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27 de jan. de 2013

Dia 27 de janeiro é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Monumento ao Holocausto (Holocaust-Denkmal) - Berlim
Rejeitando qualquer negação do Holocausto como um acontecimento histórico, na íntegra ou em parte, a Assembleia Geral adotou por consenso, em 2005, a resolução A/RES/60/7, na qual condena “sem reservas” todas as manifestações de intolerância religiosa, incitação, assédio ou violência contra pessoas e comunidades com base na origem étnica ou crença religiosa, onde quer que ocorram.

18 de nov. de 2012

Fósforo branco: crianças palestinas são queimadas vivas por Israel em Gaza

Conflito: As Crianças de Gaza e as Bombas de Fósforo Branco

Criança palestina vítima de fósforo branco. Foto: divulgação

As crianças são as maiores vitimas do ataque com bombas de fósforo branco, na faixa de Gaza.O fósforo branco é usado regularmente para a fabricação de fogos de artifício e bombas de fumaça para camuflar movimentos de tropas, em operações militares. A sua utilização como componente de armas químicas é proibida pelas Convenções de Genebra e especialmente pela Convenção sobre Armas Químicas, reafirmando os termos do Protocolo de Genebra de 1925, que proíbe o uso de armas químicas e biológicas.

2 de jun. de 2010

Repúdio ao governo terrorista de Israel

Por Altamiro Borges - 31.05.2010

Reproduzo nota do Cebrapaz:

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz – Cebrapaz - vem
a público condenar de forma veemente o vil ataque militar israelense contra
a “Frota da Liberdade”, missão pacífica e humanitária que viajava à Faixa de
Gaza para entregar alimentos e remédios à população do território bloqueado por
Israel. Durante o ataque foram assassinadas 19 pessoas de diferentes
nacionalidades e mais de 60 ficaram feridas.

Tal crime de lesa-humanidade cometido pelo governo de Israel demonstra mais uma
vez sua natureza agressiva e terrorista. Israel não só nega o direito do povo
palestino a ter seu estado independente, como usa a força militar para impedir
qualquer ajuda humanitária a este martirizado povo, vítima de ocupação e
ataques, como ocorreu entre fins de dezembro de 2008 e janeiro de 2009.

O Cebrapaz manifesta sua indignação, sua revolta e repúdio a este ato terrorista
perpetrado contra militantes desarmados e indefesos, bem como a solidariedade
ao povo palestino em sua legítima luta pela criação de um Estado livre e
independente com as fronteiras estabelecidas em 1967 e Jerusalém Oriental como
sua capital.

A ignominiosa agressão ocorreu em águas internacionais, constituindo, portanto,
crime de dimensão internacional. É necessário dizer que as agressões do Estado
israelense contra o povo palestino têm contado com o apoio e a tolerância dos
Estados Unidos.

O Cebrapaz soma-se ao Conselho Mundial da Paz no chamamento a todas as forças
amantes da paz para que denunciemos amplamente mais este crime, que não pode
ficar impune.

Viva o povo palestino!
Fora Israel das terras ocupadas palestinas!
Libertação imediata dos ativistas e dos navios e da sua carga humanitária!

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Ato de repúdio ao ataque israelense a frota humanitária pró gaza


Ato de Repúdio ao ataque israelente a frota humanitária pró-Gaza

Amanhã, 01/06 às 16h twitteiros pacifistas chamam a população pacifista de São Paulo para ato em repúdio ao ataque israelense à frota humanitária que levava suprimentos à população de Gaza.

Concentração: Escritório Israel-SP Av. Brig Faria Lima, 1713
#freedomflotilla

Por Brasil Mobilizado - 01.06.2010

repassando do mariafrô

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Fascismo ataca ajuda à Gaza




20 de mar. de 2010

Ninguém Estará Seguro


Do Controvérsia

Henrique Bellinati Robert Pires

Desde sua origem, Israel esteve mergulhado na guerra. A guerra é uma constante tão grande naquele paí s que boa parte dos cidadãos já não acredita na possibilidade de haver paz na região, opinião também compartilhada por boa parte dos palestinos. Mas até que ponto essa guerra é inevitável? Até que ponto Israel está apenas fazendo o necessário para garantir sua segurança? Até que ponto a continuação desse conflito não é culpa da nação israelense?

Em seu esforço para manter a ocupação militar na Palestina, o exército israelense se tornou parte do problema, pois suas iniciativas se tornaram mecanismos para humilhar e atormentar os palestinos, o que serve apenas para aumentar o ódio e a desconfiança que nutrem esse longo ciclo de violência.

O preço pago pelos palestinos nos checkpoints e nos toques de recolher impostos às vilas e cidades não garante a segurança dos israelenses. Oscheckpoints, criados sob o pretexto de controlar a entrada de potenciais terroristas palestinos em Israel, revelaram-se apenas uma ferramenta de abusos e humilhações constantes, terreno fértil para que soldados e policiais possam fazer jogos psicológicos. Isso inclui abrir os portões de acesso aos terminais de checagem aleatoriamente e depois fechá-los por tempo indeterminado, de forma que os palestinos que esperam do lado de fora nunca saibam em qual fila devem entrar, qual vai andar ou não.

Nos chamados portões humanitários, designados para permitir a passagem de mulheres, crianças, idosos e deficientes, a demora para fazê-los funcionar causa filas tão imensas que muitas das pessoas que têm direito a passar por ali preferem arriscar ser prensadas nas longas filas regulares.

Mas, pelo menos, isso garante a segurança de Israel, certo? Errado. Por apenas dez shekels (o equivalente a R$ 5,00), qualquer um, palestino ou estrangeiro, pode pegar um ônibus na porta do terminal e em 15 minutos passar por um terminal alternativo para veí culos, em que, ao invés de enfrentar toda a humilhação de ter de praticamente se despir para passar pelos detectores de metal, tirar impressões digitais e tudo mais, apenas senta-se no ônibus e mostra sua permissão de passagem através do vidro.

Os checkpoints são o resultado natural de outra polí tica de "segurança", ainda mais inconsistente: a muralha de separação. Ela começou a ser construí da em 2002 com a alegação oficial de que seria uma resposta à segunda Intifada, cujo propósito seria separar fisicamente israelenses e palestinos e impedir a entrada de homens-bomba dentro do território israelense. Porém, essa justificativa nunca se manteve, pois em muitos locais ela não apenas foi construí da dentro do território palestino (aproximadamente 10% da Cisjordânia está dentro da área da barreira), como também em várias áreas densamente povoadas (particularmente Jerusalém Oriental), a barreira corta ao meio comunidades palestinas.

Em Jerusalém Oriental, a barreira expulsou palestinos com direito de residência na cidade. Isso porque, pela lei israelense, se um palestino não puder provar que o centro de sua vida está em Jerusalém, depois de três anos, perde o direito de residir no local. A intenção dessa política é diminuir a população palestina na região. No entanto, permite-se que vivam na parte interna da muralha comunidades palestinas que outrora não faziam parte de Jerusalém. Ou seja, a barreira acaba abrigando pessoas que, pela lei israelense, seriam "potenciais terroristas".

A Intifada e seus atentados suicidas não acabaram após a construção da muralha, mas sim devido ao medo dos palestinos da brutal retaliação do exército israelense. Essas retaliações causaram o colapso da economia palestina e uma série tão insuportável de restrições à vida cotidiana que levaram toda uma população ao limite do desespero e do ódio.

Efetivamente, as atuais políticas empregadas por Israel serviram apenas para aumentar o rancor entre os palestinos, dificultar ainda mais as já tão frágeis possibilidades de um acordo de paz e alimentar a insegurança do Estado de Israel.

Henrique Bellinati Robert Pires é formado em História pela Universidade de São Paulo e foi o primeiro latino-americano a participar do Programa de Acompanhantes Ecumênicos para a Palestina-Israel.

Fonte: Fundação Lauro Campos – http://www.socialismo.com.br

Professor Di Afonso - Terra Brasilis - 20.03.2010

16 de mar. de 2010

Lula diz que palestinos sofrem 'bloqueio cruel' de Israel



"Sabemos qual é o primeiro desafio nessa caminhada. Vencer o cruel bloqueio que vem sofrendo o povo palestino. O muro de separação cobra um alto preço em termos de sofrimento humano e prejuízo material, sobretudo na Faixa de Gaza", disse.

"A asfixia imposta à Cisjordânia e a Gaza impede que a Palestina se beneficie dos fluxos de comércio internacional", disse Lula, prometendo ajudar na busca de uma solução que permita a criação de um Estado palestino.

A barreira que corta a Cisjordânia é formada por muros e cercas, já tem mais de 400 km de extensão e anexa parte da Cisjordânia a Israel. O hotel onde Lula está hospedado e onde fez o discurso fica a cerca de 100 metros de uma parte do muro.

Influência do Brasil

Ao comentar como o Brasil aumentou sua influência geopolítica, Lula disse que “isso parecia impossível” quando assumiu o poder.

“Ao longo de séculos, as nossas autoridades gostavam de ser submissas às chamadas economias ricas. A palavra correta é submissa, é de não lutar pela sua soberania, de não respeitar a si próprio, de não fazer valer as coisas que eram do Brasil. Nós sabíamos que a única maneira de conseguirmos isso era acreditar em nós mesmos”, disse Lula.

Comentando a iniciativa inédita entre presidentes brasileiros de visitar a região, Lula, que diversas vezes se referiu aos territórios palestinos como Palestina ou Estado Palestino, disse que esse é apenas o primeiro passo nessa aproximação.

Não é possível a gente ficar numa década feliz porque caiu o muro de Berlim e, na outra década, ficar triste porque está se erguendo um muro dividindo o Estado de Israel e o Estado Palestino.

Luiz Inácio Lula da Silva

“Nós estamos dando esse primeiro passo no estabelecimento de uma política entre o Estado brasileiro e o Estado palestino, uma política comercial mais sólida, mais forte e mais desenvolvida”, disse Lula.

O presidente voltou a mencionar que a resolução do conflito entre israelenses e palestinos torna necessários mais interlocutores e prometeu levar a questão à comunidade internacional.

“Agora, o Brasil participa do G20, do G90, do G70, do G20 comercial, do G14, do G13, do G8, do G5, do G4, ou seja, nós agora temos uma gama extraordinária de fóruns onde estão presentes vários países que têm muito a ver com a solução do conflito”, afirmou Lula.

“Não é possível a gente ficar numa década feliz porque caiu o muro de Berlim e, na outra década, ficar triste porque está se erguendo um muro dividindo o Estado de Israel e o Estado Palestino.”

“O Brasil sempre esteve interessado, mas nunca esteve tão interessado como está agora em encontrar uma solução”, disse o presidente, arrancando aplausos da plateia.

O primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestina, Salam Fayyad, convidou empresários a investirem na região, mencionando que criarão uma zona industrial no norte do território para atrair investimentos estrangeiros.

"Não há investimento sem risco", disse Fayyad. Em seu discurso, Lula mencionou ainda que "as necessidades de investimento na Palestina são na mesma escala dos desafios de reconstruir um país. Estamos prontos a apoiar as iniciativas do Plano Fayyad para identificar produtos com potencial exportador", prometeu.

Fonte: BBC Brasil

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Por Professor Di Afonso - Terra Brasilis - 16.03.2010