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| Marco Aurélio Garcia faz uma análise da política mundial, na APEOESP. Foto: Márcia Brasil |
15 de nov. de 2016
Roda de Conversa com Alexandre Padilha discute sobre a esquerda com mais de 40 cidades do estado de São Paulo
21 de jan. de 2013
A mídia hoje é uma vergonha
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| Lula fala aos trabalhadores. Foto: Arquivo |
Tantas tentativas frustradas de desqualificar a imagem do ex-Presidente, inconformada com a ascensão de Lula, a mídia acentua o status de desacreditada. A popularidade e aprovação de mais de 80% dos brasileiros pelo Lula cresce cada vez mais quando o PIG tenta algo novo. O povo não é bobo.
8 de jan. de 2010
A 'Elite' cega e alienada se enquadra em que tipo de comportamento, principalmente em São Paulo?
Uma parte da nossa esquerda política imagina que os ricos não são brasileiros. Pensam que eles ainda são os filhos de uma elite que estudou na Europa e que, se o Brasil for mal, irá embora daqui. Imagina que são pessoas completamente por fora da vida cotidiana do Brasil. Essa visão da esquerda pouco ajuda. Enquanto não entendermos que um homem de direita como Boris Casoy é tão “filho do Brasil” quanto Lula, não vamos descrever o Brasil de um modo útil para os nossos propósitos de melhorá-lo.
Creio que o vídeo (aqui) que mostra Boris ridicularizando de maneira odiosa os garis, com o qual iniciamos o ano, deveria valer de uma vez por todas para compreendermos algo que, não raro, há vozes que querem negar: “o ódio de classe” permanece entre nós – sim, nós os brasileiros. Deveríamos levar em conta isso, sem medo, ao descrever o Brasil.
Não quero de modo algum, com esse artigo, provocar aqueles que, sempre pensando só de modo dual, logo dirão: “ah, mas a esquerda é blá, blá, blá”. Sou um homem de esquerda. Minha condição de filósofo me dá alguns instrumentos para analisar de onde venho. Podem ficar tranqüilos. Aliás, sou uma pessoa que adora a frase de Fernando Henrique Cardoso, quando ele disse, se referindo a ele mesmo por conta de acreditar que sua política econômica, ela própria, já era política social: “não é necessário ser burro para ser de esquerda”. Mas aqui, não quero falar da esquerda. Quero mostrar que gente como Boris Casoy não caiu no Brasil vindo de Plutão. Muito menos estudou na Europa. Gente como Boris Casoy estava no Mackenzie, fazendo curso superior, mais ou menos no tempo em que Lula deveria estar vendendo limão na rua. Isso não transforma o Lula em um bom homem e o Boris em um perverso. Mas isso dá, claramente, razão a Ciro Gomes: há sim uma “elite branca” que não respeita garis, que não os acham gente, e que transferem esse ódio ao Lula, principalmente quando olham para ele e o vêem sendo abraçado por um Sarkozi, na capa do Le Monde.
Estamos há duas décadas da “piada” de Chico Anísio contra Lula, dizendo que se Marisa fosse a primeira dama e fosse morar no Planalto, ficaria esgotada ao ver quantas janelas de vidro teria de limpar. Naquela época, a Globo fez Chico Anísio pedir desculpas em artigo na imprensa. E ele pediu! De lá para cá, o que mudou na TV brasileira? Ora, o vídeo de Boris Casoy nos diz que pouca coisa mudou. Que ainda precisamos de muito para evoluirmos. Temos uma longa caminhada pela frente no sentido de educar aquele brasileiro que não consegue entender que o dia que um lixeiro parar, ele, o rico, vai ver todas as moscas botarem ovos no seu ânus, e quando ele acordar, ele terá sido devorado em vida pelos vermes. Estamos ainda precisando de uma forte pedagogia que entre nas escolas de modo a evitar que os brasileiros do futuro sejam os Casoys da vida.
Paulo Ghiraldelli Jr, filósofo.
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Leia mais
Âncoras do jornalismo brasileiro prega ódio e preconceito contra o pobre no Brasil
Boris Casoy, da TV Bandeirantes, era do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) na década de 60.
21 de jun. de 2009
Grupo protesta em SP contra crimes na Parada Gay

Organizadores e colaboradores da Parada do Orgulho LGBT protestaram no início deste sábado (20), no Largo do Arouche, Centro de São Paulo. A palavra de ordem da manifestação foi 'Homofobia: basta. Justiça: já', contra os casos de violência homofóbica pós-parada, como o espancamento na Rua Frei Caneca, que terminou na morte de um cozinheiro de 35 anos.
Da Terra On-line por Andressa Tufolo - 20.06
Mais de 50 integrantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) faziam, por volta das 19h deste sábado, uma manifestação na avenida Vieira de Carvalho, no Largo do Arouche, próximo ao local onde uma bomba caseira feriu participantes da Parada Gay, no último fim de semana. Os manifestantes levaram apitos e faixas com os dizeres "Homofobia basta, Justiça já".
O protesto repudiou crimes em geral cometidos durante a Parada Gay. Além da bomba jogada no Largo do Arouche, o cozinheiro Marcelo Campos Barros, 35 anos, foi morto depois de ter sido espancado no evento.
Julian Rodrigues, um dos organizadores da manifestação e integrante do grupo Cosa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor), chamou a atenção das autoridades e da população para exigir justiça na apuração dos crimes. "Que fique claro que não se joga uma bomba de um prédio que não seja por uma questão homofóbica, afirmou.
O secretário de Justiça de São Paulo, Luiz Antonio Guimarães Marrey, foi à manifestação representar o governador José Serra. Ele prometeu rigor nas investigações. "Quero deixar claro o repúdio do Estado à violência que vitimou essa pessoa. A polícia está trabalhando com empenho".
Por volta das 19h50, os manifestantes começaram uma caminhada da praça da República até o local exato onde foi jogada a bomba, que atingiu cerca de 20 pessoas.
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Augusto Boal e a APOGLBT
A esquerda e a luta contra a homofobia
Veja também no blog da Technorati:
Casamento gay
Direito dos cidadãos
19 de jun. de 2009
Ex-militante marxista, sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras, o escritor Mia Couto...
... ganhou o 5º Prêmio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura, com a obra O outro pé da sereia (em cartaz no Sesc Paulista - até 28.06), pelo melhor romance publicado em língua portuguesa nos últimos dois anos.Um dos maiores autores da língua portuguesa, o moçambicano Mia Couto critica a uniformização do português e, ex-militante marxista, diz que não sabe mais o que é ser de esquerda
Por Jorge Furtado
O OUTRO PÉ DA SEREIA
Peça baseada no romance homônimo do Escritor Moçambicano Mia Couto, conta a história de uma mulher que, após anos de isolamento, retorna à sua cidade natal, levando a imagem de uma santa, e encontra um lugar transformado pela guerra e pelo tempo. (Fonte Sesc)Com a Cia. de Teatro Fábrica São Paulo.
Av. Paulista, 119 - Bela Vista - Centro.
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Não tem área para fumantes. Não aceita cheques.


