29 de dez. de 2012
O medo da "Ley de Medios" no Brasil
15 de dez. de 2012
Relator da ONU defende a democratização da comunicação brasileira
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| O relator da ONU Fank La Rue. Foto: Violaine Martin_CC |
8 de ago. de 2012
Empresas de telefonia cobram tarifas abusivas e precarizam o atendimento em todo país (nas imagens).
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4 de jun. de 2012
FHC foge da Ley de Medios
20 de nov. de 2011
Novo marco regulatório para as Comunicações
Por um Novo Marco Regulatório para as Comunicações: O PT convida ao debate
Programação
Local: Hotel Braston, salão Topázio, Piso C
Rua Martins Fontes, 330, Centro de São Paulo
Dia 25 de novembro de 2011
21 de jun. de 2011
8 de fev. de 2011
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, é o convidado do Sindicato dos Bancários São Paulo, Osasco e região e da Rede Brasil Atual para debater o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e outros desafios da comunicação. O evento será realizado no próximo dia 15, terça-feira, das 19h às 21h, no auditório amarelo do sindicato (Rua São Bento, 413, próximo à estação São Bento do metrô). Haverá transmissão ao vivo pelos sites e via twitcam. O ministro Paulo Bernardo Silva é paulistano e foi dirigente sindical bancário. Três vezes deputado federal pelo PT do Paraná, atuou também como secretário da Fazenda em Mato Grosso do Sul e em Londrina. Em 2005 foi nomeado ministro do Planejamento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cargo em que permaneceu até ser nomeado ministro da Comunicações pela presidenta Dilma Rousseff. Banda larga O PNBL, lançado em maio de 2010, tem como objetivo universalizar a internet rápida no país, ampliando o acesso e reduzindo o custo. Outros desafios de Paulo Bernardo à frente do Ministério das Comunicações estão na reformulação dos Correios e os projetos de regulamentação da mídia e democratização do acesso à informação. Obs.:As inscrições para o evento já estão encerradas.Ministro Paulo Bernardo debate Plano Nacional de Banda Larga no Sindicato dos Bancários, em São Paulo
Evento acontece no dia 15/02 e terá transmissão ao vivo pela web
Escrito por: Rede Brasil Atual
19 de jan. de 2011
Campus Party 2011 premiará estudantes e profissionais
6 de jan. de 2011
Plano de banda larga terá R$ 589 milhões para levar internet rápida a 1.173 cidades
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| *Ministro Paulo Bernardo - Imagem: Conversa Afiada |
5 de mai. de 2010
BANDA LARGA - Yes, they can. E nós, nada....

Enquanto o governo brasileiro continua sofrendo pressões da empresas privadas, o Ministro das Telecomunicações permanece a serviço das mesmas, a ANATEL segue imóvel e o plano nacional de banda larga não sai do papel, a FCC (Federal Communications Comission), espécie de ANATEL americana (com a diferença que funciona), elabora um minucioso projeto chamado “Connecting America: The National Broadband Plan” (Conectando a América: O Plano Nacional de Banda Larga), com metas específicas e rígidas para que os EUA não tenha um cidadão sem acesso à banda larga. O documento possui 376 páginas, mas o colaborador que me enviou o link do documento já me deu o resumo das seis metas centrais.
Elas são as seguintes:
Meta 1: Ao menos 100 milhões de residências devem ter acesso, a preços compatíveis, a uma velocidade de download real e constante de pelo menos 4 megabytes por segundo. (Aqui, como se sabe, a velocidade real obrigatória – e que frequentemente não é alcançada, é de 10% do valor nominal, o que, comparando, significaria conexões de 40 megabytes por segundo) Isso, em até cinco anos. Depois, a meta é 100 mbps ;
Meta 2: Os EUA devem liderar o mundo em inovações móveis, com uma rede sem fio mais rápida e mais extensa do qualquer outra nação;
Meta 3: Todo americano deve ter acesso, a preço compatível, a um serviço de banda larga estável e à capacidade de poder se conectar caso deseje;
Meta 4: Toda comunidade deve ter acesso, a preços competitivos, a banda larga de pelo menos 1 gigabit por segundo e serviços para ancorar instituições como escolas, hospitais e prédios governamentais;
Meta 5: Para garantir a segurança de cada americano, todo o pessoal envolvido em atendimento de emergências médicas deve ter acesso a uma rede de banda larga sem fio nacional não interrompível;
Meta 6: Para garantir que a América seja líder em economia com energia limpa, todo americano deve poder usar a banda larga para monitorar e gerenciar seu consumo de energia em tempo real.
O plano é feito pelo Estado, com recursos do Fundo Connect America, e vai consumir , em princípio, US$ 4,6 bilhões por ano (cerca de R$ 8 bilhões) , durante 10 anos. E aqui, nós vamos continuar na mão da Vivo, Claro, Tim, Telefonica… E alguém acha que elas vão botar uma grana dessas para o Brasil ser o que os EUA, que não são bobos, querem ser em matéria de banda-larga?Do Blog de
16 de out. de 2009
A mentira sobre os valores na internet - Qual o interesse do Serra com a telefônica; o que significa(ou) a privatização da Telebrás com o FHC
A telefonica, privatizada por Fernando Henrique Cardoso, se aliou ao governador José Serra, e ambos estão mentindo. José Serra anunciou hoje que, pacotes de banda larga popular serão lançados em parceria com a telefonica na tarde desta quinta-feira (15) em São Paulo custarão até R$ 29,80 e em troca, as empresas pagarão menos impostos . O preço normal é de R$ 49,00. Se você está em S.Paulo, ligue 10315 e exija pagar menos.A adoção de internet de banda larga cresce em alta velocidade no país. Desde que se estabeleceu no Brasil, no começo dessa década, o número de conexões foi multiplicado 29 vezes -são cerca de 10 milhões de pontos de acesso em alta velocidade atualmente.
E as linhas velozes e ininterruptas com a rede mundial de computadores são uma realidade vivida dentro das casas --88,6% dos pontos desse tipo estão em residências.
Outras informações
O plano inicial de internet banda larga da Telefônica é de 500 Kbps e custa R$ 49 por mês.
A conexão de 1 Mbps o preço também é de R$ 49,90 nos três primeiros meses --depois, o valor da mensalidade passa a R$ 78,85.
Esse valor é maior do que o cobrado na assinatura de 2 Mbps (R$ 74,90).
Para algumas áreas, a Telefônica tem planos de 8, 16 e 30 Mbps via fibra ótica. De acordo com a empresa, esses planos têm melhores velocidades de upload de dados.O Preço é 59,90
Por Helena - Os amigos do Lula - 16.10.09
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Serra cria o Mensalão da Banda Larga
Com ciúme do Programa Internet Para Todos, do governo federal, e preocupado com a perda de receita de seus amigos espanhóis da Telefonica, que ganharam a telefonia de SP de seu amigo FHC, o Maior de Todos os Brasileiros resolveu dar um dinheirinho para cobrir o rombo da perda de assinantes do serviço de internet banda larga (Speedy). A Telefonica anda em baixa porque a própria ANATEL foi obrigada a admitir que o serviço prestado era de qualidade tão ruim que teve sua comercialização proibida.
Seguindo as práticas cleptotucanas usuais de solidariedade com os amigos, o Presidente de Nascença lançou um programa cujo é-di-tal foi elaborado de tal forma que apenas a Telefonica poderia se habilitar.
Pelo programa, já batizado de Mensalão da Banda Larga a Telefonica continuará prestando serviço de qualidade inferior, uma pseudo-banda larga (250 Kb), e cobrando preços parecidos com o que já cobra. Mas deixará de pagar ICMS.
A população de São Paulo já organiza um grande ato de júbilo em homenagem ao Mais Preparado dos Políticos, como forma de agradecer a mais essa grande decisão de estadista.
Comentário da Tia Carmela: O Zezinho sempre gostou de ajudar seus amiguinhos espanhóis. Lá na rua dele, na Móoca, tinha o Pepe, que era filho do seu Salvador, um espanhol que vendia pão de bicicleta de manhã cedo. O Zezinho gostava muito do Pepe, porque ele sempre ajudava o Zezinho quando ele se metia em encrenca. Eles tinham um acordo: quando um estava precisando de dinheiro pra comprar doce, o outro pagava. Acontece que o Pepe era um menino muito guloso e sempre tirava vantagem. Pagava umas balinhas do Zezinho e na hora de tomar sorvete, que era mais caro, arrumava um jeito do Zezinho pagar…
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O novo capitalismo de família no Brasil
Por Luis Nassif - 11.10.09
Um dos fenômenos ainda não devidamente analisados nesta etapa do desenvolvimento brasileiro, é o do chamado capitalismo de família.
A privatização criou uma geração de novos financistas, beneficiados pelo modelo de FHC – que teve como principais mentores Gustavo Franco (no planejamento político), André Lara Rezende (no papel de conduto entre o mercado e a política cambial), Pérsio e Edmar Bacha (amoldando a política cambial e monetária ao novo modelo) e Luiz Carlos Mendonça de Barros e Ricardo Sérgio (como operadores).
Daniel Dantas, aliás, surge ainda no governo Sarney e Collor, em parceria com o Citigroup, adquirindo ações da Telebras a preço de banana. Depois, se consolida na era tucana.
Sob o guarda-chuva de FHC consolidam-se também Jorge Paulo Lehmann, Daniel Dantas, Luiz César Fernandes e outros bastante expressivos, mas com menor visibilidade. Outros grupos conseguem ganhar com a privatização, mas correndo por fora do sistema FHC – caso de Benjamin Steinbruch, Andrade Gutierrez e grupo La Fonte.
Finalmente, há outros tycoons que entraram para o clube do bilhão aproveitando o grande movimento especulativo mundial. Caso típico de Eike Baptista, que montou uma mineradora, vendeu com o preço do minério do ferro batendo recordes históricos e lançou sua petrolífera com o petróleo cotado a US$ 130,00.
Ou mesmo de André Esteves e seus sócios, ao vender o Pactual para o UBS, recomprar um banco várias vezes maior, mas pelo mesmo preço. Só nessa operação, devem ter ganhado US$ 2 bilhões.
Esses anos todos foram caracterizados por grande desnacionalização da economia mas, por outro lado, pela enorme valorização dos ativos nacionais. Alguns grupos permaneceram sob controle nacional, ganhando dimensão internacional mas sem perder o controlo familiar, como a Odebrecht, Gerdau, Sadia (até o desastre dos derivativos), Suzano, Klabin, Votorantim.
Mas grandes grupos nacionais foram vendidos. As famílias controladoras se tornaram investidores, ganhando com o longuíssimo processo de juros estratosféricos. Há enormes fortunas acumuladas no período.
Hoje, muitas dessas famílias entregaram seus recursos para gestores. Com a queda dos juros, passaram a se tornar investidores na economia real, em setores tradicionais e em novos empreendimentos.
Há uma diferença grande da geração dos gestores de recursos. Não entram em negócios visando ganhar na semana seguinte. Apostam a longo prazo, são conservadores, precisam conhecer os empreendedores antes de dar o passo seguinte.
Nessa nova etapa do capitalismo brasileiro – se o Banco Central conseguir ser domado pelo próximo presidente – serão agentes ativos da capitalização na nova economia.
2 de ago. de 2009
CONFECOM - Vídeo desafia boicote da mídia à CONFECOM - Conferência de Comunicação
Leia mais:
São Paulo sofreu a sabotagem do Serra *, mas o Brasil ajuda os Paulistas
Os donos da mídia
No Brasil, o Sistema Central de Mídia é estruturado a partir das redes nacionais de televisão. Mais precisamente, os conglomerados que lideram as cinco maiores redes privadas (Globo, Band, SBT, Record e Rede TV!) controlam, direta e indiretamente, os principais veículos de comunicação no País. Este controle não se dá totalmente de forma explícita ou ilegal. Entretanto, se constituiu e se sustenta contrariando os princípios de qualquer sociedade democrática, que tem no pluralismo das fontes de informação um de seus pilares fundamentais.
Desde a década de 60, a configuração do sistema de redes nacionais foi sendo construída com duas características básicas: forte apoio dos recursos públicos e um modelo de negócios baseado na afiliação de grupos regionais privados a esses conglomerados nacionais. Até hoje, cerca de um terço das prefeituras municipais e outra parcela substancial de empresas públicas estaduais financiam a interiorização dos sinais das redes comerciais.
O gráfico ao lado mostra o número de veículos ligados às {num_redestv} redes nacionais de TV identificadas pelo projeto Donos da Mídia. E, por exclusão, aqueles que não possuem relação de dependência com elas. Considera-se veículos vinculados às redes nacionais todas as emissoras de TV geradoras ou retransmissoras do sinal da cabeça-de-rede. Além disso, estão incluídos todos os demais veículos controlados pelos grupos regionais afiliados. Neste último bloco, são contabilizadas as estações de rádio, jornais, revistas e operadoras de TV por assinatura.
é o número total de redes de TV no Brasil
é o total de veículos ligadas às redes de TV e a seus respectivos grupos afiliados no País.
das redes de TV
- Rede Veículos
- Globo 340 -
- SBT 195 -
- Band 166 -
- Record 142 -
- EBC 95 -
- Rede TV! 84 -
- MTV 83 -
- União 66 -
- PlayTV 63 -
- RecNews 42 -
- Cultura 41 -
- Família 27 -
- Sesc TV 20 -
- Aparecida 17 -
- CNT 14 -
- RBT 14 -
- Vida 13 -
- Canção Nova 12 -
- Gospel 11 -
- Gazeta 11 -
- Gênesis 11 -
- RMTV 10 -
- RBN 10 -
- Rede Diário 7 -
- MixTV 5 -
- RIT TV 4 -
- Mercosul 3 -
- Nazaré 2 -
- Séc. 21 2 -
- NGT 1 -
- Shop Tour 1 -
Os grupos nacionais
O Projeto Donos da Mídia define grupos nacionais de mídia como o conjunto de empresas, fundações ou órgãos públicos que controlam mais de um veículo, independentemente de seu suporte, em mais de dois estados. Aqui se enquadram os conglomerados que atuam no núcleo do Sistema Central de Mídia do Brasil porque a maioria destes grupos controla cabeças-de-rede de televisão.
é o número de grupos de abrangência nacional no Brasil.
é o total de veículos controlados pelos grupos nacionais no Brasil.
- Grupos Veículos
- Abril - ligado à MTV 74 -
- Globo - ligado à Globo 69 -
- Band - ligado à Band 47 -
- Gov. BR - ligado à EBC 46 -
- IURD - ligado à Record 27 -
- Associados - ligado à SBT 19 -
- Sisac - ligado à Novo Tempo FM 14 -
- Renascer - ligado à EBC 11 -
- Assembléia de Deus - ligado à Rede TV! 10 -
- FJPII - ligado à Canção Nova 10 -
Tabela acima indica os dez maiores grupos de mídia nacionais ligados às Redes de TV
Fonte: Donos da Mídia.com - Jul.2009
15 de jul. de 2009
A FAVOR DA TELEBRAS
Texto: Cristiano Santana Oliveira - Economista e Tecnólogo em telecomunicações.
Por Daniel Pearl - 15.07.09
Leia também: A disputa de 2010 e a juventude - Por Leopoldo Vieira
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Do Portal Luís Nassif - 15.07.09
O caso Speedy telefônicaSem regulação pública, Telefônica é um fracasso generalizado
Escrito por Rodrigo Mendes 09-Jul-2009
Apesar de a empresa não assumir, usuários do Speedy, o serviço de internet de banda larga da gigante Telefônica, já contam quatro panes que derrubaram o sistema somente este ano. A história é antiga: desde sua chegada ao Brasil, a empresa espanhola tem estado entre as primeiras posições - e não raro tem sido a grande campeã - de reclamações em diversos órgãos de defesa do consumidor, causando cada vez mais prejuízos aos seus usuários, especialmente na cidade de São Paulo.
Com a quarta falha, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu no dia 22 de julho a Telefônica de vender novas assinaturas de seu serviço de banda larga. A empresa, para voltar a operar normalmente, terá que apresentar à Anatel um plano de investimentos de reestruturação em suas atividades.
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