25 de fev. de 2012
23 de mai. de 2011
CNJ vai regulamentar registro de filhos de brasileiros nascidos no exterior
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| Imagem: anti.novaordemmundial |
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai editar norma, a pedido do Ministério das Relações Exteriores, para padronizar o registro da transcrição das certidões de filhos de brasileiros nascidos no exterior. A norma vai tratar também da transcrição de certidão de casamento ocorrido em outros países. Hoje cada cartório adota um procedimento diferente: alguns só fazem a transcrição mediante processo judicial, outros exigem a contratação de advogado, informa Marcelo Martins Berthe, juiz auxiliar da Presidência do CNJ.
Segundo ele, o CNJ vai discutir o assunto com os registradores, identificar as melhores práticas, para fazer a regulamentação e dar segurança aos consulados brasileiros. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, os consulados estão com dificuldade de atender os brasileiros devido à falta de parâmetros legais claros.
Pela legislação, o filho de brasileiro nascido no exterior deve ser registrado no cartório local e depois no consulado do Brasil – medida necessária para provar que a criança é filha de brasileiro. Ao completar 18 anos, faz a opção de nacionalidade. Mas os documentos emitidos em outros países só têm valor depois de transcritos no livro E do cartório de registro civil.
Há diversos pontos, segundo ele, que precisam ser esclarecidos, considerando que cada país adota critérios próprios para o registro civil. Há países, por exemplo, que só colocam na certidão o nome da mãe. No Brasil, normalmente a certidão tem o nome da mãe, do pai e do declarante (pessoa que presta as informações ao cartório). De acordo com Berthe, o espaço reservado ao nome do declarante tem efeitos indesejáveis: se o espaço fica em branco, é porque a criança foi adotada ou os responsáveis estão no programa de proteção às testemunhas.
Já nas certidões de casamento o principal problema é o regime de bens: não há correspondente entre as possibilidades existentes no Brasil e as de outros países.
Fonte: Gilson Euzébio
Agência CNJ de Notícias
1 de jan. de 2011
A despedida de Lula e a passagem da faixa para a Dilma presidenta.
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| Foto: Domingo Peixoto |
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| Foto: Celso Junior/ AE |
Dilma Rousseff toma posse e promete governar para todos
Por Carol Pires, Rodrigo Alvares e Fernando Nakagawa - AE
01.01.2011
Vídeos do dia da posse
17 de ago. de 2010
O novo mapa do mundo, o País está maior
Há sete anos, quando se falava na necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países já deveriam desempenhar papel mais relevante na OMC ou integrar de modo permanente o Conselho de Segurança da ONU, muitos reagiam com ceticismo. O mundo e o Brasil têm mudado a uma velocidade acelerada, e algumas supostas "verdades" do passado vão se rendendo à evidências dos fatos. O diferencial de crescimento econômico em relação ao mundo desenvolvido tornou os países em desenvolvimento atores centrais na economia mundial.Celso Amorim é ministro das Relações Exteriores
Do site do Deputado João Paulo - 10.08.2010
5 de out. de 2009
Um convite irrecusável aos belgas: o futuro é aqui e agora
Presidente Lula cumprimenta o primeiro-ministro da Bélgica, Hermann von Rompuy, durante visita à Bélgica. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Preparativos para a Copa do Mundo de 2014, grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), exploração do petróleo do pré-sal e agora as Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. Não são poucas as perspectivas de bons investimentos no Brasil nos próximos anos e o presidente Lula quer a Bélgica como parceira nesse bom momento. Em discurso realizado neste domingo (4/10) durante cerimônia de assinatura de atos em Bruxelas, que contou com a presença do primeiro-ministro belga, Hermann Von Rompuy, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Yves Leterme, entre outras autoridades locais, Lula lembrou que, ao assumir o governo em 2003, afirmou que o Brasil deixaria de ser um eterno País do futuro, mas que para isso, é preciso não apenas crescer e alcançar estabilidade macroeconômica, mas também distribuir renda, acabar com a exclusão social e a reforçar a democracia. As condições, afirmou, estão dadas:
Na contramão da tendência mundial, a economia brasileira encerrará o ano de 2009 com taxas positivas de crescimento. Em 2010, as estimativas indicam um aumento de 5% no PIB. (…) Os homens de negócio belgas terão oportunidade de conhecer o vasto leque de projetos de investimentos de médio e longo prazos que planejamos. São os preparativos para a Copa do Mundo de 2014, as grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento, a exploração do petróleo no pré-sal e agora as extraordinárias possibilidades que se abrem com as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.
Ouça aqui a íntegra do discurso de Lula em Bruxelas:
Para ler o discurso, clique aqui.
Lula também espera contar com a Bélgica para construir um futuro “voltado para o desenvolvimento sustentável”, a começar pela “revolução dos biocombustíveis“:
O Brasil vem demonstrando a contribuição que o etanol pode dar para combater a escassez do petróleo e o efeito estufa, de acordo com critérios rigorosos de sustentabilidade.
O presidente brasileiro reafirmou que o Brasil vai apresentar, na reunião da ONU em Copenhague sobre mudança de clima (a COP 15), em dezembro, “números que confirmam nossa contribuição efetiva para a redução das emissões de gases de efeito estufa”. O Brasil, afirmou Lula, está preparado para assumir uma posição de liderança e, assim, poderá cobrar metas de redução de emissão de CO2 claras e ambiciosas de todos, “principalmente dos mais ricos”.
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26 de jul. de 2009
Esse é o cara: Lula aumenta cooperação com Nicarágua de Ortega

26/07/2009
Governo brasileiro intensificou ajuda ao país centro-americano depois da volta de Daniel Ortega ao poder, em fevereiro de 2007. Investimentos contemplam áreas sociais e geração de energia elétrica
Lúcio Lambranho, enviado especial
Manágua - O principal projeto de integração econômica entre o Brasil e a Nicarágua é a construção da usina hidrelétrica de Tumarin, na Região Autônoma do Atlântico Sul, com um investimento total de 500 milhões de dólares, parte de um acordo comercial entre a Eletrobras e a Central Hidroelétrica Centroamérica (CHC). A CHC é uma afiliada da empreiteira Queiroz Galvão.
Esta reportagem faz parte da série Nicarágua 30 anos, publicadas pelo Congresso em Foco desde o último domingo (19), quando o país centro-americano comemorou três décadas da revolução sandinista. O incremento das relações entre o Brasil e a Nicarágua refletem a proximidade entre os governos do presidente Lula e do sandinista Daniel Ortega, que voltou ao poder em fevereiro de 2007, 17 anos depois de deixar o comando do país.
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Por Terror do Nordeste - 26.07.09



