9 de jan. de 2017
Assange: Temer trocou segredos do Brasil por apoio dos Estados Unidos
Julian Assange, fundador do Wikileaks, afirmou que Michel Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016.
13 de dez. de 2012
O MANUAL DO GOLPE DE ESTADO
Cúrzio
Malaparte escreveu, em 1931, seu livro político mais importante, Técnica del
colpo di Stato: envenenamento da opinião pública, organização de quadros, atos
de provocação, terrorismo e intimidação, e, por fim, a conquista do
poder. Malaparte escreveu sua obra quando os Estados Unidos ainda não haviam
aprimorado os seus serviços especiais, como o FBI - fundado sete anos antes -
nem criado a CIA, em 1947. De lá para cá, as coisas mudaram, e muito. Já
há, no Brasil, elementos para a redação de um atualizado Manual do Golpe.2 de dez. de 2012
O desequilíbrio ao Governo Dilma e à imagem do Lula, e os interesses internacionais.
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| Dilma e Lula ascenderam mais de 32 milhões de brasileiros da extrema pobreza para a classe média, a direita não está satisfeita. Imagem: Ag/Br |
28 de nov. de 2012
Confira as principais atividades da CUT no Fórum Social Mundial Palestina Livre
Marcha, conferências, debates e lançamento de livro compõem a agenda cutista contra o apartheid de Israel
27 de nov. de 2012
Entre 150 países: Brasil usa crescimento e inclui mais em 5 anos
18 de nov. de 2012
Fósforo branco: crianças palestinas são queimadas vivas por Israel em Gaza
Conflito: As Crianças de Gaza e as Bombas de Fósforo Branco
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| Criança palestina vítima de fósforo branco. Foto: divulgação |
26 de jun. de 2012
O Egito e o Paraguai vivem situações similares
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| Opera Mundi |
11 de jan. de 2012
COMO O IMPÉRIO AMERICANO VAI CAIR?
18 de dez. de 2011
A arte de fabricar dinheiro
Cansados de reclamar da opressão e da falta do vil metal, artistas criam moedas e circuitos alternativos que propõem um novo rumo ao capital
Texto: Giselle Beiguelman
20 de nov. de 2011
José Graziano: Justiça social para regular a saída da crise
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| Graziano (*) assumirá em janeiro comando da FAO, com o mundo passando por uma aguda crise econômica |
22 de set. de 2011
A presidenta Dilma Rousseff foi a primeira mulher a abrir o Debate Geral da 66ª Assembleia-Geral da ONU, em Nova York.
1 de ago. de 2011
Como o sistema financeiro mundial criou a dívida
Ao contrário da crença popular, o dinheiro que circula pelo mundo não é criado pelos governos, mas sim pela banca privada em forma de empréstimos, que são a origem da dívida. Este sistema privado de criação de dinheiro tornou-se tão poderoso nos últimos dois séculos que passou a dominar os governos em nível mundial. No entanto, este sistema contém em si próprio a semente da sua destruição e é o que estamos experimentando na crise atual. Dados os seus níveis colossais, trata-se de uma dívida impagável.
17 de mar. de 2011
O roteiro de Barack Obama – Brasil, Chile e El Salvador – é instrutivo
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| Imagem: american.com |
12 de fev. de 2011
Egito livre?
Com informações da Agência Brasil
20 de dez. de 2010
Noam Chomsky: 10 estratégias de manipulação midiática
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
18 de dez. de 2010
PORQUE MICHAEL MOORE CONTRIBUI COM DINHEIRO PARA ASSANGE
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| Julian Assange e Michael Moore |
11 de set. de 2010
O bélico mundo de Bush pós 11 de setembro
O mundo ficou extremamente perigoso a partir do dia 11 de setembro de 2001, a xenofobia explodiu nos EUA e na Europa, qualquer cidadão árabe ou qualquer pessoa com sobrenome árabe passou a ser olhado com desconfiança. O ataque terrorista aos EUA, culminando com a queda das torres gêmeas e os sérios danos causados ao Pentágono, iniciou um período violento de combate ao terror por parte do governo de George W. Bush mundo afora.
Lembro-me estar na rua nesse dia e ouvir os comentários desencontrados das pessoas. Um senhor de uma banca de jornal me respondeu dizendo que os EUA haviam sido atacados. Não era crível, fui para casa acompanhar o desenrolar pela TV, a História acontecendo aos olhos do mundo inteiro, ao vivo.
O fato é que o terror atingiu em cheio o orgulho da nação mais poderosa do mundo.
George W. Bush, eleito cerca de um ano antes em eleições suspeitas de fraudes, um político visto com desconfiança pelos americanos e pelo mundo, soube usar o fato estapafúrdio para se consolidar como liderança política nacional. O discurso do medo e da necessidade do uso da força, com "ataques preventivos cirúrgicos" contra nações suspeitas de abrigarem o terrorismo, tomaram conta da agenda política e social daquele país, logo exportada para a Europa, via Tony Blair, maior aliado de Bush no velho continente.
Com o mote da segurança nacional, o governo americano soube catalizar (e estimular) o desejo de vingança da maioria de seu povo. Bush conseguiu aprovar, sustentado pela opinião pública, todas as ações belicistas que propôs sob o pretexto de caçar Bin Laden e a AL Qaeda. Invadiu o Afeganistão em 2001, sem o aval da ONU, derrubando o governo daquele país, invadiu o Iraque, sob o falso pretexto de que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa, aprovou no congresso bilionários orçamentos de guerra, construiu sólida maioria parlamentar, se reelegeu em 2004. Conseguiu todas essas vitórias explorando o fato tenebroso de 11 de setembro, amedrontando o povo de seu país, para justificar a necessidade de pôr em prática todas as políticas de combate ao terror que propôs, levando a reboque muitas outras questões bélicas, como o bizarro projeto da construção de um escudo antimísseis na "porta" da Rússia, que depois acabou não prosperando.
O discurso do medo sustentou seus dois governos, mas nunca lhe deu popularidade maciça, exceto em um próximo período no pós 11 de setembro. O seu segundo mandato aprofundou os gastos militares, destruiu a economia americana e seu governo foi diluído pela maior crise econômica desde 1929, devido a inépcia de sua equipe e a incapacidade em lidar com questões reais da economia e sociedade americanas.
O 11 de setembro vai muito além da queda das torres gêmeas do World Trade Center, o enfrentamento proposto pelos Republicanos de Bush visavam o controle do mundo livre, via ações bélicas, justificadas como necessárias para manter o mundo em paz: nunca a indústria da guerra faturou tanto em tão curto espaço de tempo.
O cheque em branco e o saldo final
O "cheque em branco" que o povo americano deu ao presidente Bush, permitiu-lhe enfrentar a opinião pública mundial e provocar ações sangrentas no Afeganistão e Iraque.
Estima-se que que nestes países centenas de milhares de civis tenham sido vítimas fatais, além de cerca de 1 milhão de pessoas vivem hoje o drama da fome no Afeganistão devido ao esfacelamento do Estado e de sua economia provocados pela guerra de ocupação e pelas insurgências não controladas pelas tropas de paz. No Iraque o cenário não é diferente e os dramas se repetem. O custo de toda a política de "segurança nacional" e de relações exteriores dos EUA foram demasiadamente altos para os resultados hoje alcançados.
O 11 de setembro é um marco da história recente da humanidade, mas visto apenas pela imagem da queda dos prédios do WTC, não representa, em sua plenitude, o que representou para o mundo e suas instituições, além da dor de um povo que viu pessoas inocentes serem mortas pelos insanos ataques terroristas, também presenciou, por alguns momentos, Bush vislumbrar-se liderança maior de um planeta de uma única superpotência, os riscos foram grandes.
Do Blog Palavras Diversas
29 de mai. de 2010
Lula inaugura a diplomacia da nova era!!!
5 de mai. de 2010
BANDA LARGA - Yes, they can. E nós, nada....

Enquanto o governo brasileiro continua sofrendo pressões da empresas privadas, o Ministro das Telecomunicações permanece a serviço das mesmas, a ANATEL segue imóvel e o plano nacional de banda larga não sai do papel, a FCC (Federal Communications Comission), espécie de ANATEL americana (com a diferença que funciona), elabora um minucioso projeto chamado “Connecting America: The National Broadband Plan” (Conectando a América: O Plano Nacional de Banda Larga), com metas específicas e rígidas para que os EUA não tenha um cidadão sem acesso à banda larga. O documento possui 376 páginas, mas o colaborador que me enviou o link do documento já me deu o resumo das seis metas centrais.
Elas são as seguintes:
Meta 1: Ao menos 100 milhões de residências devem ter acesso, a preços compatíveis, a uma velocidade de download real e constante de pelo menos 4 megabytes por segundo. (Aqui, como se sabe, a velocidade real obrigatória – e que frequentemente não é alcançada, é de 10% do valor nominal, o que, comparando, significaria conexões de 40 megabytes por segundo) Isso, em até cinco anos. Depois, a meta é 100 mbps ;
Meta 2: Os EUA devem liderar o mundo em inovações móveis, com uma rede sem fio mais rápida e mais extensa do qualquer outra nação;
Meta 3: Todo americano deve ter acesso, a preço compatível, a um serviço de banda larga estável e à capacidade de poder se conectar caso deseje;
Meta 4: Toda comunidade deve ter acesso, a preços competitivos, a banda larga de pelo menos 1 gigabit por segundo e serviços para ancorar instituições como escolas, hospitais e prédios governamentais;
Meta 5: Para garantir a segurança de cada americano, todo o pessoal envolvido em atendimento de emergências médicas deve ter acesso a uma rede de banda larga sem fio nacional não interrompível;
Meta 6: Para garantir que a América seja líder em economia com energia limpa, todo americano deve poder usar a banda larga para monitorar e gerenciar seu consumo de energia em tempo real.
O plano é feito pelo Estado, com recursos do Fundo Connect America, e vai consumir , em princípio, US$ 4,6 bilhões por ano (cerca de R$ 8 bilhões) , durante 10 anos. E aqui, nós vamos continuar na mão da Vivo, Claro, Tim, Telefonica… E alguém acha que elas vão botar uma grana dessas para o Brasil ser o que os EUA, que não são bobos, querem ser em matéria de banda-larga?Do Blog de
4 de mai. de 2010
LULA, "TIME", ELEIÇÕES E O QUE REALMENTE ESTÁ EM JOGO ESTE ANO
Por Miguel Grazziotin - 02.05.2010















