Mostrando postagens com marcador Presidenta Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Presidenta Dilma. Mostrar todas as postagens

2 de dez. de 2012

O desequilíbrio ao Governo Dilma e à imagem do Lula, e os interesses internacionais.

Dilma e Lula ascenderam mais de 32 milhões de brasileiros da extrema pobreza para a classe média, a direita não está satisfeita. Imagem: Ag/Br


Sempre acreditei que a direita e a própria base aliada, dos governos Lula e Dilma, tentaram desgastar o governo Petista unindo forças aos interesses internacionais, para quê? Voltar aos tempos de FHC, continuar a exploração capital e trabalhista, continuidade da desigualdade social, voltar a ser um país endividado e enfraquecido. Contudo, a direita desequilibra o governo federal.  O Eduardo Guimarães cita muito bem no texto abaixo que a "base aliada ao governo Dilma atua ora como governista, ora como oposicionista".

30 de jun. de 2012

Na Cúpula do Mercosul, Dilma reafirma compromisso do bloco com a democracia

Presidenta Dilma Rousseff durante ato de transmissão da presidência pro tempore do Mercosul, em Mendoza, na Argentina. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (29), em Mendoza, na Argentina, ao assumir a presidência pro tempore do Mercosul, que entre os esforços de sua gestão à frente do bloco estará o de assegurar que, após o impeachment do presidente Fernando Lugo na semana passada, as próximas eleições no Paraguai sejam democráticas, livres e justas. A Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul decidiu nesta sexta-feira suspender o Paraguai até abril de 2013, quando ocorrem as eleições presidenciais naquele país.


13 de jun. de 2012

A ameaça das “cruzadas morais” nas eleições de São Paulo

Ativistas exigem igualdade de direitos e rechaçam investidas moralistas no debate, como ocorreu na última eleição presidencial

Por André Rossi - SPressoSP

Movimento LGBT rechaça influência das igrejas na agenda política das próximas eleições de São Paulo
Nas últimas eleições presidenciais – mais precisamente no segundo turno –, as alas conservadoras de igrejas evangélicas e da igreja católica conseguiram pautar boa parte do debate político, buscando resumir a disputa a questões morais. Alguns episódios ainda estão na memória do eleitorado, como a participação do pastor evangélico Silas Malafaia no programa eleitoral de José Serra (PSDB) na TV e a distribuição de panfletos anti-Dilma feita sob encomenda do bispo de Guarulhos, dom Luiz Gonzaga Bergonzini. Como um dos protagonistas da campanha de 2010, José Serra, será candidato a prefeito, fica a pergunta: os temas morais irão pautar também as eleições municipais de São Paulo?

Segundo o sociólogo Rudá Ricci, a estratégia dos setores conservadores de São Paulo nas eleições municipais vai certamente explorar a questão da homossexualidade. “Esses setores seguem trabalhando em São Paulo para identificar nos gays e lésbicas uma espécie de alvo preferencial para concretizar sua pauta conservadora. Na linguagem deles, os homossexuais são abomináveis, anti-naturais e não são a cara da cidade”, acredita. “Vai haver uma polarização do debate. É mais fácil para os setores tradicionais pegarem o grupo LGBT como alvo, pode ocorrer como nas eleições de 2010, quando assistimos a uma verdadeira cruzada moral”, completa.

Continue lendo aqui

13 de mai. de 2012

Dilma é a 2ª mãe mais poderosa do mundo

Presidenta brasileira ficou à frente de Michelle Obama, Cristina Kirchner e até da cantora Beyonce.


A presidente Dilma Rousseff foi eleita pela revista Forbes a segunda mãe mais poderosa do mundo, apenas atrás da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton.

27 de dez. de 2011

Brasil passa Reino Unido e inicia 2012 com 6º PIB e piso de R$ 622

Troca de posição é notícia na imprensa britânica. Motivo é a crise de 2008 e sua segunda fase em 2011, da qual os britânicos ainda sentem efeitos e Brasil supera. Em pronunciamento de fim de ano, Dilma disse que "no ano em que grandes potências mundiais estão tendo crescimento negativo, ou igual a zero, nós vamos ter um bom crescimento". Decreto reajusta salário mínimo para R$ 622 a partir de janeiro.

26 de jun. de 2011

Graziano da Silva é eleito diretor-geral da FAO

Presidenta Dilma Rousseff e o candidato brasileiro eleito diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva. A eleição aconteceu neste domingo (26/6), em Roma, Itália. Foto: Roberto Stuckert Filho

O ex-ministro José Graziano da Silva foi eleito para o cargo de diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Graziano ganhou a disputa na segunda rodada com 92 votos contra 88 do candidato espanhol Miguel Ángel Moratinos. O candidato brasileiro recebeu apoio dos países africanos e reforçou o sucesso do Brasil no combate à fome e à exclusão social. No primeiro discurso, ele destacou a importância do Brasil no cenário internacional, em especial, como potência agrícola, e agradeceu também o apoio da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula.

15 de jun. de 2011

Serra e suas críticas vazias

O presidente do recém-criado conselho político do PSDB, José Serra, fez críticas em seu blog às mudanças promovidas pela presidenta Dilma Rousseff nos ministérios da Casa Civil, Pesca e Relações Institucionais. Na avaliação do candidato derrotado à presidência da República, as alterações ministeriais dificilmente trarão efeitos positivos para o mandato da presidenta.

"Nesse processo, a presidente desgrudou-se precocemente do seu antecessor”, afirmou. Exatamente ele, que antes criticava a proximidade ou dependência da presidenta a Lula.

O rol das críticas segue. Para o titular do conselho dos tucanos, a presidenta “arranhou a bancada do seu partido na Câmara; tornou-se mais dependente do seu aliado principal, o PMDB; e trouxe para suas mãos a tarefa de negociar projetos e nomeações com o Congresso e os partidos, com vistas a revitalizar o processo de loteamento político herdado do governo anterior".

Perdeu a eleição duas vezes

Serra disse também que até agora a atual gestão "não mostrou capacidade para estabelecer objetivos verdadeiros, antecipar-se aos problemas, planejar, fazer acontecer além da comunicação e da publicidade". Pois bem. Eu digo que é Serra quem “não mostrou capacidade para estabelecer objetivos verdadeiros, antecipar-se aos problemas, planejar, fazer acontecer além da comunicação e da publicidade”.

Foi por essas e por outras que ele perdeu as eleições pela segunda vez. E perderá pela terceira, se os tucanos cometerem o erro de indicá-lo mais uma vez. Sobre PMDB, de fato, esse é um quesito sobre o qual ele entende muito, já que se aliou ao ex-governador Orestes Quércia e ao partido quando governou São Paulo entre 2007-2009.

Sobre a bancada de partidos, Serra não entende nada. Foi ele quem dividiu a do PSDB durante todo tempo que foi governador e continua dividindo seus integrantes entre Serristas e Aecistas. Aliás, sobre loteamento político, mais uma das críticas de Serra ao governo atual, é bom dizer que ele é um expert no assunto. Inclusive, quando o tema é nomear políticos derrotados - até de outros Estados - para cargos de confiança em São Paulo, tanto na administração da cidade, quando na do Estado. Essa expertise se estende a ele, a seu pupilo Gilberto Kassab e a seu companheiro de partido Geraldo Alckmin.

Doce ilusão

Por fim, em relação às suas críticas à presidenta Dilma Rousseff assumir a articulação política... Azar do PSDB, que esperava o contrário. Doce ilusão! Serra e seu partido não conhecem a presidenta.

Foto: Wilson Dias/ ABr

Do Blog do Zé Dirceu - 14.06.2011 

8 de jun. de 2011

Para ativistas, Casa Civil terá perfil de conciliação com uma mulher no cargo

A nova-ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman oferecerá perfil conciliador à pasta, dizem ativistas (Foto: Renato Araújo/Abr)

São Paulo - No segundo cargo mais importante do Executivo federal, Gleisi Hoffman, que assumiu nesta quarta-feira (8) a chefia da Casa Civil, deve garantir um perfil conciliatório ao ministério. Para ativistas de movimentos feministas, por ser mulher, ela tem ainda mais aguçada essa característica de articulação, de ouvir e de combinar interesses, qualidades indispensáveis em um ministro de Estado.

Rachel Moreno, do Observatório da Mulher, destaca o poder de articulação e sabedoria que a Casa Civil demanda de quem a comanda. "Ela (Gleisi) tem um início parecido com o de Dilma em termos de perfil técnico, de uma boa administração. É o segundo cargo mais importante do governo, então além de tomar conhecimento e ter controle de todos os programas do governo que estão sendo executados, ela terá que, eventualmente, fazer um trabalho de costura entre políticos e lideranças. E aí entra o perfil feminino", pontua Moreno.

Para Jacira de Melo, diretora do Instituto Patrícia Galvão, Gleisi Hoffmann tem uma trajetória que alia conhecimento e experiência em gestão, que forma, com Dilma, a dupla mais importante do governo. "Vale ressaltar a visão política e a sensibilidade da nova ministra com relação aos direitos das mulheres", destacou Jacira.

A senadora  Marta Suplicy escreveu em seu Twitter que lamenta a saída de Antonio Palocci, mas, ao mesmo tempo, comemora que sua substituta seja uma senadora "competente e amiga" como Gleisi.

A ministra-chefe da Casa Civil torna-se a décima mulher a ocupar uma cadeira na Esplanada dos Ministérios. Ela estará entre 26 ministros homens, entre os quais seu marido Paulo Bernardo, titular  das Comunicações.

Da Rede Brasil Atual - 08.06.2011

4 de jun. de 2011

Nem putas, nem santas: livres


Por Bruna Provazi - 04.06.2011

Mal terminou o maio de 2011, com sua sequência de sábados de protestos nas ruas de São Paulo (leia-se: Churrascão da Gente Diferenciada, Marcha da Maconha e Marcha da Liberdade), o final de semana que abriu o mês de junho veio carregado de indícios de que o coro d@s ciberativistas descontentes prossegue.
A Marcha das Vadias pode ter reunido menos gente do que as manifestações anteriores, até porque, como sabemos, a questão das mulheres é um tema que mobiliza menos a atenção da sociedade brasileira. Não fosse isso, talvez já tivéssemos avançado em muitas reivindicações lááá da segunda onda do feminismo pelas quais ainda lutamos, tais como a legalização do aborto. Outro motivo é que é legal e descolado defender pautas mais amplas, como a liberdade de expressão (de quem mesmo?), difícil mesmo é descer do muro quando o assunto é feminismo.
Ainda assim, centenas de pessoas (não sou boa com números, mas, se a polícia conta 300, certamente podemos jogar esse número aí bem pra cima), saíram de suas casas nesse gelado sábado de outono/inverno pra fazer algo mais que desfilar de lingerie pela Paulista – como temíamos que pudesse acontecer. Às duas da tarde, horário marcado no Facebook, havia mais fotógrafos e jornalistas do que as vadias propriamente ditas. Em pouco tempo, já éramos maioria.

 

Nós da Fuzarca Feminista, que é o núcleo jovem da Marcha Mundial das Mulheres, havíamos preparado nossa própria intervenção. Levamos cartazes, panfletos, batuques, palavras de ordem e muitas ideias pra testar na prática. E não fomos as únicas. Foi uma surpresa muito boa encontrar várias outras jovens que compartilhavam das mesmas indignações. Surgiram as Blogueiras Feministas. Surgiram as Pedalinas. Surgiram nossos apoiadores do sexo masculino – que nunca antes na história das manifestações na Paulista foram tão educados e solidários: até pra pegar panfleto pediam licença, gente. Até os policiais pareciam querer colaborar (quem tem medo das feministas más?).
Diversas pessoas, organizadas de forma independente ou coletiva, deixaram os computadores de stand by por um momento pra dar suas tuitadas na rua. A trilha sonora foi uma mashup feminista entre a batucada da Fuzarca e a discotecagem riot da Elisa pelo megafone. E tudo terminou da forma mais massa que poderia. No país em que duas mulheres são espancadas a cada 5 minutos, a marcha contra a culpabilização da vítima pelo crime de estupro se transformou em uma ampla manifestação contra a violência sexista.
Marchamos pelo direito de sermos “feias”, se ser “bonita” significa se encaixar num modelo de beleza ditado exclusivamente pelo desejo masculino e pelos lucros do mercado.
Não somos estupradas porque vestimos saias, andamos sozinhas à noite ou bebemos um pouco a mais. Não ganhamos menores salários e somos minoria em determinadas profissões e em cargos de poder devido a nossas “características naturais distintas”. Tampouco amamentamos em público para o deleite de nossos incautos observadores.
A violência sexista é essa cometida pelos homens contra nós, mulheres, simplesmente por sermos mulheres. As situações de violência são demonstrações de poder e, geralmente, são justificadas por argumentos relacionados ao que deveria ser o jeito certo de nos portarmos. Estupro é questão de poder, não de sexo.
Porque não se trata apenas de “importar” as Slutwalks, é preciso ressignificá-las, contextualizá-las. E que contextualização melhor do que atacar o símbolo contemporâneo do CQCismo e do mau gosto na TV Brasileira? Bombardeamos o QG, ou o “muquifo” – como disse a Vange – dos CQCistas Rafael Bastos e Danilo Gentilli.
Quando perceberam nossa movimentação em direção ao recinto, abaixaram as portas às pressas (quem tem medo das feministas más?). Com o megafone aberto, condenamos a violência contra a mulher e as declarações fascistas dos donos do muquifo. Nem nosso dinheiro, nem nossa audiência: pedimos o boicote. A trilha nesse momento ficou por conta da própria multidão organizada: “Abaixo o CQC!” / “Marcelo Tas, me processa!” / “Mamaço!”.
De repente, todos cartazes foram colados na porta do Comedians, na Augusta. Certamente, foi mais fácil arrancá-los do que pintar a calçada de preto na semana passada, depois que surgiram os stencils “Estupra-se mulheres feias aqui”. Mas as marcas que deixamos foram muito maiores. O CQC não apareceu pra fazer piadinha (quem tem medo das feministas más?). Danilo Gentilli ficou entrincheirado lá dentro até deixarmos o lugar. Quando não havia mais feministas más do lado de fora, finalmente deu as caras e disparou algumas cuspidelas pros jornalistas de plantão.


Poucas horas depois, a internet já estava cheia de nossos cartazes, nossas frases e nossa artilharia visual. Quando cheguei em casa, depois da comemoração, a hash tag (#MarchadasVadias) ainda estava lá no topo. Nas notícias, figuravam sem rodeios as palavras “machismo”, “violência contra a mulher” e “sexismo”. Em sete caracteres: sucesso.
O fato é que quem criou o evento no Facebook era o que menos importava ontem: a Marcha das Vadias aconteceria de qualquer forma, em um sábado ou em outro. Havia (há) muita coisa entalada, e a Slutwalk foi uma grande oportunidade de juntar muita gente que queria exteriorizar tudo isso.
Que as pessoas percam o medo da palavra feminismo. Que o movimento não se perca. Que nosso desejo de mudança continue nos reunindo no ciberespaço para articular ações fora dele. Nós continuamos em marcha e – vocês sabem, né… – é até que todas sejamos livres.

27 de mai. de 2011

Tag #ConfioemDilma agita twitter

#ConfioemDilma
Por Kátia Figueira (twitter @Katytasv) -  Mulher Ativista - 26.05.2011 

Os inúmeros ataques ao Governo Dilma, partindo do Pig e de uma ala de ativistas nervosos com a votação da emenda #164 do código florestal,  pela noticia que foi publicada na imprensa de que Dilma havia rejeitado o kit anti-homofobia e também o caso Palloci, mostraram o quanto o Governo Dilma precisa de apoio.

Até mesmo pessoas que sempre foram favoráveis ao Governo Dilma, entraram na onda dos ataques, e não mediram palavras para pressionar a presidente Dilma.
 Em vista disso, eu (@katytasv) e Márcia Brasil (@serbrasileira), durante uma conversa no skype, decidimos
 reforçar o apoio a Presidente Dilma, e a confiança depositada pelos brasileiros em seu Governo e criamos a tag #ConfioemDilma durante a madrugada da última quinta.



E o resultado, foi melhor do que se esperava, imediatamente diversos tuiteiros, se uniram a nós  e mantiveram durante o dia todo, a tag no topo dos TTbr.







Leia mais 

Época supera Veja em imundície e quer matar Dilma

Desinformação e desrespeito na mídia brasileira 

Câmara aprova Código Florestal; PT mantém luta para garantir equilíbrio (veja abaixo a lista de todos os votos dos deputados)

Para quem não entendeu nada ...

 

 

6 de jan. de 2011