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8 de ago. de 2012

Empresas de telefonia cobram tarifas abusivas e precarizam o atendimento em todo país (nas imagens).

Blog do Ceará
Blog do Paraná
Blog do Piaui



Blog da Paraíba


Uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que será proposta na Câmara pretende fazer uma devassa nas contas das operadoras de telefonia móvel no Brasil.

Um dos argumentos que respaldam a investigação é o fato de as quatro maiores empresas em atividade no País (Vivo, Tim, Claro e Oi) dominarem 99% do mercado e cobrarem as tarifas mais caras do mundo.

20 de nov. de 2011

Novo marco regulatório para as Comunicações



Por um Novo Marco Regulatório para as Comunicações: O PT convida ao debate

Programação

Local: Hotel Braston, salão Topázio, Piso C
Rua Martins Fontes, 330, Centro de São Paulo

Dia 25 de novembro de 2011

19 de jan. de 2011

Campus Party 2011 premiará estudantes e profissionais


Dois desafios tecnológicos serão lançados aos campuseiros na edição 2011 do Campus Party.  Um deles é o desenvolvimento de plataforma de educação financeira para TV Digital com base em software livre e outro premiará as três melhores reportagens jornalísticas para  a  Revista  Digital BB Campus Party. O encontro começou no dia 18 de janeiro e vai  até  o dia 23  de  janeiro no Centro de  Exposições Imigrantes  em  São  Paulo  (SP). 
O prêmio para a solução em educação financeira é um pacote com acompanhante para assistir aos jogos finais do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, que ocorrerá em Roma, Itália, de 24 a 26 de junho deste ano.  Já os autores das três melhores reportagens ganharão um pacote para acompanhar uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. O resultado será divulgado no sábado (22), no estande do Banco do Brasil, no Campus Party Brasil 2011.
O Campus Party é o maior encontro nacional de tecnologia, cultura  digital  e  entretenimento  em  rede,  que   reúne  durante  uma  semana  estudantes,  jornalistas, empresários,  cientistas,   pesquisadores,   programadores   e   internautas  de vários países. O evento foi criado na Espanha. A primeira edição foi em 2002 e passou a ser realizado no Brasil desde 2007.

Por Secom - 18.01.2011 

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Acompanhe

6 de jan. de 2011

Plano de banda larga terá R$ 589 milhões para levar internet rápida a 1.173 cidades

*Ministro Paulo Bernardo - Imagem: Conversa Afiada
Por Bruna Rosa - DilmanaRede - 05.01.2011 

A Telebras terá R$ 589 milhões para implantar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e conectar 1.173 cidades à grande rede, a um custo previsto de R$ 35 para o cidadão. Os recursos correspondem aos R$ 316 bilhões em créditos extraordinários do Poder Executivo, previstos para 2010 e empenhados no final de dezembro, somados aos R$ 273 milhões em aporte de capital previsto para 2011.

A previsão era que, em 2010, seriam liberados R$ 600 milhões, e em 2011 mais R$ 400 milhões. A diminuição dos recursos, no entanto, não tiraram o otimismo do presidente e diretor de Relações com Investidores da Telebras, Rogério Santanna.

“Ainda não fiz o ajuste fino [para avaliar se será possível implantar o PNBL com R$ 589 milhões, em vez dos R$ 1 bilhão previsto]. Mas acredito isso nos dará liberdade para fazer os contratos, já que os editais acabaram resultando em preços menores do que o que esperávamos. Por isso, é sim, possível”, disse Santanna, após reunir-se com o novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo ele, a reunião foi destinada à apresentação de uma "radiografia" da estatal. “Ele [Paulo Bernardo] enfatizou a importância do PNBL e disse que essa será uma questão central para o governo, conforme já afirmou em outras oportunidades”, disse Santanna.

Segundo o presidente da estatal, todas as pendências jurídicas que suspendiam os editais já foram resolvidas. Com isso, o cronograma do governo, que já havia adiado para abril o início da implantação do PNBL nas 100 primeiras cidades, está mantido.

Fonte: Agência Brasil

* Paulo Bernardo foi Ministro do Planejamento, orçamento e gestão no governo Lula, assumiu a partir de 01.01.2011 a pasta do Ministério das Comunicações com Dilma.

3 de mar. de 2010

Privatização da Telebrás aconteceu em 1998 cercada por escândalo


 

Com a justificativa de oferecer melhores serviços aos consumidores e de livrar o Estado dos altos custos de manter empresas produtivas, o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu privatizar a Telebrás, desmembrando a companhia criada em 1972 em 12 empresas, levadas a leilão em julho de 1998.

16 de out. de 2009

A mentira sobre os valores na internet - Qual o interesse do Serra com a telefônica; o que significa(ou) a privatização da Telebrás com o FHC

Ele mente, nós desmacaramos

A telefonica, privatizada por Fernando Henrique Cardoso, se aliou ao governador José Serra, e ambos estão mentindo. José Serra anunciou hoje que, pacotes de banda larga popular serão lançados em parceria com a telefonica na tarde desta quinta-feira (15) em São Paulo custarão até R$ 29,80 e em troca, as empresas pagarão menos impostos . O preço normal é de R$ 49,00. Se você está em S.Paulo, ligue 10315 e exija pagar menos.

Primeiro. A banda larga da Telefônica, nada mais é nada que o famoso Speedy, que após milhares (ou milhões) de reclamações de usuários, teve venda proibida pela Anatel.Desde o início do ano o serviço de banda larga da Telefônica sofreu (e sofre) várias falhas, que se iniciaram com um incêndio nas instalações da empresa em Barueri mas continuaram persistindo durante o ano.

A mentira

A Telefônica divulgou que o seu serviço de internet popular terá velocidade de 250 Kbps, o conhecidíssimo speedy light

Eu conversei hoje com um técnico do Speddy, que presta serviços terceirizados para a Telefônica, que me explicou, (Ele nem precisava me explicar, pois eu uso Speedy), o seguinte: Pra começar, esse serviço já existe em todo estado de S.Paulo. Portanto não foi implantado para atender o governador, como ele diz.

E, por ter baixo Kbps (baixa velocidade),o sinal não chega a residências distantes de uma central da telefonica.

Outra mentira da Telefônica, é quando ela diz que, no valor estipulado pelo governo, estão inclusos o modem, a instalação e o provedor.

O modem sempre foi gratuito. Também, já há alguns anos, passou a ser gratuito o provedor de acesso: O iTelefonica é o provedor de acesso gratuito à internet oferecido pela Telefonica. Ou seja, não há novidade nenhuma nisso

A empresa diz, também, "neste pacotede lançamento", a linha telefônica do cliente ficará livre para fazer e receber chamadas enquanto usa a internet.

Mentiu de novo. Não é "neste pacote" A a linha fica livre por não ser conexão discada, e esse serviço está longe de ser novidade, todo e qualquer assinante de banda larga, sabe que o Speedy funciona assim desde que existe banda larga.

O Serra não disse:O Speedy é a internet banda larga da Telefônica. Para assiná-lo, é preciso ter e pagar assinatura de telefone.

Para todos os planos de internet, há um custo de habilitação de R$ 299. Esse valor, é, promocionalmente, e abatido se a assinatura não for cancelada durante o período de carência de 18 meses.

A banda larga já é o principal meio de acesso domiciliar à internet, superando as ligações via linha telefônica. Mesmo nas casas das classes C, D e E que têm internet, o número das que utilizam conexões rápidas já supera o das que acessam a rede por conexão discada.

A adoção de internet de banda larga cresce em alta velocidade no país. Desde que se estabeleceu no Brasil, no começo dessa década, o número de conexões foi multiplicado 29 vezes -são cerca de 10 milhões de pontos de acesso em alta velocidade atualmente.

E as linhas velozes e ininterruptas com a rede mundial de computadores são uma realidade vivida dentro das casas --88,6% dos pontos desse tipo estão em residências.

Outras informações

O plano inicial de internet banda larga da Telefônica é de 500 Kbps e custa R$ 49 por mês.

A conexão de 1 Mbps o preço também é de R$ 49,90 nos três primeiros meses --depois, o valor da mensalidade passa a R$ 78,85.

Esse valor é maior do que o cobrado na assinatura de 2 Mbps (R$ 74,90).

Para algumas áreas, a Telefônica tem planos de 8, 16 e 30 Mbps via fibra ótica. De acordo com a empresa, esses planos têm melhores velocidades de upload de dados.O Preço é 59,90

Por Helena - Os amigos do Lula - 16.10.09
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Serra cria o Mensalão da Banda Larga

Com ciúme do Programa Internet Para Todos, do governo federal, e preocupado com a perda de receita de seus amigos espanhóis da Telefonica, que ganharam a telefonia de SP de seu amigo FHC, o Maior de Todos os Brasileiros resolveu dar um dinheirinho para cobrir o rombo da perda de assinantes do serviço de internet banda larga (Speedy). A Telefonica anda em baixa porque a própria ANATEL foi obrigada a admitir que o serviço prestado era de qualidade tão ruim que teve sua comercialização proibida.

Seguindo as práticas cleptotucanas usuais de solidariedade com os amigos, o Presidente de Nascença lançou um programa cujo é-di-tal foi elaborado de tal forma que apenas a Telefonica poderia se habilitar.

Pelo programa, já batizado de Mensalão da Banda Larga a Telefonica continuará prestando serviço de qualidade inferior, uma pseudo-banda larga (250 Kb), e cobrando preços parecidos com o que já cobra. Mas deixará de pagar ICMS.

A população de São Paulo já organiza um grande ato de júbilo em homenagem ao Mais Preparado dos Políticos, como forma de agradecer a mais essa grande decisão de estadista.

Comentário da Tia Carmela: O Zezinho sempre gostou de ajudar seus amiguinhos espanhóis. Lá na rua dele, na Móoca, tinha o Pepe, que era filho do seu Salvador, um espanhol que vendia pão de bicicleta de manhã cedo. O Zezinho gostava muito do Pepe, porque ele sempre ajudava o Zezinho quando ele se metia em encrenca. Eles tinham um acordo: quando um estava precisando de dinheiro pra comprar doce, o outro pagava. Acontece que o Pepe era um menino muito guloso e sempre tirava vantagem. Pagava umas balinhas do Zezinho e na hora de tomar sorvete, que era mais caro, arrumava um jeito do Zezinho pagar…

Fonte Carmela - 16.10.09
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O novo capitalismo de família no Brasil

Por Luis Nassif - 11.10.09

Um dos fenômenos ainda não devidamente analisados nesta etapa do desenvolvimento brasileiro, é o do chamado capitalismo de família.

A privatização criou uma geração de novos financistas, beneficiados pelo modelo de FHC – que teve como principais mentores Gustavo Franco (no planejamento político), André Lara Rezende (no papel de conduto entre o mercado e a política cambial), Pérsio e Edmar Bacha (amoldando a política cambial e monetária ao novo modelo) e Luiz Carlos Mendonça de Barros e Ricardo Sérgio (como operadores).

Daniel Dantas, aliás, surge ainda no governo Sarney e Collor, em parceria com o Citigroup, adquirindo ações da Telebras a preço de banana. Depois, se consolida na era tucana.

Sob o guarda-chuva de FHC consolidam-se também Jorge Paulo Lehmann, Daniel Dantas, Luiz César Fernandes e outros bastante expressivos, mas com menor visibilidade. Outros grupos conseguem ganhar com a privatização, mas correndo por fora do sistema FHC – caso de Benjamin Steinbruch, Andrade Gutierrez e grupo La Fonte.

Finalmente, há outros tycoons que entraram para o clube do bilhão aproveitando o grande movimento especulativo mundial. Caso típico de Eike Baptista, que montou uma mineradora, vendeu com o preço do minério do ferro batendo recordes históricos e lançou sua petrolífera com o petróleo cotado a US$ 130,00.

Ou mesmo de André Esteves e seus sócios, ao vender o Pactual para o UBS, recomprar um banco várias vezes maior, mas pelo mesmo preço. Só nessa operação, devem ter ganhado US$ 2 bilhões.

Esses anos todos foram caracterizados por grande desnacionalização da economia mas, por outro lado, pela enorme valorização dos ativos nacionais. Alguns grupos permaneceram sob controle nacional, ganhando dimensão internacional mas sem perder o controlo familiar, como a Odebrecht, Gerdau, Sadia (até o desastre dos derivativos), Suzano, Klabin, Votorantim.

Mas grandes grupos nacionais foram vendidos. As famílias controladoras se tornaram investidores, ganhando com o longuíssimo processo de juros estratosféricos. Há enormes fortunas acumuladas no período.

Hoje, muitas dessas famílias entregaram seus recursos para gestores. Com a queda dos juros, passaram a se tornar investidores na economia real, em setores tradicionais e em novos empreendimentos.

Há uma diferença grande da geração dos gestores de recursos. Não entram em negócios visando ganhar na semana seguinte. Apostam a longo prazo, são conservadores, precisam conhecer os empreendedores antes de dar o passo seguinte.

Nessa nova etapa do capitalismo brasileiro – se o Banco Central conseguir ser domado pelo próximo presidente – serão agentes ativos da capitalização na nova economia.

15 de jul. de 2009

A FAVOR DA TELEBRAS

Vivenciamos hoje um sonho de milhares de brasileiros carentes e pobres, de norte a sul do país que não possuem acesso a educação, acesso a bibliotecas ,a livros em suas pequenas e humilde escolas do interior deste imenso Brasil. Um interior lembrado apenas nos momentos de eleições. O Governo Federal tem uma grande oportunidade de demonstrar mais uma vez que esta faixa da população que não é a mas rica e neste momento a menos próspera, esquecida e marginaliza em todos os sentidos terá a oportunidade de virar a página que poderá mudar o seu futuro e o futuro do país com acesso a educação, a informações nunca imaginadas, a cultura de povos e ao conhecimento intelectual trocados em acesso compartilhados na internet. O governo melhorou a condição financeira da população pobre, com os programas de bolsa. Agora ensinará a trabalhar, a desenvolver aptidões e a mostrar que este povo com conhecimento e sabedoria poderá se desenvolver de forma independente. E isto que imagino com o surgimento da Telebrás onde um dos inúmeros papeis de sua importância, penso eu, se deve dar a inclusão digital.
Texto: Cristiano Santana Oliveira - Economista e Tecnólogo em telecomunicações.

Por Daniel Pearl - 15.07.09

Leia também:
A disputa de 2010 e a juventude - Por Leopoldo Vieira

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Do Portal Luís Nassif - 15.07.09

O caso Speedy telefônica

Sem regulação pública, Telefônica é um fracasso generalizado

Escrito por Rodrigo Mendes 09-Jul-2009

Apesar de a empresa não assumir, usuários do Speedy, o serviço de internet de banda larga da gigante Telefônica, já contam quatro panes que derrubaram o sistema somente este ano. A história é antiga: desde sua chegada ao Brasil, a empresa espanhola tem estado entre as primeiras posições - e não raro tem sido a grande campeã - de reclamações em diversos órgãos de defesa do consumidor, causando cada vez mais prejuízos aos seus usuários, especialmente na cidade de São Paulo.

Com a quarta falha, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu no dia 22 de julho a Telefônica de vender novas assinaturas de seu serviço de banda larga. A empresa, para voltar a operar normalmente, terá que apresentar à Anatel um plano de investimentos de reestruturação em suas atividades.

Continua

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Gerência integrada de Redes e Serviços