Governo paulista construiu menos de 3.800 moradias populares em São José dos Campos nos últimos 16 anos
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| Do Blog LimpinhoCheiroso |
17/12/2009 - 07h00
Comportas fechadas na barragem da Penha para proteger a marginal ajudaram a alagar a zona leste de SP
Fabiana Uchinaka - UOL SP - 18/12
As seis comportas da barragem da Penha, na zona leste de São Paulo, foram completamente fechadas às 2h50 do dia 8 de dezembro, dia em que a cidade enfrentou fortes temporais e viu diversos pontos alagarem como há muito tempo não se via. Somente dois dias depois, às 17h20, todas as comportas foram abertas. Os dados, fornecidos pelo engenheiro responsável pela barragem, João Sérgio, indicam que houve uma clara escolha da empresa responsável: alagar os bairros pobres da zona leste para evitar o alagamento das marginais e do Cebolão, conjunto de obras que fica no encontro dos rios Tietê e Pinheiros.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/12/17/ult5772u6678.jhtm
21/12/2009 - 08:42
A inapetência administrativa de Serra
Do Último Segundo
Coluna Econômica 21/12/2009
Independentemente das eleições do próximo ano, quando baixar a poeira permitindo uma avaliação serena de sua administração, o governador José Serra não entrará para a história da administração pública do Estado.
Pelo contrário, o balanço de três anos de gestão revela um mérito – administração financeira responsável – e uma falta de vontade de administrar poucas vezes vista no Estado.
...
Quando explodiu a crise mundial, industriais paulistas procuraram o Palácio Bandeirantes atrás de medidas que ajudassem a amenizar o desastre – especialmente em máquinas e equipamentos, setor que experimentou queda de 40% na produção.Serra passou meses sem receber as lideranças. Aí a Abimaq (que representa os fabricantes) acertou um pacto com a CUT e a Força Sindical – que ameaçaram com uma manifestação em frente o Palácio. Só aí Serra aceitou algumas concessões tributárias ao setor, além de destinar uma verba – proveniente de recursos da venda da Nossa Caixa – para financiamento ao setor. Já era mês de março.Se estivesse à frente do governo federal, essa demora teria sido fatal para a superação da crise.
Nassif: quem põe fogo nas favelas de São Paulo?
Por Paulo Henrique Amorim - Conversa Afiada - 12.10.09
Texto de Luiz Nassif - 12.10.09
Quatro incêndios numa mesma favela: que Governo é esse ?
Reproduzido de Stanley Burburinho, no Blog do Nassif
As favelas incendiadas de São Paulo
Em Observação
Por Stanley Burburinho
1 – Mais um incêndio em favela de São Paulo. Dessa vez foi na favela Diogo Pires. Acontece que esse é o quarto incêndio nessa mesma favela que sofreu com incêndios em 2000, 2002, 2006 e agora em 2009;
2 – Segundo documento da FINEP de 9/3/2005, o Laboratório de Segurança ao Fogo, do IPT de São Paulo, que há 28 anos vem desenvolvendo trabalhos de prevenção e controle de incêndios, diz que:
- ”São registrados, em média, 800 incêndios por ano em São Paulo”.
3 – Pergunto:
- Média de 800 incêndios por ano?!?!?! Por que o último incêndio em uma favela do Rio – que tem quase tantas favelas quanto São Paulo – só aconteceu em 1969 na favela Praia do Pinto, durante o governo do Carlos Lacerda? Curiosidade: dias antes desse incêndio o DOPS prendeu todos os dirigentes da FAFEG (Federação das Favelas do Estado da Guanabara) que foram acusados de serem comunistas;
- Será que os últimos incêndios nas favelas de São Paulo seriam uma forma de se evitar as obras do PAC que urbanizariam essas favelas?
- Lembro que a grande maioria dos moradores dessas favelas é de gente que veio do norte ou nordeste do Brasil e não não votam em São Paulo;
“- Em 2002, foram registradas 756 ocorrências e, até março de 2003, outras 130 ocorrências provocaram danos materiais e humanos.
- Os dados são agravados pelo crescimento exponencial de assentamentos: 30,15% de 1991 a 2000, passando de 891 mil habitantes para 1.160. Só na cidade de São Paulo o número de núcleos subiu de 1975 para 2001.
“Especialmente nestes locais os incêndios são sempre catastróficos, gerando altos custos sociais e financeiros que vão desde as perdas humanas e materiais das vítimas até o custo para o poder público”, ressalta o engenheiro José Carlos Tomina, também responsável pelo Centro de Tecnológico do Ambiente Construído do IPT.
(…)”
http://www.finep.gov.br/imprensa/noticia.asp?cod_noticia=571
4 – Já dá prá desconfiar de tanto incêndio.
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Falta de terrenos restringe e encarece lançamentos na zona oeste de SP
De 2006 a agosto de 2009, a zona oeste foi a segunda região da cidade que mais lançou prédios residenciais --240, contra os 324 da sul, segundo a Geoimovel, empresa de pesquisa e análise do mercado imobiliário.
Seus distritos campeões em lançamentos foram, nesta ordem, Perdizes (47), Itaim Bibi (36), Pinheiros (22), Vila Leopoldina (17) e Vila Sônia (1
Leia mais:
Fogo em favela em SP deixa 350 famílias desabrigadas
G1 - Agência Estado- 12.10.09
O incêndio que destruiu no início da noite de ontem a Favela Diogo Pires, no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, queimou uma área de 2 mil metros quadrados e desabrigou 350 famílias. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas. Cinco pessoas sofreram intoxicação pela fumaça e foram encaminhadas, de ambulância, para um hospital da região. Outras se feriram levemente por quedas enquanto corriam para fora dos barracos. Uma indústria química que fica ao lado da favela teve de ser isolada pelos bombeiros por causa do risco de explosões.
As causas do fogo, que começou por volta das 17 horas e só foi controlado 3 horas depois, são desconhecidas - moradores alegam que ocorreu curto-circuito em uma fiação. Além da indústria química, outra preocupação dos bombeiros era que o fogo atingisse um conjunto habitacional vizinho da favela. Nem a fábrica nem os prédios sofreram consequências.
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) esteve na favela e afirmou que havia um projeto da Prefeitura para a desocupação da área. Parte das famílias, segundo ele, já estava cadastrada por programas sociais da administração municipal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Na internet, Soninha ironiza favelados vítimas de incêndio
A subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), que ganhou cargo do prefeito Kassab depois que seu partido o apoiou na eleição passada, usou de ironia para falar sobre o incêndio em uma favela da capital paulista no Twitter nesta manhã: "Sem incêndio hj, por favor? Obrigada", disse ela. No último final de semana, a região sob a administração dela teve dois incêndios. Um deles, ontem, de grandes proporções.Em nenhum deles Soninha apareceu para dar apoio
Soninha é responsável pela área que abrange a favela Diogo Rodrigues, no Jaguaré, que teve 350 barracos incendiados neste domingo. Além disso, também está sob a sua jurisdição as imediações do shopping Bourbon, na zona oeste, que registrou um princípio de incêndio no sábado.Até agora, só um membro do Twitter respondeu ao pedido, perguntando:Que "limpeza" social?.
Por Helena - Blog Os amigos do Lula - 12.10.09