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6 de fev. de 2012

Governo de São Paulo (tucano) trabalha para quem?

Governo paulista construiu menos de 3.800 moradias populares em São José dos Campos nos últimos 16 anos

Clique na imagem para ampliar

Depois da barbárie do Pinheirinho, o governo Alckmin anuncia que construirá 5 mil moradias populares para as famílias despejadas com violência e requintes de crueldade.

26 de jan. de 2012

Frei Beto : “PT sabe dialogar, PSDB manda polícia pra conversar”

Foto: Divulgação

No Fórum Social Temático, ele demostrou solidariedade com a comunidade de Pinheirinho que foi desocupada no último domingo em São José dos Campos e alertou para a necessidade de acompanhar com intensidade o processo político de 2012

19 de abr. de 2011

População que reivindica melhores condições de moradia solicita reunião com Alckmin

Do Blog LimpinhoCheiroso


Será que a população vai ter que pagar alguma coisa para ter audiência com o Governador Alckmin, ou levará bala de borracha, spray de pimenta no rosto, vão apanhar da polícia, como tem apanhado professores, alunos, pessoas que protestaram contra o aumento abusivo do transporte público, entre outras ?

Márcia Brasil - 19.04.2011

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Ativistas marcham ao Palácio dos Bandeirantes por moradia em SP
Por: Jéssica Santos de Souza, Rede Brasil Atual- 18/04/2011

São Paulo – Nesta terça-feira (19), a União dos Movimentos de Moradia (UMM) vai marchar até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, para solicitar uma reunião com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). A concentração ocorre a partir das 9h na ponte Cidade Jardim, em frente ao Parque do Povo.

Vários movimentos de moradia das três regiões metropolitanas – São Paulo, Campinas e Baixada Santista – reivindicam melhores condições e mais investimento na área. Uma carta com todas as reivindicações foi enviada para o governador e o secretário estadual da Habitação, Silvio Torres.

Reivindicações:
  • Retomada do Programa de Mutirão com Autogestão;
  • Posse imediata do Conselho Estadual das Cidades;
  • Funcionamento do Conselho e recursos para o Fundo Estadual de Habitação com participação popular;
  • Programa de cortiços e áreas centrais com os movimentos sociais;
  • Urbanização de favelas;
  • Recursos estaduais para projetos do Minha Casa Minha Vida Entidades;
  • Criação de Banco de Terras para habitação;
  • Participação popular no Plano Estadual de Habitação;
  • Contra os despejos da Ecovias em Diadema e do Rodoanel.

11 de fev. de 2011

Prefeitura SP admite usar “jagunço” para remover favela Prefeitura SP admite usar “jagunço” para remover favela


A truculência da administração Kassab tem nome e sobrenome: Francisco Evandro Ferreira Figueiredo é o nome completo do funcionário terceirizado que a Secretaria Municipal de Habitação utiliza para a função de amedrontar moradores, com revólver em punho, e derrubar barracos.
“Evandro foi contratado para derrubar as casas, para tirar as pessoas da favela”, admitiu a superintendente de Habitação Social da Secretaria Municipal de Habitação, Elizabete Fr ança, em reunião realizada nesta quinta-feira (10), na sede da secretaria. O relato da declaração da superintendente, que também é secretária adjunta da pasta, foi feito pelo deputado estadual Carlos Neder, que participou da reunião. 
“Ela falou isso na frente de dezenas de testemunhas. É um absurdo que a municipalidade use a violência, a intimidação e a truculência como uma praxe administrativa. Quantos outros ‘Evandros’ existem por aí?”, questionou Neder, durante a reunião. Ele disse que a Assembléia tem de apurar esse caso. E lembrou que a Câmara Municipal também tem essa obrigação, aproveitando-se da presença do presidente do Legislativo paulistano, José Police Neto.

Segundo informação levantada pelo mandato de Neder,  Evandro é funcionário terceirizado da empresa BST Transportadora, que presta serviços à Secretaria de Habitação. Entretanto, segundo moradores, é ele quem coordena as ações dos funcionários municipais incumbidos de derrubar os barracos.
Foi Evandro, afirmam os moradores, que coordenou a ação truculenta desta quinta-feira na Favela do Sapo, localizada na zona oeste, entre as pontes do Limão e da Freguesia do Ó. Foram derrubados 17 barracos da favela, sem que houvesse preocupação em verificar se estavam ocupados ou não. Moradores que reclamaram e tiraram fotos foram intimidados por  Evandro, que se identifica como policial militar e estava armado.
Geladeiras, colchões, fogões e outros pertences de moradores foram jogados pelos funcionários da prefeitura no córrego Água Branca, que passa no meio da favela, durante a tentativa de desapropriação. As famílias só não foram totalmente retiradas do local graças à ação organizada da sociedade civil com o apoio do mandato Carlos Neder.  A expectativa dos moradores e das ONGs que atuam pela defesa dos direitos de moradia, é de que a Prefeitura tente retomar a remoção dos barracos nesta sexta-feira (11/2).
 Por Carlos Neder - 11.02.2011

23 de dez. de 2009

Higienização em São Paulo - Serra e Kassab contra os pobres


 Zona Leste: depois do alagamento, vem
o aumento de 187% no IPTU

Alguns fatos importantes para entendermos como funciona a administração demo-tucana em São Paulo. Começo com uma notícia grave:

17/12/2009 - 07h00
Comportas fechadas na barragem da Penha para proteger a marginal ajudaram a alagar a zona leste de SP

Fabiana Uchinaka - UOL SP  - 18/12

As seis comportas da barragem da Penha, na zona leste de São Paulo, foram completamente fechadas às 2h50 do dia 8 de dezembro, dia em que a cidade enfrentou fortes temporais e viu diversos pontos alagarem como há muito tempo não se via. Somente dois dias depois, às 17h20, todas as comportas foram abertas. Os dados, fornecidos pelo engenheiro responsável pela barragem, João Sérgio, indicam que houve uma clara escolha da empresa responsável: alagar os bairros pobres da zona leste para evitar o alagamento das marginais e do Cebolão, conjunto de obras que fica no encontro dos rios Tietê e Pinheiros.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/12/17/ult5772u6678.jhtm
Serra e Kassab não queriam que a marginal do Tietê transbordasse novamente, pois ela tem muita visibilidade pública. Para eles, é preferível inundar bairros pobres, onde moram milhares e milhares de famílias. Duas semanas depois das chuvas, esses bairros da Zona Leste continuam alagados. Kassab "explicou" que a peça para consertar a bomba que faria a drenagem só fica pronta lá para janeiro ou fevereiro. Não há pressa, pois são bairros pobres. Enquanto isso, crianças estão morrendo de leptospirose.

O deputado Brizola, em seu site, mostrou que não há o menor planejamento urbano para esses bairros. Enquanto Serra e Kassab dizem que é preciso desocupar as áreas de várzea, o deputado mostrou uma vista aérea que revela uma escola e um conjunto habitacional construídos ali mesmo, na várzea. Veja aqui. Detalhe: as áreas alagadas terão um aumento no IPTU de 187%.



Serra e Kassab culparam a chuva pela catástrofe ocorrida em São Paulo. Mas o engenheiro Julio César Cerqueira Neto, especialista em engenharia hidráulica, desmente isso. Ele diz que as chuvas foram em quantidade normal para esta época do ano. E mostra que o problema não é o excesso de chuva, mas a falta de governo. Leia aqui.

O Jornalista Luís Nassif repercutiu matéria interessante sobre a "inapetência administrativa" de Serra. Aqui alguns trechos:

21/12/2009 - 08:42
A inapetência administrativa de Serra
Do Último Segundo
Coluna Econômica 21/12/2009

Independentemente das eleições do próximo ano, quando baixar a poeira permitindo uma avaliação serena de sua administração, o governador José Serra não entrará para a história da administração pública do Estado.

Pelo contrário, o balanço de três anos de gestão revela um mérito – administração financeira responsável – e uma falta de vontade de administrar poucas vezes vista no Estado.
...
Quando explodiu a crise mundial, industriais paulistas procuraram o Palácio Bandeirantes atrás de medidas que ajudassem a amenizar o desastre – especialmente em máquinas e equipamentos, setor que experimentou queda de 40% na produção.
Serra passou meses sem receber as lideranças. Aí a Abimaq (que representa os fabricantes) acertou um pacto com a CUT e a Força Sindical – que ameaçaram com uma manifestação em frente o Palácio. Só aí Serra aceitou algumas concessões tributárias ao setor, além de destinar uma verba – proveniente de recursos da venda da Nossa Caixa – para financiamento ao setor. Já era mês de março.
Se estivesse à frente do governo federal, essa demora teria sido fatal para a superação da crise.
Na verdade, não é uma questão de preguiça, mas de ideologia. Serra é um legitimo representante do neoliberalismo, que propõe estado mínimo e serviços públicos mais mínimos ainda.

Abaixo podemos ver um video de um minuto que revela as "idéias" do Sr. Serra sobre transportes. Ele nem mesmo pensa em transporte público. Para ele, transporte é automóvel. É por isso que o Metrô de São Paulo tem "ampliação" de UM quilômetro por ano. Não há pressa. Como os técnicos dizem que São Paulo precisa de mais 150 km de metrô, em 150 anos resolveremos o problema grave do trânsito na Grande São Paulo.


Não, Sr. Serra, pode-se ampliar e melhorar a via férrea que passa ao lado do rio, e que está se sucateando. Pode-se fazer mais metrô, e não UM quilômetro por ano. Pode-se colocar mais ônibus em São Paulo. Eram 24.000 ônibus há 10 anos atrás. Agora a frota reduziu-se para 13.000 ônibus, um absurdo. Como é que o paulista vai deixar o carro em casa com esse transporte coletivo de quinta categoria?

Serra e Kassab praticam uma política de higienização. Querem que os pobres vão para a periferia e que São Paulo seja a capital dos carros.

Serra confessou, na revista Piauí (revista mais à direita do que a Veja!!) que desinfeta as mãos com álcool sempre que dá a mão a populares. Está na hora de São Paulo se desinfetar de Serra.

Por Roberto Locatelli - Planeta Ignis - 23.12.09


Leia mais


Do Blog Brasil que eu quero - Jan/2010


Do Blog do Favre - Dez/2009



13 de out. de 2009

Faltam terrenos na Zona Oeste de São Paulo; pedido de desocupação do Kassab da Favela Diogo Pires (G1/Estadão). Cheiro de queimado no ar !!

Quatro incêndios numa mesma favela: que Governo é esse ?

Nassif: quem põe fogo nas favelas de São Paulo?

Por Paulo Henrique Amorim - Conversa Afiada - 12.10.09

Texto de Luiz Nassif - 12.10.09

Quatro incêndios numa mesma favela: que Governo é esse ?

Reproduzido de Stanley Burburinho, no Blog do Nassif


As favelas incendiadas de São Paulo

Em Observação

Por Stanley Burburinho

1 – Mais um incêndio em favela de São Paulo. Dessa vez foi na favela Diogo Pires. Acontece que esse é o quarto incêndio nessa mesma favela que sofreu com incêndios em 2000, 2002, 2006 e agora em 2009;

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/10/11/incendio-destroi-favela-diogo-pires-em-sao-paulo-768014890.asp

2 – Segundo documento da FINEP de 9/3/2005, o Laboratório de Segurança ao Fogo, do IPT de São Paulo, que há 28 anos vem desenvolvendo trabalhos de prevenção e controle de incêndios, diz que:

- ”São registrados, em média, 800 incêndios por ano em São Paulo”.

3 – Pergunto:

- Média de 800 incêndios por ano?!?!?! Por que o último incêndio em uma favela do Rio – que tem quase tantas favelas quanto São Paulo – só aconteceu em 1969 na favela Praia do Pinto, durante o governo do Carlos Lacerda? Curiosidade: dias antes desse incêndio o DOPS prendeu todos os dirigentes da FAFEG (Federação das Favelas do Estado da Guanabara) que foram acusados de serem comunistas;

- Será que os últimos incêndios nas favelas de São Paulo seriam uma forma de se evitar as obras do PAC que urbanizariam essas favelas?

- Lembro que a grande maioria dos moradores dessas favelas é de gente que veio do norte ou nordeste do Brasil e não não votam em São Paulo;

“- Em 2002, foram registradas 756 ocorrências e, até março de 2003, outras 130 ocorrências provocaram danos materiais e humanos.

- Os dados são agravados pelo crescimento exponencial de assentamentos: 30,15% de 1991 a 2000, passando de 891 mil habitantes para 1.160. Só na cidade de São Paulo o número de núcleos subiu de 1975 para 2001.

“Especialmente nestes locais os incêndios são sempre catastróficos, gerando altos custos sociais e financeiros que vão desde as perdas humanas e materiais das vítimas até o custo para o poder público”, ressalta o engenheiro José Carlos Tomina, também responsável pelo Centro de Tecnológico do Ambiente Construído do IPT.

(…)”

http://www.finep.gov.br/imprensa/noticia.asp?cod_noticia=571

4 – Já dá prá desconfiar de tanto incêndio.

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Falta de terrenos restringe e encarece lançamentos na zona oeste de SP

De 2006 a agosto de 2009, a zona oeste foi a segunda região da cidade que mais lançou prédios residenciais --240, contra os 324 da sul, segundo a Geoimovel, empresa de pesquisa e análise do mercado imobiliário.

Seus distritos campeões em lançamentos foram, nesta ordem, Perdizes (47), Itaim Bibi (36), Pinheiros (22), Vila Leopoldina (17) e Vila Sônia (1

Leia mais:

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Fogo em favela em SP deixa 350 famílias desabrigadas

G1 - Agência Estado- 12.10.09

O incêndio que destruiu no início da noite de ontem a Favela Diogo Pires, no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, queimou uma área de 2 mil metros quadrados e desabrigou 350 famílias. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas. Cinco pessoas sofreram intoxicação pela fumaça e foram encaminhadas, de ambulância, para um hospital da região. Outras se feriram levemente por quedas enquanto corriam para fora dos barracos. Uma indústria química que fica ao lado da favela teve de ser isolada pelos bombeiros por causa do risco de explosões.

As causas do fogo, que começou por volta das 17 horas e só foi controlado 3 horas depois, são desconhecidas - moradores alegam que ocorreu curto-circuito em uma fiação. Além da indústria química, outra preocupação dos bombeiros era que o fogo atingisse um conjunto habitacional vizinho da favela. Nem a fábrica nem os prédios sofreram consequências.

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) esteve na favela e afirmou que havia um projeto da Prefeitura para a desocupação da área. Parte das famílias, segundo ele, já estava cadastrada por programas sociais da administração municipal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Na internet, Soninha ironiza favelados vítimas de incêndio

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcwcC2Oc2RfbOelElzg3ha88hvWfBUN7FiM7XlTHJNgzdwnfrMDdzy5XqYCjdKmrPKQqxtzosxGop5lq-xTEeUZhXt64rDMuHcxB0ChBZ-1dVw30nPHkQHLfZNuQXOMIngyoFzgjYGhZg/s320/0,,.jpg

A subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), que ganhou cargo do prefeito Kassab depois que seu partido o apoiou na eleição passada, usou de ironia para falar sobre o incêndio em uma favela da capital paulista no Twitter nesta manhã: "Sem incêndio hj, por favor? Obrigada", disse ela. No último final de semana, a região sob a administração dela teve dois incêndios. Um deles, ontem, de grandes proporções.Em nenhum deles Soninha apareceu para dar apoio

Soninha é responsável pela área que abrange a favela Diogo Rodrigues, no Jaguaré, que teve 350 barracos incendiados neste domingo. Além disso, também está sob a sua jurisdição as imediações do shopping Bourbon, na zona oeste, que registrou um princípio de incêndio no sábado.Até agora, só um membro do Twitter respondeu ao pedido, perguntando:Que "limpeza" social?.

Por Helena - Blog Os amigos do Lula - 12.10.09