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19 de jan. de 2011

Campus Party 2011 premiará estudantes e profissionais


Dois desafios tecnológicos serão lançados aos campuseiros na edição 2011 do Campus Party.  Um deles é o desenvolvimento de plataforma de educação financeira para TV Digital com base em software livre e outro premiará as três melhores reportagens jornalísticas para  a  Revista  Digital BB Campus Party. O encontro começou no dia 18 de janeiro e vai  até  o dia 23  de  janeiro no Centro de  Exposições Imigrantes  em  São  Paulo  (SP). 
O prêmio para a solução em educação financeira é um pacote com acompanhante para assistir aos jogos finais do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, que ocorrerá em Roma, Itália, de 24 a 26 de junho deste ano.  Já os autores das três melhores reportagens ganharão um pacote para acompanhar uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. O resultado será divulgado no sábado (22), no estande do Banco do Brasil, no Campus Party Brasil 2011.
O Campus Party é o maior encontro nacional de tecnologia, cultura  digital  e  entretenimento  em  rede,  que   reúne  durante  uma  semana  estudantes,  jornalistas, empresários,  cientistas,   pesquisadores,   programadores   e   internautas  de vários países. O evento foi criado na Espanha. A primeira edição foi em 2002 e passou a ser realizado no Brasil desde 2007.

Por Secom - 18.01.2011 

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Acompanhe

14 de set. de 2009

Democratas querem a restrição na Internet, mas usa $$ de SP para propaganda (notícias neste blog). Mega Não pela liberdade eleitoral na web

stf2010a

É inadimissivel em um país democrático que exista qualquer tipo de restrição aos eleitores. Será que nossos legisladores esqueceram o conceito fundamental da democracia?

Todo poder emana do povo para o povo.

O Senado federal que não entende absolutamente nada de Internet, quer impor restrições absurdas, comparando a internet com meios de difusão como o radio e a tv que são concessões públicas, muito diferente de um blog ou rede social. Nem mesmo o direito de resposta deveria ser obrigatório na Internet, afinal midias sociais são conversações. Chega a ser ridículo ver nossos

Senadores propalando uma bobagem atrás da outra, tentando legislar sobre o que desconhecem. Para isto tentam criar comparações estupidas como Youtube = TV, e outras bobagens do gênero.

Seria cômico se não fosse trágico, pois a Internet é a ultima janela de oportunidade aberta para a verdadeira democracia e liberdade de expressão, com campanhas livres pela Internet a sociedade poderá eleger novos e interessantes candidatos que antes não tinham condições de concorrer à uma campanha que custa milhões.

Para evitar este trágico retrocesso, vamos pedir LIBERDADE TOTAL ELEITORAL NA WEB, assine a petição e coloque o selo abaixo em seu site ou blog, mostre que você esta disposto(a) a

lutar pelo seu direito de liberdade, seu direito de apoiar quem desejar sem ser criminalizado por isto, coloque um link do selo para este post se desejar.

Aproveite e faça posts, videos, e tudo mais, junte-se a campanha pela Internet livre nas eleições use a tag #tse2010 para acompanharmos ou link este post.

Alguns textos interessantes sobre o assunto:

Quem já aderiu:

27 de ago. de 2009

Internet via energia elétrica?

A disputa pela banda larga

Por Azenha - 27/08/2009
Companhias elétricas já veem ameaça à internet por fio de energia


JULIO WIZIACK
da Folha de S.Paulo
BRENO COSTA
da Agência Folha, em Belo Horizonte


As distribuidoras de energia estão descontentes com as novas regras da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que permitiu ontem a oferta de banda larga pelos fios elétricos.

As companhias elétricas acusam a Aneel de ter cedido às pressões da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que quis favorecer as tecnologias de ADSL (principal tecnologia de banda larga das teles) e o cabo, prejudicando o PLC.

Isso porque, pelas novas regras da Aneel, as distribuidoras de energia serão obrigadas a abrir uma oferta pública, caso haja algum interessado em utilizar a sua rede elétrica para vender banda larga em PLC. Ganhará quem oferecer o maior preço. A decisão da Aneel determina ainda que 90% da receita gerada por esse "aluguel" de rede seja usada para abater o preço das tarifas. A concessionária elétrica ficaria com 10% da receita.

Prevendo a aprovação do PLC, diversas elétricas já tinham aberto subsidiárias de telecomunicações para escapar dessa regra e colocar no caixa toda a receita gerada.

Orlando Cesar de Oliveira, coordenador de PLC da Copel Telecom, acusa a Aneel de aprovar o PLC de uma forma perigosa. "Pelos fios vão transitar a energia e o sinal da internet", diz. "Qualquer deslize nessa rede cometido por terceiros pode prejudicar a oferta de energia da concessionária."

Para ele, a Aneel está obrigando que as redes das elétricas sejam compartilhadas, uma decisão que, segundo Oliveira, contraria os padrões internacionais. "Nenhum país do mundo adotou esse modelo por uma questão de segurança da rede", diz. "Além disso, nem a Anatel conseguiu promover o compartilhamento de redes entre as teles, e vamos começar fazendo logo no setor elétrico?"

Wanderley Maia, gerente de rede de energia da Infovias, a subsidiária de telecomunicações da Cemig, afirma que o repasse de 90% dos lucros poderá encarecer o PLC ao consumidor. "Não esperávamos que esse índice fosse tão alto", diz. "Além disso, ainda não sabemos como será esse compartilhamento. Se uma empresa não tem condições técnicas de ofertar o produto, a rigor, não deveria interferir na rede elétrica."

São esses os pontos que ameaçam o surgimento comercial da banda larga pela rede elétrica no país. "Essas limitações podem tornar o PLC menos competitivo que as demais tecnologias de banda larga disponíveis pelas operadoras de telecomunicações", diz Oliveira, da Copel Telecom.

Procurada, a Aneel não deu retorno até o fechamento desta edição.

Desde que a Anatel liberou o PLC, em abril, as elétricas começaram a entrar com pedidos na agência para abertura de empresas de telecomunicações. Pelo menos dez solicitações estão em andamento.

Para as teles, essa competição pode ser agressiva, já que o PLC permite a oferta de banda larga com pelo menos 10 Mbps garantidos (sem limite mínimo de 10% na velocidade) a um preço até 50% menor que o dos planos convencionais das teles.

Por outro lado, as teles poderiam alugar a rede das companhias elétricas e levar a internet a municípios sem cobertura. Pelas regras da Anatel, elas são obrigadas a levar a infraestrutura de banda larga a todos os municípios. O problema é que elas só têm interesse comercial em 62% deles. A rede elétrica seria uma alternativa porque está presente em 98% dos domicílios.

Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, considera que as teles não estão interessadas no PLC. "Elas cabearam a maior parte dos municípios e devem prestar seus serviços em sua própria rede." Para ele, a oferta de PLC será um negócio das companhias elétricas.

Testes


Cemig (MG), Copel (PR), AES Eletropaulo (SP) e Celg (GO) já realizaram testes do PLC e, neste momento, estudam modelos de negócios.

Em Minas, a Cemig está pronta para lançar seu produto nos municípios atendidos pela concessionária. Essa oferta será feita pela Infovias, subsidiárias da Cemig, no início de 2010. Em Goiás, o serviço também começa no próximo ano a partir da capital Goiânia. Lá, o preço deverá ser 30% menor que o das teles convencionais.

Colaborou FELIPE BÄCHTOLD, da Agência Folha