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23 de out. de 2012

TRACKING DO PT MOSTRA HADDAD COM 61% DOS VOTOS VÁLIDOS E SERRA,39%

Imagem: sintonia fina
Por Ricardo Kotscho
A cinco dias da eleição do segundo turno em São Paulo, o comando da campanha de Fernando Haddad, do PT, decidiu não mudar a estratégia nesta reta final da campanha: vai continuar jogando na defesa para garantir o resultado apontado pelas pesquisas, investindo na apresentação de propostas para um governo de mudança contra a continuidade.

São Paulo vai se livrar de Serra e Kassab!

11 de fev. de 2011

Prefeitura SP admite usar “jagunço” para remover favela Prefeitura SP admite usar “jagunço” para remover favela


A truculência da administração Kassab tem nome e sobrenome: Francisco Evandro Ferreira Figueiredo é o nome completo do funcionário terceirizado que a Secretaria Municipal de Habitação utiliza para a função de amedrontar moradores, com revólver em punho, e derrubar barracos.
“Evandro foi contratado para derrubar as casas, para tirar as pessoas da favela”, admitiu a superintendente de Habitação Social da Secretaria Municipal de Habitação, Elizabete Fr ança, em reunião realizada nesta quinta-feira (10), na sede da secretaria. O relato da declaração da superintendente, que também é secretária adjunta da pasta, foi feito pelo deputado estadual Carlos Neder, que participou da reunião. 
“Ela falou isso na frente de dezenas de testemunhas. É um absurdo que a municipalidade use a violência, a intimidação e a truculência como uma praxe administrativa. Quantos outros ‘Evandros’ existem por aí?”, questionou Neder, durante a reunião. Ele disse que a Assembléia tem de apurar esse caso. E lembrou que a Câmara Municipal também tem essa obrigação, aproveitando-se da presença do presidente do Legislativo paulistano, José Police Neto.

Segundo informação levantada pelo mandato de Neder,  Evandro é funcionário terceirizado da empresa BST Transportadora, que presta serviços à Secretaria de Habitação. Entretanto, segundo moradores, é ele quem coordena as ações dos funcionários municipais incumbidos de derrubar os barracos.
Foi Evandro, afirmam os moradores, que coordenou a ação truculenta desta quinta-feira na Favela do Sapo, localizada na zona oeste, entre as pontes do Limão e da Freguesia do Ó. Foram derrubados 17 barracos da favela, sem que houvesse preocupação em verificar se estavam ocupados ou não. Moradores que reclamaram e tiraram fotos foram intimidados por  Evandro, que se identifica como policial militar e estava armado.
Geladeiras, colchões, fogões e outros pertences de moradores foram jogados pelos funcionários da prefeitura no córrego Água Branca, que passa no meio da favela, durante a tentativa de desapropriação. As famílias só não foram totalmente retiradas do local graças à ação organizada da sociedade civil com o apoio do mandato Carlos Neder.  A expectativa dos moradores e das ONGs que atuam pela defesa dos direitos de moradia, é de que a Prefeitura tente retomar a remoção dos barracos nesta sexta-feira (11/2).
 Por Carlos Neder - 11.02.2011

10 de set. de 2010

Lula diz que São Paulo não pode ficar na mão de tucanos a vida inteira

Foto: Portal Notícias do Brasil

Vagner Magalhães, Portal Terra

RIBEIRÃO PRETO - Em um discurso inflamado na noite desta quarta-feira (9), o presidente Luiz Inácio da Silva afirmou que São Paulo não pode ficar na mão dos tucanos a vida inteira e pediu votos para Aloizio Mercadante na disputa do governo do Estado. Lula participou de um comício na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Segundo presidente, o século XXI merece mais arrojo, o que, na visão dele, falta aos tucanos. A candidata à presidência Dilma Rousseff não compareceu sob a alegação do nascimento de seu filho Gabriel, na manhã de hoje, em Porto Alegre.

O presidente disse que a partir de agora, Mercadante terá de dizer nos debates quem é que trouxe universidades para os mais pobres. "Agora é pão, pão, queijo, queijo. Eles vão ter de parar de blasfemar contra nós. Hoje é um dia importante para que se faça uma reflexão, para a política, para São Paulo e para o Brasil. Ribeirão Preto é uma cidade de muitos médicos, doutores. É preciso dizer que o lado de lá já governou este País nos últimos 500, 50 ou 30 anos. Eles vão ter de explicar como é que um metalúrgico fez mais universidades do que os doutores", disse Lula.

O presidente afirmou que, anteriormente, gente que era "metida a sabida" ficava de quatro diante do Fundo Monetário Internacional. "Agora, são eles que nos devem US$ 14 bilhões". Exaltado, Lula lembrou que São Paulo não é um País à parte e faz parte do Brasil.

"Aqui em Ribeirão Preto, a prefeita (Dárcy Vera, DEM) é de outro partido. Mas perguntem a ela quem é foi que mandou para cá R$ 52 milhões para acabar com as enchentes? Eles (PSDB) tiveram tempo de sobra para fazer isso e não fizeram", disse.

Lula afirmou que não tem nada de pessoal contra os tucanos, mas tocou em um ponto sensível à cidade de Ribeirão Preto, o preço dos pedágios. "Com o preço que cobram aqui, podiam fazer o meio-fio das estradas de diamantes", disse ele. A única coisa que eles fizeram era vender o que não era deles", afirmou, em referência às privatizações.

Em seu discurso, Mercadante afirmou que São Paulo precisa da construção de oito hospitais regionais e que para isso há recursos, mas falta capacidade pública para que eles entrem em funcionamento. "Falta capacidade administrativa. O PSDB faz coisa boa para poucos. Temos de usar aqui, o mesmo modelo que utilizamos para o Brasil.

Rouca, a candidata ao Senado, Marta Suplicy (PT) saudou o público dizendo que hoje nasceu mais um brasileiro, um petista, se referindo a Gabriel, neto de Dilma. "Ele vai ter uma avó que deixará um legado para o Brasil", afirmou. Segundo Marta, Dilma tem tudo para conseguir uma eleição ainda no primeiro turno. "Ela vai continuar a obra deixada por Lula e será eleita sem sombra de dúvidas", disse. 


Do Blog Olhos do Sertão 
 

16 de set. de 2009

Corte da limpeza gera 3.274 demissões de garis

Por Bruno Ribeiro - Agora - 16-09-09

O corte nos serviços de limpeza pública é ainda maior do que os índices que estavam sendo divulgados desde a última semana, segundo o Selur (sindicato que representa as empresas de limpeza). A entidade apresentou ontem o primeiro balanço oficial sobre a redução dos serviços e disse que, desde o mês passado, as ruas tiveram redução de limpeza em 32% dos quilômetros varridos todos os dias.

O balanço diz ainda que 3.274 garis foram mandados embora desde 23 de agosto e que 280 caminhões usados na limpeza urbana deixaram de circular pelas ruas. Até 5 de agosto, a cidade tinha 8.153 garis. A redução é de 40,16% no número de funcionários. A prefeitura não reconhece os dados e diz que os cálculos do Selur estão incorretos. A maior parte dos demitidos (2.099 pessoas) trabalhava justamente nas equipes de varrição de ruas. O Selur diz que 2.500 toneladas de lixo da varrição deixaram de ser recolhidas neste mês.

"Estou perdendo o emprego, mas a situação de quem fica é muito ruim. Já tinha pouca gente para fazer o serviço, imagina como vai ser", disse o gari Sérgio, 28 anos, que cumpre aviso-prévio. Ele conta que antes varria a região da 25 de Março com outras três pessoas e que agora só tem um colega.

Fora a redução dos serviços, viadutos, corredores e vias de tráfico intenso deixaram de ser varridos. As cinco equipes que faziam esse serviço usando vassouras mecânicas (grandes aspiradores) foram dispensadas. O sindicato afirma que a redução no orçamento da varrição, que foi de 20%, significou cortes maiores para as empresas, porque a redução foi aplicada sobre uma relação entre os valores pagos no ano passado e no primeiro semestre deste ano. "Da maneira como o corte foi praticado, reflete nos contratos em percentuais entre 35% a 40%, dependendo do valor praticado em 2008 pela empresa", afirma o Selur.

Já no que se refere à remoção de entulhos, o sindicato afirma que, das 78 mil toneladas recolhidas, em média, por mês, só 14 mil toneladas serão coletadas agora.

O sindicato admite que o serviço não será mais prestado da mesma forma como era feito antes do corte. Algumas ruas deixarão de ser varridas e outras terão menos varrições por dia.

15 de set. de 2009

Kassab, Prefeito da (des)governada São Paulo, coloca mais $$ em propaganda, ainda cortará 20% das varrições previstas.

FOLHA SP 12-09-09

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) elevou ontem em mais R$ 2,5 milhões a verba de propaganda do governo. Os recursos, que no início do ano eram R$ 31 milhões, já chegam ao valor recorde de R$ 80 milhões, num salto de 158%.
Em anos anteriores, o maior gasto da atual gestão com publicidade ocorrera em 2007, com R$ 58,5 milhões. No ano passado, Kassab gastou R$ 39,7 milhões com propaganda.
A petista Marta Suplicy (2001-2004) gastou em toda sua gestão R$ 159,6 milhões, sendo R$ 43,2 milhões em 2003.
Kassab defende o gasto com propaganda. “As pessoas às vezes associam campanhas educativas, publicidade de um órgão público, como se fosse promoção das administrações. Não é, eu discordo.”
Ele diz que vai lançar uma nova campanha com orientações à população sobre o horário correto para a colocação do lixo domiciliar na rua.
(ES)

Por Luis Favre - 14.09.09

LEI Nº 14.974, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009

(Projeto de Lei nº 567/06, do Vereador Wadih Mutran - PP)

Acresce e altera dispositivos da Lei nº 11.545, de 7 de junho de 1994, com alterações posteriores, que disciplina o uso de aparelhos de telefonia celular e congêneres no interior dos locais que especifica.

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, nos termos do disposto no inciso I do artigo 84 do seu Regimento Interno, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º O art. 1º da Lei nº 11.545, de 7 de junho de 1994, com as alterações introduzidas pela Lei nº 14.573, de 25 de outubro de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 1º É proibido efetuar e receber ligações de aparelhos de telefonia celular e congêneres no interior dos teatros, cinemas, casas de espetáculos e bibliotecas, bem como nas salas de aula das escolas públicas municipais, durante o horário das aulas.

................................................................................

§ 4º Nas escolas públicas municipais, o telefone celular somente poderá ser utilizado durante os intervalos, devendo permanecer desligado durante todo o horário das aulas.” (NR)

Art. 2º A Lei nº 11.545, de 1994, com as alterações posteriores, passa a vigorar acrescida do art. 2º-A, com a seguinte redação:

“Art. 2º-A. O disposto no art. 2º desta lei não se aplica às escolas públicas municipais, nas quais a desobediência às normas previstas no art. 1º implicará a adoção das medidas estabelecidas no regimento da respectiva escola.” (NR)

Art. 3º As despesas decorrentes da execução da presente lei correrão por conta de dotações orçamentária próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 11 de setembro de 2009, 456º da fundação de São Paulo.

GILBERTO KASSAB, PREFEITO Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 11 de setembro de 2009.

CLOVIS DE BARROS CARVALHO, Secretário do Governo Municipal

Fonte: Oswaldo Aranha

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Kassab vai cortar 20% das varrições previstas.

Luis Kawaguti - Agora - 14-09-09

O prefeito Gilberto Kassab afirmou ontem que a prefeitura divulgará nos próximos dias novas planilhas de varrição das ruas de São Paulo com uma redução de 20% no serviço previsto em contrato com as empresas do setor.

O índice é o mesmo do corte de verbas para a área que já havia sido anunciado pelo prefeito, por conta da crise financeira, na primeira quinzena de agosto. O número de varrições previsto para cada rua, porém, ainda não havia sido alterado.

Após cortar os repasses da limpeza, relativos aos últimos cinco meses do ano, Kassab reviu seus planos e disse na última sexta que irá tirar verbas de R$ 138 milhões de "grandes obras" para pagar empresas do setor de lixo. Ele falou que fará isso para atingir a meta de R$ 903 milhões de gastos da prefeitura com limpeza, mesmo valor utilizado no ano passado.

Reportagem do Vigilante Agora, publicada na edição de ontem, constatou que a planilha atual da varrição já é mal cumprida. O índice de descumprimento é ainda maior que os 20% previstos no corte das varrições hoje exigidas. Em cinco ruas fiscalizadas, os varredores fizeram 14 de 38 varrições previstas para a última sexta-feira: só 37% do trabalho exigido.

"A redução da nova planilha [dos serviços de varrição] é de aproximadamente 20% e o que o Agora aponta é uma redução muito mais expressiva. Isso mostra que os serviços podem ser prestados mesmo com a redução, e com qualidade", disse Kassab, durante a inauguração da Estação da Juventude de Cidade Tiradentes (zona leste de SP). "Não é possível que R$ 903 milhões não sejam suficientes para uma boa prestação de serviços."

A reportagem do Agora com a fiscalização do serviço de varrição monitorou quatro vias na região central de SP e uma na zona norte, entre 6h e meia-noite de sexta-feira. Elas estão entre os 119 pontos de alagamento registrados pelo CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) na última terça-feira. Na ocasião, uma tempestade trouxe caos à cidade.

Kassab agradeceu o levantamento e disse que pediu a seus secretários que analisem os dados. "Pedi ao secretário [das Subprefeituras] Ronaldo Camargo que seja intransigente ao lado dos subprefeitos na fiscalização dos serviços."

Kassab disse que membros das secretarias de Serviços e de Subprefeituras já se reuniram para elaborar a nova planilha de varrição. O documento está em fase de formalização e fica pronto no fim da semana, diz a prefeitura.




14 de set. de 2009

Chuva afogou candidatura de Kassab. Para Serra, o prefeito abandonar a prefeitura “pegaria mal perante o eleitorado”

Serra veta Kassab e decide que Alckmin é o candidato em SP

Governador intervém para evitar que disputa prejudique seu projeto nacional

Tucano quer reforçar parceria com a ala paulista do PMDB; articulação deve garantir para Quércia uma das vagas na eleição para o Senado

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Reprodução da propaganda de Alckmin em que o locutor diz que o tucano está com Serra e Covas e Kassab com Quércia e Pitta

KENNEDY ALENCAR - FOLHA SP

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vetou a articulação do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), para tentar se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes. Ao mesmo tempo, fechou com o ex-governador Geraldo Alckmin que ele será o próximo candidato do PSDB ao governo paulista.
Serra interveio na sua própria sucessão porque avaliou que estava se desenhando um cenário de guerra que poderia prejudicar sua aspiração presidencial. O primeiro movimento foi dizer a Kassab, seu aliado político, que ele deveria permanecer na prefeitura, sob pena de criar um problema na aliança PSDB-DEM e ficar mal perante o eleitorado paulistano, que o reelegeu no ano passado.
Kassab desejava ser candidato a governador, pois a capacidade de investimento da prefeitura é muito pequena se comparada à do Estado de São Paulo. Ele avalia que terá dificuldade para cumprir promessas e que deverá realizar uma administração mediana, o que impediria voos mais altos na política após deixar a prefeitura.
Vetado por Serra, Kassab passou a alimentar a possibilidade de apoiar outro tucano para o governo, o secretário da Casa Civil de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira. Kassab, que derrotou Alckmin na campanha municipal de 2008, não deseja ver o antigo desafeto no governo com caixa para gastar. O governador, então, nomeou Alckmin como seu secretário.
Serra avisou a Kassab e Aloysio que precisa apoiar Alckmin, favorito nas pesquisas, para evitar uma crise na aliança PSDB-DEM no seu reduto eleitoral e para reforçar a parceria com o PMDB paulista, abrindo caminho para que o ex-governador Orestes Quércia, presidente do PMDB paulista, seja um dos candidatos a senador da aliança que deverá ocorrer no Estado entre os três partidos.
O apoio de Quércia é fundamental para Serra tentar minar ou esvaziar parcialmente o provável apoio oficial do PMDB nacional à eventual candidatura presidencial da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Rio e Bahia
O governador paulista tenta ainda se reaproximar de dois peemedebistas com quem tem relação antiga, mas que migraram para o campo lulista: o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.
Cabral está insatisfeito com Lula e Dilma por causa do embate político em torno do pré-sal, já que o governo quer reduzir os royalties dos Estados produtores, como Rio, São Paulo e Espírito Santo.
No Rio de Janeiro, Serra tem desempenho mais fraco do que em outros Estados, além da dificuldade para formar um palanque forte em 2010. Por isso o paulista fechou com Cabral na luta pelos royalties, que agora será travada no Congresso. Candidato à reeleição, Cabral já pensa nos ganhos do pré-sal.
Serra aproveita o rompimento de Geddel com o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), e estimula o lançamento da candidatura do ministro ao governo baiano. Dessa forma, o tucano paulista acredita que tem chance de evitar um apoio formal do PMDB a Dilma.
Lula já viu os movimentos de Serra e vai entrar em campo para tentar acalmar Cabral e Geddel, mantendo o apoio deles ao PT na sucessão de outubro do ano que vem.

Chuva expõe corte de verba e obriga prefeito a recuar

DA REPORTAGEM LOCAL

A chuva da semana passada colocou na defensiva o prefeito Gilberto Kassab (DEM), que iniciou seu segundo mandato cortando o Orçamento e reduzindo gastos da administração, inclusive com serviços considerados essenciais, como o de varrição de ruas.
A forte chuva alagou a cidade e expôs a sujeira espalhada pelas vias, que ajudou a entupir bueiros e agravar a enchente. Enfrentando desgaste, Kassab foi obrigado a recuar da decisão de diminuir a verba para a limpeza.
Os cortes, porém, atingiram mais áreas. Da verba reservada para a construção de piscinões -reservatórios que ajudam a reter a água das chuvas- , gastou só 7,3%.
O prefeito alega que o congelamento de recursos se deve à queda na expectativa de receita, causada pela crise.
Quando tentava garantir a reeleição na campanha de 2008, Kassab enviou um Orçamento para a Câmara Municipal no valor R$ 29,4 bilhões. Após sucessivos cortes, ele e sua equipe esperam gastar agora R$ 21,2 bilhões.