Mostrando postagens com marcador MEC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEC. Mostrar todas as postagens

9 de jan. de 2017

Governo Temer quer cortar bolsas de estudos de professores



O governo Temer quer fazer uma auditoria em alguns programas que oferecem bolsas de estudo a professores, com o objetivo de economizar até R$ 1 bilhão por ano do Ministério da Educação (MEC), hoje capitaneado por Mendonça Filho (DEM).

24 de fev. de 2013

MEC reconhece 126 cursos superiores presenciais e 30 a distância

O Ministério da Educação (MEC) publicou na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União portarias que reconhecem 126 cursos superiores de graduação em instituições privadas e públicas. Foram reconhecidos ainda 30 cursos superiores na modalidade de educação a distância. 

18 de dez. de 2012

Mães enfrentaram toda gestão Serra e Kassab sem conseguir vagas nas creches de São Paulo

 Fotos: Márcia Brasil
Nádia Campeão (vice Prefeita) e Fernando Haddad conversam com mães trabalhadoras que sofrem na gestão Kassab numa das  regiões mais populosas e carentes de São Paulo com a falta de vagas em creche, Cidade Ademar.

Por Márcia Brasil

4 de dez. de 2012

Secretário do MEC será titular da Educação na gestão de Fernando Haddad

Undime-SP
Prefeito eleito da capital paulista confirmou hoje a escolha. Nesta quarta-feira ele deve anunciar outros dois nomes para o primeiro escalão de seu governo 
São Paulo – Nesta quarta-feira (5) o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), deve fazer um novo anúncio de nomes que vão assumir secretarias em seu governo. Entre eles está o do sociológo Cesar Callegari (PSB) na Secretaria de Educação. O nome de Callegari foi confirmado hoje pela assessoria de Haddad.

26 de nov. de 2012

Dilma: Pronatec deve atender 8 milhões de jovens até 2014

Ag.BR
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (26) que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) atingiu a marca de 1,1 milhão de matrículas em cursos técnicos, de aprendizagem profissional e de qualificação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

9 de jun. de 2012

“Homofobia tem cura: educação e criminalização!” esse é o tema da 16a edição da Parada Gay

Av. Paulista é símbolo para as manifestações da Liberdade de Expressão
Confira a ordem dos trios da 16ª Parada LGBT de São Paulo
Domingo (10), milhões de pessoas vão prestigiar mais uma manifestação contra a homofobia e em defesa da cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) na Avenida Paulista. Sob o tema “Homofobia tem cura: educação e criminalização!”, 14 trios elétricos vão desfilar desde o Museu de Arte de São Paulo (MASP), a partir das 12h, descendo a Rua da Consolação até a Praça Roosevelt, quando ocorre a dispersão, por volta das 18h.

25 de abr. de 2012

Dilma dará depoimento em novo documentário de Spike Lee


Ag/Br
Carolina Pimentel - Agência Brasil - 25.04.12
 
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff encontrou-se hoje (25) com o cineasta norte-americano Spike Lee, que está no Brasil para fazer um documentário sobre o país.

Na rápida conversa com a presidenta, o diretor convidou Dilma Rousseff para dar um depoimento ao filme Go Brazil Go, sua nova produção, ainda sem data oficial de lançamento. Segundo Lee, a presidenta respondeu que irá buscar uma brecha na agenda para participar do documentário.

7 de ago. de 2011

Sampa merece Haddad?


Ministro da Educação Fernando Haddad


O ineditismo da jovem democracia brasileira é curioso: Lula foi o primeiro presidente que impôs três derrotas consecutivas a um dos maiores oligopólios de comunicação do mundo. Foi o primeiro operário a chegar à presidência, alcançou índices estratosféricos de aprovação e ainda elegeu a primeira mulher como sucessora.

8 de fev. de 2011

Psicólogos aprovam vídeos contra homofobia nas escolas

Conselho Federal de Psicologia considera kit feito pelo MEC, adequado à faixa etária de alunos que o utilizarão.

 

Um material elaborado pelo Ministério da Educação para combater a homofobia nas escolas gerou polêmica no fim do ano passado. Mesmo sem data para chegar aos colégios de ensino médio do País, o kit – formado por vídeos, guia de orientação para o professor e cartilhas – foi criticado em apresentação prévia na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Agora, o Conselho Federal de Psicologia entrou na discussão em defesa do material.

12 de jun. de 2010

A importância da educação infantil

"A primeira escola não existe para substituir a babá, para apenas tomar conta dele enquanto você trabalha ou para preparar a melhor Festa Junina da sua vida. A escola de educação infantil vai muito além.

Ei, você aí: passou do tempo de pensar que criança de 0 a 5 anos não aprende, de fato, na escola, pois “só” brinca.

Também não dá mais para achar que é cedo para entender linha pedagógica, diferenciar construtivismo de escola tradicional, saber quem foi Maria Montessori, Jean Piaget ou Rudolf Steiner.Além de descobrir se está perto de casa, quanto custa, como cuida da limpeza, que tipo de alimentação oferece e se trata seu filho com carinho, é hora de identificar como essa escola vai educá-lo.

Pois ele aprende desde que nasce que a escola é o ambiente social mais importante depois da família.

Educação infantil pode ser mais importante do que o curso superior? SimÉ quando a criança experimenta o prazer pelo aprender e começa a gostar dela (ou não). A escola aguça a curiosidade da criança e diz a ela “olha que interessante é a vida!”.

Está se achando neurótico por já imaginar vestibular, faculdade e carreira profissional? Não se martirize. O futuro começa agora e por isso é hora de decidir se vai priorizar uma formação humanista em que se preza a criação de um ser crítico e capaz de tomar decisões ou optar por um perfil mais pragmático, em que o foco é o conteúdo, voltado para o vestibular e o êxito profissional. Ou tudo isso junto se for possível. Ou equilibrar.

Escolinha?! Por essas e outras, chamar de “escolinha” soa pejorativo. O termo não existe à toa. A sociedade demorou a entender que infância é um período importante e as crianças são diferentes em determinadas idades.

Para ter uma idéia, faz somente dez anos que o Ministério da Educação — com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases — reconheceu a educação infantil como parte da educação básica de qualquer brasileiro. Isso reflete no que é oferecido às famílias, pois, entre outras coisas, indica ser fundamental a especialização do educador. Significa que educação infantil tem de ir muito além da “tia”, das recreações, do Dia das Mães ou das canções de Natal.

O seu filho precisa estar em um local com profissionais especializados que promovam rotinas baseadas em propostas pedagógicas muito bem fundamentadas.“Escola infantil não vive de improviso e não é um parque de diversões”, diz o educador Marcelo Bueno, coordenador pedagógico da escola Estilo de Aprender. Renata Americano vai além: “É o pedaço mais precioso da vida, porque é quando está se formando a identidade da criança!”.O período se resume em estar com os outros. “Aprendem a ser e a conviver.

É a fase do ‘como’: como eu escovo os dentes, como eu lavo as mãos, como eu seguro o lápis, como eu brinco,como eu corro,como eu pulo. Ou seja: ‘como sou’, ‘como devo ser’ e ‘como faço para ser’”, diz Karina Rizek Lopes, coordenadora da Área de Educação Infantil da Secretaria de Educação Básica do MEC.

“Além do desenvolvimento físico da criança, também acontece o psíquico e o do caráter”, afirma Quézia Bombonatto, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia. "

****
Este texto é para muitos gestores que não conseguem enxergar e acreditar na importância da Educação Infantil no desenvolvimento das crianças, que relutam em admitir que os profissionais que nela atuam precisam ter conhecimentos e formação específica e diferenciada.

Do Site Professores de Educação Infantil - 11.06.2010

22 de jul. de 2009

Coluna do presidente: Lula responde aos leitores no jornais populares

RAFAEL PESSOTTI GALLO, 25 anos, auxiliar de câmbio de São Paulo (SP)

O Bolsa Família aumenta os impostos para todos para beneficiar famílias. Tem gente fazendo mais filhos para aumentar o benefício. Por que você não dá a vara, em vez do peixe? No futuro, as crianças estarão como os pais, prontas para receber o Bolsa Família.

Presidente Lula - Rafael, o Bolsa Família também ensina a pescar, porque os beneficiados têm que comprovar os cuidados com a saúde e a frequência escolar dos filhos. Além disso, temos um programa de capacitação nas áreas de construção civil e turismo, que é muito concorrido. Mas também precisamos dar o peixe. Só quem passou fome sabe a dor de ver os filhos sem ter o que comer. As pessoas precisam de condições mínimas para se desenvolver, para mudar de vida, para aprender, inclusive a pescar. A sua afirmativa de que tem gente fazendo filhos para receber um benefício maior não procede. Há um limite claro para o número de filhos. São, no máximo, três filhos até 15 anos e dois entre 16 e 17.

Há ainda o teto de R$ 182,00 para famílias com renda mensal até R$ 69,00 por pessoa ou de R$ 120,00 para aquelas com renda mensal de até R$ 137,00 por pessoa. É um programa modelo de inclusão. Hoje, são 11,6 milhões de famílias beneficiadas. Agora, elas podem comprar no comércio, aquecendo a economia local e gerando crescimento e empregos em favor de toda a sociedade.

KARINA KAMILLA S. ROCHA, 26 anos, aluna de enfermagem de Fortaleza (CE)

Em muitas estradas federais, em especial do interior do Estado, como a BR-222, há vários trechos caóticos, com pontes prestes a desabar, sem contar com os buracos que se transformaram em crateras. Venho suplicar uma atenção maior para com nossas estradas, antes que mais tragédias aconteçam.

Presidente Lula - Karina, o Dnit está fazendo manutenção em 1.819 km de oito rodovias federais do Ceará. Outros 818 km já estão em licitação. As obras vão começar em breve. Na BR-222, a restauração dos 125 km do trecho de Sobral à divisa com o Piauí vai começar no mês que vem e os 158 km de Croatá a Sobral, em dezembro. Estamos com intervenções em rodovias federais de todo o País. Só do PAC, já temos 1.461 km de duplicação em obras e mais 2.852 km de construção e pavimentação. Os trechos com contratos de serviços de manutenção somam 50.734 km. Esse setor está passando por grandes transformações, que beneficiam todos os brasileiros.

LINCOLN ELOI DE ARAÚJO 32 anos, doutorando em meteorologia pela Univ. Fed. de Campina Grande (PB)

Diante da crise mundial, quais são as perspectivas do governo para a educação? A crise pode fazer com que o governo reduza os investimentos para os projetos de pesquisa e extensão? E os cursos de pós-graduação podem ser afetados?

Presidente Lula - A educação é essencial para preparar nossos filhos e nosso país para o futuro. Por isso ampliamos o orçamento do MEC de R$ 14,4 bilhões, em 2003, para quase R$ 42 bilhões, em 2009. Os investimentos em Ciência e Tecnologia, de 2007 a 2010, somam nada menos que R$ 41,2 bilhões. E já há frutos: em 2008, passamos a Rússia e a Holanda no número de artigos publicados em revistas científicas. As bolsas para mestrado, doutorado e pós-doutorado subiram de 15,6 mil, em 1995, para 41 mil, em 2008. Com o Prouni, 540 mil jovens de baixa renda receberam bolsas de estudos.

E estamos criando 12 novas universidades e 104 extensões universitárias. Aumentamos as vagas de ingresso nas universidades federais de 113 mil, em 2003, para 227 mil, em 2009. Enquanto em 90 anos foram construídas 140 escolas técnicas, em nosso governo estamos construindo mais 214. A educação é prioridade e, em prioridade, só se mexe para avançar.

Por Zé Augusto - 21.07.09

20 de jul. de 2009

Analfabetismo - A exclusão pelas letras

http://www.agenciabrasil.gov.br/grandes-reportagens/2009/05/12/grande_reportagem.2009-05-12.1366348609/view

ENEM - Prazo é encerrado com mais de 4,5 milhões de candidatos inscritos

Do MEC - 20.07.09

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 recebeu 4.576.126 de inscrições, número registrado até as 23h59 de domingo, dia 19, quando o prazo foi encerrado. Ao longo dos 35 dias em que o sistema esteve disponível na internet, foram registrados 6.761.646 de acessos.

Candidatos de 99 países também tiveram acesso ao sistema, que continua aberto para o acompanhamento das inscrições. Até quarta-feira, dia 22, o candidato poderá imprimir o boleto e efetuar, na rede bancária, o pagamento da taxa de inscrição, de R$ 35. Estão isentos os estudantes de escolas públicas matriculados no último ano do ensino médio.

Os candidatos que pediram isenção da taxa devem confirmar se tiveram a reivindicação atendida. Caso contrário, precisam fazer o pagamento no prazo determinado.

Assessoria de Imprensa do Inep

Confira o número de inscritos por unidade da Federação

Prouni - Alunos têm nova chance de se inscrever no programa

Do MEC - 20.07.09

Os estudantes que ainda não se inscreveram ou que não foram pré-selecionados na primeira etapa de inscrições do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm uma nova chance. Teve início nesta segunda-feira, 20, e segue até sexta-feira, 24, a segunda etapa de inscrições.

Nesta nova rodada, serão ofertadas 49.157 bolsas. Para concorrer, o estudante precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2008 e ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em escola particular, na condição de bolsista integral. Também podem concorrer pessoas com deficiência e professores do quadro permanente da rede pública da educação básica. Os professores podem se inscrever para bolsas em cursos de licenciatura, pedagogia ou normal superior e não precisam comprovar rendimentos.

A lista dos alunos pré-selecionados na segunda etapa de inscrições será divulgada no dia 28. O período para comprovação das informações prestadas vai até 12 de agosto. O acesso à ficha de inscrição está disponível na página eletrônica do ProUni.

Entre 2005 (primeira edição) e o primeiro semestre deste ano, o programa possibilitou a inclusão de 540 mil estudantes na educação superior particular. Na primeira metade de 2009, foram oferecidas 156.416 bolsas de estudos, das quais 95.694 integrais e 60.722 parciais. Com as ofertadas no segundo semestre, o ProUni soma este ano 247.643 bolsas.

Assessoria de Imprensa da Sesu

Escolas Técnicas e o desvio de verba

MEC pagou por escolas que ficaram no papel

Auditoria constatou prédios vazios ou nem construídos em entidades privadas que deveriam oferecer 50% de vagas gratuitas

Só 1 das 98 instituições que receberam, ao todo, R$ 257 milhões de programa federal de 1998 a 2007 cumpriu todo o contrato

ANGELA PINHO
SIMONE IGLESIAS
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Escolas técnicas financiadas com dinheiro público, que deveriam atender alunos gratuitamente, viraram prédios vazios e faculdades privadas ou até edifícios nunca construídos. A conclusão é de fiscalização do Ministério da Educação no Proep (Programa de Expansão da Educação Profissional), que funcionou de 1998 a 2007.

Em São Paulo, por exemplo, o imóvel que deveria, desde 2005, ter um centro educacional para metalúrgicos está fechado. Em Capivari (135 km de SP), um prédio que consumiu R$ 3,1 milhões em obras e equipamentos está abandonado.

Leia mais »

Por Luís Nassif - 20.07.09

10 de jul. de 2009

Educação e tecnologia - Recursos para ciência e tecnologia somaram R$ 2 bi em 2008

O Bom Dia Ministro desta quinta-feira (9) entrevistou o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. No programa, realizado com âncoras de diversas rádios, Rezende falou sobre o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para Desenvolvimento Nacional, conhecido como PAC da Ciência, e das ações do governo para ampliar a formação de mestres e doutores. O Bom Dia é produzido e coordenado pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido ao vivo, via satélite, para emissoras de todo o País. Leia abaixo os principais trechos.

PAC da Ciência

"O Plano é muito abrangente. Costumo ressaltar que o importante é que pela primeira vez temos um plano de ação para quatro anos, uma vez que ciência e tecnologia são preocupações muito novas em nossa sociedade e não estão ainda difundidas nas empresas. A população não percebe bem como se beneficiar desse conhecimento acumulado e as próprias universidades começaram a montar grupos de pesquisa há 40, 50 anos, no máximo. O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) também é jovem, criado há 24 anos. Nesse tempo, teve épocas muito atribuladas. Pela primeira vez, não tem apenas uma política genérica, mas um plano de ação, com quatro prioridades e recursos definidos. O objetivo do Plano é dar maior dimensão à ciência e fazer com que ela cumpra um papel abrangente, intensificando as ações no centro de pesquisas, nas universidades, chegando às empresas, que precisam ser competitivas, fazer inovação, além de alcançar pequenos produtores a jovens."

Recursos para pesquisa
"Eles têm aumentado consideravelmente. O principal fundo de apoio à pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, fora das universidades, é o Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientifico Tecnológico (FNDCT). O fundo teve em 2002 R$ 350 milhões executados. Em 2008 esse número já alcançou R$ 2 bilhões. Os recursos estão aumentando. Tivemos esse ano, uma crise econômica mundial. Apesar da crise econômica mundial, os recursos para ciência e tecnologia não estão diminuindo esse ano em relação a 2008."

Fomento para novas empresas
"Temos avançado muito nesse setor. Empresas tradicionais não têm a cultura de fazer inovação, de investir num processo de investigação, porque isso demora tempo, mas estamos de qualquer maneira ampliando as ações para empresas tradicionais. O grande campo no Brasil é exatamente estimular novas empresas de tecnologia, aquelas que são criadas por pesquisadores das universidades, por técnicos e estudantes."

Primeira Empresa Inovadora
"O programa Primeira Empresa Inovadora (Prime) oferece recursos para empresas criadas até dois anos. São recursos não-reembolsáveis. Para recebê-los, as empresas entram numa competição muito grande. Para fazer essa competição em todo o País, a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) credenciou 17 incubadoras de empresa. Existem mais de três mil empresas inscritas no Programa. As empresas novas estão recebendo apoio para o financiamento."

Monitoramento da Amazônia
"O controle do Brasil sobre a Floresta Amazônica melhorou muito nos últimos dez anos em grande parte porque hoje temos um sistema de satélite, desenvolvido junto com a China, que é o CBERS. Ele passa a cada 1h40 pela mesma latitude em torno da Terra, dando 13 voltas por dia, fotografando, mandando eletronicamente as imagens para uma estação que tem em Cuiabá. Não é um monitoramento diário porque a cada hora o satélite passa por um local diferente. A cada 15 dias temos o retrato da Amazônia. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) fornece aos órgãos de fiscalização a imagem do que está ocorrendo. Pelo controle do Inpe houve um aumento do desmatamento há um ano e meio. Há dois anos, o governo tomou medidas não só de fiscalização, mas de restrição. Por exemplo: atualmente os bancos oficiais estão exigindo certificação da origem do gado para que os frigoríficos tenham financiamento."

Base de Alcântara
"O programa brasileiro tem dois principais componentes: um é o de fabricar satélites, e no momento o Inpe já tem a competência para fabricar satélites de observação da Terra, e está fazendo isso. A outra linha é a de colocar um satélite em órbita. A base de Alcântara tem essa finalidade: soltar foguetes que coloquem o satélite em órbita. Ocorre que para lançá-lo precisa ter o domínio do combustível e o Brasil ainda não domina completamente essa tecnologia. A torre que havia em Alcântara era usada experimentalmente para lançar foguetes, que não conseguia colocar o objeto em órbita. Eram foguetes experimentais, que subiam um certo número de quilômetros e caíam no mar e eram estudados. Houve aquele acidente sério e tivemos muitas dificuldades desde 2004 porque foi realizada uma licitação para uma empresa reconstruir a torre. A empresa que perdeu entrou na justiça. Só agora a torre de Alcântara está sendo reconstruída e estará pronta antes do final do ano. Isso atrasou os testes. Fizemos um acordo com a Ucrânia e criamos uma empresa binacional que chama Alcântara Cyclone Space. Ano que vem, receberemos um foguete feito na Ucrânia, grande fornecedora do programa espacial da União Soviética. O primeiro foguete será inteiramente ucraniano, mas o segundo já terá componentes nacionais. "

Formação de Mestres e doutores
"O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) foi criado em 1951. Nas décadas de 50 e 60 e um pouquinho em 70 a maior parte dos bolsistas iam para o exterior. Atualmente, o CNPQ tem cerca de 70 mil bolsas de pós-graduação e, dessas, apenas duas mil para outros países. Passamos a ter no Brasil programas de mestrado e doutorado de qualidade internacional. Muitos bolsistas nem querem ir para o exterior. E, aqueles que querem, entram numa competição muito grande, porque o número de bolsas é pequeno. Há uma expansão do Sistema Universitário. Empresas estão contratando, principalmente mestres, mas também doutores e em muitas áreas faltam pessoas. Em 1987, o Brasil formou aproximadamente mil doutores e quatro mil mestres. No ano passado, formamos cerca de 40 mil mestres e doutores. Em 21 anos, aumentamos o número de mestres e doutores por um fator dez."

Ciência nas escolas
"O Ministério da Educação tem um programa de colocar laboratórios de informática em todas as escolas públicas de todos os níveis. São poucas federais, mas são muitas estaduais e municipais. Já há laboratório de informática em cerca de 70 mil escolas de ensino médio em operação. Elas estão sendo gradualmente interligadas à internet por um programa que o governo federal lançou no ano passado. Teremos até o final deste ano cerca de 50 mil escolas públicas ligadas e alguns governos estaduais estão tomando iniciativas para melhorar isso. Como a Educação ficou meio desassistida durante muito tempo, não se resolve o problema da educação de uma hora para outra. É preciso um conjunto de programas. Há uma melhora considerável no uso de tecnologias e no resultado do ensino público no Brasil."

Por Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 842 - Brasília, 9 de Julho de 2009

2 de jul. de 2009

Educadores - V Congresso Paulista de Educação Infantil (para Setembro de 2009)

Da Faculdade de Educação da USP - O Fórum Paulista de Educação Infantil - (FPEI) MEC - comemora 10 anos.
Continue lendo.

Inscrições e submissões de trabalho foram prorrogadas até 1º de julho - contato somente on-line - clique aqui

informações por e-mail: apoioacad@fe.usp.br / vcopedi@fe.usp.br

Dez anos! Intensa efervescência dos Movimentos Sociais - Fóruns, MIEIB, Campanha da Sociedade Civil, do Poder Público e da Universidade. Embates e debates sobre educação, criança, criança pequena, cultura, linguagens, etnia, gênero, financiamento, formação de professores, espaço físico, o que trabalhar com as crianças, “confusão” entre o público e o privado. Acesso e facilidade na comunicação: Internet; sistemas tecnológicos; informatização. Quase uma década de novo milênio e o desencadeamento de propostas como cidades educadoras, reconhecimento das crianças como atores sociais, articulação entre provisão, proteção e participação, construção de novos paradigmas. O que tem significado a EI fazer parte da educação básica? O que se entende por qualidade? E por avaliação da qualidade? Pesquisa, avanços e retrocessos na área. As relações instáveis entre as concepções presentes na legislação e as práticas sociais envolvendo a infância.
Promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9394/96, que dispõe sobre os direitos das crianças à educação, das Diretrizes Curriculares Nacionais para EI, do Plano Nacional de Educação, mudanças na LDB, revisão das Diretrizes, produção acadêmica, produção regional via secretarias de educação.
O Fórum Paulista de Educação Infantil - FPEI também comemora uma década na defesa dos direitos das crianças: seu acesso e usufruto a educação com qualidade. Durante esse período, o FPEI tem promovido encontros, debates e o COPEDI, que em sua quinta edição, pretende promover o debate público sobre as trajetórias das políticas públicas em vigor, a construção da profissionalidade docente, e as praticas educativas resultantes.

EIXO 1 - Políticas públicas para a Infância
Ementa A Educação Infantil, como primeira etapa da educação básica - em processo de integração das instituições de educação e cuidado das crianças pequenas – conclama esforços coletivos de profissionais da área que, comprometidos com a infância, buscam garantir os direitos fundamentais, próprios e inalienáveis da criança. Questões como: • Políticas de antecipação do ingresso da criança na escola; • Ausência de continuidade do processo educacional na educação de crianças de zero a dez anos; • Políticas de conveniamento ou a desresponsabilização do Estado com a educação das crianças de zero a três anos; • Acompanhamento, supervisão e regulação da qualidade da educação evidenciam as múltiplas dimensões do campo e as dificuldades em concretizar os avanços legais e para enfrentar as suas conseqüências polêmicas no que se refere a financiamento, regulamentação, atendimento à demanda, formação profissional, condições de trabalho, ambientes das instituições, participação das famílias, políticas de educação formal e não-formal. Nesta perspectiva, este eixo refere-se especialmente às experiências das gestões municipais, dos movimentos da sociedade civil (conselhos municipais e estaduais, fóruns, sindicatos, associações, ONGs) e das Universidades em torno dessas questões, assim como da articulação com os setores da assistência, saúde, cultura, urbanismo, entre outros, para que as políticas públicas voltadas para a infância possam, efetivamente, “pensar primeiro na criança”.

EIXO 2 - Bases Epistemológicas para pensar os tempos, espaços, relações e atividades da Infância
Ementa O grande desafio das Pedagogias da Infância é a interlocução entre as Ciências da Educação e as Artes, compreendendo os tempos, espaços, relações e atividades da infância no plano das fortes modificações sociais presentes na contemporaneidade. Os conhecimentos acumulados nos campos da Filosofia, Pedagogia, Psicologia, Antropologia, História, Sociologia, Arquitetura e Artes permitem construir novos paradigmas para a educação infantil. Neste eixo serão privilegiadas as produções que revelam e desvelam questões relativas às diferentes formas de vivência das infâncias nos ambientes educacionais coletivos (creches e pré-escolas), contemplando e contextualizando contribuições de precursores da educação infantil e pesquisadoras/es e teóricas/os contemporâneos.

EIXO 3 - Identidades, Formações e Desenvolvimento das/os profissionais de Educação Infantil
Ementa A identidade profissional dos adultos envolvidos com a educação infantil é construída na extensão de suas experiências ao longo da vida e pelas concepções e representações sobre a infância, a educação e as práticas institucionais. É revelada na pluralidade das identidades (de gênero, classe social, étnico-raciais etc) e se articula às propostas curriculares de formação inicial e continuada e com os processos de desenvolvimento profissional, tendo uma nova perspectiva de educação infantil que traduza vivências acumuladas e pesquisas realizadas que não antagonizem a cultura lúdica e as culturas da escrita.

EIXO 4 - Práticas Pedagógicas, Culturas Infantis e Produção Cultural para crianças
Ementa Este eixo pretende apresentar, problematizar e debater teorias e práticas pedagógicas que enfoquem a construção de Pedagogias da Infância e que contemplem as crianças e as professoras/es como protagonistas de uma relação educativa que envolve também as famílias, articulando-as à produção das diferentes linguagens e culturas tecidas pelas crianças. Pretende-se também destacar a variedade da produção cultural dirigida à Infância, revelando os contrastes presentes nas propostas pedagógicas, nas mídias e demais ações voltadas para as crianças.

3ª-f - 08/09/09
14h30 - 16h
- Credenciamento
Auditório da FEUSP

Processo Eleitoral: Inscrições de Chapas para Grupo Gestor
Associação Amigos do Fórum Paulista de Educação Infantil (AAFPEI)
Auditório da FEUSP


19h30 - Abertura solene
Paço das Artes

20h - Conferência de Abertura:
Educação Infantil: balanço de uma década de luta
Tizuko Morchida Kishimoto (FEUSP)
Paço das Artes

4ª-f - 09/09/09

9h – 10h30 - Conferência Eixo 2

Tempos, espaços, relações e atividades da Infância
Sandra Richter (Universidade de Santa Cruz/RS)
Paço das Artes

10h30 – 11h – Intervalo para Café

11h – 12h30 – Simpósios

1. Demanda em Educação Infantil
Representante do Instituto Lidas SP
Representante da SME SP
(a confirmar)
Auditório EA

2. Creches na universidade
Maria Clotilde Magaldi - COSEAS
Elisabeth Gelli Yazle - Creches da UNESP
Paço das Artes

Mesas Redondas

1. Memória: Uma década de Políticas Públicas para a Infância
Vital Didonet (OMEP Brasil)
Lisete Arelaro (FEUSP)
Mediadora: Belmira Bueno (FEUSP)
Auditório FE

4. Memória: construção cultural para crianças e culturas produzidas por crianças
Sílvia Helena Vieira Cruz (UFCE)
Maria Angela Francoio (MAC)
Mediadora: Dislane Z. Moraes (FEUSP)
Auditório IO

6. A criança e a cidade
Fernanda Muller (UNIFESP)
Márcia Gobbi (FEUSP)
Mediadora: Célia Serrão (Universidade Mackenzie)
Auditório EEF

7. Relações étnico-raciais: construção de identidades
Lucimar Rosa Dias (UFMS)
Waldete Tristão (SME-SP)
Ellen de Lima Souza (SME- São Carlos)
Mediadora: Sonia Larrubia (SME-SP)
Auditório CP

12h30 – 14h30 - Intervalo para Almoço

14h30-16h - Conferência Eixo 3
Identidades, Formações e Desenvolvimento das/os profissionais de Educação Infantil
Mônica Pinazza (FEUSP)
Paço das Artes

16h – 16h30 – Intervalo para Café

16h30 – 18h - Comunicações/Painéis/Vídeos

18h – 19h30 – Intervalo para Jantar

20h - Atividade cultural externa (passeio monitorado pela cidade, teatro...)

5ª-f - 10/09/09

9h – 10h30 - Conferência Eixo 1

Políticas públicas para a Infância
Maria Malta Campos FCC/PUC SP
Paço das Artes

10h30 – 11h - Intervalo para Café

11h – 12h30 - Simpósios

3. Propostas curriculares para a Educação Infância
Maria Carmem Barbosa (UFRGS)
Ligia Aquino (UERJ)
Auditório EA

4. Territórios da infância – educação infantil e ensino fundamental
Suely Mello (UNESP/Marilia)
Catarina Moro (UFPR)
Paço das Artes

Mesas Redondas

2. Memória: uma década de debate epistemológico sobre a educação da infância
Solange Jobim e Souza (PUCRJ)
Miriam Celeste Martins (UNESP/Mackenzie)
Mediadora: Maria Aparecida Mello (UFSCar)
Auditório EEF

3. Memória: uma década de luta pela profissionalização
Helena de Freitas (UNICAMP)
Marita Martins Redin (UNISINOS/RS)
Mediadora: Denice Catani (FEUSP)
Auditório CP

5. Crianças são sujeitos de direitos. Que sujeitos? Que direitos?
Paulo Arantes (Ministério Público)
Marcos Cezar de Freitas (UNIFESP)
Mediadora: Maria Letícia B. P. Nascimento (FEUSP / FPEI)
Auditório FE

8. Em foco: os bebês
Patricia Dias Prado (FEUSP)
Hildair Garcia Câmera (UFRGS)
Mediadora: Marilena Rosalem (UNIMEP)
Auditório IO

12h30 – 14h30 - Intervalo para Almoço

14h30-16h - Comunicações/ Painéis/Vídeos
FEUSP

16h – 16h30 - Intervalo para Café

16h30 – 18h - Apresentação de grupos de pesquisa
FEUSP

18h – 19h30 - Reunião Aberta MIEIB
Auditório FE

20h - Jantar por adesão

6ª-f - 11/09/09

9h – 10h30 - Conferência Eixo 4

Práticas Pedagógicas, Culturas Infantis e Produção Cultural para crianças
Roselene Crepaldi (MinC)
Paço das Artes

10h30 – 11h - Intervalo para Café

11h – 12h30 - Simpósios

5. Movimentos Sociais pela criança de 0 a 6 anos
Representante do MIEIB
Representante do Movimento Nossa São Paulo (a confirmar)
Auditório EA

6. Socialização e Mídia
Maria da Graça Setton (FEUSP)
Carmelita Maria da Silva Campos (SMC São Carlos)
Paço das Artes

Mesas Redondas

9. A Educação Infantil: implicações legais e pedagógicas
Rita Coelho (MEC/COEDI)
Arthur Fonseca Filho (CEE/SP)
Mediadora: Maristela Angotti (UNESP/ Araraquara)
Auditório FE

10. Caminhos da pesquisa na Educação Infantil
Ana Lucia Goulart de Faria (UNICAMP)
Luciano Mendes de Faria Filho (UFMG)
Mediadora: Elisabeth Yazzli (UNESP/Assis)
Auditório EEF

11. Mobilização e organização dos profissionais da Educação Infantil
Muriane de Assis (SME - Araraquara)
Joseane Búfalo (SME -Campinas)
Mediadora: Marineide de Oliveira Gomes (UNIFESP)
Auditório CP

12. Imagem e Movimento: provocações de diálogos com as infâncias
Adriana Silva (UNICAMP)
Daniel Revah (UNIFESP)
Mediador: Amaury Cezar Moraes (FEUSP)
Auditório IO

12h30 – 14h30 - Intervalo para Almoço

14h30-16h - Assembléia de Encerramento

Divulgação de Resultados do Processo Eleitoral do FPEI
Paço das Artes

Fonte: FEUSP e MEC

27 de jun. de 2009

MEC lança Linux Educacional

O Linux Educacional, software idealizado pelo Ministério da Educação (MEC) é utilizado na informatização das escolas brasileiras, agora é público. O MEC e o Ministério do Planejamento assinaram, no final da última semana, documento que inclui a ferramenta no Portal do Software Público Brasileiro.

A assinatura, que ocorreu durante a 10ª edição do Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre (RS), coloca o programa à disposição da sociedade com outros 26 já inseridos no portal e garante a continuidade do uso pelas instituições de ensino do país.

De acordo com o diretor de tecnologia do MEC, José Eduardo Bueno de Oliveira, o ministério estimula o uso e a produção do software livre. O Linux Educacional, segundo o diretor, é o aplicativo mais utilizado nas escolas públicas brasileiras e atende às políticas de democratização do acesso ao ensino. “O Linux está nas mais de 500 mil máquinas que foram distribuídas pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional [ProInfo]”, disse.

Para o gerente de operabilidade da Secretaria de Logística e Tecnologia do Ministério do Planejamento, Paulo Pinto, a medida é importante no sentido de preservar o uso do software. “Infelizmente, iniciativas fantásticas como essas não são perenes, devido às mudanças de governo. O portal garante que essas ações permaneçam, independentemente de interesses particulares, pelo bem da população”, destacou.

Portal - Há apenas dois anos no ar, o Portal do Software Público Brasileiro conta com 44 mil usuários. Entre as soluções disponíveis no sítio está o e-Proinfo, ambiente virtual de aprendizagem desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nele, já estão cadastrados mais de quatro mil usuários.

Do site Em questão - 26.06