Reinaldo Azevedo, o blogueiro da Veja “meio idiota e meio imbecil”, não
está mais sozinho nas suas críticas ao genial Oscar Niemeyer, falecido
na semana passada. Ele agora tem a companhia do seu amigo do Instituto
Millenium, o economista Rodrigo Constantino. Na terça-feira (11), no
jornal O Globo, o economista que anima os convescotes dos barões da
mídia escreveu um artigo hidrófobo contra o renomado arquiteto. O
teólogo Leonardo Boff até poderia incluí-lo no time dos “rola-bostas”,
junto com o pitbull da Marginal.15 de dez. de 2012
Niemeyer e o fascistóide do Millenium
Reinaldo Azevedo, o blogueiro da Veja “meio idiota e meio imbecil”, não
está mais sozinho nas suas críticas ao genial Oscar Niemeyer, falecido
na semana passada. Ele agora tem a companhia do seu amigo do Instituto
Millenium, o economista Rodrigo Constantino. Na terça-feira (11), no
jornal O Globo, o economista que anima os convescotes dos barões da
mídia escreveu um artigo hidrófobo contra o renomado arquiteto. O
teólogo Leonardo Boff até poderia incluí-lo no time dos “rola-bostas”,
junto com o pitbull da Marginal.19 de out. de 2012
Serra mente e cita trecho inexistente de programa de Haddad
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Serra em visita ao Hospital Sorocabana, na Lapa (Foto: Igor Carvalho)
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8 de ago. de 2012
Empresas de telefonia cobram tarifas abusivas e precarizam o atendimento em todo país (nas imagens).
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| Blog do Ceará |
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| Blog do Paraná |
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| Blog do Piaui |
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| Blog da Paraíba |
10 de mar. de 2012
6 de mar. de 2012
22 de fev. de 2012
17 de dez. de 2011
10 de dez. de 2011
Blogueiros e jornalistas ligam os fatos, de denuncias antigas e acontecimentos, com os relatos do jornalista Amaury Ribeiro Jr, no livro ‘A Privataria tucana’.
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| Divulgação |
Leia abaixo matérias publicadas por blogueiros e jornalistas, que ligaram as informações do Amaury com as versões dos fatos relatados em outros tempos.
6 de dez. de 2011
Paraná é derrotado por aqueles que deveriam defendê-lo!
13 de ago. de 2010
45 pontos da má gestão Geraldo Alckmin no Estado de São Paulo (2003-2006)
2. Em virtude desta queda de desempenho da economia de São Paulo e a inexistência de políticas públicas de geração de trabalho e renda a taxa de desemprego chegou a 17,5% e ao longo do desgoverno tucano de Alckmin cresceu 33,6% (1995-2005), segundo o IBGE. A taxa de desemprego em São Paulo é ainda maior que a taxa média nacional, que é de10,9%.Vale ressaltar que durante 8 anos tivemos a dobradinha nefasta entre PSDB no Estado de SP e no Governo Federal para produzir tais taxas. Se não bastasse isso, para agravar ainda mais a taxa de desemprego, Alckmin reduziu em R$ 9 milhões o orçamento da frente de trabalho.
3. Governador Alckmin, à época presidente PED, foi o condutor de todo o processo de privatização, arrecadando entre 1995-2000 em valores correntes R$ 32,9 bilhões, destes, cerca de 72% (R$ 23,9 bilhões) obtidos pela venda do setor energético de São Paulo. Contudo, apesar desta enorme soma arrecadada, o Balanço Geral do Estado mostra que, a dívida consolidada do Estado cresceu de R$ 34 bilhões em 1994 para R$ 138 bilhões em 2004, um crescimento real de 33,5%, utilizando-se o indexador IGP-DI. Portanto, Alckmin vendeu 2/3 das empresas estatais do estado e mesmo assim a dívida consolidada cresceu ao longo de seu mandato. O absurdo: Geraldo ainda mente ao dizer que houve saneamento das finanças e se auto-intitula um “grande gerente”.
4. No exercício financeiro de 2003 o Estado de São Paulo, desgovernado pelo PSDB de Geraldo Alckmin, atingiu um déficit (receita menos despesa) em suas contas de mais de 572 milhões de Reais.
5. Com o desgoverno tucano São Paulo perdeu R$ 5 bilhões na venda do Banespa. Considerando o valor pago pelo Santander e o montante total da dívida do Banespa com a União e que foi paga às pressas por Alckmin para que o Santander comprasse um Banco sem dívida, houve um prejuízo de mais de R$ 5 bi que deveriam ser investidos na área social mas que Geraldo preferiu doar a uma empresa multinacional da Espanha.
6. O descontrole das finanças públicas paulista reflete a gerência desastrosa de Alckmin, que aplica uma Lei Orçamentária irreal. De 1998 a 2004 o Orçamento estadual apresentou uma estimativas falsas de “excesso de arrecadação” na magnitude de R$ 20 bilhões que são vinculados a rubricas sobretudo publicitárias e portanto financiando campanha eleitoral às custas do contribuinte paulista enquanto Alckmin veta orçamento maior para a Educação.
7. Geraldo não cobra devedores de São Paulo. De 1998 a 2004 houve queda na arrecadação junto aos devedores de tributos em cerca de 52%, representando uma perda de aproximadamente R$ 1 bilhão que poderiam ser investidos na área social.
8. Caem os investimentos no desgoverno de Geraldo Alckmin. A participação percentual dos investimentos nos gastos totais caiu em 2003 e 2004 de 3,75%, o que é bem inferior por exemplo ao de 1998, quando atingiu 5,39% do gasto total. É o Estado se afastando da sociedade e resultando em precarização de serviços públicos.
9. Geraldo Alckmin arrocha salários dos servidores públicos de São Paulo: Em 1998, o gasto com ativos e inativos representava 42,51% das despesas totais do Estado. Em 2004, este gasto caiu para 40,95%, resultado da política de arrocho salarial e redução das contratações via concurso público, porém com aumento dos cargos por nomeação do governador.
10. Alckmin não tem projeto de desenvolvimento para as regiões do Estado de São Paulo: Das 40 Agências de Desenvolvimento Regional previstas pelo governo tucano em 2003, nenhuma foi criada.
11. Alckmin corta brutalmente os gastos na área social: Apesar do excesso de arrecadação de R$ 12 bilhões, durante o período 2001-2004, o governo deixou de gastar os recursos previstos. No ano de 2004, a área de desenvolvimento social perdeu R$ 123 milhões, já com desenvolvimento regional não foram gastos R$ 5,8 bilhões.
12. Alckmin ofereceu regime tributário especial, por meio da Secretaria Estadual da Fazenda, que dá vazão a fragilidade fiscalizatória para a empresa Daslu, que recentemente teve sua proprietária presa pela Polícia Federal por crimes de sonegação fiscal e evasão
de divisas. Vale mencionar que Alckmin esteve presente na abertura desta loja e chegou até a cortar a fita inaugural.
13. Ao longo do desgoverno tucano de Geraldo Alckmin houve redução de 50% no orçamento de pesquisa do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). O instituto, que existe há 106 anos, financia pesquisas para o desenvolvimento econômico, geração de renda e fortalecimento da indústria paulista. Em julho deste ano já foram demitidos do IPT 10% de seus funcionários e até janeiro de 2006 serão mais 5%. Este foi mais um dos fatores da redução da participação do PIB de SP no total do Brasil.
14. Alckmin extinguiu cursinho pré-vestibular gratuito (Pró-Universitário), deixando de investir R$ 3 milhões e impediu a matrícula de 5.000 alunos que agora estão muito mais longe da formação superior graças ao PSDB.
15. Alckmin vetou dotação orçamentária de R$ 470 milhões para a Educação de SP. A “canetada” do des-governador anulou a votação dos parlamentares do Estado principalmente para o ensino superior e técnico. Geraldo mente deslavadamente ao afirmar que investe 33% em Educação quando na verdade só investe o mínimo determinado pela constituição Estadual, que é de 30% do orçamento.
16. Dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) demonstram que a qualidade do ensino paulista é pior que a média do Brasil. Segundo esta fonte oficial a porcentagem de alunos que se encontram nos estágios crítico e muito crítico representam 41,8% do total de alunos do estado. Ao passo que em nível nacional os alunos que se situam nestes mesmos estágios representam 5,6% do total. Portanto, levando-se em consideração este indicador relevante e oficial o desempenho da educação gerenciada por Alckmin é 86,6% pior que a do Brasil.
17. O programa de transferência de renda de Alckmin atende a 60 mil pessoas com um benefício médio de R$ 60, ao passo que o mesmo programa que foi levado a cabo na capital paulista pela prefeita Marta Suplicy atende a 176 mil famílias com um complemento de renda de R$ 120. Portanto o que foi pago só pela cidade de SP, durante a gestão anterior, a cada família é o dobro do que é pago pelo PSDB e o mesmo modelo de programa atinge 14 vezes mais famílias. Desta forma o programa de Alckmin é em menor quantidade e menor qualidade.
18. Após mais de 10 anos de PSDB em São Paulo, escolas estaduais continuam sem distribuição gratuita de uniformes, material escolar e sem transporte, ao contrário do que ocorreu quando a prefeita Marta Suplicy governou a capital.
19. Geraldo Alckmin, que na mídia se diz contra aumento de impostos, aumentou a taxa de licenciamento veicular em mais de 200% (em valores reais) ao longo de seu desgoverno.
20. Comissão de fiscalização e controle da Assembléia legislativa paulista rejeitou as contas do governador de 2004. Entre outros, os principais motivos encontrados estão um saldo acumulado de R$ 209 mi dos recursos do FUNDEF que jamais foram investidos na educação e cujo destino se desconhece. Também foi verificado que o custo das internações aumentou ao mesmo tempo em houve diminuição do tempo das internações. Este é o modelo de gerência de Geraldo.
21. Governador Alckmin veta projeto de lei que institui normas para a garantia efetiva e democrática da participação popular em audiências públicas e elaboração do Orçamento do estado. Esta medida de Geraldo é, portanto totalitária, anti-democrática, anti-participativa e contrária à liberdade do contribuinte que é impedido de decidir quanto ao orçamento de seu próprio Estado.
22. O investimento em saúde no desgoverno de Geraldo não atinge sequer 12% da receita de impostos, desrespeitando assim o mínimo que foi determinado em lei a ser investido no setor. Este escândalo a tucanagem sorrateiramente maquia, retirando dessas receitas estaduais os R$ 1,8 bilhão que o governo estadual recebe pela lei Kandir. Desta forma a saúde paulista deixa de receber R$ 1,8 bilhão graças a péssima gerência de Geraldo Alckmin.
23. Mais grave ainda, desafiando a lei e o próprio Tribunal de Contas do Estado, Geraldo Alckmin contabilizou nas contas da saúde programas que não guardam nenhuma relação com este setor, tal como serviços públicos a detentos em penitenciárias e portanto, mais uma vez maquiando o orçamento para reduzir investimentos na saúde.
24. As grandes conseqüências da inexistência de políticas públicas na saúde e seu sub-financiamento é a flagrante precarização dos serviços. Basta verificar que há leitos desativados e desocupados (por falta de pessoal e material): só no Hospital Emílio Ribas, menos de 50% dos leitos estão ocupados e maioria deles estão desativados.
25. Devido à incompetência de Alckmin, o Hospital Sapopemba tem aproximadamente 90% de seus leitos desocupados e quase todos desativados.
26. A média salarial paga aos servidores estaduais da saúde chega a ser 47% mais baixo que o pago pela rede municipal durante a gestão da prefeita Marta Suplicy. Os salários aviltados e humilhantes pagos pelo desgoverno de Alckmin aos servidores motivaram uma longa greve do pessoal da saúde e os postos de atendimento abandonados (como na Várzea do Carmo), aumento de filas e dificuldades para marcar consultas.
27. Mais um descalabro do desgoverno de Geraldo é o esqueleto de alvenaria armado na Av. Dr. Arnaldo na capital paulista. O tão prometido Hospital da Mulher está há 10 anos apenas no papel e Alckmin ainda tem a desfaçatez de estender uma faixa no esqueleto do prédio propagandeando sua nunca alcançada inauguração. Mas o tucano promessinha está dando uma outra utilidade ao esqueleto que está sendo usado como reduto para usuários de drogas e ladrões para aumentar ainda mais a criminalidade.
28. A tucanagem alardeia em suas peças publicitárias eleitoreiras a construção de unidades do Acessa SP. Há mais de 10 anos no poder em São Paulo o saldo da tucanagem é de 1 Acessa SP para cada 158.102 habitantes. Em 4 anos de gestão na prefeitura da capital paulista esta proporção é de 1 Telecentro para cada 83.333 habitantes. Portanto, proporcionalmente a cidade de SP ao longo da gestão Marta Suplicy obteve um desempenho 90% melhor que Geraldo Alckmin. E isso sem contar que nos do município há em média 20 computadores em cada unidade e nos de Geraldo Alckmin há apenas 15.
29. Desgoverno de Geraldo Alckmin é o responsável pelo maior déficit habitacional do Brasil em comparação com todos os demais estados da federação, segundo a ONU. São mais de 1,2 milhão moradias que faltam ao povo paulista. Dados revelam um fato escandaloso: desde o ano de 2000 o governo de SP não cumpre lei do parlamento estadual que determina no mínimo 1% do orçamento em investimentos na área de habitação. Os recursos não aplicados por Geraldo já chega a R$ 548 milhões, o que explica este déficit e também o fato de que 82% das unidades prometidas por Alckmin não foram construídas.
30. Incompetência de Geraldo Alckmin fez com que o Estado de São Paulo caísse uma posição no Ranking do IDH estadual. A queda vertiginosa foi de segundo para terceiro maior IDH estadual do Brasil. Isso significa que a evolução da saúde, educação e renda do atual segundo colocado superou e muito a de São Paulo ao longo do desgoverno do PSDB. Enquanto o Estado de Santa Catarina saltou de quinto para segundo no período 1991 e 2000, o desempenho de SP foi medíocre. Seguindo o ranking de IDH mais alto do país, vem Santa Catarina em segundo lugar, com índice de 0,832; São Paulo em terceiro, com 0,82; Rio Grande do Sul em quarto, com 0,814; Rio de Janeiro em quinto, com 0,807. Este é o resultado da gerência tucana: Regressão social brutal.
31. Tucanos têm o pior desempenho na construção do Metrô: Desde a construção do primeiro trecho do Metrô, em 14 de setembro de 1974, São Paulo já passou pela administração de oito governadores. Nestes 30 anos de operação comercial o governo do PSDB foi o que apresentou pior desempenho na construção de quilômetros de linhas do Metropolitano. Desde que estão no poder público estadual, há quase 10 anos, tucanos fizeram 1,4 km de linhas/ano, abaixo da média de 1,9 km/ano da companhia. Logo, o PSDB construiu 36% menos quilômetros que a média de todas as demais gestões.
32. Reajustado por Alckmin, metrô de São Paulo é um dos mais caros do mundo: o reajuste das tarifas de metrô, trens metropolitanos e ônibus intermunicipais em São Paulo ficaram em até 55% superiores ao aumento da inflação registrado em igual período, ou seja, nos últimos 24 meses que antecederam a data do reajuste, segundo o indexador IPCA. Com o aumento, o metrô de São Paulo passa a ser o mais caro do Brasil, ultrapassando a rede subterrânea de transporte do Rio de Janeiro, que cobra R$ 2 por bilhete. Já em Belo Horizonte e Porto Alegre, viajar de metrô custa bem menos: respectivamente R$ 1,20 e R$ 1,10. Entre as principais metrópoles mundiais, São Paulo também possui o metrô proporcionalmente mais caro. Ao deixar o metrô paulistano entre os mais caros do planeta, através de sucessivos reajustes, o governo de São Paulo deixou claro seu total descompromisso com o acesso ao transporte público.
33. O governo de Geraldo Alckmin continua a aprovar seu pacote de ataques à educação. Após vetar o aumento em 1%, passando por cima do aprovado na Assembléia Legislativa de LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e de reduzir a verba da educação estadual por ao seu menor índice em quatro anos, Alckmin fez manobra orçamentária de contabilizar desconto de tarifa como sendo investimento na educação e dessa forma reduzindo o montante que de fato deveria estar sendo destinado a esta pasta. Este fraude contábil resulta em transferência de orçamento do setor de transportes para e educação, o que significa um corte brutal na magnitude de R$ 32 milhões. Para se ter um parâmetro da redução de gastos o montante é de cerca de 10% dos gastos do governo nas instalações de todas as escolas estaduais no ano de 2004. Este é, portanto mais um ataque de Alckmin a educação paulista.
34. Fita envolve governador Geraldo Alckmin em compra de voto: Diálogo telefônico entre os deputados estaduais Romeu Tuma Jr. (PMDB-SP) e Paschoal Thomeu (PTB-SP) evidencia flagrante esquema de compra de votos na Assembléia Legislativa de São Paulo, envolvendo diretamente o governador Geraldo Alckmin (PSDB). O diálogo, gravado, ocorreu às vésperas da eleição do novo presidente da Assembléia Legislativa do Estado, vencida por Rodrigo Garcia (PFL) em 15 de março deste ano. A gravação foi divulgada em 06/07/05 em matéria da repórter Laura Capriglione no jornal Folha de S.Paulo.
35. Durante 12 anos de PSDB, foram demitidos 60 mil professores O valor da hora aula no Estado é uma vergonha, e não passa de R$ 5,30! Somando isso Alckmin tem inaugurado Fatecs de “fachada”, que não têm condições de “fachada”, que não têm condições mínimas de funcionamento.
36. No governo de Covas/Alckmin mais famílias foram expulsas do campo do que assentadas. Da promessa de assentar 8 mil famílias apenas 557 foram assentadas, sem convênio com o Incra. Outro descaso acontece na habitação: os tucanos prometeram construir 250 mil casas mas, desde 1999, só foram feitas 37.665 unidades.
37. Alckmin promove a maior operação abafa de CPI`s deste país, em meio ao mar de lama da corrupção de seu governo: Já são 58 as Comissões Parlamentares de Inquérito paradas na Assembléia Legislativa de São Paulo. Investigações relevantes – como a denúncia de irregularidade na Febem, nas obras de rebaixamento da calha do rio Tietê, na CDHU e no trecho oeste do Rodoanel – estão engavetadas. Somente no caso da obra de rebaixamento da calha do rio Tietê, foram registrados aditivos contratuais que ultrapassam o limite legal de 25%. O valor do contrato para a obra era inicialmente de R$ 700 milhões e seu custo efetivo ultrapassou R$ 1 bilhão. Além disso, o valor inicial do contrato de gerenciamento da obra saltou de R$ 18,6 para R$ 59,3 milhões – mais de 200% de aumento. O conselheiro do TCE Eduardo Bittencourt, em documento divulgado à imprensa, declara que os autos ferem os princípios da administração pública.
38. Corrupção tucana na CDHU: O TCU (Tribunal de Contas da União) também detectou irregularidades em 120 contratos da CDHU, que recebe 1% do ICMS arrecadado pelo Estado, ou seja, cerca de R$ 400 milhões. Mais uma evidência de atos ilícitos cometidos pelo PSDB paulista de Geraldo Alckmin.
39. Desgoverno de Geraldo Alckmin comete mais um ilícito, desta vez na Eletropaulo: irregularidades no empréstimo conferido à Eletropaulo pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Privatizada em 1998, a empresa acumulou dívida superior a R$ 5,5 bilhões, incluindo mais de R$ 1 bilhão com o banco. Em 2001, a Eletropaulo lucrou US$ 273 milhões, enquanto em 2002 houve prejuízo de US$ 3,5 bilhões. E a empresa enviou US$ 318 milhões ao exterior, de 1998 a 2001.
40. Alckmin favorece Ecovias em R$ 2,6 mihões: A Ecovias, empresa que administra o sistema Anchieta-Imigrantes, deverá ter uma arrecadação adicional de R$ 2,6 milhões por ano com o “arredondamento para cima” feito pelo governador Geraldo Alckmin no reajuste do pedágio. Como a tarifa anterior era de R$ 13,40, a aplicação de 9,075% do IGP-M elevaria o valor para R$ 14,61. Na hora de estabelecer o preço final, o governador arredondou em R$ 0,19 para cima, o que fere o Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Assim, em uma hora serão arrecadados mais R$ 309,70. Em um dia, R$ 7.432, que multiplicados por 30 resultarão em R$ 222.984 ao mês. Após 12 meses, serão mais R$ 2.675.808,00. Mas o dado irrefutável é que a empresa irá arrecadar uma quantia significativa. E o mais absurdo é que o governador, ao invés de defender os interesses da população, adota uma postura que beneficia um grupo empresarial em detrimento ao usuário da rodovia.
41. Alckmin veta estacionamento gratuito nos shoppings de SP: Os motoristas de São Paulo não terão estacionamento gratuito nos shoppings da cidade. O governador Geraldo Alckmin vetou o projeto de lei que garantia a liberação das vagas nos shoppings e hipermercados.
42. Tucano Alckmin usa Tropa de Choque e Cavalaria contra estudantes em São Paulo: As imediações da Assembléia Legislativa de São Paulo se transformaram numa praça de guerra depois que o governo do Estado resolveu usar a Tropa de Choque e a Cavalaria para reprimir uma manifestação de aproximadamente 500 estudantes, funcionários e professores de universidades paulistas. Os estudantes e representantes do movimento intitulado Fórum das Seis foram à Assembléia para acompanhar as discussões em torno da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Eles querem que os deputados derrubem o veto do governador Geraldo Alckmin ao item que aumenta os recursos para o ensino superior estadual.
43. Desgoverno de Alckmin gasta R$5,5 milhões com obra em aeroporto "fantasma": O governo Alckmin (PSDB) gastou R$ 5,5 milhões para concluir a reforma em dezembro do ano passado do aeroporto estadual Antônio Ribeiro Nogueira Júnior em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo. A estrutura que tem capacidade para receber até um Boeing 737, com cem passageiros a bordo, recebeu apenas cinco pessoas, em média, a cada dia, entre janeiro e julho deste ano. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, há dias em que não há nenhum pouso ou decolagem em Itanhaém. Entediados, funcionários fazem palavras cruzadas e alguns até cochilam nas dependências do aeroporto no horário de serviço.
44. Alckmin faz redução generalizada de investimentos públicos: apesar do excedente de arrecadação de 2001 a 2004 ter chegado a aproximadamente R$ 13 bilhões, o Estado deixou de gastar cerca de R$ 1,5 bi na Saúde; R$ 4 bi na Educação; R$ 705 milhões na Habitação; R$ 1,8 bilhão na Segurança Pública; R$ 163 milhões na área de Emprego e Trabalho.
45. Agricultura deixou de investir R$ 51 milhões, em 2004: A Secretaria de Agricultura e Abastecimento, do desgoverno de Geraldo Alckmin, deixou de aplicar em 2004 cerca de R$ 51 milhões disponibilizados em seu orçamento, correspondendo a 9,51 % de sua dotação inicial. Programas de grande expressão social como os da área de Alimentação e Nutrição, devolveram dinheiro no final do ano, não cumprindo suas metas físicas. Esses recursos não aplicados poderiam ter sido convertidos em mais 53.346 cestas básicas, 780.981 refeições e 670.730 litros de leite por mês.
6 de jul. de 2010
FHC manda Serra pendurar FHC no pescoço

Tomara que o Serra pendure ele no pescoço
Naquele estilo engordurado, que instala colesterol só de ler, o Farol de Alexandria dá severo recado ao Serra, na página 2 do Estadão:
“Está na hora de cada candidato, com a alma aberta e a cara lavada, dizer ao País o que pensa.”
Não há de ser a Dilma que precise dizer ao País o que pensa.
Se houvesse alguma dúvida, bastava consultar o IBGE, a primeira página da Folhaaquela tabelinha de hoje (“Investimentos federais batem recorde com Lula”), ou que compara o Governo Lula ao do FHC.
Todo mundo sabe o que a Dilma pensa: seguir a obra do Governo Lula, que deu de 10 a 0 no do Farol.
Logo, o FHC está desesperado, porque o candidato dele não veste a camisa do Governo FHC.
Aliás, nenhum candidato do PSDB vestiu a camisa do Governo do FHC.
Em 2002, o Serra fugiu do Governo FHC – de que foi Ministro do Planejamento e da Saúde – como o Galvão foge do twitter.
Em 2006, o Alckmin vestiu a camisa da Petrobrás e do Banco do Brasil para jurar que é contra as privatizações.
(Por falar nisso vem aí o livro “Nos Porões da Privataria”, de Amauri Ribeiro Jr, o tal livro que aloprou o Serra. Amaury trata da sociedade em Miami – em Miami ! – da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas.)
Esse é que é o problema do Farol de Alexandria, aquele que iluminava a Antiguidade e foi destruído num terremoto (eleitoral).
A herança dele é letal.
O que sobrou foi a arrogância udenista, o paulistismo.
Clique aqui para ler sobre o fim do paulistismo na política brasileira.
E aqui para ver por que o PSDB perdeu a hegemonia e teve que se ajoelhar aos pés da família Maia, no Rio.
Já que estamos na época de tocar um tango argentino, como fez a Globo para humilhar o Maradona, o melhor que faz o FHC é cantar um tango argentino.
E celebrar os 30% do Datafalha (Clique aqui e leia “Por que a Folha prefere se desmoralizar com o Datafalha”) e do Globope, de onde o candidato dele não sai desde 2002.
O PiG (*) de hoje celebra o “empate técnico” do Serra.
Como diria o Galvão, depois que a Holanda empatou: “já esteve melhor para o Serra”.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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- Como a Folha manipula a
amostra para ajudar o Serra - Depois de derrotar o Brasil contra o Chile, Datafalha diz que Serra empatou
- Álvaro desaba sob o peso do botox.
Serra é um jênio ! - Presidente dos tucanos
também joga Serra às feras - O PiG prefere desmoralizar-se
a engolir a derrota do Serra
12 de jun. de 2010
Garcia: o Brasil não tira mais o sapato para os EUA

Paulo Henrique Amorim
Matéria publicada por Leda Ribeiro (Colaboradora do Blog)
Do Blog do Saraiva - 11.06.2010
23 de abr. de 2010
Carlos Lessa revela que FHC e Serra preparavam o BNDES para morrer
Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES (2003), rememora à revista Terra Magazine que havia um processo de desmonte do BNDES nos anos 90.
FOI UMA HECATOMBE
“Meus dois antecessores no BNDES estavam preparando o banco para morrer. Queriam convertê-lo em banco de investimento, para depois dizerem: não precisamos de um banco de investimento. Expliquei tudo isso a Lula. Tanto que Lula me deu uma carta branca. Demiti todos os quadros, não sobrou um. Fiz logo uma hecatombe! Demiti cento e tantos. Aí a Miriam Leitão me atacou, não é?” – ironiza Lessa.
Na contracorrente de boa parte dos economistas, Lessa não considera “impossível” a privatização do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do BNDES – “Eles fazem qualquer coisa”.
“No BNDES, sofri pressões intensas. A imprensa me demitiu 73 vezes. Claro, eu não gastava dinheiro com propaganda. Nunca achei necessário o BNDES fazer propaganda. (...)
Lessa reconhece, no entanto, que o primeiro governo de Lula modificou os planos privatistas no setor bancário. Naufragaram os propósitos do “Memorando de Política Econômica” de FHC.
É um testemunho de que “eles”, Serra, FHC, e o resto da quadrilha queriam vender o BNDES, o Banco do Brasil, a Petrobras e a CEF.
Não podemos deixar que “eles” voltem.
Sugiro o voto em Dilma.
18 de abr. de 2010
Serra e as privatizações: a foto que ele não mostra
Recebo, do leitor Giovani, uma foto que José Serra não gostará de ver exibida durante a campanha eleitoral: o então ministro do Planejamento (!) de FHC aparece durante o leilão de uma companhia elétrica, a ESCELSA.
A legenda, no canto à direita, informa: "a privatização do setor tinha, então, início oficial". Isso foi em 1995.
24 de mar. de 2010
Serra desmonta os serviços públicos e sai candidato
Paulo Henrique Amorim
3 de mar. de 2010
Privatização da Telebrás aconteceu em 1998 cercada por escândalo
2 de set. de 2009
A IMPRENSA ENTREGUISTA ONTEM, COMO HOJE.
A criação da Petrobrás, nas páginas dos jornais O Estado de S. Paulo e Diário de Notícias", é uma instigante tese de mestrado do Prof. Celso Carvalho Jr., de cujo resumo tiramos esta nota.
Mostra como a história se repete como farsa, ou, se preferirem, como a farsa se repete na história do Brasil.
Os mesmos barões da imprensa que hoje são contra o marco regulatório do Petróleo, foram contra "O Petróleo é Nosso" no século passado.
Finda a II Guerra Mundial, com o fim do Estado Novo, o país retornou a democracia, a população voltou a participar dos debates de interesse nacional e o Congresso ficou incumbido de decidir qual seria a melhor solução para o problema do petróleo.
Tal qual hoje, em torno das redações da imprensa, formavam trincheiras grupos econômicos e políticos poderosos para plantar textos em defesa de seus lobby's, em busca da conquista da "opinião pública", e influir nas votações do Congresso quanto à leis que regulavam o petróleo.
Um grupo defendia a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira. Lideravam esse grupo, a elite paulista da FIESP e da federação do comércio, a elite do Rio de Janeiro (capital federal na época), além de banqueiros e, obviamente, petroleiras multinacionais.
O braço da imprensa, porta-voz e sócios deste grupo eram:
- a família Mesquita (grupo "Estadão");
- a família Marinho (grupo Globo, no Rio de Janeiro);
- o Grupo Folha (que ainda não era da família Frias, mas defendiam os mesmo interesses);
- Assis Chateaubriand (O Jornal, Diário da Noite, revista O Cruzeiro, etc);
A editora Abril ainda estava fora desta, porque ainda não atuava no jornalismo (iniciou-se em 1950 com estórias em quadrinhos do Pato Donald, de Walt Disney, aproveitando-se da política de "boa vizinhança" do "Tio Sam" no pós-guerra).
Esse grupo é o ancestral da linhagem atual dos demo-tucanos, tanto que o núcleo de poder do PSDB é paulista, capitaneado por José Serra e FHC, com forte apoio da FIESP, dos banqueiros, das corporações estrangeiras, e da imprensa, dita de abrangência nacional, concentrada no eixo Rio-São Paulo.
Campanha O Petróleo é Nosso
A Constituição de 1946 abriu brechas para a atuação de empresas estrangeiras no setor petrolífero e determinou que a regulamentação do assunto deveria ser feita por meio de lei ordinária.
Em 1948, o presidente Eurico Gaspar Dutra encaminhou ao Congresso o Anteprojeto do Estatuto do Petróleo que permitia a participação da iniciativa privada na indústria de combustíveis.
Os nacionalistas não concordaram com a proposta e organizaram um grande movimento popular para defender o monopólio estatal, conhecido como a campanha O Petróleo é Nosso.
Coordenaram o movimento, especialmente o CEDPEN (Centro de Estudos e defesa do Petróleo e Economia Nacional), a UNE (União Nacional dos Estudantes) e os militares nacionalistas do Clube Militar (também haviam militares contrários, como o General Juarez Távora, defensor da abertura ao estrangeiro) .
O pioneirismo, no petróleo, de Monteiro Lobato, remonta a década de 30, e, apesar de nacionalista radical, sua atuação foi mais empresarial. Teria se tornado um magnata do Petróleo, se tivesse sucesso nas perfurações, e entraria para história pelo empreendedorismo, semelhante ao Barão de Mauá. Aproximou-se do Partido Comunista em meados da década de 40. No auge da campanha "O Petróleo é nosso", já não tinha participação muito expressiva.
Na imprensa e nos movimentos sociais, a defesa do monopólio estatal coube principalmente aos
pequenos jornais, da imprensa nacionalista (O Jornal de Debates, A Emancipação, O Popular e A Revista do Clube militar) e do Partido Comunista Brasileiro (Tribuna Popular, Classe Operária, Imprensa Popular, Novos Rumos, Voz operária, Hoje, Notícias de Hoje e O Momento), na grande imprensa a causa monopolista foi apoiada apenas pela Última Hora, Tribuna da Imprensa e Diário de Notícias.
No meio tempo, alguns jornais, como "O Globo" viraram a casaca. De olho no calendário eleitoral de 1950, imbuído na missão de impedir a eleição de Getúlio Vargas, o Globo se alinhava contra os nacionalistas. Com o crescimento e popularidade da campanha "O Petróleo é Nosso", e com adesões de udenistas, O Globo virou a casaca.
A mobilização conseguiu barrar a tramitação do Anteprojeto de Eurico Dutra, e foi fundamental para a aprovação, em 1953, da lei Nº 2004, que estabeleceu o monopólio estatal do petróleo e criou a Petrobras.
O "mensalão" da Esso para a imprensa
A multinacional etadunidense ESSO (Standard Oil New Jersey), uma das maiores companhias de petróleo do mundo, pretendia atuar no setor petrolífero brasileiro. Para isso, tentou comprar o de jornais e jornalistas através de uma milionária campanha publicitária que se baseou em anúncios de página inteira nos principais jornais do Brasil, além disso, a empresa patrocinou viagens de jornalista aos Estados Unidos para conhecerem suas instalações.
No rádio, era muito influente o noticiário "O Repórter Esso", criado em 1941, patrocinado pela petroleira. Por ser parte interessada, não podia fazer campanha frontal contra a nacionalização do petróleo, pois mataria a credibilidade do radiojornal. Mas omitia notícias sobre o assunto.
Uma das normas da redação era só divulgar notícias oficiais que partissem de altas autoridades (Presidente da República, Governadores de Estado, Ministros e Secretários de Estado), omitindo movimentos populares e lideranças da sociedade civil, e desestimulando o debate.
O pré-sal tem que ser nosso
Nossos companheiros que lutaram na campanha "O petróleo é nosso" venceram a imprensa entreguista e as forças econômicas e políticas que estavam por trás dos jornais.
Hoje cada um de nós temos que fazer o mesmo.
A imprensa e os partidos de oposição, querem travar o debate, como fazia o repórter Esso.
Para isso a velha ladainha é conhecida:
- reclamam da "pressa", quando querem ganhar tempo para os estrangeiros se articularem;
- desqualificam o marco regulatório, que é um verdadeiro projeto nacional, chamando de eleitoreiro;
- satanizam a "estatização";
- eudeusam a falida tese de atrair investidores internacionais.
Temos a razão, o coração, e os argumentos do nosso lado. Basta cada um de nós usá-los, e mais do que nunca, fazermos uma ofensiva para desmentir e boicotar à essa imprensa que lesa a pátria.
Por Zé Augusto - 01.09.09
Serra quer privatizar a saúde pública estadual
Hospitais de SP poderão cobrar atendimento
Emenda foi incluída no projeto do governo estadual que prevê gerenciamento de hospitais públicos pela iniciativa privada
Projeto, que pode ser votado hoje, autoriza que 25% dos atendimentos especializados sejam para particulares ou pessoas com plano de saúde
RICARDO WESTIN - FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A Assembleia Legislativa de São Paulo analisa um projeto de lei que permite aos hospitais estaduais terceirizados -dirigidos por OSs (organizações sociais)- cobrar de pacientes particulares e de planos de saúde pelos atendimentos. Para os críticos, é uma tentativa de privatizar a saúde pública.
A lei atual diz que 100% dos pacientes dos hospitais públicos terceirizados devem ser do SUS (Sistema Único de Saúde). Quem paga é o governo. Pela nova proposta, a proporção do SUS cairá para 75%. Até 25% dos atendimentos poderão ser de pacientes particulares ou de planos de saúde.
O texto especifica que só poderão cobrar de pacientes e seguradoras os hospitais com serviço especializado (em neurologia ou oftalmologia, por exemplo) ou de alta complexidade (como cirurgia cardíaca). A lei também valeria para os hospitais que respondem por mais de 50% dos atendimentos médicos de sua região.
O projeto de lei original foi apresentado pelo governador José Serra (PSDB), mas sem mexer nos 100% do SUS. A mudança foi introduzida pela deputada Maria Lúcia Amary (PSDB), relatora do texto. A alteração é apoiada pelo governo.
A relatora diz que o dinheiro extra pago por pacientes e planos de saúde ajudará a financiar a parte do hospital voltada para o SUS: “É mais ou menos o que ocorre em Cuba. O sistema é público, mas há uma cota para pacientes estrangeiros. Os dólares deles ajudam a subsidiar os atendimentos gratuitos”.
Os críticos da ideia não concordam. “Em São Paulo existem filas de espera para os serviços públicos de saúde e os gestores desesperadamente buscam vagas para os pacientes do SUS. É um absurdo vender 25% dos leitos públicos para o privado”, afirma Gilson Carvalho, médico e ex-secretário nacional de Atenção à Saúde.
Segundo esse raciocínio, serão criadas duas filas num mesmo hospital. Uma lenta, do SUS, que paga por consultas e cirurgias preços mais baixos que os do mercado. E outra rápida, de pacientes particulares e planos de saúde, que pagam mais. “O cidadão [dependente do SUS] perde”, diz Carvalho.
O governo paulista, por outro lado, diz que não haverá “prejuízo aos pacientes do SUS”: “Continuarão a ser atendidos normalmente, conforme a produção prevista em contrato de metas [das OSs] com a Secretaria [de Estado da Saúde]”.
Terceirização completa
A mudança está no polêmico projeto de lei que amplia o modelo de OSs para todos os hospitais estaduais, inclusive os já existentes. Atualmente, só se pode terceirizar os novos.
As OSs são entidades privadas sem fins lucrativos que dirigem hospitais, postos de saúde e laboratórios públicos. São Paulo adotou o modelo no final dos anos 90, como alternativa às amarras do poder público.
Ao contrário dos governos, as OSs podem contratar funcionários e médicos sem fazer concurso; pagar melhores salários para estimular a produtividade e atrair os bons profissionais; e comprar produtos com rapidez, sem licitação.
Segundo o governo paulista, o hospital terceirizado é mais produtivo que o dirigido diretamente pelo poder público.
O pesquisador José Mendes Ribeiro, da Escola Nacional de Saúde Pública, defende o modelo de OSs. No entanto, diz que foi “erro político” acrescentar os 25% de pacientes particulares ao projeto de ampliação das OSs. “Isso traz uma oposição desnecessária ao projeto”, afirma. “Quando o texto original [do PSDB] foi aprovado [nos anos 90], o PT só deu seu apoio sob a condição de que 100% dos atendimentos fossem para o SUS.”
Por Luís Favre - 02.09.09
15 de jul. de 2009
Tucanos chamavam Petrobrás de “paquiderme” para poder vendê-la
Por Daniel Pearl - 15.07.09
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Petrobrás - A greve de 1995, foi o ponto de partida dos planos privatistas de FHC.
14 de jul. de 2009
Carta a José Serra
Por Eduardo Guimarães - 14.07.09
Senhor governador,
A presente tem a finalidade de apelar ao seu bom senso, que acredito que ainda resista, em alguma medida, em sua mente intoxicada por ambições políticas desmedidas, antidemocráticas e autoritárias.
A CPI da Petrobrás foi instalada, como o senhor queria. Aliás, ainda bem. Quanto antes começar – e terminar –, menos os brasileiros perderão. Afinal, devido aos seus interesses político-eleitorais, senhor Serra, a maior empresa brasileira, respeitada internacionalmente, auditada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União (CGU), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos, perdeu, nos últimos dois meses, 5% de seu valor na Bovespa.
Mas não é só esse o prejuízo que o povo brasileiro está amargando para o senhor tentar aumentar suas chances eleitorais no ano que vem. A CPI está postergando a definição do marco regulatório da exploração do pré-sal, que, aliás, é um dos cavalos-de-batalha dos senhores privatistas tucanos, os quais, a serviço de interesses corporativos na riqueza imensa que jaz no litoral sudeste do país, esperam que o show que estão dando no Congresso dificulte que esse marco regulatório defina um modelo de exploração de tal riqueza que contemple o conjunto da sociedade em vez dos grupelhos de sempre.
Nem lhe peço que segure seus cachorros loucos na mídia, governador. Na verdade, começo a achar que eles, ao praticarem tudo o que praticam a seu mando, acabam mostrando ao país quem é o senhor, haja vista em que as pesquisas de opinião mostram que, quanto mais o senhor manda latirem acusações ao presidente Lula e à ministra Dilma Roussef, mais populares eles se tornam. Peço apenas, portanto, que o senhor reflita sobre o caso específico da Petrobrás.
Sua “estratégia”, governador, pode se converter num tiro em seu pé. Ao fim da CPI, que terminará como todas as outras nos últimos seis anos, o que restará será o prejuízo causado à maior e mais conceituada empresa brasileira. Aí, porém, tenha certeza de que os responsáveis serão apontados, em plena campanha eleitoral, como os sabotadores do país que são.
É óbvio, senhor Serra, que não estou preocupado com o fato de o senhor estar praticando tiro ao alvo no próprio pé. Por mim, pode despedaçá-lo a tiros que acharei ótimo. Contudo, o problema é que o senhor atira em seu pé e seremos nós, o povo, que pagaremos a conta de sua auto-mutilação.
Depois de o senhor mandar sua tropa de choque no Congresso praticar esse atentado contra o país, sei que não dá para retroceder. Mas será tanto melhor se o senhor segurar seus cães midiáticos e parlamentares. Melhor para o senhor, para seus partidários e para o país. Deixe, pois, que a CPI navegue em águas mornas, governador. A cada factóide, sua dívida com o país crescerá. Prefiro que não cresça. Que o senhor seja derrotado só por sua falta de propostas, pois assim o Brasil perderá bem menos.Leia











