18 de nov. de 2012
Políticas de austeridade não são a melhor resposta para enfrentar a crise, afirma Dilma
8 de jul. de 2012
Sopão - Pelo direito de ajudar
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| Protesto Pró-Sopão em SP. Foto: Fora do Eixo/Flickr |
4 de jun. de 2012
O dedo do Lula
17 de mai. de 2012
Eric Hobsbawn: Ninguém fez tanto pelos pobres...
Em junho ele completa 92 anos. Lúcido e ativo, o historiador que escreveu "Rebeldes Primitivos", "A Era da Revolução" e a "História do Século XX", entre outros livros, aceitou falar de sua própria vida, da crise de 30, do fascismo e do antifascismo e da crise atual. Segundo ele, uma crise da economia do fundamentalismo de mercado é o que a queda do Muro de Berlim foi para a lógica soviética do socialismo.
20 de abr. de 2012
Lula recebe Márcio Pochmann e Edinho Silva
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| Lula com Márcio Pochmann (*), pré-candidato a Prefeito pelo PT em São Paulo |
O encontro durou cerca de uma hora e aconteceu na sede do Instituto Lula, em São Paulo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou na tarde da quinta-feira (19) com o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pré-candidato do PT à prefeitura de Campinas Márcio Pochmann e com o presidente do PT de São Paulo, o deputado estadual Edinho Silva.
31 de out. de 2010
“Quem cuida dos pobres em São Paulo é o governo federal”, disse Dilma
Dilma mostrou que é a mais preparada para governar. “Quem cuida dos pobres em São Paulo é o governo federal”.
Com propostas claras e sinceras, Dilma Rousseff teve um desempenho vitorioso no último debate das eleições realizado ontem pela TV Globo. Aos 80 eleitores indecisos selecionados pela emissora, ela demonstrou que está verdadeiramente preocupada com as demandas do país e tem as melhores propostas para fazer o Brasil continuar crescendo e distribuindo renda.Em todos os 12 temas abordados pelos eleitores, Dilma apontou soluções, diferentemente do adversário tucano, José Serra, que por vezes enrolou e não respondeu aos eleitores, atitude típica adotada por políticos antigos quando não têm propostas.Em relação a área social, por exemplo, Serra não tinha nada para apresentar. Ao responder o questionamento do eleitor Pedro Belém, 31, ele não disse qual sua proposta para fazer com que os programas sociais ajudem as pessoas a recuperarem sua cidadania.Erradicação de miséria
Dilma foi direta e lembrou que o ponto fraco dos tucanos é cuidar de que mais necessita. “Quem cuida dos pobres em São Paulo é o governo federal. São Paulo tem 1,4 milhão de famílias que precisam do Bolsa Família. Atendemos apenas 1,1 milhão. E essas 300 mil não atendemos porque o município e o estado não fazem cadastro”, disse.Ela acrescentou que o governo federal agiu também para aumentar a geração de empregos, abrindo espaço para aqueles que antes nem tinham três refeições diárias no mercado de trabalho.Saúde
Sempre sincera, Dilma disse que reconhece a dificuldade no atendimento de saúde no Brasil e novamente, sem enrolar, afirmou que aumentará o volume de investimentos no setor e completará o Sistema Único de Saúde (SUS) com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e as policlínicas para atender as especialidades médicas.Com isso, as filas nos hospitais ficarão menores. Ela também salientou sua proposta de criar a Rede Cegonha, um serviço de saúde para cuidar especialmente das gestantes e das crianças até um ano de idade.Economia
Na área econômica, a petista defendeu com garra sua ideia de zerar os impostos sobre investimentos, reduzir o volume de tributos cobrados sobre a folha de pagamento, facilitando as contratações formais, e a redução de impostos para serviços de massa como transporte e energia elétrica.Ela também foi muito contundente ao se comprometer com a redução do desmatamento, da emissão de gases tóxicos na atmosfera e o reforço na fiscalização das áreas de proteção ambiental, dando mais capacidade ao Ibama. “Nós temos que dar alternativa de vida para os mais de 20 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia”, disse.Debate
Ao final do debate, Dilma concedeu deu uma breve declaração à imprensa e elogiou o formato do debate por permitir o contato direto dos candidatos com os eleitores indecisos. Pouco antes, ainda nos estúdios da TV Globo, a candidata foi muito assediada pelos eleitores convidados pela emissora para tirar fotos e distribuir autógrafos.“Eu achei o debate, nesse formato, muito interessante porque os problemas que nós debatemos saem da vida real vivida pelas pessoas. Então, as discussões e os temas, por exemplo, saúde, educação, e impostos, encorpam, ganham carne osso e sentimentos. E eu acho que isso é muito importante porque um presidente da República tem que tratar da vida real e concreta das pessoas e não de números ou entidades abstratas que não dizem respeito ao cotidiano”, analisou.Fonte: blog oficial da Dilma
3 de ago. de 2010
NÃO SOU EU QUE DIGO!
Com isenção de ânimo e sem paixões políticas, é bom conhecer os indicadores sociais e econômicos publicados pelo Jornal “The Economist”, comparando os Governos FHC e Lula. A diferença é muito grande... É importante, lembrar!
LEIAM O QUE FOI PUBLICADO NO JORNAL "THE ECONOMIST"
| The Economist publicou!
| Nos tempos de FHC | Nos tempos de LULA | ||
| Risco Brasil | 2.700 pontos | 200 pontos | ||
| Salário Mínimo | 78 dólares | 210 dólares | ||
| Dólar | Rs$ 3,00 | Rs$ 1,78 | ||
| Dívida FMI | Não mexeu | Pagou | ||
| Indústria naval | Não mexeu | Reconstruiu | ||
| Universidades Federais Novas | Nenhuma | 10 | ||
| Extensões Universitárias | Nenhuma | 45 | ||
| Escolas Técnicas | Nenhuma | 214 | ||
| Valores e Reservas do Tesouro Nacional | 185 Bilhões de Dólares Negativos | 160 Bilhões de Dólares Positivos | ||
| Créditos para o povo/PIB | 14% | 34% | ||
| Estradas de Ferro | Nenhuma | 3 em andamento | ||
| Estradas Rodoviárias | 90% danificadas | 70% recuperadas | ||
| Industria Automobilística | Em baixa, 20% | Em alta, 30% | ||
| Crises internacionais | 4, arrasando o país | Nenhuma, pelas reservas acumuladas. | ||
| Cambio | Fixo, estourando o Tesouro Nacional. | Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central | ||
| Taxas de Juros SELIC | 27% | 11% | ||
| Mobilidade Social | 2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza | 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza | ||
| Empregos | 780 mil | 11 milhões | ||
| Investimentos em infraestrutura | Nenhum | 504 Bilhões de reais previstos até 2010 | ||
| Mercado internacional | Brasil sem crédito | Brasil reconhecido como investimento grande |
Vais repassar este e-mail também, né?
- Que este e-mail circule pelo Brasil inteiro.
- ESSE TEXTO DEVE-SE TRANSFORMAR NA MAIOR CORRENTE QUE A INTERNET JÁ VIU!!!
ACORDA BRASIL!
PSDB OUTRA VEZ NÃO, PELO AMOR DE DEUS!
Alckmin outra vez não.
Por Enéas
9 de jul. de 2010
Um Brasil sem analfabetos

11 de jun. de 2010
Lula em Fortaleza: “Quero que vocês tenham a oportunidade que eu não tive”

Cerca de 10 mil alunos do programa participaram do evento. No Ceará, mais de 25 mil jovens estão matriculados no ProJovem Urbano, destes 13 mil só na capital, governada pela prefeita petista, Luizianne Lins.
O discurso do presidente foi antecedido pelas histórias de Antonio Fábio da Silva e de Maria Eliane de Oliveira. Segundo filho de uma família de sete crianças, Antonio Fabio nasceu em Quixeramobim, município situado a 211 quilômetros de Fortaleza, no interior do Ceará. O pai abandonou a família quando ele ainda era pequeno e sua mãe teve que lutar muito para garantir o sustento da família.
“Ela teve que batalhar muito para colocar a comida na mesa. É por este motivo que estou aqui para mostrar para ela que o seu esforço não foi em vão. O filho dela vai vencer na vida”, disse ele, que considera o ProJovem a oportunidade que precisava para conseguir um emprego melhor e dar qualidade de vida à sua mãe, aos irmãos e ao filho que em breve nascerá. “Se a gente quiser, a gente consegue.”
Já a história de Maria Eliane abriu o discurso do presidente Lula. Ela tem 27 anos e é mãe de quatro filhos. Parou de estudar na quinta série quando engravidou pela primeira vez, deixando a escola em segundo plano para poder cuidar do bebê e da casa. Os anos se passaram, outros filhos vieram e o retorno à escola era sempre adiado, afirmou o presidente. Quando seu marido morreu, há sete meses, começou a trabalhar como diarista para sustentar os filhos. No mês passado, após 10 anos longe de uma sala de aula, Eliane voltou a estudar, graças ao ProJovem Urbano.
Depois de ouvir os dois jovens Lula disse: “vocês do ProJovem quando tiverem dúvida se devem estudar ou não, lembrem que este País tem um presidente que nasceu numa cidade do Nordeste, Garanhuns, é de família pobre, que veio conhecer pão aos sete anos de idade. Este presidente, que não tem diploma universitário, estudou até a quarta série e fez curso do Senai, este presidente não desistiu nunca, jamais na adversidade”.
Lula prosseguiu: “quero que vocês tenham a oportunidade que eu não tive e quero que tenham a oportunidade que eu quero para os meus filhos”
ProJovem Urbano
Com duração de 18 meses, o Projovem Urbano destina-se a jovens de 18 a 29 anos que sabem ler e escrever, mas que não concluíram o ensino fundamental, e combina a iniciação profissional, práticas de cidadania e inclusão digital com a formação escolar. O aluno também recebe um auxílio mensal de R$ 100,00, que é pago mediante a entrega dos trabalhos escolares e frequência de 75% às aulas.
A iniciativa é uma das quatro modalidades do Projovem Integrado, que foi lançado em 2007, e atua também com o ProJovem Adolescente, ProJovem Campo e ProJovem Trabalhador. Desde o início do Programa até o final de 2010, as quatro modalidades devem atender, juntas, pelo menos 1,5 milhão de jovens.
Do Site Thiago Fernandes - 09.06.2010
10 de jun. de 2010
Lula desafia adversários a comparar administrações
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desafiou hoje seus adversários a comparar os dois mandatos de sua administração com as gestões passadas. Em Natal, o presidente disse que quando os oposicionistas estiverem fazendo críticas, precisam trazer a lista das "grandes obras" feitas nas gestões passadas.
"Fizemos em 8 anos o que não fizeram em 30, 40 ou 50 anos. O País era governado para 35 milhões de brasileiros e não fizeram o que era para fazer", disse o presidente.
Lula afirmou que o seu governo trouxe ganhos não apenas para empresários, mas também para os pobres. "Vão ter que entender que governar o País é olhar também para parte pobre do País. Podem perguntar aos grandes empresários e grandes banqueiros, eles nunca ganharam tanto quanto no meu governo. O pobre ganhou o direito a cidadania, o direito de estudar", concluiu.
O presidente disse que tem orgulho em dizer que um torneiro mecânico foi quem mais criou universidades e escolas técnicas no País.
Por Gilvan Freitas - 09.06.2010
30 de mai. de 2010
Serra, desagregador, quer achar inimigo externo?

Por Rodrigo Vianna
A idéia de um mercado comum do Cone Sul (reunindo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai; e depois atraindo Bolívia como membro-associado, e Venezuela como candidata a membro-pleno) surgiu ainda no governo Sarney.
Collor, Itamar, FHC e Lula mantiveram a política de agregar e fortalecer o bloco.
No governo Lula, especialmente, a política de unir os países sul-americanos ganhou novos contornos, deixando de lado "apenas" o foco econômico (que estava na base do MERCOSUL), para desembocar na UNASUL (uma união mais ampla, política, e que tem a pretensão, até, de unificar os sistemas de Defesa de todos os países da América do Sul).
Faço questão de ressaltar que, mesmo durante os governos Collor e FHC (que tinham ligações mais estreitas com os modelos fabricados no Norte), ninguém ousou dinamitar o esforço de unificação dos países sul-americanos.
Trata-se de um processo fundamental para o Brasil: uma política de Estado, não de governo. Um MERCOSUL (em primeiro lugar) e uma UNASUL mais fortes significam um Brasil com mais peso internacional.
Pois bem. Serra ameaça jogar por terra todo esse esforço. O candidato tucano, nesse início de campanha, já ousou atacar o MERCOSUL (numa desastrada fala para empresários), e agora ataca frontalmente a Bolívia - um país irmão.
Serra, como se sabe, é um desagregador. O Alkcmin e o Aécio que o digam... Mas eu não imaginava que ele iria tão longe.
Serra mostra o que seria sua politica externa: desagregação, desmanche de todo o esforço feito para construir a unidade da América do Sul.
O candidato tucano diz - de forma desrespeitosa - que a Bolívia é a responsável pela cocaína consumida no Brasil. Diz que para "proteger" os jovens brasileiros é preciso pressionar a Bolívia a combater a produção de cocaína.
Pressionar, como? Ele quer mandar tropas brasieliras para a Bolívia, como os EUA fazem com a Colômbia? Serra tem um "Plano Bolívia" no bolso?
Diante da reação boliviana, o tucano faz graça (ele, de fato, se acha engraçado) e diz que as falas dos bolivianos "não valem uma nota de três" - http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4455870-EI15315,00-Em+PE+Serra+diz+que+reacao+da+Bolivia+nao+vale+nota+de+R.html
Na verdade, trata-se de desespero puro. É a velha história: quando o sujeito se sente fraco, busca um inimigo externo. A Bolívia é uma espécie de Ilhas Malvinas de Serra!
Serra precisa gerar fatos novos. Ele cai nas pesquisas, e Dilma sobe. Os estrategistas já perceberam que insistir no caminho de elogiar Lula e evitar o choque é suicídio. Pesquisas devem ter mostrado que o eleitor considera Lula muito "bonzinho" no trato com Evo (e também com Lugo, no Paraguai).
Diante disso, Serra não hesita. Se for preciso dinamitar o MERCOSUL e a UNASUL para chegar à presidência, ele o fará.
Seria um atraso gigantesco para nosso Continente. Como já mostrou Bernardo Joffily, em texto publicado aqui.
3 de abr. de 2010
Lula no encerramento do CONAE "a democracia deve ser ampliada e aprofundada com participação popular, porque a oposição acha que democracia é um pacto de silêncio ..."
Aos gritos de “Lula, guerreiro do povo brasileiro”, os três mil participantes da 1ª Conferência Nacional da Educação (Conae) receberam, de pé, o Presidente Lula que chegou por volta de meio-dia, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, nesta quinta-feira (1º), para o encerramento do evento. A plenária, que votava o documento final com quase 300 parágrafos, foi suspensa para receber o Presidente.
O presidente retribuiu a calorosa recepção, dizendo que a sociedade civil é responsável pelas mudanças ocorridas no Brasil nos últimos anos. E manifestou alegria de ver a sociedade comprometida com o debate sobre a educação. Lula disse que leria o seu discurso para evitar multas, referindo-se ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o multou por propaganda eleitoral antecipada.
20 de fev. de 2010
“O Estado terá, inexoravelmente, de reforçar seu segmento executor”, disse Dilma, antes do lançamento de sua Candidatura a Presidente do Brasil em 2010, marcado para dia 20.02, hoje, às 10h.
Livro mostra que, se Dilma vencer as eleições, Estado será fortalecido








