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29 de nov. de 2011

Conheça o ciclista que “tomou um dedo” na capa da Folha e veja foto inédita da cena

O músico, produtor e artista circense Guilherme, 32 anos, nasceu e foi criado na Mooca. E, diferentemente do que a Folha disse, não é estudante da USP, mas acha a discussão importante e por isso foi lá

A cena é forte. Uma senhora mostra o dedo médio para um rapaz de bicicleta, sem camisa, que parece lhe pedir calma. Foto de capa da Folha de S.Paulo da última sexta-feira (25/11), a imagem era da passeata dos estudantes na USP na avenida Paulista que havia acontecido no dia anterior. Mais de 5 mil pessoas tomaram a via para pedir, entre outras reivindicações, a saída da PM do Campus e o afastamento do reitor João Grandino Rodas. A imagem espalhou-se pela internet rapidamente e retrata, de certa forma, o racha na cidade em torno dessa discussão que mistura estudantes da USP, invasão da reitoria, liberdade, polícia e preconceito. A fAlha achou Guilherme Folco, protagonista da foto. Recebemos também outra foto, de autoria desconhecida, que revela o outro lado da cena. É exatamente o mesmo momento da foto de capa da Folha, mas de outro ângulo. O músico, produtor e artista circense Guilherme, 32 anos, nasceu e foi criado na Mooca. E, diferentemente do que a Folha disse, não é estudante da USP, mas acha a discussão importante e por isso foi lá. Guilherme também trabalha, ao contrário do que afirmam centenas de comentários na internet –apesar de que, na opinião deste blog, o fato de a pessoa trabalhar ou não nada tem a ver com seu direito de protestar. A seguir, os melhores momentos da conversa com o homem:


Leia aqui  a matéria na íntegra

Site SPressoSP - 29.11.11

Fonte original: Lino Bochinni -  Desculpe a Nossa fAlha

8 de nov. de 2011

Rede Globo com a polícia da Ditadura contra os estudantes

8 nov
 

Em uma reportagem de seis minutos e meio, a Rede Globo, através de seu principal telejornal, mostrou mais uma vez com clareza de que lado da sociedade está. Nunca esteve nem nunca estará ao lado dos oprimidos, dos contestadores, nunca estará ao lado da mudança. Está ao lado dos opressores, das elites, da alienação e da conservação reacionária. Nesta terça-feira esteve ao lado de uma polícia militarizada, herdada da Ditadura Militar, e esteve contra os estudantes que protestavam contra a truculência dessa polícia.




A reportagem narra o caso em que a USP foi ocupada pela Polícia Militar e estudantes saíram presos de sua universidade. É o mundo ao avesso, que tanto agrada a esse setor da mídia. A narração, obviamente, também foi ao avesso: “A Polícia Militar retirou os estudantes que haviam invadido (…), começou Fátima Bernardes, antes de chamar a reportagem de José Roberto Burnier.