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15 de jan. de 2012

“A Cracolândia é planejada, o problema ali passa pela desvalorização, pela corrupção e pela especulação imobiliária. Enquanto houver muita gente ganhando dinheiro com ela, não vão resolver o problema de ninguém” - Júlio Lancelotti

Segundo o padre, “Estão querendo resolver pela aparência, os jovens estão se pulverizando pelos cantos da cidade e isso não é resolver problema”


Por Igor Carvalho - SPressoSP 
Apesar da imponência da ação, os resultados apresentados não são representativos (Marcello Casal Jr./ABr)

Na manhã da última terça-feira (3), a Polícia Militar, em operação conjunta com a prefeitura de São Paulo, iniciou uma ação para retirar os usuários de drogas da região conhecida como Cracolândia, em São Paulo. Durante a Operação Nova Luz – que foi apelidada na região de “Operação Sufoco” -, foram feitas 150 abordagens e 4 prisões, sendo 1 em flagrante e 3 procurados pela Justiça, além da apreensão de 21 gramas de cocaína.

13 de jan. de 2012

SP: cessar a “operação sufoco”

Operação realizada pela PM de São Paulo, na região da Luz conhecida como “Cracolândia”, indigna e mobiliza movimentos, parlamentares e ativistas pelos direitos humanos, que exigem sua suspensão imediata. Prefeitura e Governo do estado dizem desconhecer a ordem de serviço.


Iniciada no dia 3 de janeiro, polêmica desde o início, a tal “operação” na Cracolândia, como chamam a região, foi rejeitada por todos os estudiosos da questão das drogas, e também por todas as pessoas que defendem a igualdade entre os seres humanos. A indignação vem mobilizando movimentos e ativistas sociais, pois visivelmente a ação desencadeada pelos poderes constituídos consiste em vencer pessoas fragilizadas pela “tortura”, sem ter locais suficientes para recebê-las em tratamento.

12 de jan. de 2012

No sábado, o novo “churrascão da gente diferenciada” acontece na Cracolândia

Ato deve colocar em pauta o abuso de autoridade, a questão dos direitos humanos e a intolerância da polícia


Por Sâmia Gabriela Teixeira - SPressoSP - 10.01.12
Em maio do ano passado o "churrascão da gente diferenciada", realizado em Higienópolis, reuniu cerca de 4 mil pessoas (Foto: Lino Ito Bochini)


Um grupo de internautas criou o evento que promete ser tão crítico e irônico quanto a primeira edição do “churrascão da gente diferenciada”, realizada no ano passado, no bairro de Higienópolis. O ato agora pretende discutir a situação das pessoas em situação de rua que consomem crack e a violência policial que têm sofrido e se agravado após o início da Operação Nova Luz. O churrascão mais uma vez foi organizado no Facebook e, até o final desta tarde, já havia a confirmação de mais de 830 pessoas. Quem está à frente da organização do evento é o Coletivo Dar (Desentorpecendo a Razão), grupo que tem como mote a defesa pela legalização das drogas, não com apologia ao uso, mas que defende a não proibição como uma maneira eficaz de evitar os problemas sociais que as drogas causam.


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14 de mar. de 2011

Drogas: O que falar com os filhos

Image: gonemovie.com/ Actor Ewan Mcgregor - Film Trainspotting

Por Conceição Lemes - Vi o Mundo - 11.03.2011

O consumo de drogas, inclusive álcool, cresce na maior parte dos países. No Brasil, mais da metade das pessoas já experimentou alguma droga ilícita e a iniciação é cada vez mais precoce. Daí a importância da prevenção.

No seu entender, qual destes discursos deve ser adotado por uma mãe ou um pai:

a) Meu filho, evite as drogas.

b) Meu filho, o problema não é a droga; é a polícia, o bandido. Então venha usar aqui em casa.

c) Meu filho, eu sei lidar, você saberá lidar também. Como você é um bom garoto, a questão está em suas mãos. 

“A longo prazo, filhos de pais que lançam mão do discurso a usam menos drogas do que os dos que recorrem ao b ou c, que são ambíguos. É difícil o adolescente entender que drogas fazem mal se o uso é permitido em casa”, alerta o psiquiatra e professor André Malbergier, coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea), da Faculdade de Medicina da USP. Ele avisa: “O cérebro dos adolescentes não está preparado para lidar com situações de prazer envolvidas no uso de cigarro, álcool e drogas ilícitas, o que aumenta o risco de se tornarem usuários”.

Existem no cérebro regiões que medeiam a relação de prazer que temos com as coisas da vida. Algumas substâncias nele produzidas estão envolvidas nessas sensações. Uma delas é a serotonina, ligada à tranquilidade e ao bem-estar. Outra é a dopamina, associada ao prazer. Em adultos saudáveis, a produção de serotonina e de dopamina é relativamente equilibrada. Já os adolescentes produzem normalmente menos serotonina e mais dopamina. Porém, a partir do momento em que começam a usar drogas, têm o circuito cerebral de prazer alterado.

“As drogas potencializam o efeito da dopamina. Funcionam como reforçador do prazer que dificilmente se obtém nas atividades comuns”, explica Malbergier. “Por isso o risco de o adolescente perder o controle sobre o consumo de drogas é consideravelmente maior do que o de alguém que inicia aos 30, 40 anos.”

Mas não é só. Outros fatores contribuem para que adolescentes e até pré-adolescentes se tornem usuários quando entram em contato com drogas: a tendência à impulsividade e a dificuldade de esperar pelo prazer – ele tem de ser imediato; pressão do grupo social; vulnerabilidade genética devido ao tipo de personalidade – há garotos e garotas que nascem com maior propensão à busca de sensações de grande impacto; história familiar de conflitos importantes; falta de um dos pais ou distanciamento de ambos; abuso sexual; violência; acessibilidade.

– Mas eu sempre soube lidar com droga, meu filho saberá também. Isso é coisa da adolescência…

O fato de você ter o consumo sob controle não significa que seu garoto ou sua garota terá, por melhor que eles sejam. Deixar essa questão só nas mãos dos jovens é um risco. Promover saúde é tentar evitar o contato.

– Ah… Mas eu usei drogas dos 18 aos 25 anos, hoje tenho 40, sou um executivo bem-sucedido, trabalho numa boa…

Por mais careta que pareça, o discurso de evitação colabora para que os filhos usem menos drogas. Aliás, mesmo que você consuma, há coisas ligadas ao prazer que não precisam ser ditas aos filhos. Da mesma maneira que você não lhes conta como é sua atividade sexual, certo?

– Mas, se eu disser para evitar, será que ele não vai usar só para me contrariar?

Independentemente de dizer sim ou não, é imensa a probabilidade de os adolescentes experimentarem, pois o acesso é muito fácil. Afinal, em boa parte das festas rolam drogas ilícitas. Agora, se eles introjetaram que os pais preferem que as evitem, diminui a possibilidade de continuarem o consumo.  “A sensação de risco é muito maior do que se simplesmente ouvissem dos pais ‘Isso é fase, faz parte da vida’, justifica Malbergier.

– E se, apesar do discurso de evitação, meu filho continuar usando drogas?

Não é porque ontem seu filho ou sua filha provou álcool ou alguma droga ilícita que amanhã ele ou ela será dependente, irá mal na escola, terá atritos com familiares. Em geral, a dependência é desenvolvida gradativamente. Portanto, fique atento(a) ao processo lento de mudança de comportamento social e  notará tão logo ele ou ela comece a ficar “diferente”. Caso positivo, converse. Se necessário, busque ajuda.

“É claro que vocês, pais, são os primeiros responsáveis pela orientação dos filhos quanto ao uso de cigarro, álcool e drogas ilícitas”, salienta Malbergier, no livro Saúde – A hora é agora. “Mas não os únicos. Como questão de saúde coletiva, a prevenção é responsabilidade também de professores, profissionais de saúde, autoridades governamentais e dos próprios adolescentes. Cada um tem de fazer a sua parte. ”

Para quem já é usuário, a discussão é parar ou reduzir danos. Aqui, tratamos desse aspecto.

27 de jun. de 2010

Educação para combater as drogas entre universitários

A fórmula para prevenir o uso de drogas entre jovens universitários é a educação. A Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD), em parceria com o Ministério da Educação, está elaborando uma disciplina específica sobre drogas para os cursos de graduação, principalmente nas áreas de Saúde, Educação e Ciências Sociais. Os diretórios acadêmicos também serão chamados a ampliar o debate sobre o tema. Projetos de extensão universitária sobre o tema serão apoiados.

A ação focada no jovem universitário é uma resposta ao resultado do 1º levantamento Nacional sobre o Uso de Álcool, Tabaco e Outras drogas, divulgado na última semana pela secretaria. Segundo a pesquisa, quase metade dos universitários brasileiros já experimentaram algum tipo de droga ilegal. O levantamento foi realizado entre 18 mil estudantes de todo o país.

Foram entrevistados alunos de cem instituições particulares e públicas de ensino superior nas 26 capitais do País, mais o Distrito Federal. A intenção agora é usar os resultados para criar políticas específicas contra o uso de drogas. “O governo vem realizando uma série de ações voltadas a populações mais vulneráveis, como é o caso dos universitários”, afirmou a secretaria da Senad, Paulina Duarte.

O jovem universitário que usa drogas tem até 35 anos, cursa alguma área de ciências humanas e estuda a noite. Para o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, da USP, um dos responsáveis pelo estudo, pesquisas semelhantes feitas em outros países também mostraram que uso maior de drogas acontecem entre os graduandos.

Andrade citou três motivos para grande uso de drogas entre os universitários. O primeiro motivo é que o jovem ao ingressar em uma universidade se sente adulto, podendo experimentar coisas que antes não fazia. “Muitas vezes ele pratica um esporte pela primeira vez, ou inicia sua vida sexual, e usa substâncias proibidas”.

Outro motivo é que nessa fase da vida o jovem acha que nada vai acontecer com ele. “Alguns falam até que tem o corpo fechado. O que isso significa? Que o jovem acha que vai usar drogas, mas não vai se tornar dependente. Mas, mesmo assim, ele usa porque está todo mundo usando.” Por fim, está a pressão de outros jovem é muito grande. Segundo Andrade, o jovem que se vê envolvido com outros usuários se vê praticamente obrigado a usar também.

Estudantes universitários de todo o país já estão sendo capacitados pelo Governo para trabalhar, por meio do Projeto Rondon, nas em comunidades urbanas com maior vulnerabilidade para consumo e tráfico de drogas, em especial o crack.

Do blog Dilma na Web

22 de jun. de 2010

Sem saída, José?



A sabedoria do senso comum já aprendeu que a pior imoralidade é condenar o povo, depois de séculos, a continuar a ser explorado, a não ter onde morar, o que comer, a viver em um estado de miséria e ignorância.

Por Gilson Caroni Filho (*)

Para enfrentar a batalha por espaço político a partir das eleições de outubro, quando serão escolhidos, além do presidente, novos governadores, senadores e deputados, a direita brasileira, sem projetos ou discursos, ensaia a repetição de arrazoados desmentidos pela história recente. Não sabendo como fazer oposição a um governo que completa seu oitavo ano cercado por popularidade recorde, e sem idéia de como restabelecer o prestígio de seus mais ilustres quadros, ao tucanato restou os factóides na imprensa e a esperança no ativismo judiciário.

Insistindo em ignorar que um novo paradigma econômico reclama um novo paradigma político, com um Estado forte, dotado de poder econômico e capacidade, para fazer cumprir as leis e regulamentações que estimulem o crescimento econômico com justiça social, sobra a José Serra a defesa de um “Estado musculoso que não se pareça com um lutador de sumô”. A direita, convenhamos, já foi bem mais feliz em metáforas.

O que o leitor lerá, até outubro, nas colunas da imprensa corporativa é tão previsível quanto a sucessão de dias e noites. O desequilíbrio do setor público será apresentado como resultante do modelo de intervenção do Estado na economia. O único problema é que, ao contrário da gestão neoliberal, não há qualquer evidência de exaustão macroeconômica. Na linha inversa do que afirma o credo conservador, o Estado não perdeu força como agente de desenvolvimento em uma economia complexa. Quem se mostrou um estorvo ao progresso, em razão de uma interferência caótica na vida das pessoas e das empresas, gerando privilégios para setores improdutivos, foi o mito do mercado como mecanismo capaz de regular-se a si mesmo.

Como repete incansavelmente o presidente Lula, a mudança na orientação da política econômica salvou o capitalismo brasileiro dele mesmo, democratizando seu funcionamento, a fim de sair de uma crise que parecia interminável. Manter as linhas mestras do atual governo corresponde a seguir o desafio a que se propôs Keynes, e ao qual devemos dar continuidade agora devido ao caráter cíclico das crises capitalistas.

Serra sabe que é herdeiro de um legado assustador. O governo ao qual se opõe foi capaz de ultrapassar o modelo supostamente modernizante e concentrador de rendas, herdado do consórcio liderado pelo PSDB, para uma etapa caracterizada pelo trinômio “crescimento-distribuição-participação”. Os critérios de escolha, em outubro, estão dados pelos êxitos obtidos pelo campo democrático-popular: retomada do desenvolvimento econômico e tomada de medidas voltadas para a redistribuição de renda e riqueza entre classes e regiões. Tudo isso realizado por atores políticos capazes de hierarquizar adequadamente as prioridades e de tratá-las dentro de um arcabouço de legalidade. Será de pouca valia argumentações que desconsiderem situações políticas novas e completamente distintas das que existiam em 2002.

A situação piora quando José Serra chama o Mercosul de farsa e ataca a ações diplomáticas levadas a cabo no atual governo. Fica claro que seu projeto de política externa seria guiado pela subalternidade aos desígnios estadunidenses e não pela realização mais plena da convivência internacional soberana. Só mesmo uma miopia conservadora, colonizada, de caráter quase religioso, pode justificar esse posicionamento.

Se a direita acredita ter alguma chance no terreno da moralidade abstrata, incorre em outro um equívoco colossal. Há algum tempo, com a inclusão crescente de amplos setores da população na esfera do consumo, o brasileiro compreendeu que toda a campanha contra o governo petista envolveu apenas um moralismo de fachada.

Sob o espetáculo midiático, a defesa de valores abstratos é feita por pessoas que sempre foram coniventes com a injustiça social. A pedagogia do cotidiano removeu argumentos que não passavam de cortina de fumaça para encobrir outros interesses. A sabedoria do senso comum já aprendeu que a pior imoralidade é condenar o povo, depois de séculos, a continuar a ser explorado, a não ter onde morar, o que comer, a viver em um estado de miséria e ignorância. E agora, José? Qual o próximo dossiê a ser apresentado como substituto a um projeto de país?

*Gilson Caroni Filho é sociólogo e mestre em ciências políticas. Mora no Rio de Janeiro, onde é professor titular de sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha). É colunista da Carta Maior, colaborador do Jornal do Brasil e do blog "Quem tem medo do Lula?".

Do Quem tem medo do Lula - 21.06.2010

23 de jun. de 2009

Chuíça II(*): Moradores tentam afastar dependentes com água e pedra

Mais uma obra da “jestão” Tucana: a migração da cracolândia

Mais uma obra da “jestão” Tucana: a migração da cracolândia

Deu no Estadão:

Moradores tentam afastar dependentes com água e pedra

População da Rua Guaianases está cansada de conviver com usuários

Marici Capitelli
Com água e pedras, moradores e comerciantes da Rua Guaianases, no centro de São Paulo, estão atacando - e se defendendo de - usuários de drogas que tomaram conta da via. É como guerrilha urbana: de um lado a comunidade, que se sente acuada, e de outra os dependentes, cujo número não para de crescer. Eles são migrantes da cracolândia, onde a Prefeitura desenvolve o projeto Nova Luz. O Ministério Público Estadual já foi acionado.

O presidente do Conselho Comunitário do Centro (Conseg), Antonio de Souza Neto, afirma que a população passou a reagir porque “não aguenta mais”. Ele argumenta que os moradores perceberam que os viciados não são perigosos, mas pessoas doentes que precisam de tratamento. “A população procura os órgãos competentes, como Prefeitura e polícia, mas ouve como resposta que se trata de um problema social. Só que ninguém resolve. Estão nesse impasse há um ano.”

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra

(*) Chuíça é como o PiG (**) de São Paulo quer que o resto do Brasil pense que São Paulo é: uma combinação do dinamismo econômico da China com o IDH da Suíça.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

Veja nesta matéria da Agência Brasil (março/2009) a incoerência dos administradores de São Paulo. A preferência é pelo empresário e não pelo cidadão.

16 de jun. de 2009

Tecnologia - 'Blogger' a los 95

Una mujer nacida en Muxía en 1911 es la autora de blog más anciana del mundo

ELPAIS.com - Madrid - 21/02/2007

Escribir un blog y comunicarse con otros internautas es para Maria Amelia López "una cosa simpática, una cosa bonita, una cosa entretenida". Su nieto le regaló la página el pasado mes de diciembre, por su cumpleaños, y desde entonces ha captado la atención de medios de comunicación de todo el mundo, pues a sus 95 años es la blogger activa de más edad en la Red.

Los primeros recuerdos de esta coruñesa nacida en Muxía se remontan a la Primera Guerra Mundial, según cuenta en su blog, una página en la que sobre todo, habla del pasado, de cómo ha cambiado el pueblo en que nació, el botellón, las drogas o las manifestaciones a las que ha ido.

Maria Amelia cuenta con la ayuda de su nieto para escribir en el blog. Ella habla y el nieto escribe, pero no siempre hay tiempo para la actividad creadora de esta blogger nonagenaria. “Dice que no puede estar a mis órdenes siempre. Y yo lo comprendo. Primero es el trabajo. Después, cuando tiene un ratito, me escucha”. POor ahora lo hace a menudo, pues desde el pasado 23 de diciembre se han publicado más de 100 entradas en amis95.blogspot.com, dirección de la página.

En ella puede encontrarse también una lista de otros abuelos con blog en la que el más cercano a Maria Amelia es Allan Loof (http://allanloof.blogspot.com/), un sueco nacido en 1912 que se ha propuesto plasmar en la red su autobiografía.

Pero esta coruñesa, a la que le tienen que "agrandar la letra" del ordenador para poder leer bien -"por las cataratas", explica en la página- es la mayor de todos y además recibe un buen puñado de visitas cada día. Actualmente un marcador en la web señala que ha superado las 128.000. "Todos me mandan mucho cariño, y que me vaya bien en la vida, y que cumpla muchos años más. ¡¡¡Eso será lo difícil!!!", afirma.

28 de mai. de 2009

Educação de Serra distribui mais “horror” em livro para crianças. “Horror é quem escolhe essas obras para crianças”, disse autor do poema

Do Blog do Favre - 28.05

Jornal descobre mais livros impróprios para crianças de 9 anos, distribuido pelo governo Serra.

Após “sumir” com Uruguai e Equador acrescentando dois Paraguai, de livros didáticos com palavrões, agora é poesia irônica para adolescentes erradamente entregue para quem não pode entender o sentido. Está certo o autor de responsabilizar os que assim escolhendo mostram seu despreço pela educação. “É pau no cu, mesmo”, como figurava em livro de quadrinhos também distribuídos.

Antes de cuidar “da gente”, Serra nos mostra como cuida das crianças. Um verdadeiro pedagogo. LF

Arte do jornal AGORA


Livro para adolescentes é entregue a crianças em SP

A obra, uma coletânea de poesias, tem frases como “Nunca ame ninguém. Estupre”

Volume faz parte do mesmo programa da rede estadual de ensino que teve um livro recolhido por conter palavrão e conotação sexual

FÁBIO TAKAHASHI - FOLHA SP

O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série (faixa etária de nove anos) um livro feito para adolescentes, que possui frases como “nunca ame ninguém. Estupre”.A coletânea de poesias faz parte do mesmo programa de melhoria da alfabetização que teve um livro recolhido por conter palavrões e expressões de conotação sexual: “Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol”, também distribuída para a terceira série.A nova obra, “Poesia do Dia -Poetas de Hoje para Leitores de Agora”, foi enviada às escolas há cerca de duas semanas para ser usada como material de apoio. Foram distribuídos 1.333 exemplares.“Não é para crianças de nove anos. São várias ironias, que elas não entendem”, afirmou o escritor Joca Reiners Terron, autor do poema mais criticado por professores da rede, chamado “Manual de Auto-Ajuda para Supervilões”.Alguns dos versos são “Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto”; e “Odeie. Assim, por esporte”.“Espero que o Serra [governador José Serra] não ache o texto um horror, como ele disse do outro livro. Horror é quem escolhe essas obras para crianças”, disse Terron.Em nota, a direção da Abril Educação (responsável pela Ática) afirma que o livro é recomendado para adolescentes de 13 anos, “indicação reforçada na contracapa, na apresentação e no suplemento ao professor”.Após questionamento da Folha, a Secretaria da Educação da gestão José Serra (PSDB) decidiu ontem retirar os livros das salas de aula. Os exemplares, no entanto, permanecerão nas escolas, para consulta de alunos mais velhos.O entendimento é que os assuntos do poema devem ser abordados na escola, mas com supervisão de um especialista.

A secretaria não esclareceu como é feita a escolha dos livros. A sindicância aberta para apurar o caso do outro livro ainda não foi concluída.

Críticas

Professor da Faculdade de Educação da USP, Vitor Paro afirma que a escolha do livro para crianças de nove anos “é produto da incompetência e ignorância do governo”.“Por que os livros só foram retirados após o jornalista questionar? A análise não deveria ter sido feita antes?”, diz.A coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp, Angela Soligo, classifica como “um horror” o poema. “Tem uma ironia que talvez só o adulto entenda. É totalmente desnecessário para uma escola.”

“Já é o segundo caso. Os professores ficam inseguros com o material”, disse ela.

27 de mai. de 2009

EDUCAÇÃO

Do blog Periafricania - 27.05

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar alguém com internet, som, tv, etc.

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. Confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai disse que não ganhará doce, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
7. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

8. Temos que produzir o máximo que podemos, pois na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio. Não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

9. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente, pois aquela informação, de que droga faz mal, não está gerando conhecimento.

10. A gravidez é um sucesso biológico, e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

11. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para da droga fazer uso. A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

12. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

13. Homem não gosta quando a mulher vem perguntar: 'E aí, como foi o seu dia?'. O dia, para o homem, já foi, e ele só falará se tiver alguma coisa relevante. Não quer relembrar todos os fatos do dia..

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se desistir ou for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Mães, muitas são loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, a sociedade terá que engolir os dele.

20. Videogames são um perigo. Os pais têm que explicar como é a realidade. Na vida real, não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pai não pode explorar o filho por uma inabilidade que o próprio pai tenha. 'Filho, digite tudo isso aqui pra mim porque não sei ligar o computador'. O filho tem que ensiná-lo para aprender a ser líder. Se o filho ensina o líder (pai), então ele também será um líder. Pai tem que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível o pai pagar para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. Não há hierarquia. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que saber qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto que isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Tem que controlar e ensinar a gastar.

Você não pode evitar que os problemas batam à sua porta, mas não há necessidade de oferecer-lhes uma cadeira"

(Joseph Joubert)

22 de mai. de 2009

Campo Limpo é a região que mais perde professores na cidade de SP

Área concentra 67% do déficit de profissionais; distância, violência e falta de faculdade são motivos do problema

Do Estadão online - Simone Iwasso - 22.05

A região do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, é a que mais perde professores todos os anos e também onde é mais difícil repô-los. Números da Secretaria Municipal da Educação mostram que no mês passado 67% da demanda por docentes no ensino fundamental estava na área, que inclui bairros como Capão Redondo, Jardim Ângela e Vila Andrade. Eles ficaram conhecidos há alguns anos pelo alto índice de violência e tráfico de drogas.Além disso, o número de professores que pedem transferência, são exonerados ou saem da rede por outros motivos nessa região tem aumentado. No ano passado, 471 docentes saíram da rede no Campo Limpo - em 2007, o número ficou em 200. Com um terço dos moradores vivendo em favelas, o distrito tem 129 mil alunos em 125 escolas de educação infantil e 70 de ensino fundamental.De acordo com o mapa comparativo das regiões da cidade, elaborado pelo Movimento Nossa São Paulo com dados do Ministério da Educação, os índices educacionais do Campo Limpo estão entre os mais baixos da capital. O Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb) da região de 5ª a 8ª série, por exemplo, foi de 3,5 - numa escala de 1 a 10. Na Mooca, região com a melhor nota da cidade, a pontuação foi de 4,8.

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27 de abr. de 2009

Polêmico. Toque de recolher em cidade de Fernandópolis ...

Enfrentamos muita autoridade no país desde quando fomos colonizados. Os índios foram quase extintos pelos europeus, na época da descoberta do território brasileiro. Vivemos épocas de perseguição, escravidão, tortura, o cala boca - repressão.

Quantas pessoas até hoje buscam seus direitos e querem justiça, viver num país digno de igualdade social. Quantos exemplos no nosso país.

Tiradentes, um líder nacional, sonha. Ao ajudante de artilharia Nunes Cardoso, proclama:
- Esta terra há ser um dia maior que a Nova Inglaterra! Mas as suas riquezas só as poderemos alcançar no dia em que nos libertarmos do jugo dos portugueses para sermos os senhores da terra que é nossa.
Nunes Cardoso empalidece. Roga-lhe que nunca mais se refira a tais assuntos…
Mas Tiradentes não desiste. Pede a várias pessoas que lhe traduzam livros políticos ingleses, também a Declaração da Independência americana. Alguns dos livros têm até referências elogiosas à República… Em Vila Rica, na casa de João Rodrigues de Macedo, chegara mesmo a exibir a lista, por ele levantada, dos habitantes da capitania e comentara:
- Têm Vossas Mercês aqui todo este povo açoitado por um só homem, e nós todos a chorarmos como negros – ai, ai... E de três em três anos vem um, e leva um milhão; e os criados levam outro tanto; e como hão-de passar os pobres filhos da América? Se fosse outra nação já se tinha levantado!
Os amigos pedem-lhe que pare. Além disso, tens estado a ser seguido por dois granadeiros, informam-no. Tiradentes primeiro pensa liquidá-los. Depois opta por regressar mais depressa a Minas, quem sabe se na mira de precipitar o golpe... Pede um bacamarte emprestado e inicia os preparativos para a fuga. Mas, vigiado como anda, logo se apercebe que é impossível fugir. Esconde-se.

Este fato temos vivido de outras formas, aqui e no mundo.
Aquele que tem mais poder e força sobre o outro, em termos intelectuais ou financeiros, quer dominar, extrair, usurpar.
Pensar que os ingleses foram os maiores ladrões da época. Uma nação rica, que roubou o Brasil entre outros países, verdadeiros piratas. E os portugueses, espanhóis ...
Se analisarmos o modo como vivemos e a nossa cultura, estamos aplicando em nosso lar e na nossa sociedade, os requicios da metade de um milênio de dominação, por termos sido sempre explorados por todos, até hoje.
Um bom antropologista poderia destacar estes fatos culturais e aplicar na nossa sociedade atual, poderia ser na psicanálise ou na sociologia.
Os brancos foram ruins e malvados com os africanos. Navios negreiros que traziam pessoas inocentes para favorecerem os brancos. Vivemos lutas armadas, ditaduras em toda a nossa existência brasileira.
Não deixando de lado, que o toque de recolher aconteceu nos locais onde a ditadura, o autoritarismo era muito maior.
Hitler com a sua perseguição e querendo na ganãncia dominar o mundo usando a manipulação, seus estudos cabalísticos e toda a sua arquitetura da destruição para saquear um povo judeu, para favorecer e hipnotizar uma nação alemã em troca da pobreza condenando um povo em nome da maior autoridade religiosa de todos os tempos.
Enfrentamos o toque de recolher, em alguns pontos do país, com o comando de locais de drogas, conforme foi mostrado na mídia.
Hoje vivemos a ditabranda, ditadura financeira, da mídia e intelectual etc.
Agora, depois de tudo isso, a cidade de Fernandópolis provou que a queda da violência em um número muito alarmante referindo-se a juventude, que teria a maior participação nos casos de violência, ocorreu por causa do toque de recolher.
Pedagogos, psicólogos e até mesmo os direitos humanos, acham que estamos voltando ao
passado.
Será que isto é legal? Estamos tão atrasados? Será que somos tão machucados, traumatizados e no inconsciente carregamos dentro de nossas condutas regras e
projetamos aquilo que sofremos na nossa história social, política e cultural?

Não pensamos, não meditamos.

Como Platão; estamos voltando talvez para o fundo da caverna, e deixando
eles dominarem.

Pensar, criticar, agir !! Três princípios básicos para a mundança.

EStamos sendo autoritários com os nossos filhos e achando que é legal prender um adolescente, fazendo dele um tigre enjaulado. Não há conversa, diálogo etc.
Chegamos a este ponto em tratar nossos filhos como animais selvagens.

As revoluções nos outros países aconteceram no século 18, 19 ou início do século 20.

Será que estamos tão atrasados, ou os pais não estão atentos com os seus filhos?

A população está distante do poder público; não se reune com os vizinhos; a mídia mascara programas estúpidos e "emburrecedores", manipulam a população e estes deixam de sentar junto com seus filhos, companheiros, parentes para conversar sobre coisas pertinentes aos seus gastos, impostos que pagam, atendimento adequado na saúde, no transporte, na educação.

Será que estamos preguiçosos, vivemos como máquinas, entorpecidos pela mídia manipuladora e deixamos que ditem a nossa vida.

O que está acontecendo?

26 de abr. de 2009

A criança e o adolescente tem que ser educado primeiro pelos pais, e não pela sociedade.

Estamos vivendo uma época muito difícil. Os pais não estão dando conta da educação dos seus filhos. Poderia acusá-los? Não. Mas, dizer que existe distração, sim.
Têm pais que precisam trabalhar em dois empregos, e muitos filhos ficam sozinhos, sendo cuidados pela vizinha, pela escola, ou ficam muitas vezes na rua, fazendo o quê? Sei que é difícil, eu lido com isto, sou mãe. Mas, não é impossível resgatar este jovem.
Ás vezes os pais se perdem porque não sabem mais o que fazer com o filho que, desde cedo, não foi orientado a respeitar o próximo.
Não existe tempo certo para educar, se o filho já está perdido, se acha que é isso; existem meios de recuperar nesta criança ou adolescente o respeito, a ética, a boa moral e principalmente a cidadania.
Uma explicação é fácil, mas a prática pode ser difícil, nunca é tarde.

Busque sempre orientação com pedagogos, programas educativos etc.
Mas, pais vamos lembrar:
converse sempre com ele (a); não o deixe dominar tudo na sua casa; ele tem que te respeitar, mas você tem que ser firme, tem que impor limites; mostre para ele a dificuldade de um adulto no trabalho e peça (convide) para que ele participe de sua rotina de forma alegre e espontânea, ele precisa dar valor as lutas na vida, o jovem que tem tudo na mão com facilidade, sem esforço, trará problemas para a sociedade, tem casos revelados há anos; não seja agressivo (bater apenas traz revolta), lembre-se que o seu filho representa tudo o que vc faz ou não faz com ele, assim dizem: seu filho tem o seu jeito, então converse - dialogue; ao invés de ficar assistindo novelas (tem gente viciada em novela) leia um livro com ele, não o abondane na frente do PC (às vezes pode ser tarde, se você distrair) ou mesmo na TV; faça as refeições junto; participe de sua vida, mostre o seu interesse pelo seu mundo juvenil; não fique distante deste jovem; evite brigas ou discussões entre adultos na frente deste jovem, ou mesmo com ele. Eu sei que vc vai conseguir, não desanime, comece agora, antes que seja muito tarde !!
As escolas, professores ou profissionais do ensino, muitas vezes, não sabem o que fazer porque o jovem chega na escola revoltado, querendo bater no amigo ou mesmo na professora, fazendo bagunça ou praticando a maior violência. Muitas vezes, estes jovens chegam na escola revoltados pela sua ausência, falta da sua amizade, ele projeta na sociedade o seu desprezo. Apenas critica, repreensão, cobrança só levam a um lugar: revolta; e muitos destes estão na febem, no presídio ou internado tentando se recuperar das drogas ou da bebida.
Assim, existem pais que dizem: o meu filho (a)está em uma escola ruim, aquela professora não sabe educar.
Além de todos os problemas que a escola vive hoje, com a falta de interesse dos nossos governos municipal e estadual pela educação, que só dispersam e manipulam a população para que ela fique cada vez menos interessada na escola, temos um problema maior - a maioria dos pais não querem nem saber da escola do seu filho, não vão às reuniões, não falam com a professora, ou até mesmo critica e não procura saber o que o professor enfrenta - a escola precisa da participação dos pais para que ela cresça, seja forte e uma continuidade do lar deste jovem. Participe da vida social, política e educacional da segunda casa do seu filho, das reuniões da APM e do Conselho de Escola.
Reflita sobre isto e tente colocar em prática.

Veja este link, do Prof. Dr. Mario Sergio Cortella,

educador:

http://www.youtube.com/watch?v=89BMhivvRFE