).
ADUNICAMP
A Assembléia permanente da Adunicamp, reunida em 23/06, deliberou:
SUSPENSÃO IMEDIATA DA GREVE.
Criação de Grupos de Trabalho (GTs) para acompanhamento das seguintes questões: Carreira, Univesp e Orçamento.
Nova assembleia na terça, 30/6, 12 horas, no auditório da Adunicamp.
SINTUSP
A GREVE CONTINUA.
STU
Assembléia do STU em 23/6 deliberou pela suspensão da greve.
A mobilização deve continuar em defesa do reajuste a da negociação da pauta.
Hoje, 24/6, 10h, ato em frente à reitoria, com o objetivo de protestar contra a postura das reitorias que trataram uma negociação salarial como questão policial e também o desrespeito e ataque a organização sindical.
SINTEPS
Reunião do Conselho de Diretores de Base (CDB), no dia 22 de maio, aprovou o indicativo de CONSTRUÇÃO DA GREVE GERAL da categoria. Assembleias realizadas em parte das ETE’s e FATEC’s, até 2 de junho, indicaram uma maioria desfavorável à greve. Diante da ausência de propostas na negociação realizada em 3/6, com a Superintendência do Ceeteps, o Sindicato indica a continuidade dos esforços no sentido de construção do movimento.
SINTUNESP
Araçatuba
GREVE ATÉ 29/6. PARTICIPAÇÃO NO ATO DO DIA 29/6.
Assis
MANUTENÇÃO DA GREVE ATÉ SEGUNDA, 29/6.
Próxima assembleia em 30/6, 14h.
Bauru ((FAAC,FE,FC,AG))
GREVE DESDE 27/05.
Assembleia permanente.
Franca
GREVE.
Próxima assembleia em 30/6.
Ilha Solteira (FE)
GREVE DESDE 27/5.
Próxima assembleia em 29/6, 14h.
Jaboticabal (FCAV)
GREVE DESDE 26/05.
Marília (FFC)
GREVE DESDE 29/5.
SINTUNESP/ASUNESP
informam que em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 23/6 os Servidores Técnicos Administrativos da FFC deliberaram pelo que segue:
1- Continuidade da Greve.
2- Participação no ato público na Assembléia Legislativa de São Paulo às 14H no dia 25/06/09.
3- Solicitar ao SINTUNESP que os representantes técnicos administrativos que fazem parte do Conselho Universitário não participem do CO que ocorrerá em 25/06/09. Que o presidente do SINTUNESP leia uma nota explicando e justificando a ausência desses servidores pelo fato da categoria estar em greve
4- Nova Assembléia de avaliação do movimento na terça-feira (30/06/2009) as 14H.
São José do Rio Preto (Ibilce)
MANUTENÇÃO DA GREVE ATÉ SEGUNDA, 29/6.
Assembleia agendada para 30/6.
Campus Experimental de Sorocaba
MANUTENÇÃO DA GREVE ATÉ 29/06.
Nova assembleia na sexta, 26/6
Estudantes
Marília
A assembleia, em 23/6, deliberou pela CONTINUIDADE DA GREVE e por:
1- diante da intransigência do Cruesp, a greve continua (mesma decisão de
servidores e estudantes);
2- caravana a assembléia legislativa nesta quinta feira, dia 25, junto com
servidores e estudantes.
3- nova assembléia de avaliação no dia 30/6 após a rodada de negociação marcada pra o dia anterior.
Assis
Deliberações da assembléia conjunta (docentes e discentes) em 16/6
- GREVE (PARALISAÇÃO TOTAL DAS ATIVIDADES) ATÉ TERÇA-FEIRA, DIA 23/06, com a realização de nova assembleia de avaliação.
OBS: O campus de Assis, devido aos casos da gripe chamada “suína”, está impossibilitado momentaneamente de reunir pessoas para tomada de decisões referente ao movimento.
Rio Claro
Assembleia realizada em 19/6 contou com baixa participação de docentes. Foi discutida a situação geral das universidades públicas e, em particular, a da Unesp. Deliberou-se pela realização de uma reunião dos docentes, na próxima segunda-feira (22/06), visando elaborar um documento que reflita a preocupação da comunidade docente do campus, com o momento que estamos vivendo.
Ilha Solteira
Assembleia realizada em 23/6 discutiu:
1) Resultados das Negociações do Fórum das Seis com o CRUESP (22/06/2009);
2) Boletim Fórum das Seis.
Sabe-se que a arrecadação do ICMS está a contento. Sempre houve reajuste abaixo do crescimento do ICMS. No momento sente-se a necessidade de medir esforços para uma melhor atualização dos salários, é a hora de nos unir para uma eventual mobilização. Temos que nos ater e refletir a respeito do nosso reajuste.
Não houve deliberação, apenas agendamos nova assembleia para o dia 30/06/2009, para discussão dos resultados da negociação marcada com o CRUESP e Fórum das Seis no dia 29/06/2009.
Bauru
Assembleia realizada em 17/6 deliberou:
“Diante da gravidade do quadro, com a continuidade da presença da polícia militar no campus da USP, a assembléia deliberou visando avançar a participação dos docentes do campus de Bauru na luta: indicar os docentes Áurea e Gilberto, respectivamente como titular e suplente, como os representantes sindicais de Bauru junto a Adunesp SSind, cumprindo a função de elo entre a base o sindicato, tendo o legítimo poder de fazer os encaminhamentos necessários (representar o sindicato, convocar a assembléia) ao cumprimento das deliberações das instâncias do Sindicato; paralisação das atividades docentes no dia da negociação entre Fórum das Seis e Cruesp; constituir a Comissão de Mobilização, com o objetivo de organizar as atividades (elaboração de panfleto, divulgação interna e externa, visita à mídia etc).”
São Jose do Rio Preto
Última assembleia, realizada em 22 de maio, deliberou por solicitar ao Fórum mais esclarecimentos sobre os índices pleiteados.
DCE USP
Assembleia realizada em 4/6 decretou GREVE DOS ESTUDANTES DA USP a partir de 5/6. As reivindicações são: Retirada da PM do campus, reabertura das negociações, contra o ensino à distância, pela destituição da reitora Suely Vilela.
DCE Unicamp
A assembléia geral dos estudantes da Unicamp, que ocorreu na terça-feira, 23/6, às 12h, deliberou, por consenso, pela CONTINUIDADE DA GREVE. Os estudantes da Unicamp participarão do ato de quinta, na Alesp, e de segunda, na USP. Haverá nova assembléia na próxima terça-feira, dia 30, às 12h.
Campus da UNESP de Marília
Os estudantes estão em greve (com ocupação do prédio de aulas), reafirmada, por unanimidade em Assembléia Geral dia 22/06.
Campus da Unesp de Assis
GREVE ATÉ 23/6, quando haverá nova assembleia de avaliação.
Policiais ainda não saíram do campus da USP.
Em entrevista com Paulo Henrique Amorin, no Record News, o Presidente Otaviano Marcondes Helene, da ADUSP (Associação dos docentes da USP), alegou que a polícia não havia saído do campo, conforme foi prometido.
A reitora Suely, que também era esperada para entrevista não compareceu.
Dia 30.06 haverá outra assembléia.
Enquanto aguardamos novas notícias, privilegiemos o texto (abaixo) que expressa a grande realidade de lutas de uma população (alunos, funcionários e docentes) dependentes de uma administraçao irresponsável, do Sr. Serra.
O texto não foi publicado pela imprensa golpista (PIG)
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Mas há primaveras - Do Arlesophia -15.06.09
Texto escrito pela Prof.ª Dr.ª Adma Fadul Muhana, publicado originalmente no Olha Só!
A comunidade universitária e a opinião pública têm procurado, atônitas, acompanhar os acontecimentos recentes na Universidade de São Paulo. Como acreditar que professores, alunos e funcionários da USP, em especial da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, sejam criminosos cujos atos merecem ser severamente reprimidos com bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e gás pimenta? Como acreditar que querem destruir seu patrimônio, agir com violência e causar danos aos demais? quem acredita nisso? por quê?
Se se compararem as informações e declarações dos últimos dias, será possível repor a situação. Em plena negociação salarial, em 25 de maio, a Reitoria fechou as portas do prédio e não deixou parte da comissão de negociação entrar. Ao agir assim e quebrar a regra da cultura democrática instituída, não era improvável que soubesse da reação dos estudantes que, impedidos de entrar, poderiam forçar a porta e fazer uma “invasão” relâmpago. Mas, depois dos acontecimentos de 2007, havia uma resolução do Conselho Universitário autorizando a Reitoria a chamar a polícia quando julgasse necessário, a qual foi aplicada.
Docentes e estudantes sabem ensinar e estudar, principalmente. Talvez até, de um modo um tanto canhestro e desafinado, também saibam protestar. Alguns estudantes gritam e chegam a tirar cadeiras e pô-las diante das salas de aula, impedindo a entrada nelas – sinais de sua impotência, de sua insegurança e da desinformação acerca de outros canais de manifestação mais legítimos e eficazes, de que os professores (ainda) dispõem. Mas essa alegada “violência” estudantil não tem parâmetro com as armas usadas pela PM, treinadas para eliminar malfeitores, e descontentes… Inacreditavelmente, a atual reitora da Universidade de São Paulo pensa que sim!
Isto é ofender a USP e todos os seus membros. Pretextando grupelhos, radicais e sabe-se lá mais o quê, a Reitoria entregou a direção da universidade a um comandante policial. Ao ser alertada por um docente de que a presença da polícia no campus poderia causar graves danos físicos e morais a membros da comunidade, e de que as armas utilizadas pelas tropas contemplavam escopetas e metralhadoras, a reitora limitou-se a dizer que a escolha das armas adequadas à ação policial não era da sua alçada. A reitora transferiu sua responsabilidade pela vida dos estudantes, professores e funcionários, das crianças e adolescentes que estudam na Escola de Aplicação, e de todos aqueles que livremente transitam pelo campus Butantã da USP, a um coronel da PM.
Os professores da USP não estavam em greve. A campanha salarial e a carreira docente importam aos professores porque sabemos o efeito nefasto que salários aviltados causam ao ensino, como temos visto na precarização do ensino secundário. Os mais velhos se lembram de como o ensino médio público era padrão de qualidade para a escola privada, o que hoje nos parece um sonho desaparecido. A recuperação salarial nos importa para que a Universidade pública não passe a ter salários tão baixos que os melhores profissionais prefiram se afastar dela e servir apenas à iniciativa privada, com seu principal interesse no lucro, e levando ao desaparecimento das investigações independentes que interessam ao coletivo. Lutar por salários, todos sabem, é lutar por deixar uma universidade com melhor qualidade e para que a USP tenha o que comemorar daqui a 25 anos.
Os estudantes da USP não estavam em greve. O temor relativo à Univesp, ou Universidade Virtual do Estado de São Paulo, provém da convicção de que a expansão virtual da Universidade se fará à custa da qualidade do ensino e em detrimento das políticas de permanência estudantil por que vêm lutando, da construção de salas de aula presenciais, bibliotecas, laboratórios, moradias e restaurantes universitários, temor compartilhado por alguns professores que relataram desconfianças na implantação do Programa.
Todos estes são assuntos importantes para homens e mulheres que, trabalhando dentro da Universidade, abdicaram de ser meros consumidores e reprodutores de um saber para, com diversas dificuldades, se tornarem sujeitos de conhecimento, de ação e de transformação da sociedade. Requeriam, pois, que decisões dessa monta fossem tomadas com o conhecimento da ampla maioria da comunidade acadêmica, e não por decretos e resoluções. Todavia, recusando-se a negociar, a esclarecer, a Reitoria da USP teve como única resposta para a dificuldade do momento inventar uma ocupação para chamar a polícia. No dia 9 de junho os professores em assembléia, pensando em conjunto como retomar as negociações, ouviram tiros e gritos que dificilmente esqueceremos. Do prédio da Reitoria, de uma de suas janelas, umas dez cabeças assistiam ao lúgubre espetáculo de alunos e professores fugindo das bombas e sendo acuados no prédio da História. Apesar disso, e embora vários colegas tenham tentado contatos com a reitora, a fim de evitar um desfecho de proporções inimagináveis, ninguém, em momento algum, atendeu aos chamados dos docentes. Contatado, finalmente, o governador se calou: as armas já tinham falado por ele. Passado o furacão, reitoria e aliados vêm a público se manifestar e justificar atos injustificáveis.
O tecido universitário está desfeito. Todos os que defendem uma universidade pública, com direito a discussões, propostas, ações solidárias e coletivas, deixamos de reconhecer a reitora como interlocutora de nossa prática acadêmica. É verdade que, dentro e fora da Universidade, há os que aprovam a ação da polícia, alegando destruição do patrimônio público; desqualificam a decisão das assembléias em favor da greve, apelando para o direito dos que querem aula, embora não compareçam a elas; contestam os piquetes de funcionários e alunos, argumentando serem contra uma “violência generalizada”. Essas mesmas vozes recorrem a proposições vagas e metafísicas, que, descoladas de seu contexto político, ridicularizam o direito “à diferença”, “à opinião” etc.; mas se calam diante de questões materiais decisivas para a Universidade estadual, como a destruição do patrimônio público perpetrada, esta sim, pela polícia e por fundações privadas instaladas no interior da USP. Negando o direito à greve e a piquetes, propõem em seu lugar que cada um faça o que bem entender, desde que confortavelmente instalados em seus gabinetes particulares, ao abrigo do espaço coletivo e presencial de discussão. Parecem supor que a condenação das assembléias de professores e estudantes é feita ainda em favor do direito do aluno, como pagador de impostos, de ter sua mercadoria-aula. Ao sobreporem a figura do consumidor à do cidadão, transferem a cultura da universidade privada para dentro da Universidade pública, transformando os grevistas em anti-cidadãos-vendedores que não cumprem sua parte no troca-troca do mercado – como se estes não pagassem também seus impostos e não tivessem direito a forma alguma de dissidência. Certamente que, assim, esse discurso cala-se diante da destruição da Universidade pública levada a cabo por governos neoliberais e encobre sua adesão à mesma ordem de coisas, sob a capa de uma pretensa motivação pacifista.
Neste sentido, a Universidade deve se envergonhar de que uma parte do seu corpo docente e discente não condene a ação policial contra atos de caráter político: pois isso significa que essa parte não se importa com o coletivo e com o tipo de conhecimento e ética que estão sendo transmitidos nessa Universidade. A sociedade deve saber disso e querer que, na Universidade de São Paulo, os professores, os médicos, os arquitetos, os atores, os engenheiros, os biólogos, os psicólogos e todos os que aí se formam, com a contribuição de todos nós, visem mais ao bem coletivo que ao seu único e próprio lucro. E fazer parte da coletividade implica ter de olhar para além do seu escritório particular, do seu consultório e da sua sala de aula.
Agora a Universidade de São Paulo está em greve, exigindo a retirada imediata e definitiva da polícia no campus, para que retornem as condições de diálogo entre todos os envolvidos. Mas desde que a Universidade foi violentada com a permissão, ou pior, a mando de seus dirigentes, os professores requerem que a atual reitora se afaste do cargo e torne a ser algo de que possa se orgulhar: professora. Oxalá, assim, o próximo reitor compreenda que uma universidade não se faz virtualmente, nem com tropas militares, mas com docentes, estudantes e funcionários preocupados com o ensino e com a pesquisa, e sobretudo, com fazer parte de uma menos triste humanidade.
Essa carta foi enviada a diversos veículos de comunicação, mas por motivos óbvios, não foi publicada.21 de jun. de 2009
Grupo protesta em SP contra crimes na Parada Gay

Organizadores e colaboradores da Parada do Orgulho LGBT protestaram no início deste sábado (20), no Largo do Arouche, Centro de São Paulo. A palavra de ordem da manifestação foi 'Homofobia: basta. Justiça: já', contra os casos de violência homofóbica pós-parada, como o espancamento na Rua Frei Caneca, que terminou na morte de um cozinheiro de 35 anos.
Da Terra On-line por Andressa Tufolo - 20.06
Mais de 50 integrantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) faziam, por volta das 19h deste sábado, uma manifestação na avenida Vieira de Carvalho, no Largo do Arouche, próximo ao local onde uma bomba caseira feriu participantes da Parada Gay, no último fim de semana. Os manifestantes levaram apitos e faixas com os dizeres "Homofobia basta, Justiça já".
O protesto repudiou crimes em geral cometidos durante a Parada Gay. Além da bomba jogada no Largo do Arouche, o cozinheiro Marcelo Campos Barros, 35 anos, foi morto depois de ter sido espancado no evento.
Julian Rodrigues, um dos organizadores da manifestação e integrante do grupo Cosa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor), chamou a atenção das autoridades e da população para exigir justiça na apuração dos crimes. "Que fique claro que não se joga uma bomba de um prédio que não seja por uma questão homofóbica, afirmou.
O secretário de Justiça de São Paulo, Luiz Antonio Guimarães Marrey, foi à manifestação representar o governador José Serra. Ele prometeu rigor nas investigações. "Quero deixar claro o repúdio do Estado à violência que vitimou essa pessoa. A polícia está trabalhando com empenho".
Por volta das 19h50, os manifestantes começaram uma caminhada da praça da República até o local exato onde foi jogada a bomba, que atingiu cerca de 20 pessoas.
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Augusto Boal e a APOGLBT
A esquerda e a luta contra a homofobia
Veja também no blog da Technorati:
Casamento gay
Direito dos cidadãos
20 de jun. de 2009
USP - 5.000 pessoas protestaram em São Paulo, 18.06.
Estudantes, docentes e funcionários da USP, saíram pelas ruas da cidade de São Paulo, contra a postura do Governador José Serra e da Reitora Suely.Leia mais.
Do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) - 18.06
Foi uma das maiores manifestações de rua realizada pelas Universidades Estaduais Paulistas e, sem dúvida, a mais indignada e combativa da história de luta da USP, Unesp e Unicamp.

A postura nefasta e truculenta da reitora Suely, que trocou a negociação pela invasão militar na Universidade, com agressões, bombas e gás, levantou multidões e o protesto veemente dos intelectuais mais destacados da Academia, além das entidades e movimentos populares e democráticos.
O que alunos, docentes e funcionários exigem:
200 FIXO + 16% DE REAJUSTE SALARIAL!
ATENDIMENTO COM QUALIDADE NO HU (Hospital Universitário)!
ABAIXO À UNIVESP (ENSINO À DISTÂNCIA)!
REGULARIZAÇÃO DAS VAGAS PÓS 1988!
REABERTURA DE NEGOCIAÇÃO JÁ!

(Antes da passeata) - 18/06/2009
HOJE A GRANDE MANIFESTAÇÃO
Chegou a hora de irmos às ruas, esclarecer a população, que vem acompanhando nossa greve pela imprensa, que muitas vezes distorce os fatos, sobre nossa luta em defesa da Universidade Pública e os brutais ataques que temos sofrido pelas tropas da PM, seguindo ordens da reitora Suely Vilela e do governo Serra.
Vamos dizer para todos aqueles que sustentam a Universidade Pública porque os funcionários, estudantes e professores da USP, Unesp e Unicamp exigem a saída da PM da USP e abrir negociação com os reitores e, porquê nós, funcionários, estudantes e professores da USP, aprovamos em Assembleias das 3 categorias, exigir a renúncia da reitora Suely.
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Leia mais
Flores na Paulista
Por Cristiane Toledo e Daniel Soares - Da Revista Fórum - 19.06.2009
Serra, a culpa é sua! Hoje a aula é na rua!
(canto proferido pelos manifestantes)
Ontem, quinta-feira, 18, cerca de 5 mil manifestantes, dentre eles estudantes, professores e funcionários da USP, Unesp e Unicamp, foram às ruas protestar contra as medidas políticas do governo Serra e da reitoria da USP, que nos últimos meses têm intensificado a violência e cortado qualquer diálogo com as classes da universidade.
A manifestação começou em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), às 12h. Dezenas de ônibus de várias partes do Estado trouxeram os manifestantes, alguns de outras universidades, para darem apoio aos grevistas. Membros de Centros Acadêmicos da UFRJ, UFMG e Ufscar (Universidades Federais do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Carlos, respectivamente), além de representantes da Apeoesp e do Sindicato dos Previdenciários também compareceram para demonstrar apoio. No começo do percurso, flores e placas foram distribuídas aos manifestantes, que desceram a avenida Brigadeiro Luis Antonio até chegarem ao largo São Francisco.
O objetivo era mostrar à população externa à universidade os motivos pelos quais a greve começou e se estende. Para resumir, existem pautas relacionadas a reajustes salariais, congelados há muito tempo pela reitoria, perseguições políticas a líderes sindicais (a demissão de Claudionor Brandão, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Sintusp), o repúdio à Univesp (a universidade que oferecerá cursos à distância com o intuito principal de formar professores para a rede estadual de ensino), e, claro, a saída da Polícia Militar.
Desde o dia 1º de junho, a força policial ocupa o campus da USP para “proteger” o patrimônio público de piquetes, aapesar de piquetes serem uma forma legítima de manifestação de greve em todo o mundo democrático. No dia 9, os policiais atacaram os estudantes durante uma passeata feita dentro do campus, com bombas de gás pimenta e tiros de borracha, causando ainda mais repúdio e aumentando o movimento da greve. O movimento, por conta destes argumentos, exige eleição direta para reitor e mudanças estruturais na hierarquia das universidades públicas, para que situações antidemocráticas como essas não se repitam.
Uma vez concentrados na Faculdade de Direito, que se encontrava fechada desde às 22h30 de quarta-feira 17, por ordem do diretor Grandino Rodas, os manifestantes ouviram os discursos dos diversos representantes dos grupos que lá se encontravam, aplaudidos calorosamente. Entre estes discursos, houve três proferidos por professores e representantes do Centro Acadêmico XI de Agosto, do largo São Francisco. Estes se declararam envergonhados pela ação de Rodas, tanto de fechar a faculdade no dia anterior, como de ter apoiado publicamente as ações da Reitoria nos últimos dias. Vale ressaltar que Rodas é um dos candidatos a futuro reitor da USP.
O que impressionou, além da enorme quantidade de participantes, foi a organização e a calma com que tudo se procedeu. O único relato de violência foi quando um morador de um dos prédios da avenida atirou uma garrafa e feriu uma estudante. Após o último discurso do dia – proferido por Claudionor Brandão, representante do Sintusp – a manifestação se dispersou e os estudantes voltaram para os ônibus que os aguardavam.
Sem nenhum incidente negativo, o movimento sai se sentindo fortalecido, apostando numa possibilidade de mudanças e já com nova manifestação marcada para segunda-feira, em frente à reitoria da USP. No dia da manifestação mesmo já houve uma vitória: durante os discursos foi anunciado que o projeto da Univesp será adiado para 2010. Até mesmo a pessoa que atirou a garrafa foi encontrada e encaminhada a uma delegacia, para pagar pelos seus atos.
Talvez a reitora Suely Vilela precise, após o dia de hoje, repensar o que foi dito na Folha de São Paulo, ao afirmar que “minorias radicais pretendem manter a universidade refém de suas idéias e métodos de ação política, fazendo uso sistemático da violência para alcançar seus fins". Afinal, a única violência veio de uma pessoa – ou seja, uma minoria – e 5 mil pessoas andando juntas e cantando pacificamente num só coro “Fora Suely!” mostram que deve haver algo de muito errado na administração da universidade.
Foto por Vini.
17 de jun. de 2009
Antonio Candido e Chauí (sobre a violência na USP) de um lado. Serra do outro. E FHC?

Por Paulo Henrique Amorin - 17.06
“(Antônio) Cândido e (Marilena) Chauí dão aula em apoio à greve na USP – Para critico literário, presença da PM no campus viola ‘direito sagrado de opinar’; filósofa aponta ‘repetição interminável’ do autoritarismo … ‘Atuem, exagerem, sejam justos e injustos. Aproximem a faculdade da realidade social. Essa é uma luta constante, para transformar a realidade’ (disse Antonio Candido). ‘Não fazemos outra coisa que defender a universidade e a democracia’ (disse Chauí).”
Fica, assim:Do “lado de lá” – leia entrevista de Fernando Lyra ao Conversa Afiada – ficam José Serra, Gianotti e o PiG (*).Do “lado de cá”, Antônio Cândido e Marilena Chauí.Onde estará Fernando Henrique Cardoso, ilustre aluno e professor da USP ?Por que esse silêncio revelador ?
Paulo Henrique Amorim
Em tempo: veja o que diz o nosso amigo navegante André. Serra e os reitores põem a culpa na “crise”. Mas, que “crise” ? Para Serra, FHC e o PiG (*), o Brasil e o mundo estão em “crise” desde que o Lula tomou posse em 2002.
André
PH,
os reitores usaram “a crise” como argumento para não aumentarem os salários de professores e funcionários…
ao invés de publicarem os dados da execução orçamentária, dão uma de regina duarte…
André
16 de jun. de 2009
Educação e Cidadania - Batalha na USP: finalmente, a verdade
Alberto Dines, lenda viva do jornalismo brasileiro, escreveu há algumas semanas que a Folha de S. Paulo estaria disposta a reverter o processo de direitização que vem (ou vinha) implementando de uns dois anos para cá.
Ainda não há elementos que nos permitam emitir um juízo definitivo, mas vale registrar que na edição desta terça-feira (16) há dois textos dos mais esclarecedores, nos espaços de Opinião, sobre a Batalha da USP.
Caio Vasconcellos e Ilan Lapyda, coordenadores da Associação de Pós-Graduandos da USP-Capital, assinam o artigo USP: diálogo ou monólogo? que tem minha total concordância. Vale reproduzir alguns trechos:
"A reitoria fechou os canais de negociação com os movimentos da USP, deslegitimando a política como esfera de solução de conflitos e recorrendo a uma força externa de repressão."
"Essa opção, que expressa seu caráter autoritário, infelizmente coerente com a estrutura de poder da USP, possui a especificidade de ser uma reação às atuais pressões externas e internas por democracia."
"A USP tem enorme concentração de poder: apenas os professores titulares são elegíveis ao cargo de reitor, e este é eleito praticamente só por professores titulares."
"Além do fator estrutural, há um movimento crescente de autoritarismo que torna mais opacas as decisões políticas na USP."
"Desde maio de 2008, as reuniões do Conselho Universitário não têm ocorrido em seu devido local, no prédio da reitoria, mas no Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), área com proteção militar e não pertencente à USP."
"Ao todo, cinco reuniões foram realizadas no Ipen. Em duas delas, os representantes estudantis e dos funcionários não foram avisados da mudança de local, o que resultou na aprovação do orçamento para 2009 e na reforma do estatuto da USP sem as suas presenças, além de outros graves problemas procedimentais na votação."
"Não seria a reitora, bem como o grupo do Conselho Universitário que legitima suas medidas por meio de 'resoluções', o pivô da violência e da violação - das instituições, da democracia e da política-, ao se esconder em área militarizada e militarizando o campus para não se abrir ao debate?"
"O atual clima de horror é incompatível com as funções de reflexão crítica e produção científica independente. A USP deveria ser o espaço do diálogo efetivo, e é ele que deve mediar os legítimos conflitos políticos."
"Se a democracia está travada e a violência parte da reitoria, ao se furtar ao debate e recorrer à repressão policial, fica claro que Suely Vilela não possui condições nem competência de se manter no cargo e que a atual estrutura de poder tem de ser radicalmente transformada."
"GRUPO DIRIGENTE DIVORCIADO DA PRÓPRIA UNIVERSIDADE"
E o colunista Marcos Nobre, com Violência na USP, também dá ótima contribuição para trazer ao debate os ângulos vinham sendo omitidos ou minimizados pela grande imprensa. Como estes:
"Dizer que a ação da polícia pretendia simplesmente restaurar a ordem ignora que todo o problema está justamente nessa ordem a ser restaurada."
"O que torna o conflito na USP mais amplo do que os muros da escola é justamente o fato de revelar quão baixo ainda é o nível de democratização da sociedade brasileira. O episódio mostra com clareza que energias de protesto e de mudança continuam represadas em universidades, sem encontrar canais efetivos de expressão na esfera pública e na política institucional."
"A USP tornou-se um emblema desse nó social por insistir em manter uma estrutura de participação e uma forma de escolher dirigentes que se parece mais com o conclave que elege o papa. Continua a preservar a estrutura de uma universidade de cátedras..."
"A recusa em proceder a uma reforma estrutural aprofunda cada vez mais o isolamento da administração em relação à comunidade da universidade, visível há mais de uma década. Produz atritos internos que rapidamente degeneram em conflitos artificiais. O apelo à intervenção policial é o último recurso de um grupo dirigente divorciado da própria universidade."
De resto, como tanta gente já falou tanta coisa, evitarei chover no molhado, apresentando de forma bem sucinta minhas conclusões sobre este lamentável episódio.
Os piquetes de funcionários não agiam com violência e, tendo a reitora credibilidade zero, são discutíveis os alegados danos ao patrimônio da universidade. Se tivesse a mínima qualificação para o posto, a reitora resolveria essa questiúncula sem o malsinado pedido de reintegração de posse. Não foi a Justiça que escolheu, para cumpri-lo, os efetivos policiais mais inadequados e truculentos, mas sim o Governo Serra. Também não foi a Justiça que decidiu manter as tropas no campus depois de cumprida a missão.
A presença inaceitável e ostensiva da PM no campus, representando uma óbvia provocação aos manifestantes que realizavam um protesto pacífico, tornou inevitável o conflito. As agressões a professores, estudantes e funcionários da USP só têm paralelo com as bestialidades da ditadura militar, como a invasão da PUC/SP em 1977.
É imperativa e urgente a retirada da PM do campus, antes que ocorra uma tragédia. É imperativa e urgente a destituição da reitora e sua substituição por um(a) educador(a) com formação democrática e abertura para o diálogo.
Do site do Zé Dirceu
14 de jun. de 2009
Política e Economia - Por Emir Sader - O dia em que a PETROBRAS deixou de ser BRASileira
Dia 26 de dezembro de 2000, um dia depois do Natal, o povo brasileiro foi surpreendido por mais uma medida antinacional do governo FHC. Coerente com a máxima de FHC de que “ia virar a página do getulismo no Brasil” – sem o que o neoliberalismo não seria possível – o presidente da Petrobras, Henri Philippe Reichstul, anunciou que a empresa estava mudando seu nome comercial para PetroBrax. Segundo ele, o objetivo seria “unificar a marca e facilitar seu processo de internacionalização” (sic) (FSP, 27/12/2000). Afirmou ele que “a medida ganhou na semana passada o aval do presidente Fernando Henrique Cardoso”.
Segundo Alexandre Machado, consultor da presidência da Petrobras, a operação custaria à empresa 50 milhões de dólares, para realizar um projeto da agência paulista de design Und SC Litda, “contratada sem licitação”, segundo o presidente da Petrobras. “Um dos argumentos favoráveis – relata a FSP – foi que o sufixo “bras” estaria, internamente, associado à ineficiência estatal.” “No front externo, um dos argumentos para a mudança da marca é de tirar a associação excessiva que o nome Petrobras tem com o Brasil . Segundo Norberto Chamma, diretor da Und, que apresentou a nova marca ontem para jornalistas, a desvinculação é importante para que a empresa não seja obrigada a arcar com os ônus dessa ligação.” (sic)
A direita subestimou a capacidade de resistência do povo brasileiro, submetido a tantas afrontas no governo tucano, que este pensou que ele estava anestesiado. (Uma coluna do próprio jornal FSP diz que o jornal subestimou a reação popular contra a medida.) Mas a operação durou apenas algumas horas. Apesar da tentativa de pegar o povo distraído pelo período entre Natal e Ano Novo, em dois dias o governo teve que retroceder da sua vergonhosa tentativa de preparar a maior empresa brasileira para “facilitar seu processo de internacionalização” – não há melhor confissão da intenção de privatizá-la, de que a venda de ações na Bolsa de Nova York foi um passo concreto. O país estava submetido à nova Carta de Intenções do FMI, depois da terceira vez que o governo tucano de FHC e de Serra havia quebrado nossa economia e havia indícios claros que a privatização da Petrobras, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil faziam parte das contrapartidas dos novos empréstimos que o FMI concedia ao governo de FHC.
26 de dezembro foi um dia da vergonha nacional, com essa tentativa fracassada de tirar o nome do Brasil da Petrobras, para tirar a Petrobras do Brasil. Sabemos que FHC estava totalmente de acordo. Seria bom saber onde andavam e que atitude tomaram os que agora dizem se preocupar com a Petrobras. Que posição teve, por exemplo, José Serra diante dessa ignominiosa atitude do governo a que ele pertenceu? E as empresas da mídia e seus funcionários colunistas?
E que atitude tomaram os senadores, agora tão interessados nos destinos da Petrobras, ao subscrever o pedido da CPI, quando a existência mesma da empresa estava em jogo?
O senador Álvaro Dias talvez estivesse ocupado com a defesa dos processos por uso da cavalaria da PM contra professores ou preparando algum dossiê falso contra adversários políticos, ou tentando se defender das acusações de crime contra a administração pública, movidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Já o senador Artur Virgilio talvez estivesse tentando organizar sua defesa da acusação de envolvimento com prostituição infantil de que foi acusado ou preocupado em libertar o filho, preso por desacato e pornografia .
O senador Cícero Lucena talvez estivesse preocupado com o processo do Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha e desvio de verba.
O senador Eduardo Azeredo, fundador do mensalão mineiro, poderia estar preparando já seu projeto de lei que quer censurar a internet.
O senador Flexa Ribeiro talvez estivesse às voltas com o que depois foi revelado como sendo a inclusão do seu nome na “folha de pagamento” das empreiteiras.
Já o senador Marconi Perillo poderia estar preocupando-se pelo que o Ministério Publico Federal encontraria como irregularidades em seu governo, pedindo sua cassação.
O senador Tasso Jereissatti poderia estar às voltas com viagens em um do seus jatinhos, por conta das verbas do Senado, que ele consideraria “legais”.
O senador Efraim Morais poderia estar ocupado com a nomeação de algum dos seus 52 parentes que tem no seu gabinete.
Ou com a investigação do Ministério Público Federal sobre o que, uma vez apurado, se tornaria seu envolvimento em esquema de propinas no Senado, junto com o senador Romeu Tuma.
O senador Heraclio Fortes poderia estar preocupado com o caso de corrupção do Zoghibi, tentando esconder sem envolvimento.
Já o senador Jayme Campos poderia estar às voltas com o que viria a ser denunciado como sua participação no inquérito sobre sanguessugas.
O senador José Agripino poderia estar em contato com empreiteiras, segundo acusações de doações “por fora” de que foi objeto.
A senadora Katia Abreu poderia estar manifestando seu apoio aos escravagistas do Pará.
A senadora Maria do Carlo Alves poderia estar envolvida com o que se configurou depois como acusações de caixa dois.
Já o senador Jarbas Vasconcelos poderia estar gozando dos 17,3 mil reais mensais desde 1992, sem trabalhar.
O senador Pedro Simon poderia estar tomando a mesma atitude que tomaria diante da corrupção do governo de Yeda Crusius: silêncio total.
O senador Geraldo Mesquita poderia estar utilizando os salários que os seus funcionários lhe acusam de que lhes roubou.
O senador Mão Santa poderia estar ocupado em algum contato com Camargo Correa, da qual foi acusado de receber propinas.
O senador Romeu Tuma poderia estar preocupado com aquilo de que mais tarde foi acusado, de participação em esquema do Senado.
O senador Mozarildo Cavalcanti poderia estar ocupado em atividades que mais tarde seriam denunciadas como crimes contra a administração pública.
Poderiam os senadores que convocaram a CPI estar ocupados nisso. Mas o certo é que estavam centralmente ocupados em apoiar o governo que tentou privatizar a Petrobras, que fez um balão de ensaio no dia 26 de dezembro de 2000, teve que recuar, e agora tenta voltar à carga, no momento em que se discute a nova regulamentação da exploração do petróleo e todo o processo do pré-sal. Une suas atuações um profundo sentimento de desprezo pelo que é brasileiro, pela que a Petrobras representou e representa para o país.
Por isso precisam ser repudiados, na mesma lista dos políticos que resistiram à fundação da Petrobras, aos que quebraram o monopólio do petróleo e aos que desprezam o que representa a Petrobras para o Brasil. Defender hoje a Petrobras é defender o Brasil, de hoje e de amanhã.
Todas as informações acima estão disponíveis na internet, nos endereços abaixo e em outros:
http://www.fabiocampana.com.br/2008/08/professores-param-no-dia-29-para-lembrar-cavalaria-de-alvaro-dias
http://democraciapolitica.blogspot.com/2008/04/o-dossi-tucano-para-ser.html
http://www.stf.jus.br/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=4216&classe=Pet&codigoClasse=0&origem=AP&recurso=0&tipoJulgamento=M
http//alainet.org/active/21674&Lang=es
http://www.midiandependente.org/pt/blue/2004/10/292415.shtml
http://www.institutobrasilverdade.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2010&Itemid=67
http://www.jusbrail.com.br/1063687/stf-desmembra-inquerito-do-mensalao-mineiro/relacionadas;jsessionid=41E291D0ABA0E476D62380FA4316E7
http://www.interney.net/blogs/inagaki=2008/11¹15diga_nao_ao_projeto_do_senador_azeredo_d/
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac345516,0.html
http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/eleitoral/caixa-dois-mpe-go-pede-a-cassacao-de-marconi-perillo/
http://brasildacorrupcao.blogspot.com/2009/04/tasso-jereissati-aviao-fretado-com.html
http//:veja.abril.com/noticias/Brasil/senador-mantinha-52-funcionarios-fantasmas-470762.shtml
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=27940
http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/criminal/sanguessuga-inquerito-sobre-senador-de-mato-grosso-e-enviado-ao-stf/
http://revistaepoca.globo.com/Revista/EpocaQo,,EMI65568-15223,00-PSDB+DEM+E+FIESP+NOS+PAPEIS+DA+CAMARGO+CORREA,html
http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2007/07/06/e-katia-abreu-continua-indo-contra-o-combate-a-escravidão
http://www.cinforme.com.br/noticias/1294
http://oglobo.com/pais/mat/2009/03/03/em-discurso-inflamado-no-plenario-da-camara-silvio-costa-chama-jarbas-de-maraja-parasita-do-dinheiro-publico-754669548.asp
http://julidaluz.blogspot.com/2008/09/geografia-moral-do-senador-pedro-simon.html
http://pt.wiki/Senador_brasileiro_acusado_de_mensalinho_anuncia_desfilia%C3&percent;A7percent;C3percent;A3o_de_partido
http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_3/2009/03/29/noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=93684/noticia_interna.shtml
http://www.novojornal.com/politica_noticia.php?codigo_noticia=9722
http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.aps?numero=2595&classe=Inq&codigoClasse=0&origem=AP&recurso=O&tipoJulgamento=M
13 de jun. de 2009
Educação e Violência - O professor e a PM paulista
Por Marcus Ferreira Santos, em seu blog (dica do Antonio Arles)
Esta é a maneira de "dialogar" da PM e da Reitoria.
Na tentativa de conversar com o comandante da unidade de choque, o despreparo, má formação e autoritarismo de PMs na ação, levaram a me agredir com gás de pimenta, de maneira gratuita, violenta e sem nenhuma necessidade. Atingiram também minha esposa, Solange Francisco, funcionária. Ao falar com o comandante, Ten Cel Longo, me desrespeitou e ao me identificar como professor da USP, ameaçou me "prender", com a mesma prepotência que somente havia visto com o Cel. Erasmo Dias, na invasão da PUC em 1977, quando eu era ainda estudante secundarista. O comando da PM no local também é despreparado. Depois com os professores Lisete Arelaro, Chico Miraglia e outros, tentamos novamente conversar para evitar o confronto, mas a resposta foi com bombas de gás lacrimogênio.
O mesmo despreparo, má formação e autoritarismo da Reitora Suely Vilela, demonstrando sua incompetência em gerir conflitos na USP.
Clique aqui para ir ao blog do professor
Clique aqui para ir ao blog do Arles
por Latuff, no blog da Conceição Oliveira
11 de jun. de 2009
Nota de Repúdio da Associação Brasileira das ONGs.
Associação Brasileira de
Organizações não Governamentais
Nota de repúdio
A Associação Brasileira de ONGs ( ABONG) vem por meio desta manifestar seu repúdio e profunda indignação com os atos de explícita truculência da Polícia Militar de São Paulo, apoiada pela atitude autoritária da Retoria da USP, contra funcionários/as, estudantes e professores/as que protestavam contra a presença do policiamento ostensivo que ,desde o ínicio do mês de junho, que tem se feito presente na referida Universidade.
Se já não bastasse a desnecessária presença de tal policiamento, que ao invés de garantir direitos na verdade ameaça e constrange, A PM paulista agiu na noite de 9 de junho seguindo a sua pior tradição de opressão pela força bruta.
Os/as manifestantes exerciam a sua liberdade e seu irredutível direito de dizer “não” a situações de injustiça a que estão submetidos/as. Sindicatos, associações ,entidades do movimento estudantil estavam sendo sujeitos dos seus projetos e lutas. A ação da PM paulista, a partir da demanda da Reitoria,ao usar da violência tenta transformar sujeitos em objetos,impede a palavra com bombas diversas e cassetetes. Imposição do silêncio no barulho das bombas e pancadas.
Por não aceitar em silêncio que fatos como este da USP possam acontecer aumentando a já imensa na lista cotidiana de violentas opressões é que a ABONG vem prestar sua solidariedade política a todas/a os que enfrentam a truculência e o autoritarismo de instituições públicas que ao invés de possibilitar que os sujeitos construam futuros dignos, justos e igualitários nos empurra para modos passados de um fazer político em que sujeitos e futuros eram negados.
São Paulo, 10 de junho de 2009
Associação Brasileira de ONGs.
10 de jun. de 2009
A versão de Serra: Comunistas atacam a PM na USP
Do Conversa Afiada - 10/junho/2009 12:41
Por sugestão do amigo navegante professor Hariovaldo Prado, recomendamos a trepidante leitura de como o Eterno Futuro Presidente recebeu a notícia do ataque da PM à USP.
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Debelado foco guerrilheiro na USP
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 10:19 pm
Em primeiro plano: guerrilheiro comunista se prepara para desferir um ataque cruel contra os soldados
A Força Pública de São Paulo em um ato de bravura e dedicação ímpar a Pátria, venceu com brilhantismo e galhardia a feroz batalha contra os guerrilheiros comunistas que haviam tomado de assalto a USP e lá estabelecido um núcleo guerrilheiro em pleno território da prosperidade e do altivo progresso econômico que é essa verdadeira Suíça brasileira.
Combatente comunista desferindo cabeçadas covardemente contra as mãos dos soldados quase lhes causando fraturas no pulso.
A ação comunista começou quando um grupo de guerrilheiros fortemente armados tentou emboscar alguns soldados que apesar de estarem em menor número resistiram bravamente, impondo forte baixas aos inimigos vermelhos.
Guerrilheiro pesadamente armado com um caderno recheado de explosivo plástico se prepara para atirá-la nos PMs.
Logo, voluntários patriotas da Força Pública que defende São Paulo cerraram fileiras na luta contra os combatentes marxistas e mesmo com seu armamento modesto, mas com muita bravura, fora derrotando pouco a pouco os subversivos e graças a sagacidade de seus comandantes, os policiais lograram êxito em capturar um dos líderes de guerrilha, elemento extremamente perigoso.
Um dos principais líderes da guerrilha capturado pelas forças de seguranças sendo levado para interrogatório. A CIA já enviou um representante para obter mais informações sobre o grupo.
Com muita tenacidade, os representantes da Lei e da Ordem, foram conseguindo virar o jogo, apesar de terem começado o combate em situação inferior.
Desesperados, os comunistas arremessavam flores envenenadas na tentativa de matarem os soldados de alergia ou choque anafilático.
Já em fuga, os combatentes ilegais marxistas tentaram se refugiar na FFLCH mas foram sitiados e derrotados e o triunfo coube aos leais defensores dos homens bons aos quais parabenizamos e emocionados agradecemos.
Além de perigosos os comunistas eram mal educados e soltavam pum em grande quantidades obrigando os soldados e espargirem Bom Ar no ambiente para poderem respirar melhor.

