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4 de mai. de 2014

Aécio aparece primeiro na cartela do Sensus


Senador Aécio Neves, pré-candidato pelo PSDB.

"A pesquisa Sensus divulgada neste sábado deu o que falar. Se não pelos seus números, ao menos pelos seus métodos. O instituto, que vinha trabalhando para o PSDB até pouco tempo atrás, foi criativo ao apresentar as perguntas aos eleitores.

4 de set. de 2012

Papel das redes sociais na superação da pobreza é tema de livro de pesquisador brasileiro lançado no Reino Unido

Redes sociais ajudam a superar segregação social

As redes sociais podem reduzir a pobreza? Se você acha que não, é melhor rever seus conceitos. O pesquisador Eduardo Cesar Leão Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) mostra em sua tese de livre docência – que será publicada em formato de livro sob o título “Opportunities and Deprivation in the Urban South” no Reino Unido – dedicou-se a provar o contrário.

23 de ago. de 2011

Blogs são fonte de informação para 28% dos brasileiros, diz pesquisa

Pesquisa CNT/Sensus sobre popularidade do governo apura pela primeira vez o peso da blogosfera como fonte de informação. Dos entrevistados, 16% dizem recorrer a blogs de notícias "sempre" e 12%, "às vezes". "Números são muito expressivos", diz analista. Quase 20% da população pretende ter acesso à internet em até 12 meses.

Os blogs de notícias são uma fonte de informação permanente para 16% dos brasileiros, cerca de 21 milhões dos 135 milhões de eleitores que estavam aptos a votar na eleição do ano passado. Outros 12% da população recorrem à blogosfera “às vezes”, o equivalente a 16 milhões de eleitores.

Os dados fazem parte de uma pesquisa periódica sobre a popularidade do governo feita pelo instituto Sensus a pedido da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A mais recente edição foi divulgada na última terça-feira (16/08). Foi a primeira vez que o levantamento tentou descobrir os hábitos dos brasileiros na internet.

“A blogosfera tem sido crescentemente uma fonte de informação. Vinte milhões de eleitores usando a internet para se informar sempre é muita coisa”, disse à Carta Maior o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. “Eu, por exemplo, aposentei o jornal escrito.”

A pesquisa buscou apurar também a penetração das três redes sociais mais populares no Brasil, as quais funcionam de alguma forma como fonte de informações ou meio de fazê-las circularem. Entre os entrevistados, 27% declararam que têm Orkut, 15%, que têm Facebook e 8%, Twitter.

Para Ricardo Guedes, de maneira geral, os números revelam uma penetração “muito expressiva” das redes sociais.

A CNT informou, por meio da assessoria de imprensa, que a inserção deste tipo de assunto na pesquisa não teve nenhuma razão especial. Segundo Ricardo Guedes, é importante ter a dimensão do peso da blogosfera e das redes sociais porque elas cada vez mais ajudam a formar a opinião das pessoas e dos eleitores.

De acordo com a pesquisa, 25% dos brasileiros (33 milhões de eleitores) dizem usar a internet “diariamente”, enquanto 10% utilizam “alguns dias por semana”. Há ainda 19% que disseram que não tem internet nem em casa, nem no trabalho, mas que pretendem ter nos próximos 12 meses. 

Fonte: Carta Maior

3 de mar. de 2011

Professor Nicolelis e o desafio inovador para a Ciência

Miguel Nicolelis*

O NaMaria News reproduz a matéria de Conceição Lemes, do Viomundo, sobre os novos planos do Professor Miguel Nicolelis, lançados hoje em reunião com o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante - em Natal (RN).


NICOLELIS E A COMISSÃO DA CIÊNCIA BRASILEIRA
- Estratégias para o futuro -

O Viomundo é testemunha: ao pensar o futuro da ciência no Brasil, boa parte dos pesquisadores brasileiros volta os olhos, automaticamente, sem pestanejar, para Estados Unidos, Europa e Ásia. Miguel Nicolelis, um dos mais respeitados neurocientistas do mundo, mira em outro alvo.

Professor e pesquisador na Universidade Duke, *Nicolelis é apaixonado pelo Brasil e nosso povo. Membro das academias Brasileira, Francesa e do Vaticano de Ciências e ganhador de 38 prêmios internacionais, entre os quais dois dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, ele vive na "ponte aérea" Durham, Carolina do Norte – Macaíba, Rio Grande do Norte, onde implantou o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lilly Safra (IINN-ELS).

É uma infatigável usina de propostas inovadoras, que funciona a mil por hora.

Tanto que, em 23 de novembro de 2010, divulgou aqui, em primeira mão, o Manifesto da Ciência Tropical: Uso democrático da ciência para transformação social e econômica do Brasil.

Agora, três meses depois, se lança a mais este desafio: a Comissão do Futuro da Ciência Brasileira, anunciada nesta quinta-feira, 3 de março, em meio a uma porção de crianças do bairro Cidade Esperança, periferia de Natal, numa escola de educação científica para alunos do IINN-ELS. Escola que nasceu justamente com a proposta de descentralizar a produção da ciência brasileira.

"O objetivo é fazer um diagnóstico profundo estado atual da ciência brasileira, recomendar soluções para seus problemas e propor um plano estratégico para os próximos 10 anos", afirma Nicolelis, convidado pelo ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Aloizio Mercadante, para criar a comissão e presidi-la. "Esperamos que a ciência brasileira dê um salto qualitativo que lhe possibilite ser protagonista no cenário científico mundial e possa contribuir com a sociedade."

"A comissão será independente, e os seus membros trabalharão voluntariamente", frisa. "A escolha dos membros foi feita exclusivamente por mim."

A Comissão do Futuro da Ciência Brasileira será composta por:

- Presidente: Miguel A. L. Nicolelis, Duke University e ELS-IINN
- Membros efetivos:
- Alan Rudolph, Biólogo, International Neuroscience Foundation, EUA
- Alexander Triebnigg, Médico, Presidente da Novartis, Brasil
- Conceição Lemes*, Jornalista, Brasil
- Débora Calheiros, Pesquisadora, EMBRAPA, Brasil
- Jon H. Kaas, Neurocientista, Vanderbilt University, US National Academy of Science, EUA
- Luiz A. Baccalá, Engenheiro, Escola Politécnica, USP, Brasil
- Luiz Gonzaga Belluzzo, Economista, Professor Emérito UNICAMP, Brasil
- Mariano Sigman, Neurocientista, Universidade de Buenos Aires, Argentina
- Marilena Chauí, Filósofa e Professora, USP, Brasil
- Mariluce Moura, Jornalista, FAPESP, Brasil
- Mauro Copelli, Físico, UPFE, Brasil
- Patrick Aebischer, Neurocientista, Presidente da École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Suíça
- Ricardo Abramovay, Cientista Político, FEA-USP, Brasil
- Robert Bishop, Cientista Computacional, ex-CEO da Silicon Graphics, EUA
- Ronald Cicurel, Matemático e Filósofo, Suíça
- Selma Jeronimo, Médica-pesquisadora, UFRN, Brasil
- Stevens Rehens, Biólogo, UFRJ, Brasil
- Thereza Brino, Educadora em Tecnologia da Informação, Brasil
- Victor Nussenzweig, Médico, New York University, Brasil/EUA
- William Feiereisen, Cientista Computacional, Intel, EUA

Por ser uma ação realmente fundamental, por isso pedimos ao professor Miguel Nicolelis mais detalhes.

Viomundo – De quem foi a ideia da comissão?
Miguel Nicolelis – Do próprio ministro. Comissões internacionais são um mecanismo muito usado fora do Brasil. Aqui, vamos utilizá-la pela primeira vez para avaliar o estado atual da ciência brasileira, seus processos, mecanismos de fomento, estrutura dos institutos e órgãos de produção científica. O objetivo é fazer um profundo diagnóstico da situação, recomendar soluções e propor um plano estratégico para os próximos dez anos.

Viomundo – Quais os resultados lá fora?
Miguel Nicolelis –
A experiência é sempre muito boa, pois são comissões independentes. Comissões de cientistas já foram utilizadas avaliar o desastre da Challenger, outros grandes eventos, programas nacionais de ciência. Nesse sentido, é importante ressaltar que tive total liberdade de convidar tanto nomes nacionais quanto estrangeiros de uma grande gama de áreas.

Viomundo – De pronto, que problemas o senhor destacaria?
Miguel Nicolelis –
De vários níveis. Desde as dificuldades dos processos para financiamento, os obstáculos para o jovem cientista entrar no sistema, importação de suprimentos e equipamentos até a forma como é feito o ranking dos cientistas no Brasil – uma situação esdrúxula, única no mundo.

No Brasil, há também dissociação do processo científico da sociedade. A ciência brasileira penetra muito pouco no dia a dia da população. São aspectos sociais que teremos de avaliar. Qual a missão da ciência no Brasil? Como incentivar o jovem pesquisador? Como estimular a educação cientifica na vida brasileira desde a infância? O que fazer para incentivar uma ciência que contribua para o desenvolvimento econômico e social do país?

Viomundo – O senhor diz que o ranking dos cientistas no Brasil é feito de uma forma esdrúxula. Por quê?
Miguel Nicolelis –
Aqui, a ênfase é na produção numérica. Ou seja, na quantidade e não na qualidade. Em países desenvolvidos, por exemplo, nos Estados unidos, isso não existe.

Viomundo – Quais as consequências do nosso tipo de ranking?
Miguel Nicolelis –
Esse ranking decide, por exemplo, quem vai participar dos comitês de decisão, dos órgãos de consultoria do CNPq.

Ele gera um círculo vicioso. De tal sorte que é muito difícil virar um pesquisador 1A. E, aí, o problema. Só pesquisadores 1A decidem para onde vai o dinheiro. Só os pesquisadores 1A podem ser diretores dos Institutos Nacionais de Ciência. Consequentemente, um jovem brilhante, que poderia contribuir muito para o desenvolvimento da ciência, fica alijado do processo.

Viomundo – Por favor, traduza para os leitores o que é o pesquisador 1A.
Miguel Nicolelis –
Teoricamente eles seriam os pesquisadores mais experimentados, a elite da ciência brasileira. Só que, na realidade, isso não é necessariamente correto, porque os critérios para alguém chegar a pesquisador 1A são quantitativos – número de trabalhos, de alunos orientandos.

Na realidade, não há uma correlação direta entre excelência científica e o fato de ser pesquisador 1A. Muito pelo contrário. Criou-se no Brasil uma indústria de publicar sem levar em consideração a qualidade do que está sendo publicado.

O número – de trabalhos, de orientandos, etc. –, decide a situação. Assim, pode-se ter um jovem pesquisador brilhante, com poucos orientandos, mas que publica um trabalho de grande peso na ciência mundial. Só que esse menino não pode ter os benefícios que o cientista 1A tem.

Viomundo – Essa é uma questão crucial?
Miguel Nicolelis –
É uma questão-chave, porque é uma hierarquia que não traz beneficio algum. No Brasil, Albert Einstein nunca seria pesquisador 1A, porque escreveu um número muito pequeno de trabalhos. Só que os poucos trabalhos dele foram geniais e revolucionaram o mundo.

Assim como Einstein, outros grandes cientistas mundiais não chegariam a pesquisador 1A. E isso não existe nos Estados Unidos, na Alemanha.

Viomundo – É invenção brasileira?
Miguel Nicolelis –
Acho que sim, mas não tenho certeza. A minha sensação é a de que foi uma forma de reinstituir o sistema de cátedras que foram abolidas. É uma hipótese. O fato é que criou uma elite, que determina coisas muito importantes, inclusive quem vai receber financiamento para pesquisas, que acaba prejudicando os jovens cientistas.

Ao mesmo tempo, existem gastos muito absurdos. A revisão de projetos científicos, por exemplo, custam uma fortuna no Brasil. Os pesquisadores vão para Brasília, ficam dez dias revisando um projeto! Enquanto nos EUA, onde eu participo desses comitês, gastamos um dia para revisar, no máximo, dois. E hoje em dia a maioria é feita pela internet.
Assim, você economiza dinheiro para financiar pesquisas.

Viomundo – E os mecanismos de incentivo ao jovem cientista?
Miguel Nicolelis –
São muito poucos. O Brasil não investe nos jovens, privilegia os cientistas mais estabelecidos, aqueles que estão há décadas na carreira. Enquanto no restante do mundo o incentivo é para o cientista que está começando a carreira, pois o futuro está nos jovens.

No Brasil, existe uma renovação muito pequena das lideranças científicas. Existe uma casta. Esse é um debate muito interessante, que vai poder ser feito numa comissão como a nossa.

Viomundo – Como vai atuar a comissão?
Miguel Nicolelis –
O grupo brasileiro vai se reunir quatro vezes por ano, para debater as grandes questões. E duas vezes por ano essas reuniões vão ter a participação dos estrangeiros. Teremos, portanto, seis reuniões no primeiro ano. Nós vamos produzir um documento com diagnósticos e sugestões que possam guiar o desenvolvimento de políticas públicas de ciência no Brasil pela primeira vez. O tempo de atuação da comissão ainda não está definido. Mas, inicialmente, será por um ano.

Viomundo – A comissão vai ouvir os cientistas brasileiros?
Miguel Nicolelis –
A nossa intenção é ouvir todos os segmentos da sociedade brasileira ligados à ciência: entidades científicas, todas as entidades de classe, estudantes de graduação, pós-graduação, doutores e cientistas.

Vamos ouvir também a sociedade em geral. Para isso, vamos usar as redes sociais, para que as pessoas comuns participem dos trabalhos da comissão, mantendo sugestões, perguntas. Vamos ter um site, Twitter, Facebook, enfim todas as ferramentas da internet que permitem a interlocução mais ampla.

Nós estamos inovando também com a presença na comissão de duas jornalistas das áreas de ciência e medicina, que vão nos permitir uma interlocução com a sociedade.

Viomundo – Nas comissões científicas, aliás, normalmente só tem pesquisadores consagrados de ciências exatas e naturais. A Comissão do Futuro da Ciência Brasileira abriu bastante esse leque.
Miguel Nicolelis –
Realmente, do lado brasileiro, a nossa comissão tentou aumentar dramaticamente a presença de cientistas jovens, alguns no início da carreira, mas que já têm claro potencial de que se transformarão em líderes no futuro. Além disso, um grande número de áreas está representado na comissão: ciências exatas, naturais, ambientais, filósofos, matemáticos, economistas, educadores. Ou seja, nós procuramos aumentar o máximo possível o leque para poder oferecer um diagnóstico e uma sugestão de uma visão cientifica mais ligada à sociedade civil.

Viomundo – No começo da entrevista, o senhor disse que a ciência brasileira não tem interlocução com a sociedade. O que quer dizer com isso?
Miguel Nicolelis –
Várias coisas. A ciência brasileira ainda não é feita por todos os segmentos da nossa sociedade. Não são todos os segmentos da sociedade brasileira que têm acesso à universidade e à carreira acadêmica. A disseminação do conhecimento científico não é homogênea nem no território nem na população. Os meios de produção do conhecimento científico também não estão distribuídos democraticamente. Evidentemente, do ponto de vista social, isso leva a uma restrição dessa representatividade.

Ao mesmo tempo, as benesses da ciência brasileira não alcançam homogeneamente todos os lugares do Brasil. Há concentração muito grande de produção científica na região Sudeste. Logo, é patente que os benefícios de investimentos federais, geração de patentes e de produtos científicos também se concentrem nesses estados. Já o restante do Brasil não se beneficia dessa produção de conhecimento de ponta.

São aspectos novos no debate da ciência brasileira, que começaram a aparecer há menos de uma década. Aliás, há alguns anos, não tenho a menor dúvida de que o anúncio da Comissão do Futuro da Ciência Brasileira seria feito na cidade de São Paulo, provavelmente na USP. Nessa medida, é muito emblemático que tenhamos feito esse anúncio cercado por crianças que estão dando o primeiro passo na educação científica numa escola do bairro Cidade Esperança, nome quase poético, na periferia de Natal.

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*Foi com muita honra que eu, Conceição Lemes, recebi o convite do professor Miguel Nicolelis para integrar a Comissão do Futuro da Ciência Brasileira. O meu trabalho será voluntário e não receberei nenhum vencimento por ele.

Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/#ixzz1FisMqnXk

19 de jan. de 2011

Campus Party 2011 premiará estudantes e profissionais


Dois desafios tecnológicos serão lançados aos campuseiros na edição 2011 do Campus Party.  Um deles é o desenvolvimento de plataforma de educação financeira para TV Digital com base em software livre e outro premiará as três melhores reportagens jornalísticas para  a  Revista  Digital BB Campus Party. O encontro começou no dia 18 de janeiro e vai  até  o dia 23  de  janeiro no Centro de  Exposições Imigrantes  em  São  Paulo  (SP). 
O prêmio para a solução em educação financeira é um pacote com acompanhante para assistir aos jogos finais do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, que ocorrerá em Roma, Itália, de 24 a 26 de junho deste ano.  Já os autores das três melhores reportagens ganharão um pacote para acompanhar uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. O resultado será divulgado no sábado (22), no estande do Banco do Brasil, no Campus Party Brasil 2011.
O Campus Party é o maior encontro nacional de tecnologia, cultura  digital  e  entretenimento  em  rede,  que   reúne  durante  uma  semana  estudantes,  jornalistas, empresários,  cientistas,   pesquisadores,   programadores   e   internautas  de vários países. O evento foi criado na Espanha. A primeira edição foi em 2002 e passou a ser realizado no Brasil desde 2007.

Por Secom - 18.01.2011 

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Acompanhe

29 de nov. de 2010

Lula diz a estudantes que em uma década Brasil passará a exportar conhecimento

Ivan Richard - Agência Brasil - 29.11.2010 

Brasília - Durante a cerimônia de premiação dos vencedores da etapa nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa – Escrevendo o Futuro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil está se preparando para que em uma década deixe de exportar apenas matérias primas, como minério de ferro e soja, para exportar conhecimento.

Em tom de conselho aos jovens estudantes finalistas da Olimpíada Portuguesa, Lula ressaltou que estudar hoje trará mais facilidade no futuro para os jovens. “Não há espaço na vida de um jovem para desanimar. Vocês estão começando a vida agora e têm que aproveitar esse momento para estudar. Vão perceber como isso vai facilitar a vida de vocês daqui a dez anos. O Brasil não vai continuar exportando minério e soja. Vamos querer exportar conhecimento”, disse presidente.

Ministro da Educação: Sérgio Haddad

Em seu discurso, Lula reafirmou várias vezes que a presidenta eleita, Dilma Rousseff, se comprometeu em dar continuidade aos programas desenvolvidos na área de educação e também de construir mais escolas técnicas e de tempo integral, além de ampliar o número de universidade federais.

“Fizemos um pouco e a Dilma fará muito mais. Já concretizamos 10 mil escolas em tempo integral, com 2,2 milhões alunos. A Dilma se comprometeu a fazer mais 32 mil escolas em tempo integral neste país”, lembrou Lula.

“Hoje inauguramos, de uma só vez, 30 escolas técnicas e 25 campi. Vamos terminar o mandato inaugurando 126 campi avançados neste país, interiorizando as universidades, fazendo 14 universidades federais novas e, ao mesmo tempo, estamos muito alegres porque uma das professoras que ganharam o prêmio é uma companheira que se formou pelo ProUni [Programa Universidade para Todos]”, disse o presidente.
 
Ao lembrar os programas lançados em sua gestão na área de educação, como o ProUni e o Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), além das mudanças feitas no Programa de Financiamento Estudantil (Fies), Lula afirmou que o país está corrigindo desigualdades na área educacional.

“O ProUni já colocou mais de 704 mil estudantes na universidade, dos quais 40% de meninos e meninas negras. Possivelmente, o ProUni tenha na universidade mais alunos do que o Brasil tem desde que construiu a primeira universidade neste país. Uma demonstração de que estamos acabando, definitivamente, com a segregação de uma parcela da sociedade”, discursou Lula.

Edição: Fernando Fraga

3 de set. de 2010

Mesmo com golpes Dilma mantém diferença de 26 pontos


Do Portal iG – Eleições:

Tracking Vox/Band/iG: Dilma segue com 51%, Serra 25%

No segundo dia de medição, instituto aponta estabilidade no desempenho dos presidenciáveis
Matheus Pichonelli, iG São Paulo | 02/09/2010 17:59
A segunda medição do tracking Vox Populi/Band/iG  sobre a eleição presidencial deste ano mostra estabilidade da disputa para a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Assim como nos dados divulgados ontem, a presidenciável petista Dilma Rousseff aparece com 51% das intenções de voto, contra 25% de seu principal adversário, o tucano José Serra.
A senadora Marina Silva (PV), terceira colocada, aparece em seguida com 9%. Brancos e nulos somaram 4%, enquanto os indecisos ficaram em 11%.
Nas regiões, no entanto, houve oscilações que se aproximam da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. No Nordeste, por exemplo, a pesquisa apontou crescimento de Serra, que passou de 14% a 17% em apenas um dia. Já Dilma, que tem na região a maior distância para o adversário tucano, oscilou de 68% das intenções de voto para 67%.
A petista, em compensação, cresceu na região Sul, onde atinge agora 51% das preferências dos eleitores – no levantamento anterior, ela aparecia com 48%. Serra oscilou na região de 30% para 28%. O Sul é o local onde o instituto apurou maior número de eleitores indecisos: 14%, mesmo índice do dia anterior.
Segundo o presidente do instituto, João Francisco Meira, a tendência de queda ou crescimento dos candidatos, mesmo nas regiões, só será observada após uma sequencia de três dias do tracking Vox/Band/iG.
“Daqui para frente a regra é olhar para a reta”, explica. O ponto ideal para se medir a tendência, afirma Meira, será no domingo. Até lá, corre-se o risco de o candidato crescer alguns pontos num dia e perder em seguida, o que descaracteriza uma tendência.
Ainda de acordo com o presidente do Vox Populi, o resultado deste segundo tracking demonstra que não é possível medir ainda se as suspeitas de envolvimento da equipe de Dilma no caso das violações de sigilo da Receita de pessoas ligadas ao tucano José Serra tiveram impacto na avaliação dos eleitores.
A pesquisa, que passa a ser publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 casos.

Do Blog Brasil Nova Era - 02.09.2010

21 de ago. de 2010

Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, segundo Data Folha de hoje.



Petista vai a 47%, e tucano tem 30% após horário eleitoral, aponta Datafolha
Marina oscilou de 10% para 9%; candidata do PT tem 54% dos votos válidos; 34% dizem ter assistido propaganda

Fernando - FSP - Brasilia

Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.
A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.
Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.
Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.
Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.
Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha (leia texto sobre propaganda na pág. A6).
A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).
Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.
MULHERES E SUL
Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.
Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.
A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.
Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.
Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.
No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.
Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.
Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.

Fonte: Blog do Favre 


Por Enéas - 21.08.2010

17 de ago. de 2010

Panfleto serrista da rede Globo aposta na velha tática do medo

Depois que o DataFraude jogou a toalha e mostrou Dilma 8 pontos à frente do candidato da direita reacionária, bateu o desespero no QJ de José Serra! A ordem foi dada: AGORA É O TUDO OU NADA!

Obediente, Ali Kamel, o Torquemada da rede Golpe e principal lacaio de José Serra no PiG (Partido da imprensa Golpista), soltou seus instintos mais baixos e deu capa para a tática do medo, pintando Dilma de "terrorista" para tentar provocar o pânico na classe média alienada.

Pois é. Justo a Globo, que não apenas apoiou o golpe militar, como foi imprensa oficiosa da Ditadura durante 21 anos. Imagino o nível de constrangimento que devem estar os (poucos) jornalistas sérios que ainda trabalham para esse panfletinho sem vergonha...

A página com a mátéria grotesca no site do panfleto serrista já pipoca com comentários de repúdio a mais essa tentativa da decadante "vênus platinada" de interferir no pleito eleitoral. Entre muitos, um comentário chamou a minha atenção e reproduzo abaixo:

Lucia Cava RJ / Rio de Janeiro 14/08/2010 16:36

Guerrilheira Dilma
Seria muito interessante que publicassem as fichas dos também guerrilheiros ou terroristas Fernando Gabeira , José Aníbal, Aloysio Nunes Ferreira e outros apoiadores do Serra. O Gabeira sequestrou o embaixador americano, razão pela qual está proibido de entrar nos EEUU; o deputado federal tucano José Anibal era colega da Dilma na mesma organização; o candidato tucano ao Senado por SP Aloysio Nunes Ferreira que foi chefe da casa civil de FHC e de Serra assaltou bancos e trens. Se a Anistia vale para tucanos e seus apoiadores, porque não vale para a Dilma? Será só porque ela é petista ou será preconceito machista contra a primeira mulher a ser Presidente do Brasil? Ou será inveja de muitos incapazes? Ou será simplesmente porque a Imprensa é quase toda vendida? Meus comentários não violam direitos constitucionais por isto espero que publiquem.

13 de ago. de 2010

Datafolha abre o jogo e casal 45 é obrigado a anunciar virada de Dilma


William "Me Perdoa" Bonner e Fátima Bernardes
tiveram que anunciar a virada
de
Dilma sobre Serra, no JN.


O Datafolha não pode mais segurar:

Dilma 41%
Serra 33%
.

O casal 45 muito terá que
anunciar brevemente a vitória de Dilma já no primeiro turno.
Do Blog do Saraiva - 13.08.2010

1 de ago. de 2010

Começa hoje o Censo 2010.



Do G1
A partir deste domingo (1º) até 31 de outubro, mais de 190 mil recenseadores vão às ruas com a missão de visitar os 58 milhões de domicílios brasileiros. O procedimento ocorre, em geral, de dez em dez anos, e vai coletar dados para o Censo 2010, um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A coleta de dados para o censo se dá presencialmente, por meio de entrevistas feitas pelos recenseadores com um ou mais moradores de cada domicílio. "É uma operação absolutamente transparente e bastante trabalhosa. Serão feitas visitas exaustivas para garantir que todos os domicílios, sem exceção, sejam recenseados", diz o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes.

A megaoperação, que envolve cerca de 230 mil pessoas pelo país, conta, além dos recenseadores, com analistas censitários - envolvidos no planejamento do censo; e agentes censitários - responsáveis pela logística e acompanhamento da coleta de informações.
Para garantir que todas as residências fossem visitadas, o IBGE dividiu o território brasileiro em 314 mil setores, chamados setores censitários. "Durante os primeiros meses deste ano, percorremos 224 mil desses setores para catalogar todas as casas de endereçamento definido. Os setores que ainda não foram visitados são rurais ou não têm endereçamento regular. Ainda assim, eles estão mapeados e todos esses dados estarão no computador de mão usado pelo recenseador", diz Nunes.
De acordo com o IBGE, o censo é a única pesquisa que visita todos os domicílios do país para traçar um perfil abrangente da população. Os resultados são repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU) e servem de parâmetro para o repasse de verbas federais a cada cidade. A partir das estimativas populacionais são definidas as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios, segundo o Instituto.
Recenseador CensoRecenseadores usam colete, boné e crachá
(Foto: Divulgação/IBGE)
Como identificar os recenseadores

Colete, boné e crachá fazem parte do uniforme dos recenseadores do IBGE ao visitar os domicílios. Por isso, antes de receber alguém em sua casa, verifique a veracidade das informações.
As peças do uniforme do recenseador são devidamente identificadas com o logo do Censo 2010 e com o nome do IBGE. O agente também deve estar portando o PDA, computador de mão usado para a coleta de dados em todo o país.
No crachá, devem constar o nome e a foto do funcionário. Ainda assim, o cidadão pode, se preferir, entrar em contato pelo telefone 0800 721 8181 para confirmar se a pessoa é, de fato, recenseadora do Instituto.

Quem será recenseado


O objetivo para o censo é contabilizar moradores. Portanto, a população é enumerada em seu local de residência habitual. Mas qual a situação de presos, moradores de rua, ou pessoas que vivem em abrigos?
Segundo Marco Antônio Alexandre, coordenador técnico do Censo, todos os moradores de domicílios coletivos (hotéis, pensões, presídios, asilos, hospitais etc.) serão recenseados, assim como aqueles que vivem em moradias improvisadas, como bares, galpões e tendas. "Se o morador de rua voltar à noite para um albergue, será contabilizado no local. Se a família tiver uma casa e ele retornar periodicamente, também será recenseado. Inclusive moradores de locais improvisados, como túveis e viadutos, integrarão a pesquisa", diz.
No caso de moradores de rua que não tem sequer um domicílio improvisado, o IBGE pretende realizar um levantamento específico, em 2012. "Aqueles que vivem pelas ruas, eventualmente não serão recenseados porque corremos o risco de dupla contagem. Mas estamos estudando meios para promover um estudo específico para essa população", afirma Alexandre.

Áreas isoladas
Uma das dificuldades do IBGE na hora de recensear todos os domicílios é, segundo o presidente Nunes, a locomoção e a distância entre as cidades. Por isso, moradores de favelas e de comunidades afastadas foram selecionados para trabalhar como recenseadores. "Isso funciona inclusive em áreas com altos índices de violência, porque o recenseador conhece o local e é conhecido", diz o presidente do Instituto.
Segundo Maria Vilma Salles Garcia, coordenadora operacional do censo, mesmo em caso de moradores não localizados durante a primeira visita do recenseador, várias tentativas serão feitas, inclusive por outros membros da equipe do IBGE.
"Há uma lei que obriga o cidadão a prestar informações ao IBGE, mas tentamos ao máximo não usar isso, porque uma informação fornecida obrigatoriamente não é uma boa informação. Tentamos convencer toda a população a contribuir", diz Maria Vilma.
Se não for encontrado ou se recusar a responder ao questionário, o morador terá seu domicílio considerado fechado. "Se não forem obtidas as informações da pesquisa, os domicílios serão considerados fechados, ou seja, foram encontrados, há evidências de moradores, mas não houve entrevista", explica a coordenadora.
Vale destacar que não é obrigatória a entrada de recenseadores em casa. "Eles não precisam entrar e contar os cômodos da casa, nem os eletromésticos. Os moradores podem inclusive receber os recenseadores na porta ou portaria do prédio, se preferirem. Mas é claro que incentivamos que os recenseadores sejam bem recebidos", diz Maria
Alagoas e Pernambuco
Os estados de Alagoas e Pernambuco, fortemente afetados pela chuva em junho, terão atendimento diferenciado durante o censo. "Em grande parte dos municípios desses estados já tínhamos feito o mapeamento e catalogado as residências. Hoje, como muitos moradores tiveram que deixar suas casas devido às chuvas, ainda estamos avaliando como fazer o recenseamento", diz Nunes.
Segundo o presidente, os estados terão sua situação avaliada separadamente, para que não haja prejuízos na coleta.
Computador de mão IBGE CensoComputador de mão será usado durante censo
para questionários (Foto: Licia Rubenstein/IBGE)
Questionário

Existem dois tipos de questionário disponíveis para o censo: o questionário básico, com 37 questões, e o da amostra, com 108. O questionário por amostra inclui as mesmas perguntas do básico, somadas a outras. Os questionários serão aplicados aleatoriamente, seguindo a proporção de estimativa populacional em cada município.
Depois de coletados em computadores de mão pelos recenseadores, os dados serão encaminhados a postos de coleta. Ao todo são 7 mil espalhados pelo país, para apoio e transmissão dos dados à sede.
Os questionários abordam temas como acesso a iluminação, abastecimento de água, saneamento, escolaridade dos moradores do domicílio, idade, trabalho e rendimento, enfim, itens fundamentais para identificar quantos e quem somos e como vivemos.
Após 31 de outubro, as informações coletadas passam por uma análise de consistência para verificar a veracidade dos dados antes de computá-los. Em 27 de novembro, o IBGE divulga os dados populacionais e os encaminha ao TCU.
"Haverá uma série de outros resultados do censo e eles serão divulgados durante os anos de 2011 e 2012. A divulgação dos dados populacionais respeita a data definida pelo governo para uso no Tribunal de Contas", diz Zélia Bianchini, diretora adjunta de pesquisas do IBGE.
Em 2010, pela primeira vez, será possível responder ao questionário pela internet. "Depois de ser visitado por recenseador, se o morador comprovar que não é possível responder às perguntas pessoalmente, ele recebe uma senha e deve responder ao questionário on-line dentro de um prazo determinado. Se ele não responder, será visitado novamente", diz o presidente do IBGE, Eduardo Nunes.
O conteúdo dos questionários é definido por 12 especialistas, que compõem a Comissão Consultiva do Censo 2010. As informações passadas ao IBGE pela população são sigilosas.
Novidades

O uso do computador de mão por todos os recenseadores é, segundo Nunes, uma das maiores novidades para o Censo 2010. Mas algumas inovações estão previstas também no questionário. Alguns temas e perguntas passarão a fazer parte dessa pesquisa pela primeira vez em 2010.
"Introduzimos um levantamento de etnias e línguas faladas em comunidades indígenas. Isso ocorrerá pela primeira vez neste censo", diz Zélia.
Questões sobre raça, que são autodeclaratórias, passarão a aparecer, em 2010, no questionário básico, e não mais no de amostra. Também haverá perguntas sobre emigração internacional, que ajudarão a traçar um perfil da população brasileira.
No que se refere a constituição familiar, os mais novos temas serão a responsabilidade compartilhada pela casa e arranjo familiar de cônjuges do mesmo sexo.
O censo também perguntará pela primeira vez sobre a existência de telefone celular, motocicleta e acesso à internet nos domicílios. Já itens considerados obsoletos, como a posse de videocassete, serão retirados do questionário.

19 de mar. de 2010

PHA (18h27): Dilma, na pesquisa, está na frente de Serra; Luis Nassif (23h10): pesquisa do IBOPE foi impugnada? Muito estranho %$#&$!

Ibope: Dilma já está na frente do Serra

Por Paulo Henrique Amorim - 17.03.2010

O Conversa Afiada não acredita em pesquisa no Brasil.
Acredita em tendência: o Zé Alagão vai ter 30%, se tiver muita sorte.
É o que teve em 2002 e sempre a UDN terá .
No início da semana, um ministro de Estado disse ao Conversa Afiada que esta pesquisa do Ibope de hoje já mostrava Dilma na frente.
O Conversa Afiada não acredita em Globope.
 

Paulo Henrique Amorim
Em tempo: Montenegro, qual a tua margem de erro ? Quando você fez a pesquisa ? Montenegro, onde já se viu uma pesquisa sem margem nem campo ?
 
********************************

Pesquisa do Ibope Impugnada? 

Por Luis Nassif - 17.03.2010

Texto: João Carlos - 17.03.2010

Nassif, entrei no site do TSE e vi que a pesquisa do Ibope foi impugnada!

Não sei o motivo, não localizei no site a explicação. Talvez alguém saiba as implicações desta decisão do TSE e quais motivos poderiam a ter originado.

Data do Registro 09/03/2010
Protocolo 5429/2010
Processo RP Nº 564-24.2010.6.00.0000
Ministro Relator MINISTRO ALDIR PASSARINHO JÚNIOR
Contratada IBOPE Inteligência Pesquisa e Consultoria Ltda.
Contratante CNI – Confederação Nacional da Indústria – CNPJ 33.665.126/0001-34 – SB Norte, Quadra 1, bloco C – Asa Norte – Brasília, DF – CEP 70040-903
Valor da Pesquisa 162162
Origem dos Recursos Contratante
Pagante do Trabalho Contratante
Período de Realização de 05/03/2010 a 10/03/2010
Nr. de entrevistados 2002


Situação Impugnada

20 de dez. de 2009

Pesquisa Datafolha: Dilma sobe. Serra cai

Pesquisa Datafolha a ser publicada na edição de domingo no jornal Folha de São Paulo, traz uma péssima notícia para o governador de S.Paulo, José Serra(PSDB): "Cai diferença entre Serra e Dilma" Segundo a pesquisa, Dilma está com 23%, José Serra, caiu mais um pouco e agora tem 37%.


A diferença entre Serra e Dilma está agora em 14 pontos. Não se esqueçam que essa diferença já foi de 25 pontos até bem pouco tempo...

Na mostra anterior do Datafolha, realizada em agosto, a diferença a favor de Serra oscilava entre 19 a 25 pontos. Ou seja; Dilma sobe seis pontos e diferença para Serra cai de 19 para 14 pontos percentuais

A pesquisa entrevistou 11.429 pessoas entre os dias 14 e 18 últimos. A pesquisa diz ainda que, Serra é conhecido por 93% dos pesquisados, Ciro por 89%, Dilma 80% e Marina 51%.

O Datafolha vai publicar ainda um recorde na aprovação do Presidente Lula.De acordo com pesquisa realizada entre os dias 14 e 18 da semana passada, 72% dos brasileiros consideram o governo Lula bom ou ótimo, o maior patamar já alcançado pelo Presidente de acordo com o instituto. É também a maior aprovação de um presidente desde que o Datafolha começou a realizar esse tipo de pesquisa, em 1990.

Ainda de acordo com a pesquisa, 21% dos eleitores acham o governo regular, enquanto 6% consideram-no ruim ou péssimo. A popularidade de Lula é maior no Nordeste, onde tem 81% de aprovação, e mais baixo no Sul, onde aparece com 62%.

Na pesquisa anterior, 67% consideravam o governo do presidente ótimo ou bom, enquanto 25% o achavam regular e 8%, ruim.Em resumo, o datafolha, da Folha de S.Paulo, partido aliado do PSDB, desmente a Revista IstoÉ, também edição deste sabado.

Fonte: Blog Os amigos do presidente Lula


25 de set. de 2009

Mônica Bergamo: Serra convoca especialistas para entender sua queda em pesquisa

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da Folha Online

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), convocou às pressas especialistas em pesquisa, do próprio Ibope, para entender sua queda na sondagem divulgada anteontem pelo instituto, em parceria com a CNI (Confederação Nacional da Indústria), informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Segundo a coluna, o tucano foi surpreendido pelos números. A comparação entre a pesquisa de agora e os números divulgados pela mesma CNI em junho mostra que Serra caiu de 38% para 34%.

A coluna informa que os técnicos e o governador, no entanto, trabalham com um número maior, já que comparam os dados com o de outra sondagem do Ibope, mais recente, feita entre 29 de agosto e 1º de setembro por encomenda do PMDB.

Nela, Serra aparecia com 41%, Dilma Rousseff (PT) com 13%, Ciro Gomes (PSB) com 14%, Heloísa Helena (PSOL) com 9% e Marina Silva (PV) com 3%. Em relação aos números divulgados ontem, portanto, Serra caiu sete pontos, Dilma, Ciro e Heloísa Helena se mantiveram no mesmo patamar e Marina Silva dobrou de tamanho, para 6%.

Leia a coluna completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.

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4 COMENTÁRIOS PARA "Mônica Bergamo: Serra convoca especialistas para entender sua queda em pesquisa":

Comentado por Brasil de Abreu em 24/09/2009 - 18:09h:

Puxa, que pressa heim governador!. Lá em Itaquaquecetuba, (Grande São Paulo), existe um bairro chamado Cidade Nova Louzada, que tem apenas uma única via asfaltada, pela qual o transporte coletivo que faz ligação aos bairros visinhos se serve. Essa via, por descura da prefeitura, ruiu, ficando em seu lugar um abismo com mais de 20 metros de profundidade. Os usuários são obrigados à descer do coletivo e andar cem metros para uma baldeação até outro ônibus que os espera após esse precipício e isso já faz mais de 4 anos que ocorre e até hoje a prefeitura só diz que não tem dinheiro para fazer o reparo. Vou deixar claro aqui o endereço certo: Rua Águas formosas, e não tem outra via que torne possível o ônibus trafegar normalmente até chegar ao seu destino, a não ser uma Av. de terra (Av.Anhumas) que quando chove, fica intrafegável em seu aclive enlameado. Não tem outra alternativa. HÁ 4 ANOS… não é um ou dois dias como suas pesquisas!

Comentado por Jorge Estrella em 24/09/2009 - 18:26h:

Cuidado, Serra, vai cair mais ainda, porque você é centralizador, arrogante autoritário, persegue jornalistas , que ousam púlbicar matérias , que lhe contrariem . E o poir de tudo não tem ,nem nunca teve a dimensão do que é o Brasil. O Brasil, graças a Deus , não é São Paulo, é muito maior que São Paulo, os interesses do nosso País , não devem ser pautados pelos interesses de São Paulo, geralmente os interesses são conflitantes. Quer um exemplo, na Constituinte de 1988 , você e a Bancada Paulista vetaram a cobraça de ICMS , DO PETRÓLEO E DA LUZ NOS ESTADOS PRODUTORES, E A COBRANÇA PASSOU A SER FEITA NOS ESTADOS CONSUMIDORES, que concidência hemmm ,adivinha qual é o estado maior consumidor SÃO PAULO. VOCÊ SERRA , COM ESSE PROCEDIMENTO PREJUDICOU TODOS OS ESTADOS PRODUTORES ADIVINHA O MAIOR DELES. RIO DE JANEIRO(NÃO FOU POR UM ACASO). É POR ESSAS E OUTRAS QUE VOCÊ SERRA NÃO É BOM PARA O BRASIL.

Comentado por Sylvia Manzano em 24/09/2009 - 19:05h:

Ver o Serra despencando sete pontos, depois do espalhafatoso apoio que recebeu da mídia pela lei antifumo é bom demais pra ser verdade.

Comentado por rafael j em 24/09/2009 - 20:27h:

A queda seria mais evidente se tivessemos as projeções de segundo turno, Serra com Ciro, Serra com Dilma e Serra com Marina Silva.

Luis Favre - 25.09.09

6 de ago. de 2009

Lula confirma presença no Consegi 2009

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participará da abertura oficial do Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico - Consegi 2009, a ser realizada no dia 26 de agosto, às 17h30, no auditório principal da Esaf, em Brasília.

Ao longo de seu governo, Lula demonstrou total apoio ao movimento Software Livre - SL, tanto que, atualmente, o uso de plataformas abertas no desenvolvimento de soluções para e-Gov é uma orientação do governo federal.

Em 2003, o presidente instituiu o Comitê Técnico de Implementação do Software Livre - CISL, no âmbito do Comitê Executivo do Governo Eletrônico. O CISL, desde então, atua na sensibilização, treinamento, difusão e promoção do SL na Administração Pública. O Comitê já tem a autorização do presidente para trilhar a construção de uma política pública para o Software Livre no Brasil, o que representa a intervenção do Estado para a mudança de direção da informática pública brasileira e para a consolidação do trabalho cooperado, do compartilhamento e do incentivo à inteligência nacional.

Opinião
Em diversos momentos, o chefe do Poder Executivo reafirmou sua posição sobre a adoção das tecnologias livres. "A utilização de plataformas abertas e livres reduz custos e permite a construção de um ambiente digital seguro e favorável à troca de experiências e conhecimentos", afirmou Lula durante a visita à União Internacional de Telecomunicações - UIT, em Genebra. Na ocasião, defendeu que o "software livre é essencial para a construção de uma sociedade da informação inclusiva, centrada na pessoa e voltada para o desenvolvimento".

Recentemente, durante o fisl10, o líder da república analisou o software livre como uma oportunidade de "fazer coisas novas, de criar coisas novas, de valorizar a individualidade das pessoas". Lula indicou que não existe liberdade maior do que garantir a liberdade individual e ressaltou a importância de dar condições para que "as pessoas possam aflorar sua criatividade e sua inteligência, sobretudo em um país novo como o Brasil", dono de um povo que possivelmente é "o povo de maior criatividade no século XXI", disse. "Finalmente este país se encontrou consigo mesmo. Finalmente este país está tendo o gosto da liberdade de informação", concluiu Lula sua fala no fils10.

Consegi 2009
O Consegi é um espaço para o debate tecnológico e para a troca de experiências e informações, com foco nas tecnologias em plataformas livres, entre instituições da Administração Pública, sociedade civil organizada e países parceiros. O evento será realizado no período de 26 a 28 de agosto, nas instalações da Esaf, em Brasília. Conheça programação completa do evento, marcada pelo caráter técnico e conceitual do software livre, e garanta sua participação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no endereço www.consegi.gov.br.

Fonte: Consegi 2009 - 06.08.09

4 de ago. de 2009

Você já twittou hoje?

Qual é mesmo a graça de ler o que os outros estão fazendo neste exato momento? Pois é,
o que começou como um projeto alternativo da empresa de tecnologia Odeo, há pouco mais de três anos, se tornou uma febre que contagia cerca de oito milhões de pessoas, crescendo espantosos 1.500% a cada ano. A ideia era tornar esse serviço, na verdade um micro-blogging, tão simples que você nem sequer tivesse de pensar no que estava fazendo, bastaria digitar algo e enviar.


Os Tweets, como se denominam as mensagens, só podem conter textos com até 140 caracteres. Os participantes da rede não podem incluir fotos, vídeos ou outros arquivos em suas mensagens. O interessante é que, se você se inscrever no Twitter e perceber que está sendo bombardeado por Tweets de um integrante específico, poderá optar por parar de receber suas mensagens.

Um péssimo uso do Twitter, por exemplo, é ficar enviando tweets, digamos, “comerciais” da empresa em que você trabalha. Seria algo como ser funcionário de uma livraria e ficar enviando dicas de livros com preços promocionais para sua rede de contatos. Quem tem que fazer isso é a própria empresa, direcionando os tweets para as pessoas que se interessarem em segui-la. Várias empresas gigantes, como a Dell, sabem utilizar toda a potencialidade dessa nova mídia social. A empresa diz ter faturado US$ 1 milhão durante o período de vendas do final do ano passado enviando informações sobre promoções a seus seguidores no Twitter.

Outra ideia sensacional foi a de um inglês que criou um dispositivo chamado Baker Tweet, que é acoplado aos fornos das padarias e avisa pelo Twitter toda vez que uma fornada fica pronta.

Dias atrás, a página principal do Twitter incorporou um mecanismo de busca para se firmar como uma sólida ferramenta de pesquisa em tempo real. A partir de agora, a página principal do popular serviço de microblog traz uma grande caixa de buscas, com a frase "See what people are saying about..." ("Veja o que as pessoas estão dizendo sobre ..."). A partir daí, o usuário pode digitar a palavra ou frase que quiser para encontrar os últimos 'tweets' mais relevantes sobre o assunto desejado.

"O Twitter passou de uma simples rede social para um novo tipo de comunicação e uma fonte valiosa de informação na hora certa", escreveu o cofundador do Twitter, Biz Stone, em post publicado no blog oficial do serviço.

No site http://twitterholic.com/ você pode acompanhar os campeões da nova rede de relacionamento. Com cerca de três milhões de “followers”, desponta o chatinho ator Ashton Kutcher, acompanhado de perto pela comediante Ellen DeGeneres (esta sim vale a pena seguir). No Brasil, um dos mais engraçados, e que também vale acompanhar, é o Vitor Fasano “fake”, que já tem cerca de 30.000 seguidores e pode ser encontrado aqui: http://twitter.com/vitorfasano. Aliás, o que não falta na rede são perfis falsos como esse. Todo cuidado é pouco, já que as regras ainda não estão muito claras em um jogo que está apenas começando.

Aqui vai uma dica para você seguir seus amigos e publicar tweets a partir do seu desktop, em tempo real, sem precisar abrir o navegador: instale o ótimo cliente Spaz, que pode ser baixado em http://superdownloads.uol.com.br/download/69/spaz/

Semana passada, David Letterman recebeu no seu programa o ator Kevin Spacey, um adepto do Twitter, que fez uma verdadeira evangelização do serviço, atingindo milhões de telespectadores de uma só tacada. Confiram a entrevista:

Portanto, se você ainda não twittou, está mais do que na hora de entrar nessa onda...

2/8/2009

Fonte: Alberto Meneghetti - ViaPolítica