26 de fev. de 2012
Estagiários são demitidos por protestarem contra Alckmin - veja o vídeo
25 de jan. de 2012
22 de jan. de 2012
O dono do terreno do #Pinheirinho e mais noticias (fontes do twitter - tag #Pinheirinho e do facebook)
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| Quer saber mais sobre esse homem, veja no final do texto * |
Juiz que conduz a invasão de
Uma oficial de Justiça foi até a ocupação, por volta das 11h, entregar uma decisão do juiz federal de plantão Samuel de Castro Barbosa Melo, que suspende a ação. A ordem é direcionada aos comandos da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Guarda Municipal. Segundo a oficial, quem recebeu o documento foi o juiz estadual Rodrigo Capez, que acompanha a reintegração. Ainda de acordo com a oficial de Justiça, Capez disse que há um “conflito de competências” e que não vai acatar a ordem da Justiça Federal. Rodrigo Capez é irmão do Deputado Estadual pelo PSDB Fernando Capez.
15 de jan. de 2012
“A Cracolândia é planejada, o problema ali passa pela desvalorização, pela corrupção e pela especulação imobiliária. Enquanto houver muita gente ganhando dinheiro com ela, não vão resolver o problema de ninguém” - Júlio Lancelotti
Por Igor Carvalho - SPressoSP
13 de jan. de 2012
SP: cessar a “operação sufoco”
Operação realizada pela PM de São Paulo, na região da Luz conhecida como “Cracolândia”, indigna e mobiliza movimentos, parlamentares e ativistas pelos direitos humanos, que exigem sua suspensão imediata. Prefeitura e Governo do estado dizem desconhecer a ordem de serviço.
12 de jan. de 2012
No sábado, o novo “churrascão da gente diferenciada” acontece na Cracolândia
Por Sâmia Gabriela Teixeira - SPressoSP - 10.01.12
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| Em maio do ano passado o "churrascão da gente diferenciada", realizado em Higienópolis, reuniu cerca de 4 mil pessoas (Foto: Lino Ito Bochini) |
Um grupo de internautas criou o evento que promete ser tão crítico e irônico quanto a primeira edição do “churrascão da gente diferenciada”, realizada no ano passado, no bairro de Higienópolis. O ato agora pretende discutir a situação das pessoas em situação de rua que consomem crack e a violência policial que têm sofrido e se agravado após o início da Operação Nova Luz. O churrascão mais uma vez foi organizado no Facebook e, até o final desta tarde, já havia a confirmação de mais de 830 pessoas. Quem está à frente da organização do evento é o Coletivo Dar (Desentorpecendo a Razão), grupo que tem como mote a defesa pela legalização das drogas, não com apologia ao uso, mas que defende a não proibição como uma maneira eficaz de evitar os problemas sociais que as drogas causam.
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8 de nov. de 2011
Rede Globo com a polícia da Ditadura contra os estudantes
A reportagem narra o caso em que a USP foi ocupada pela Polícia Militar e estudantes saíram presos de sua universidade. É o mundo ao avesso, que tanto agrada a esse setor da mídia. A narração, obviamente, também foi ao avesso: “A Polícia Militar retirou os estudantes que haviam invadido (…), começou Fátima Bernardes, antes de chamar a reportagem de José Roberto Burnier.
1 de ago. de 2011
O analfabeto político
O ANALFABETO POLÍTICO
O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
...Nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe o custo da vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha,
Do aluguel, do sapato e do remédio
Dependem das decisões políticas.
29 de jul. de 2010
TAPA DE AMOR TAMBÉ DÓI
Por Paulo Sérgio Pinheiro
Faz séculos que as crianças mundo afora sofrem com o castigo corporal ou físico, aquele que recorre à força e inflige certo grau de dor, mesmo leve. Na maioria dos casos, trata-se de bater nas crianças (palmadas, bofetadas, surras) com a mão ou com objetos como chicote, vara, cinturão, sapato e colher de madeira. Mas pode consistir também em dar pontapés, empurrões, arranhá-las, mordê-las, obrigá-las a ficar em posturas incômodas, produzir queimaduras, obrigar a ingerir água fervendo, alimentos picantes ou a lavar a boca com sabão. Além desses há outros castigos que não são físicos, mas igualmente cruéis e degradantes, castigos em que se menospreza, se humilha, se denigre, se ameaça, se assusta ou se ridiculariza a criança.
Agora que a escala e a dimensão dessas práticas de violência aqui descritas se tornaram mais visíveis, e conhecidas suas consequências sociais, emocionais e cognitivas devastadoras para o desenvolvimento da criança e para seu comportamento como adulto, como acelerar o processo de sua eliminação? Políticos e organizações da sociedade civil e religiosas precisam rejeitar claramente a violência contra a criança. Governos devem revelar através de pesquisas o verdadeiro nível de violência contra a criança e combatê-la.
Felizmente, a luta contra as formas mais severas (e criminosas), como violência sexual, tráfico de crianças e prostituição infantil já conta com um consenso que as condena. Mas a violência sistemática nos lares , nas escolas, nas instituições continua velada e disfarçada. Mesmo que as coisas sem dúvida comecem a mudar, como demonstra o projeto de lei apresentado pelo governo brasileiro proibindo o castigo corporal, continua a haver uma atitude ambígua em relação à violência contra as crianças em todos os países.
Pelas reações iradas em entrevistas e blogs na última semana, vários pais dizendo que iriam continuar a bater em seus filhos mesmo com a lei, especialistas palpiteiros proferindo que uma “palmadinha em bebês é útil”, dei-me conta de que a proibição a toda espécie de castigo corporal das crianças causa ainda enorme controvérsia. No entanto , as crianças têm exatamente o mesmo direito de ver respeitadas sua dignidade humana e sua integridade física como os adultos, e esse respeito precisa estar traduzido em lei. Não pode haver desculpa para a “palmada” ou a “palmadinha” (termos doces para que os adultos se sintam mais confortáveis). Frequentemente políticos e profissionais trivializam essa questão. Mas assim fazendo eles insultam as crianças e dão carta branca para os adultos as agredirem e torturarem. As mulheres, na sua gloriosa luta pela igualdade, fizeram do enfrentamento da violência doméstica nas suas casas um componente vital de seu combate. Hoje em dia nenhum marido ou macho ousaria defender “tapas” nas suas mulheres ou companheiras.
Claro que somente a lei não vai terminar com a violência contra a criança. É um passo necessário, mas insuficiente. A reforma legal precisa ser precedida e acompanhada por intensa promoção de práticas de relações positivas com as crianças. Para tanto, já há um enorme conjunto de orientações e práticas de “disciplina positiva” que tenta entender o que as crianças pensam e sentem, definindo objetivos no longo prazo da educação e buscando resolver problemas nas relações entre pais e crianças. Aprender a ser tolerante e não autoritário: por mais irritante que seja, crianças tendem a repetir comportamentos que foram proibidos. Isso é normal e não deve ser tomado como “lesa majestade” ao pátrio poder. Não adianta sair proferindo castigos idiotas como imobilizar crianças num quarto escuro. Melhor se esforçar por estabelecer limites. Mas não adianta berrar contra as crianças, o que fará com que concentrem sua atenção mais na raiva que nos limites. Mas sobretudo não bater nas crianças. No final os pais estarão ensinando aos filhos que baixar o cacete resolve um conflito.
Mas pais e mães não podem ser totalmente culpados por desconhecerem essas alternativas. Há enorme responsabilidade dos governos em criar estruturas de formação dos pais, ajudando-os a superar a violência contra seus filhos. As raízes da violência nas crianças e nos futuros adultos está na violência sistemática dos adultos contra eles. Logo, é do maior interesse dos governos e de toda a sociedade que essa violência contra as crianças autorizada por lei seja eliminada. A combinação de investimento em prevenção, como educação dos pais e professores, mecanismos para ouvir as vítimas e as crianças e legislação é a forma mais efetiva para reduzir e eliminar a violência contra a criança. Nenhuma violência contra a criança pode continuar a ser justificada e disfarçada como amor, educação, disciplina.
PAULO SÉRGIO PINHEIRO É COMISSIONADO E RELATOR DA CRIANÇA DA COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS DA OEA (28.07/2010)
ESP
23 de set. de 2009
Lula exigió el retorno de Zelaya al poder
Naciones UnidasEl presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reclamó en la Asamblea General de la ONU en Nueva York el "inmediato" regreso al poder del presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, y que la comunidad internacional esté alerta sobre la "inviolabilidad" de la embajada brasileña en ese país.
Al participar del encuentro anual de la ONU, Lula reiteró su alerta "para garantizar la inviolabilidad de la misión diplomática en Honduras", donde encontró refugio el depuesto mandatario Zelaya y que se encuentra acosada por las fuerzas militares hondureñas.
"Sin voluntad política (internacional) continuarán proliferando golpes de Estado como el que derrocó al presidente constitucional de Honduras, José Manuel Zelaya, que se encuentra desde el lunes refugiado en la embajada de Brasil en Tegucigalpa", dijo.
Lula fue el primer presidente en hacer uso de la palabra, tras el secretario general Ban Ki-moon, respetando una tradición de la ONU.
"La Comunidad internacional exige que Zelaya reasuma inmediatamente la presidencia de su país y debe estar atenta ante la inviolabilidad de la misión diplomática brasileña en la capital hondureña", añadió, según reprodujo un despacho de la agencia ANSA.
Tegucigalpa atravesó ayer una jornada marcada por la violencia en sus calles, a partir de la decisión del gobierno de facto de impedir una manifestación de apoyo al presidente derrocado, Manuel Zelaya, y las exhortaciones al diálogo para zanjar la crisis desatada tras el golpe de estado del 28 de junio último.
Fonte: Página 12 - 23.09.09





