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26 de nov. de 2012

Android pode dominar 75% do mercado em países emergentes






Segundo CEO de desenvolvedora, preços baixos podem impulsionar sistema operacional.

Enquanto a Apple e a Samsung continuam se digladiando para ver quem lidera o mercado de smartphones, a situação parece ser bem mais simples quando o assunto é sistema operacional. Atuando em uma quantidade muito maior e bem mais variada de produtos, o Android segue na frente e com uma promessa de crescimento bem animadora.

4 de set. de 2012

Papel das redes sociais na superação da pobreza é tema de livro de pesquisador brasileiro lançado no Reino Unido

Redes sociais ajudam a superar segregação social

As redes sociais podem reduzir a pobreza? Se você acha que não, é melhor rever seus conceitos. O pesquisador Eduardo Cesar Leão Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) mostra em sua tese de livre docência – que será publicada em formato de livro sob o título “Opportunities and Deprivation in the Urban South” no Reino Unido – dedicou-se a provar o contrário.

25 de jul. de 2011

1º Oficina de Redes Sociais do MAV PT SP realizada com sucesso


Estimular o uso das Redes Sociais e a utilização das ferramentas tecnológicas para a formação de Militantes Virtuais, foi a proposta do curso oferecido pelo MAV PTSP , Núcleo de Militância em ambientes Virtuais.


Realizado no Diretório Zonal da Vila Mariana, neste sábado (16/07)  os filiados do PT tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o uso das Redes Sociais e como utilizar seus recursos nas ações de Militância Virtual.
Cada filiado recebeu uma pasta contendo uma apostila " Manual de Formação de Militante Virtual". Desta forma puderam compreender a importância da atuação do militante do PT na Internet.


31 de mai. de 2011

Facebook ensina como usar a rede.

Algumas dicas para todos que usam o Facebook seja para aspectos pessoais ou de negócios!

Segue abaixo a situaçao, o problema e a solução. Favor configurar corretamente seu Facebook para seu próprio benefício. A ver:

Sistuação:
1. Você já notou que as atualizações no “Feed de notícias” são das mesmas pessoas, não importa quanto estão em sua lista de amigos?
2. Você já notou que quando ao postar mensagens de status, fotos e links, o mesmo círculo de pessoas comenta?
3. Será que as outras pessoas da sua lista de amigos não estão usando o facebook?

O problema:
Uma grande parte da sua lista de contatos não pode ver NADA que você posta.

Motivo do Problema:
O Facebook tem a configuração padrão de exibir mensagens apenas de pessoas que têm interagido recentemente com você, limitado a umas 2 semanas.
Então, para que suas postagens sejam visíveis a todos os seus amigos, você deveria deixar um comentário diretamente para cada um deles ou vice-versa!

A SOLUÇÃO:

1. Na página inicial clique em "Mais recentes" , em seguida, clique na seta ao lado dela e selecione "Editar Opções".

2. Clique em "Mostrar publicações de" e altere a configuração para "Todos os seus amigos e páginas".

NOTA:
As páginas de negócios não têm nenhuma fonte de notícias. Os donos das páginas de negócios precisam ajustar as configurações de suas contas pessoais.

Resultado da Solução:
Feito essa configuração, você poderá ver todos os seus amigos novamente, mas eles ainda não!

ATENÇÃO:

Você continua INVISÍVEL para grande parte da sua lista!
Se você quer restabelecer o contato, você tem que repassar estas instruções a todos os seus contatos.
 

Sugestão para os próximos passos:

* Clique em "Eu vou" na parte superior deste convite de evento e em seguida, você verá a opção "Selecionar convidados" logo abaixo do logo Facebook em formato de coração. Selecione essa opção e convide seus contatos para ler isto. (Dica: Para selecionar todos os amigos rapidamente, vá apertando TAB e Espaço repetidamente)

Torne esse evento público, para que todos os que se conectam ao Facebook possam ver todas as atualizações de seus amigos. E inclusive, seus amigos que não podem ver as suas mensagens irão ver o convite deste evento. Por isso usamos o recurso de Eventos para avisá-los!

19 de fev. de 2011

Ceará na luta contra a ditadura midiática


 Por Altamiro Borges - Blog do Miro - 19.02.2011

Reproduzo artigo de Carolina Campos, publicado no sítio Vermelho:

Mais de 800 pessoas lotaram o auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará para discutir mídia, comunicação e democracia. "Mídia: Regulação e Democracia" faz parte do XXI Ciclo de Debates Nordeste Vinte Um. Os jornalistas e blogueiros Altamiro Borges e Paulo Henrique Amorim ressaltaram os avanços na comunicação e os desafios para os próximos anos.

Estudantes, jornalistas, professores e sociedade civil estiveram reunidos na noite desta sexta-feira (18/02) para discutir mídia. Para Altamiro Borges, o assuntou tornou-se de grande interesse para a sociedade em geral. “A mídia, de uns anos pra cá, tem chamado a atenção da sociedade. É por causa do interesse que surgiu em torno deste tema que estamos aqui nesta noite”. O blogueiro ressaltou que o povo quer discutir o poder manipulador que certos meios de comunicação acumulam, para o bem da sociedade e para o fortalecimento da democracia brasileira. “Este encontro é fruto desta luta. Não temos a intenção de censurar conteúdo. As pessoas querem entender melhor o que é mídia e lutar para que ela seja cada vez mais democrática”, ressaltou.

Centro de Estudos Barão de Itararé

Durante o encontro foi lançado em Fortaleza o Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé. A entidade nasceu em 14 de maio de 2010, em São Paulo. O lançamento contou com a participação de cerca de 400 pessoas. Em seguida, o centro realizou outro debate, desta vez em Belo Horizonte. “Aqui em Fortaleza foi o lançamento onde reunimos mais pessoas”, constatou empolgado.

Devido à proximidade com a campanha eleitoral de 2010, as atividades do Centro acabaram ficando em segundo plano durante o ano. “Nosso objetivo é descentralizar nossas ações e, para isso, precisamos da ajuda valorosa de vocês”, convocou Altamiro.

Mais sobre o Barão

Ao nascer a ideia de criar um centro de estudos para aprofundar o assunto “mídia”, a escolha do nome foi um desafio. “Homenageamos um grande jornalista brasileiro, símbolo de coragem, independência, irreverência, crítica e sarcasmo: o gaúcho Apparício Torelli. Ele auto intitulou-se barão de uma batalha que sequer aconteceu”, ressaltou Altamiro Borges. Autor de frases conhecidas como “Entre sem bater”, Torelli usou o humor para se referir aos policiais que costumavam invadir as redações e agir com violência. “Assim é o trabalho que buscamos fazer: pautados na ética mas sempre com humor e irreverência”, destacou.

Objetivos do Centro

Durante o lançamento do centro de estudos em Fortaleza, Altamiro Borges ressaltou os objetivos da entidade. Fortalecer a luta pela democratização da comunicação no país, juntando forças, com espírito amplo e fortificar as novas mídias como as redes sociais (Twitter e Facebook) e os blogs, sempre destacando que estes meios não fazem revolução mas são ferramentas importantes para a mobilização foram citadas.

Além destas, o jornalista ratificou outro importante ponto. “Focamos também na formação de novos comunicadores. Essa nova geração não pode se formar querendo ser Fátima Bernardes e William Bonner. Jornalismo é coisa séria", frizou. O quarto ponto que Altamiro Borges destacou como objetivo da entidade é contribuir com os diversos centros de pesquisa que já analisam as novas perspectivas de comunicação que o mundo vivencia.

“Vivenciamos um espírito de agregar valores, reunimos jornalistas de diversos meios de comunicação, entidades da sociedade civil, acadêmicos e todos que se interessam pelo tema”, destaca. Segundo o jornalista, em pouco mais de 10 meses de existência, o Barão de Itararé já contribuiu em algumas ações voltadas para debater a mídia e a comunicação. O primeiro Encontro Nacional de Blogueiros aconteceu em São Paulo e reuniu mais de 300 internautas. “O segundo encontro já tem data marcada: será em Brasília, no mês de junho”, informou.

Planos para 2011

Passada a criação, o lançamento e as eleições, o Centro de Estudos tem planos para este ano. A luta pela regulamentação de um novo marco regulatório será o principal deles. “Não falamos em censura. Ao contrário! Defendemos a garantia da liberdade de expressão para todos. E atenção: não confundir liberdade de imprensa com liberdade de empresa”, ratificou Borges. Segundo o jornalista, é imperioso garantir que o Congresso Nacional faça cumprir o que determina a Constituição Federal.

Outro assunto que o Centro deverá se aprofundar é na efetivação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). “Já falamos em exclusão social. Agora vivemos a era da exclusão digital. O ex-presidente Lula, durante seu governo, garantiu que em quatro anos, o plano estará em vigor e que 80% dos brasileiros terão acesso à internet rápida. Nosso dever aplicar e aperfeiçoar este projeto”, afirmou.

O fortalecimento da mídia alternativa é outra questão que merecerá empenho neste ano, além de criar núcleos do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé em todo o país. “Deveremos ter núcleos organizados e, para mantê-los, já criamos a campanha ‘Seja amigo do Barão’, como forma de incentivo e apoio ao projeto”.

Inimigo do PIG

O jornalista Paulo Henrique Amorim ressaltou que o foco dos que defendem uma comunicação democrática é a construção de um novo marco regulatório para o país. “Rebatemos o argumento de censura. Queremos que todos tenham o direito de se defender, protestar, ser verdadeiramente cidadãos, coisa que a grande imprensa no Brasil não permite”.

Amorim citou um país vizinho como exemplo de pulso para enfrentar a questão. “Não gostamos de ficar aquém da Argentina, mas a presidenta Cristina Kirchner conseguiu implantar as leis lá”. Paulo Henrique citou também países como os Estados Unidos, Canadá, França e Espanha como exemplo de vitórias na área.

Uma das expressões mais utilizadas para se referir à imprensa que utiliza de meios anti democráticos, veio de um deputado pernambucano. “Fernando Ferro se referiu ao Partido da Imprensa Golpista (PIG) durante pronunciamento e eu passei a usar sempre a expressão. Além da sigla, refiro-me também a sua tradução do inglês para o português. Trata-se de um porco, um trabalho sujo, desonesto, que mente”, enfatizou. Para Paulo Henrique Amorim, fazem parte do PIG os conglomerados Globo, Folha e Estadão. “A Veja não está nesta categoria pois é uma categoria à parte. Ela não é um órgão de comunicação, mas um detrito de maré baixa”, comparou.

Os cinco pecados capitais da Globo

Uma das empresas de maior poder na área de comunicação no mundo, a Globo tem uma trajetória polêmica que envolve mentira, jogo político e poder. Segundo Paulo Henrique Amorim, a Globo tem cinco pecados capitais que arruínam a falsa imagem de imparcialidade e verdade. Desde a sua própria criação, já nasceu como empresa estrangeira (Time Life), recebendo investimentos do exterior para sua manutenção; 1982, nas eleições para Governador do Rio de Janeiro, a Globo se aliou aos militares para fraudar votos e derrotar Leonel Brizola nas urnas. O candidato saiu derrotado, pediu recontagem de votos e foi eleito com 5% a mais de votos que seu concorrente Moreira Franco.

O terceiro pecado capital citado por Amorim foi a cobertura das Diretas Já, quando o Jornal Nacional entrou cobrindo a manifestação ao vivo e o repórter deturpou a informação ao afirmar que a multidão que protestava acompanhava um show em homenagem ao aniversário da cidade de São Paulo. O quarto pecado foi a polêmica edição do debate entre os então candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello. “Existem documentos que provam que a direção da Globo ordenou que Collor fosse beneficiado na edição que seria transmitida pelo Jornal Nacional nas vésperas das eleições em 1989. Isso é fato, não é versão”, ratificou. O quinto e último erro apontado por Amorim foi em 2006, quando a TV Globo omitiu o acidente da empresa aérea Gol, onde mais de 150 pessoas morreram, para não mexer no Jornal Nacional que dava destaque à ausência do candidato Lula ao debate na véspera.

Marco Regulatório

Diante de tantos exemplos de sujeira na grande mídia nacional, a sociedade volta-se para a necessidade de reformular a regulação dos meios de comunicação no país. Mesmo com tantas dificuldades, o governo do presidente Lula conseguiu realizar em 2009 a I Conferência Nacional de Comunicação. “O debate reuniu mais de 60 mil pessoas em todo o país para discutir mídia. Da Confecom, foram retiradas mais de seiscentas sugestões e propostas para ajustar as leis que conduzem a comunicação brasileira”, enumerou. Mesmo com tanto empenho em promover ações voltadas para a comunicação durante seu governo, Paulo Henrique ainda faz uma ressalva. “Em oito anos, Lula não enfrentou o PIG. Esta é uma verdade histórica”, resume.

Diante disso, surge a necessidade de a sociedade se mobilizar para que o novo marco regulatório seja de fato implementado no país. “E ainda se referem a mim como ansioso. Confesso ser ansioso, pois desde 1962 espero por isso”, contabilizou. Dentre os pontos contidos no projeto de implantação do marco regulatório estão a criação da Agência Nacional de Comunicação que busca regular os meios de comunicação; e proíbe a propriedade cruzada, quando um mesmo grupo detém a concessão de mais de um meio de comunicação.

Banda Larga

Paulo Henrique Amorim destacou que o governo do ex presidente Lula qualificou 37% dos trabalhadores brasileiros. “Considero isto uma proeza. Para não dizer Fantástico, prefiro dizer que foi algo Espetacular”, brincou com o trocadilho. O jornalista citou ainda outros avanços vivenciados no país na Era Lula e destacou: “A inclusão digital precisa refletir a nova realidade brasileira. E a internet tem que acompanhar este novo Brasil”.

Para o blogueiro responsável pelo Conversa Afiada, a internet, o Twitter e o Facebook têm um papel revolucionário mas enfatiza: “Só não podemos perder a perspectiva de que, sozinhos, eles não fazem revolução. Essas ferramentas são o trilho que nos levarão ao caminho, mas o que interessa é quem está dentro dos vagões. O que faz revolução é articulação política, o povo na rua”, ratificou.

7 de fev. de 2011

Declina a influência do Ocidente

Da Carta Maior - 06/02/2011

No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que implementou um programa de islamização radical (com financiamento saudita). O artigo é de Noam Chomsky.


Noam Chomsky – La Jornada
O mundo árabe está em chamas, informou a Al Jazeera no dia 27 de janeiro, enquanto os aliados de Washington perdem rapidamente influência em toda a região. A onda de choque foi posta em movimento pelo dramático levante na Tunísia que derrubou um ditador apoiado pelo Ocidente, com reverberações, sobretudo no Egito, onde os manifestantes enfrentaram a polícia de um ditador brutal. Alguns observadores compararam os acontecimentos com a queda dos domínios russos em 1989, mas há importantes diferenças.

Uma diferença crucial é que não existe um Mikhail Gorbachov entre as grandes potências que apoiam os ditadores árabes. Ao invés disso, Washington e seus aliados mantem o princípio bem estabelecido de que a democracia é aceitável só na medida em que se conforme a objetivos estratégicos e econômicos: ela é magnífica em território inimigo (até certo ponto), mas em nosso quintal, a menos que possa ser domesticada de forma apropriada.
Do ContrapontPIG - 06.02.2011