Mostrando postagens com marcador Pré-sal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pré-sal. Mostrar todas as postagens

30 de nov. de 2012

Dilma destina 100% dos royalties das novas concessões de petróleo para a educação


A presidenta Dilma Rousseff vetou parcialmente o projeto de lei aprovado pelo Congresso que modificava a distribuição dos royalties do petróleo e decidiu que 100% dos royalties provenientes dos contratos futuros de exploração de petróleo serão investidos em educação. Uma medida provisória com as mudanças será enviada ao Congresso na próxima semana. 

5 de dez. de 2010

Presidente Lula: "Deixo um Brasil que em breve será a 5ª maior economia do mundo"


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que em 1º de janeiro de 2011 entregará a sua sucessora, Dilma Rousseff, um Brasil preparado para se transformar na quinta maior economia do mundo.
"O Brasil que entregaremos a Dilma (Rousseff) tem a perspectiva de se transformar nos próximos seis anos na quinta maior economia mundial", afirmou Lula em entrevista coletiva que concedeu hoje a correspondentes estrangeiros e na qual fez um balanço de seus oito anos de Governo.
"A 28 dias do final do meu mandato posso dizer que estou satisfeito com o conseguido. Não resolvemos todos os problemas do Brasil, mas demos passos importantes para solucionar coisas que pareciam insolúveis", acrescentou Lula, que deixa o cargo com uma popularidade recorde e após ter garantido a eleição de Dilma, candidata que era desconhecida e que escolheu a dedo para sucedê-lo.
Em um tom bastante eufórico, Lula repassou suas conquistas sociais, como os 15 milhões de empregos formais gerados em oito anos e os 30 milhões de brasileiros que ascenderam da classe baixa para a média, para poder enfatizar as condições que fazem do Brasil uma potência econômica.
"Vivemos um momento mágico que não é passageiro. Na minha opinião vai ter uma duração de médio a longo prazo", afirmou o presidente ao se referir ao atual crescimento da economia brasileira, que pode chegar a 7,5% em 2010 e manter o impulso nos próximos anos.
Lula afirmou que três das maiores hidroelétricas em construção atualmente no mundo estão em obras no Brasil e poderão acrescentar ao país um potencial de geração adicional de 18 mil megawatts.
Disse igualmente que três das maiores ferrovias em construção no mundo também estão em obras no Brasil, assim como quatro das maiores refinarias de petróleo do planeta.
"O maior investimento na indústria petrolífera hoje no mundo é a feita pelo Brasil. São US$ 224 bilhões em investimentos até 2014", disse.
"São dados que garantem que Dilma vai assumir o Brasil andando a 120 km/h. Não estará com o carro parado no estacionamento e com a bateria arriada", disse.
"Ela pode acelerar um pouco e chegar até 140 km/h ou pode manter a atual velocidade. O que não pode acontecer é sair da rota", acrescentou.
Ele assegurou que, além da economia, até as bem-sucedidas operações realizadas na semana passada para expulsar os traficantes de drogas que controlavam várias favelas do Rio de Janeiro ajudaram a melhorar a imagem do país.
"Antes apenas se falava do Brasil quando havia uma Copa do Mundo ou quando chegava o Carnaval. Agora se fala sempre do Brasil, de sua economia e de seu papel no mundo", disse.
"Não fizemos tudo o que queríamos, mas fizemos mais que em qualquer momento no país. Não existe comparação com outros governantes e quero que Dilma faça mais", assegurou.
Lula disse que sua maior decepção foi não ter conseguido aprovar alguns marcos reguladores necessários para permitir que o Brasil, que tem uma "poderosa máquina de fiscalização", também possa contar com uma "poderosa máquina de execução".
Ele admitiu que enviou duas propostas de reforma tributária ao Congresso após havê-las discutido e pactuado com os governadores regionais, os empresários e os trabalhadores, mas que um "inimigo oculto" impediu sua aprovação no Congresso.
Disse igualmente que apresentou uma proposta de reforma política que foi arquivada no Congresso pelas divergências entre os partidos mas que pretende, quando deixar a Presidência, se esforçar como militante político para que o Parlamento aprove uma necessária reforma nos sistemas político e eleitoral do país.
O presidente afirmou que deixa o Governo satisfeito porque conseguiu provar que qualquer brasileiro, inclusive um trabalhador de origem pobre e sem educação superior, pode governar o Brasil.
"Tinha que provar que um operário saído de uma fábrica pode governar porque caso contrário nenhum trabalhador voltaria a ser presidente do Brasil", assinalou.
Lula acrescentou que, por enquanto, não tem planos para o futuro e que apenas pensa em "desencarnar" da Presidência para poder ser "o Lula de antes" e "voltar a fazer política sem falar como se ainda estivesse na Presidência".

Com informações da agência EFE 

Do Aldeia Gaulesa - 02.12.2010

12 de jun. de 2010

Garcia: o Brasil não tira mais o sapato para os EUA


Garcia: o Brasil vai precisar de muito submarino
nuclear para defender o pré-sal

Leia no Estadão online.

Acabou a era do “sim, sim senhor” para os Estados Unidos, disse, em Buenos Aires, o assessor para assuntos internacionais do presidente Lula, professor Marco Aurélio Garcia.

É o mesmo que dizer: acabou o tempo de tirar o sapato.

Essa, como se sabe, não é a posição do discípulo do FHC, o José Serra, que co-governou o Brasil durante oito anos.

Serra defende a posição americana no Mercosul, na Bolivia e no Irã.

Só falta o professor Marco Aurélio Garcia acrescentar: como não tira mais o sapato, o Brasil não assinará o Protocolo Adicional do TNP – clique aqui para ler “depois do petroleo e do etanol, o urânio”.

E vai precisar de muito submarino nuclear para resguardar o pré-sal.

Clique aqui para ler “pré-sal, a maior vitória de Lula sobre FHC”.

Paulo Henrique Amorim

Matéria publicada por Leda Ribeiro (Colaboradora do Blog)

Do Blog do Saraiva - 11.06.2010

4 de mai. de 2010

LULA, "TIME", ELEIÇÕES E O QUE REALMENTE ESTÁ EM JOGO ESTE ANO



Todos aqueles que acompanham a política brasileira, nos últimos tempos, tem visto a maneira, até acintosa, com que a mídia dominante tem tratado o tema eleição presidencial deste ano.
A cada dia que passa vemos uma radicalização de atitudes, com uma campanha franca e agressiva a favor de Serra/PSDB, e contra Dilma/PT.
A ocultação de atos e atitudes, no mínimo, ilícitas dos apoiadores da candidatura de oposição, e a continua invenção de fatos desabonatórios à candidatura petista vem num crescendo, que considerando ainda a distância do pleito, me deixa muito preocupado.
O episódio da escolha pela revista Time de Lula como a personalidade do ano, tal qual o fez no ano passado , escolhendo o Dalai-Lama pode ser o ponto chave para que se faça algo, antes que caiamos num verdadeiro caos.
Sobre este assunto, peço aos amigos que acessem www.viomundo.com.br/voce-escreve/novae-dalai-lama-foi-o-mais-lula-um-dos-mais.html , para os detalhes do caso.


Por aqui, gostaria de colocar que os verdadeiros defensores da democracia, sejam eles petistas, liberais, social-democratas, ou qualquer outra matiz ideológica devem se unir para evitar o pior.
Neste anos estamos escolhendo entre Dilma e Serra. Ambos políticos que, eleitos ou não, passarão, e que o Brasil continuará com as gerações seguintes, não importando o vencedor.
O grande e grave problema que estamos vendo é a morte da verdade. A invenção da realidade, que se adequa a vontade do capital financeiro, deturpando e corrompendo o meio social.
Se no próximo outubro, a vitória estiver do lado dos que escondem a verdade, manipulam os fatos de acordo com seus interesses, não será o governo atual que perderá. Será a frágil democracia deste país.
Passaremos a viver em um novo regime de governo.
A ditadura da mídia.
Haverão perseguições aos que se oporem ao novo governo. Com destruições de reputações, com ocultação de irregularidades. Fazendo da mídia, não só um cúmplice destes desmandos, mas também seus autores.
.
Ontem ,para dar um exemplo, Jose Serra foi a um encontro de evangélicos em Santa Catarina, foi recebido como em um comício, com o apresentador o chamando de "meu presidente". O evento foi patrocinado pela prefeitura da cidade, do PSDB e do governo estadual, atualmente na mão deste mesmo PSDB, que está sendo investigado por corrupção pela polícia federal. Foi um ato explícito de campanha antecipada. Isto vocês não verão na grande imprensa. Mas, o presidente do país, do Partido dos trabalhadores, no dia dos trabalhadores, discursar e defender seu governo e suas realizações, isto sim é campanha antecipada.

Querem calar Lula. Sabem que o presidente é o melhor cabo eleitoral de Dilma, que se Lula mergulhar no apoio a candidata petista, dificilmente esta perderá. Então calar o presidente é essencial.
O PIG, nossa "justiça", fará este papel, travestidos de democratas, e quando o PT revidar, acusando a oposição de campanha antecipada, leremos sobre como o PT quer censurar os órgãos de imprensa.
Há muito em jogo neste ano.
Está em jogo o futuro das próximas gerações.
A classe dominante, o capital internacional estão jogando tudo na derrota do projeto de centro-esquerda de Lula. Uma derrota aqui alavancará as oposições na Venezuela, Equador, Paraguai, Bolívia, rumo ao retorno da "colonização" dos norte-americanos.
Não é apenas a destruição do Mercosul, a entrega do pré-sal, a privatização da petrobrás, mas a retomada da direita conservadora, sedenta por sangue, no poder central.
O momento é grave e requer dos democratas a consciência de que muito mais do que o próximo presidente, estamos escolhendo o futuro não só do Brasil, mas de toda uma américa latina.
À luta todos, pois poderá ser a última batalha pela democracia que poderemos ter chance de vencer. Por nós e pelos que virão.

Por Miguel Grazziotin - 02.05.2010

2 de set. de 2009

A IMPRENSA ENTREGUISTA ONTEM, COMO HOJE.

No discurso, o presidente Lula lembra do embate entre o povo nas ruas e os jornais que foram contra a campanha "O petróleo é nosso" no passado, e alguns estão em circulação até hoje.

A criação da Petrobrás, nas páginas dos jornais O Estado de S. Paulo e Diário de Notícias", é uma instigante tese de mestrado do Prof. Celso Carvalho Jr., de cujo resumo tiramos esta nota.

Mostra como a história se repete como farsa, ou, se preferirem, como a farsa se repete na história do Brasil.

Os mesmos barões da imprensa que hoje são contra o marco regulatório do Petróleo, foram contra "O Petróleo é Nosso" no século passado.

Finda a II Guerra Mundial, com o fim do Estado Novo, o país retornou a democracia, a população voltou a participar dos debates de interesse nacional e o Congresso ficou incumbido de decidir qual seria a melhor solução para o problema do petróleo.

Tal qual hoje, em torno das redações da imprensa, formavam trincheiras grupos econômicos e políticos poderosos para plantar textos em defesa de seus lobby's, em busca da conquista da "opinião pública", e influir nas votações do Congresso quanto à leis que regulavam o petróleo.

Um grupo defendia a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira. Lideravam esse grupo, a elite paulista da FIESP e da federação do comércio, a elite do Rio de Janeiro (capital federal na época), além de banqueiros e, obviamente, petroleiras multinacionais.

O braço da imprensa, porta-voz e sócios deste grupo eram:
- a família Mesquita (grupo "Estadão");
- a família Marinho (grupo Globo, no Rio de Janeiro);
- o Grupo Folha (que ainda não era da família Frias, mas defendiam os mesmo interesses);
- Assis Chateaubriand (O Jornal, Diário da Noite, revista O Cruzeiro, etc);

A editora Abril ainda estava fora desta, porque ainda não atuava no jornalismo (iniciou-se em 1950 com estórias em quadrinhos do Pato Donald, de Walt Disney, aproveitando-se da política de "boa vizinhança" do "Tio Sam" no pós-guerra).

Esse grupo é o ancestral da linhagem atual dos demo-tucanos, tanto que o núcleo de poder do PSDB é paulista, capitaneado por José Serra e FHC, com forte apoio da FIESP, dos banqueiros, das corporações estrangeiras, e da imprensa, dita de abrangência nacional, concentrada no eixo Rio-São Paulo.

Campanha O Petróleo é Nosso

A Constituição de 1946 abriu brechas para a atuação de empresas estrangeiras no setor petrolífero e determinou que a regulamentação do assunto deveria ser feita por meio de lei ordinária.

Em 1948, o presidente Eurico Gaspar Dutra encaminhou ao Congresso o Anteprojeto do Estatuto do Petróleo que permitia a participação da iniciativa privada na indústria de combustíveis.

Os nacionalistas não concordaram com a proposta e organizaram um grande movimento popular para defender o monopólio estatal, conhecido como a campanha O Petróleo é Nosso.

Coordenaram o movimento, especialmente o CEDPEN (Centro de Estudos e defesa do Petróleo e Economia Nacional), a UNE (União Nacional dos Estudantes) e os militares nacionalistas do Clube Militar (também haviam militares contrários, como o General Juarez Távora, defensor da abertura ao estrangeiro) .

O pioneirismo, no petróleo, de Monteiro Lobato, remonta a década de 30, e, apesar de nacionalista radical, sua atuação foi mais empresarial. Teria se tornado um magnata do Petróleo, se tivesse sucesso nas perfurações, e entraria para história pelo empreendedorismo, semelhante ao Barão de Mauá. Aproximou-se do Partido Comunista em meados da década de 40. No auge da campanha "O Petróleo é nosso", já não tinha participação muito expressiva.

Na imprensa e nos movimentos sociais, a defesa do monopólio estatal coube principalmente aos
pequenos jornais, da imprensa nacionalista (O Jornal de Debates, A Emancipação, O Popular e A Revista do Clube militar) e do Partido Comunista Brasileiro (Tribuna Popular, Classe Operária, Imprensa Popular, Novos Rumos, Voz operária, Hoje, Notícias de Hoje e O Momento), na grande imprensa a causa monopolista foi apoiada apenas pela Última Hora, Tribuna da Imprensa e Diário de Notícias.

No meio tempo, alguns jornais, como "O Globo" viraram a casaca. De olho no calendário eleitoral de 1950, imbuído na missão de impedir a eleição de Getúlio Vargas, o Globo se alinhava contra os nacionalistas. Com o crescimento e popularidade da campanha "O Petróleo é Nosso", e com adesões de udenistas, O Globo virou a casaca.

A mobilização conseguiu barrar a tramitação do Anteprojeto de Eurico Dutra, e foi fundamental para a aprovação, em 1953, da lei Nº 2004, que estabeleceu o monopólio estatal do petróleo e criou a Petrobras.

O "mensalão" da Esso para a imprensa

A multinacional etadunidense ESSO (Standard Oil New Jersey), uma das maiores companhias de petróleo do mundo, pretendia atuar no setor petrolífero brasileiro. Para isso, tentou comprar o de jornais e jornalistas através de uma milionária campanha publicitária que se baseou em anúncios de página inteira nos principais jornais do Brasil, além disso, a empresa patrocinou viagens de jornalista aos Estados Unidos para conhecerem suas instalações.

No rádio, era muito influente o noticiário "O Repórter Esso", criado em 1941, patrocinado pela petroleira. Por ser parte interessada, não podia fazer campanha frontal contra a nacionalização do petróleo, pois mataria a credibilidade do radiojornal. Mas omitia notícias sobre o assunto.

Uma das normas da redação era só divulgar notícias oficiais que partissem de altas autoridades (Presidente da República, Governadores de Estado, Ministros e Secretários de Estado), omitindo movimentos populares e lideranças da sociedade civil, e desestimulando o debate.

O pré-sal tem que ser nosso

Nossos companheiros que lutaram na campanha "O petróleo é nosso" venceram a imprensa entreguista e as forças econômicas e políticas que estavam por trás dos jornais.

Hoje cada um de nós temos que fazer o mesmo.

A imprensa e os partidos de oposição, querem travar o debate, como fazia o repórter Esso.

Para isso a velha ladainha é conhecida:

- reclamam da "pressa", quando querem ganhar tempo para os estrangeiros se articularem;

- desqualificam o marco regulatório, que é um verdadeiro projeto nacional, chamando de eleitoreiro;

- satanizam a "estatização";

- eudeusam a falida tese de atrair investidores internacionais.

Temos a razão, o coração, e os argumentos do nosso lado. Basta cada um de nós usá-los, e mais do que nunca, fazermos uma ofensiva para desmentir e boicotar à essa imprensa que lesa a pátria.

Por Zé Augusto - 01.09.09

1 de set. de 2009

Pré-sal: Lula cola na testa dos tucanos o rótulo de ´entreguistas´, e lembra os tempos da Petrobrax

Por Rodrigo Viana - 01.09.09

Lula mostrou estatura de estadista no discurso dessa segunda-feira, no lançamento do pré-sal. Mostrou à nação o que está em jogo hoje no Brasil.

Lula colou na testa dos tucanos o rótulo de "adoradores do mercado". Lembrou que eles queriam "desmontar a Petrobrás".

Lula mostrou que não é preciso chamar a neo-UDN de "entreguista", como se dizia nos anos 50/60.

Basta lembrar que a neo-UDN tucana chamava a Petrobrás de "dinossauro, que precisava ser desmantelado".

Foi o que Lula fez em seu discurso histórico. Um discurso que não foi de improviso, mas cuidadosamente escrito para se tranfsormar em um documento histórico.

E ainda há quem defenda a tese esdrúxula de que "não há diferença entre Lula e FHC". Se os tucanos tivessem ganho em 2002, hoje provavelmente a festa do pré-sal seria no Texas, ou em Cingapura - na sede da empresa que teria assumido o controle da Petrobrax.

Os tempos do "pensamento subalterno", os tempos de tirar os sapatos para os Estados Unidos, esses ficaram pra trás.

Vejam como Lula - no discurso histórico - se refere àqueles tempos que não voltam mais:

"Estamos vivendo hoje um cenário totalmente diferente daquele que existia em 1997, quando foi aprovada a Lei 9.478, que acabou com o monopólio da Petrobras na exploração do petróleo e instituiu o modelo de concessão.

Naquela época, o mundo vivia um contexto em que os adoradores do mercado estavam em alta e tudo que se referisse à presença do Estado na economia estava em baixa. Vocês devem se lembrar como esse estado de espírito afetou o setor do petróleo no Brasil. Altas personalidades naqueles anos chegaram a dizer que a Petrobras era um dinossauro – mais precisamente, o último dinossauro a ser desmantelado no país. E, se não fosse a forte reação da sociedade, teriam até trocado o nome da empresa. Em vez de Petrobras, com a marca do Brasil no nome, a companhia passaria a ser a Petrobrax – sabe-se lá o que esse xis queria dizer nos planos de alguns exterminadores do futuro.

Foram tempos de pensamento subalterno. O país tinha deixado de acreditar em si mesmo. Na economia, campeava o desalento. O Brasil não conseguia crescer, sofria com altas taxas de juros, de desemprego, e juros estratosféricos, apresentava dívida externa elevadíssima e praticamente não tinha reservas internacionais. Volta e meia quebrava, sendo obrigado a pedir ao FMI ajuda, que chegava sempre acompanhada de um monte de imposições.

Além disso, não produzíamos o petróleo necessário para nosso consumo. Ferida, desestimulada e desorientada, a Petrobras vivia um momento muito difícil."

30 de jul. de 2009

Pré-sal: sucesso garantido

Em relação à matéria divulgada no Jornal Valor Econômico nesta terça-feira (28/7) sob o título “No pré-sal, 32% dos poços abertos são pouco viáveis”, a Petrobras esclarece que na região do pré-sal da Bacia de Santos, a taxa de sucesso é de 100%..
O mapa (área azul) com a área do pré-sal, que se estende pelas Bacias de Santos e Campos, não corresponde a um único campo de petróleo. Além da existência da rocha reservatório, a descoberta de um campo petrolífero decorre da identificação e ocorrência simultânea de uma série de fatores geológicos, os quais definem o posicionamento dos poços exploratórios em determinada bacia sedimentar..

Leia o comunicado divulgado hoje ao mercado de capitais da Petrobrás

Por Jussara Seixas - 30.07.09
------------------------------------------------------------------

Leia mais sobre: Poço seco?

22 de jul. de 2009

Estudantes, o petróleo tem que ser nosso!

Por Azenha - 22.07.09

Estudantes imprimem mais energia na Campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso (21/07/2009)

da Agência Petroleira de Notícias

Puxada pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a passeata que reuniu cerca de 4 mil pessoas em Brasília, no dia 16, foi um marco na campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso. Essa é a avaliação do secretário geral do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, que representou a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), no palanque. Além da UNE e da FNP, participaram da coordenação do evento o MST, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) e a CUT. Outras centrais sindicais também estiverem presentes -Intersindical, CTB e CGTB.

De volta ao Rio, Cancella trouxe na bagagem uma dose extra de entusiasmo, convencido de que o envolvimento massivo dos universitários vai contagiar a sociedade, levando a campanha para todos os estados e municípios brasileiros. Independente dos conteúdos das reportagens, em face da relevância política do Congresso da UNE, os principais jornais do país tiveram que destacar a imagem da imensa faixa que abriu a passeata em Brasília, estendida pelos organizadores: “Em defesa do Petróleo e da Petrobrás”. É o grito em favor da soberania nacional que já não pode ser contido nem omitido, estampado nas primeiras páginas da grande imprensa.

A presidente da UNE, Lúcia Stumpf, declarou que "Um dos objetivos do Congresso é ratificar a importância do envolvimento dos estudantes na luta pela soberania nacional. Os estudantes entendem que os recursos do Pré-Sal podem pagar uma dívida social com a sociedade e garantir grande qualidade de vida para a população brasileira, no futuro, e também compreendem que a CPI da Petrobrás representa um atraso na mudança da lei do petróleo". Ou seja, a CPI agora visa, fundamentalmente, desacreditar a Petrobrás para explorar o Pré-Sal. Eles pediram a volta da Lei 2004/53, que assegurava à Petrobrás o monopólio na exploração e produção do petróleo, em nome da União.

Já Emanuel Cancella encerrou o seu discurso com um convite aos estudantes, para que prestigiem a pré-estréia do documentário “O Petróleo Tem que ser Nosso – última fronteira”, dirigido por Peter Cordenonsi, no próximo dia 30 de julho, quinta-feira, no Cinema Odeon, na Cinelândia no Rio de Janeiro. O evento, que inclui debate e apresentação do coral do Sindipetro-RJ, começa às 18 horas.

No segundo dia do Congresso da UNE, o presidente da AEPET, Fernando Siqueira, e o coordenador da FUP, João Moraes, participaram de um painel sobre a geopolítica do Petróleo, arrancando aplausos dos estudantes.

Vice-almirante entra na Campanha, depois de palestra no Clube Militar

O Sindipetro-RJ recebeu, nesta sexta, 17, a visita do vice-almirante José Maurício Duque. O militar, também formado em Direito e Economia, assistiu, no Clube Militar, à palestra do engenheiro Fernando Siqueira e do geólogo João Victor Campos, concordando com a necessidade de uma grande mobilização, em defesa do petróleo e da soberania nacional.

Destacou, no entanto, que estava em visita ao Sindipetro-RJ na condição de “cidadão brasileiro e de nacionalista”. José Maurício Duque levou abaixo-assinados e já garantiu presença no lançamento do filme e da cartilha da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, no próximo dia 30. Disse que também participou da campanha das Diretas Já e, no passado, chegou a ser perseguido por sua atuação política, nos tempos da ditadura.

O site da Agência Petroleira de Notícias é aqui.

----------------------------------------------------------------------------------------------

O Petróleo é nosso


17 de jul. de 2009

Lula vai a evento da UNE e estudantes gritam 'Dilma presidente'

Aos gritos de "Dilma presidente" e "Lula, guerreiro do povo brasileiro", os cerca de 3 mil estudantes que se reuniram nesta quinta-feira, 16, na abertura do 51º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) mostraram uma adesão inquestionável ao governo do Presidente Lula. Com algumas poucas reivindicações e vários elogios, deixaram claro de que lado estão. Algum desavisado poderia pensar tratar-se de uma convenção petista.

Ovacionado ao se levantar para fazer seu discurso, o presidente chegou a pedir que parassem: "Vocês vieram aqui para trabalhar ou para gritar?", brincou. As vozes dissonantes foram poucas. De um lado, um grupo bastante minoritário contrapunha o nome da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, para a presidência em 2010 com o de Ciro Gomes - também aliado do governo. Mas mesmo esse grupo se entusiasmou e conmeçou a tirar fotos de Lula assim que o presidente entrou no auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, ontem, em Brasília.

"O presidente Lula é o presidente brasileiro a participar de um congresso da UNE em 71 anos de história", destacou a presidente da entidade, Lucia Stumpf, ligada ao PC do B - não há registros, no entanto, de outro presidente que tenha sido convidado além de Lula. Lula e o secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci, foram convidados a pôr a mão no gesso que ficará exposto na nova sede da UNE, no Rio. Como Lula e Dulci demoraram muito, o gelo endureceu e os dois tiveram dificuldades para tirar a mão da massa.

Nunca antes a entidade teve uma relação tão próxima com o governo federal.

Em seu discurso, de pouco mais de meia hora, Lula elogiou a independência da UNE. "A Lucia (Stumpf) fez seu discurso como se eu não estivesse aqui. E fez mais forte porque eu estava aqui. Numa relação democrática,civilizada, ninguém pode ser dependente de ninguém", disse. "Eu sou amigo de vocês e vocês meus amigos. Vocês são uma entidade com autonomia e no momento em que vocês não concordarem comigo é para dizer na minha cara 'não concordo, sou contra' e vão para rua fazer passeata. Não tem nenhum problema".

Concentrados em pedir mais investimentos na educação, defender o petróleo do pré-sal e exigir mais vagas no programa Universidade para Todos, durante as cerca de duas horas em que Lula e seus 11 ministros estiveram no centro de convenções não se ouviu os gritos de "Fora Sarney", lançados mais tarde, em frente ao Congresso. A presidente da UNE aproveitou para dizer que a entidade não compartilha dos pontos-de-vista do presidente Lula, que tem defendido o presidente do Senado, José Sarney e, recentemente, abraçou até mesmo o presidente deposto com a ajuda de estudantes universitários - os caras-pintadas -, hoje senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL).

"Nós não nos somamos a ele (Lula) na defesa de Fernando Collor nem de Sarney. Nós repudiamos o que Collor representa na história do Brasil", afirmou Lucia. "Por isso vamos convocar um grande debate para exigir uma reforma política que dê acesso ao jovem ao Congresso Nacional. Os jovens estão lá hoje são os filhos, os netos, os juniores" (das oligarquias). (Com informações da Agência Estado)

Por Helena - Os amigos da presidente Dilma - 16.07.09

----------------------------------------------------------------------------------------
Leia mais:

Estudantes e movimentos populares marcham em defesa do petróleo brasileiro

16 de jul. de 2009

UNE defende utilização pública de recursos do pré-sal

A esplanada dos ministérios foi tomada por cerca de cinco mil estudantes nesta tarde de quinta-feira que reivindicavam a destinação a políticas públicas com os recursos advindos do petróleo descoberto na camada pré-sal. O ato fez parte da abertura do 51º Congresso da UNE, o Conune, que levou a Brasília cerca de 15 mil estudantes.

Além da UNE e outras entidades de representação dos estudantes também participaram do ato diversas centrais sindicais e movimentos populares. Este é o primeiro grande ato que tem como tema o petróleo. De acordo com as lideranças, o tema está em evidência não somente por conta da descoberta de reservas petrolíferas no litoral brasileiro, mas também por causa da CPI da Petrobrás.

Em maio, a CPI foi aprovada no Senado Federal após uma manobra do PSDB, que colocou a votação para criar a comissão em um dia com plenário esvaziado, argumentandoo que faltava transparência nos contratos da estatal. O governo acusa a oposição de querer desviar a atenção da crise política e minar a empresa estatal com o objetivo de abrir portas para sua privatização.

"A CPI, para o governo Lula, pode ter o seu aspecto positivo, porque assim ele pode desmascarar os desmandos que ocorreram na Petrobrás sob o governo tucano com os marcos regulatórios. Só que, para a sociedade, é ruim, porque o Congresso vai ficar concentrado nisso e não vai dar continuidade na votação das pautas", analisa Tales de Castro, atual vice-presidente da UNE e membro do movimento Mudança, vinculado ao PT.

Os sindicalistas da área petroleira agradeceram a participação dos estudantes no ato em defesa do petróleo e da estatal. "Mostra que nossa juventude tem senso patriótico, porque ela também é responsável por esse país. Os recursos das estatais vão beneficiar esses jovens", diz Acassiano Carneiro, coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas.

Ele vê na CPI uma forma da oposição desestabilizar o governo em período pré-eleitoral, mas acredita que dessa forma pode ser desmentido os ganhos que poderiam haver com uma privatização. "Vai ser bom para desmascarar o mito da privatização", coloca Tales.

Segundo Lúcia Stumpf, presidente da UNE, com a descoberta do petróleo da camada pré-sal, haverá agora uma disputa por quem vai ficar com essa riqueza. "Temos que defender a Petrobrás para que seus recursos dejam destinados para a população, para o jovem, para o trabalhador". Ela entende que a CPI da Petrobrás veio agora para fazer essa disputa política não só por conta da descoberta das reservas, mas por conta do ano pré-eleitoral. O discurso tem sido questionado porque a Petrobrás entrou com um patrocínio de R$ 100 mil para a realização deste Conune. No entanto, Lúcia afirma que a empresa sempre patrocina os congressos e bienais da entidade e que não vê mal em uma empresa estatal patrocinar o movimento estudantil. "Este dinheiro é do povo, também é dos estudantes", defende. E afirma que "não há nenhuma influência política do governo e da empresa no direcionamento das pautas tocadas pela entidade". Racha

O PSOL, que esteve presente com seus coletivos de jovens, saiu assim que os manifestantes chegaram na frente do prédio da Petrobrás. Entre gritos da situação e da oposição da UNE, surgiu um tumulto, que foi rapidamente controlado, mas que, para os militantes do PSOL, foi o suficiente para não continuar participando da manifestação.

Apesar de Lucia ter convidado os militantes do PSOL a subirem no carro para falarem ao microfone, o partido se negou a participar. Segundo Nathalie Drumond, militante do partido, a UNE está fazendo o jogo do governo ao fazer um ato pela Petrobrás, e acusa a entidade de não defender os estudantes contra as iniciativas de precarização do ensino superior no Brasil.

(Foto: Valter Campanato/ABr)

Camila Souza Ramos, de Brasília - 16.07.09 - Revista Forum

15 de jul. de 2009

Tucanos chamavam Petrobrás de “paquiderme” para poder vendê-la

O presidente Lula, que lançava obra do PAC em Alagoas, fez ontem uma defesa veemente da Petrobras e ataques indiretos ao PSDB. Insinuou que a oposição trata a estatal com descaso e resgatou o discurso da ameaça de privatização que o PT usou na campanha de 2006, ao citar a descoberta da camada do pré-sal:
- Vamos fazer uma discussão nacional e quero ver como vão se comportar aqueles que outro dia queriam privatizar a Petrobras. Teve gente que chegou a falar: precisamos nos desfazer do último paquiderme brasileiro que é a Petrobras. Esse paquiderme agora é nosso e vamos cuidar dele com carinho, como se fosse a coisa mais inteligente do mundo. A Petrobras divulgou ontem carta de seu presidente, José Sergio Gabrielli, endereçada aos funcionários, na qual diz que ele e os demais diretores aguardam o agendamento de seus depoimentos para ir à CPI: "Nossa posição é de muita tranquilidade em relação aos temas que estão apresentados no requerimento para a constituição da CPI", afirma Gabrielli, citando suspeitas de irregularidades contra a estatal, com a contestação da empresa a cada uma delas: do valor da construção das plataformas P-52 e P-54 a indícios de superfaturamento da Refinaria Abreu e Lima e ao suposto favorecimento para ONGs e prefeituras aliadas. Fonte: O Globo.

Por Daniel Pearl - 15.07.09


Leia mais:

Em defesa da Petrobrás; novos atos públicos (17.05.09)

Os dez estragos de FHC na Petrobrás

Petrobrás - A greve de 1995, foi o ponto de partida dos planos privatistas de FHC.

14 de jul. de 2009

PETROBRÁS - PRÉ-SAL: o que os TUCANOS querem tomar na CPI? Professores, matéria interessante para sua aula. Temos que defender O PATRIMÕNIO do Brasil

É para isso que eles fizeram a CPI, os senadores virtuosos ...
É para isso que eles fizeram a CPI, os senadores virtuosos ...

Saiu na Folha (*) pág. B1:

Governo confirma estatal para o pré-sal

Por Simone Iglesias e Julian Rocha

Nova empresa vai gerenciar exploração nas áreas descobertas e dividir o óleo extraído com as ganhadoras das licitações

Marco regulatório a ser submetido ao Congresso prevê ainda criação de um fundo social com os recursos obtidos no setor de petróleo
Na proposta, há também a criação de um fundo social, sugestão de Lula, e a adoção de sistema de partilha de produção na exploração. Nesse sistema, o óleo extraído será dividido entra a futura estatal e as empresas que forem escolhidas, por meio de licitação, para desenvolver os campos.

No pré-sal, além disso, não será cobrada a participação especial (espécie de tributo) nem haverá divisão dos lucros com os Estados e os municípios -que só deverão ter acesso ao dinheiro do pré-sal por meio do fundo social a ser gerenciado pelo Ministério da Fazenda.
Segundo Lobão, o sistema de partilha valerá só para o petróleo do pré-sal e outras áreas consideradas estratégicas.

A proposta divulgada ontem acabou sendo apresentada nos moldes já previstos pelo presidente. Em agosto de 2008, logo que a comissão interministerial começou a estudar a mudança de marco regulatório, Lula pediu que os lucros do petróleo fossem usados para “eliminar a miséria”.
Por isso, a criação do fundo garantirá recursos para saúde, educação e questões sociais. E poderá ser a forma encontrada pelo governo de perpetuar o Bolsa Família. “Será um fundo trabalhista”, afirmou Lobão.”

-------------------------------------

Paulo Henrique Amorim

Agora é que vai começar a batalha de verdade da CPI da Petrobrás.

O pré-sal é a “zona do agrião”, como dizia o João Saldanha.

O pré-sal – que a Petrobrás descobriu no Governo Lula, viu Miriam ? – vai fazer do Brasil uma potência do petróleo.

Tipo Rússia, Iraque, Venezuela …

Os tucanos queriam, primeiro, que a Petrobrás ficasse inteira, sem que se criasse uma nova estatal.

Por quê ? Porque era mais fácil vender a Petrobrás inteira, do que duas Petrobrás.

O Zé Pedágio assumia a Presidência e, numa canetada, criava a Petrobrax – uma empresa inteira, única.

E vendia a Petrobrás noutra canetada.

E junto com a Petrobrax iam o pré-sal e todas as reservas estratégicas do Brasil.

Não se perdia tempo com uma nova estatal, só para cuidar do pré-sal.

E para que um “fundo trabalhista”, para acabar com a miséria ?

Nada disso, a ONG da D. Ruth resolve o problema da miséria melhor do que ninguém …

Os tucanos querem vender a Petrobrás no sistema “porteira fechada”, “turn key” – você paga e leva tudo o que está lá dentro.

Fazer o que o Zé Pedágio iria fazer – “iria”, porque nunca será Presidente: vender o Bolsa Família à WalMart, como me disse um político mineiro.

Os tucanos do Senado (como o apoio moral dos DEMOS, esses pilares da moral e da virtude na vida pública (**)) querem concluir a obra do Farol de Alexandria, que achou que tinha quebrado o monopólio da Petrobrás na exploração.

Não conseguiu: a Petrobrás ficou com a parte do leão, porque é competente …

A segunda aspiração dos tucanos é manter no pré-sal o sistema de exploração por “concessão”.

Na concessão, a União concede – dá área ao que vencer a licitação e tem uma parcela dos resultados.

É um regime de exploração em áreas de alto risco.

No pré-sal, a concessão significaria entregar um bilhete premiado a quem recebesse a concessão.

Já se sabe que lá em baixo tem óleo, e muito.

Por isso que o Governo Lula escolheu o regime de “partilha”.

E assim será, daqui em diante, em todas as áreas estratégicas.

O petróleo é da União.

E o Governo explora com um sócio.

E fica com a parte gorda do bilhete premiado.

Para combater a miséria.

Os tucanos (com o apoio sobretudo moral dos DEMOS, esses baluartes da probidade) criaram a CPI da Petrobrás.

Como tentaram impedir que Vargas criasse a Petrobrás.

Os tucanos tiveram apoio decisivo do PiG (***).

Da mesma forma, Assis Chateaubriand, O Globo, Roberto Campos, a UDN, o Estadão – todos eles militaram fervorosamente na campanha para entregar o petróleo brasileiro aos estrangeiros.

Na época, diziam: o Brasil não tem petróleo.

Deixa a Esso explorar.

Hoje, dizem.

O Brasil tem muito petróleo.

Deixa a Exxon explorar.

Essa é uma batalha antiga.

A CPI da Petrobrás é para derrubar o Presidente Lula.

Para desconstruir a Petrobrás.

Para tomar o pré-sal.

Para vender o pré-sal aos que contratam as palestras do Farol e pagam US$ 50 mil (mais o aluguel do jatinho).

Leia também:

Oposição não pega nem resfriado na CPI da Petrobrás

Mercadante: PSDB quis CPI quando Lula resolveu mudar regime do pré-sal

(*) Folha é aquele jornal da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

(**) Os DEMOS preservam a castidade especialmente quando ocupam a Secretaria Geral do Senado.

(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

Fonte: Conversa Afiada - 14.07.09

Carta da Petrobrás à CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito

Clique na imagem ao lado para ler a íntegra da carta enviada pela Petrobras ao relator da Comissão Parlamentar de Inquérito.

















Carta do presidente da Petrobrás aos petroleiros

O blog da Petrobras compartilha com seus leitores a carta enviada pelo presidente José Sérgio Gabrielli a toda a força de trabalho da Companhia.

Gostaria de informar a todos os nossos colegas do Sistema Petrobras que foi instalada nesta tarde de terça-feira (14/07) a Comissão Parlamentar de Inquérito, no Senado Federal, para apurar os fatos relacionados com o requerimento nº 569 de 2009 referentes à Petrobras e ANP. O senador João Pedro (PT/AM) e o senador Marcelo Crivella (PL/RJ) foram eleitos como presidente e vice e o senador Romero Jucá (PMDB/RR) foi escolhido como relator. (mais…)