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31 de ago. de 2010

Alckmin seguirá a mesma linha que seu chefe.

Blogueiro salva photo opportunity do Serra 

Do Viomundo - 30.08.2010

O blogueiro Márcio Amêndola soube que José Serra ia produzir um evento hoje, em São Paulo, diante do chamado impostômetro da Associação Comercial. O impostômetro pretende medir os impostos pagos pelos brasileiros. Na hora agá, o impostômetro deu pau. Apagou. Teve um problema técnico. E José Serra ficou sem a imagem com a qual pretendia, acredito, aparecer no Jornal Nacional desta noite.
Amêndola, com a ajuda do photoshop, resolveu contribuir com a campanha de Serra. E “colocou” o candidato diante de um símbolo de seu governo, o “pedagiômetro”. A nota que o Amêndola reproduziu na mensagem é da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo:

         Pedágio de SP está entre os mais caros do mundo

Em São Paulo, pedágio de caminhões chega a ser quase três vezes mais caro do que na Europa
O pedágio cobrado nas rodovias paulistas é o mais caro do Brasil e, quando comparado com as tarifas pagas nas rodovias dos Estados Unidos ou da Itália, fica evidente que está entre os mais caros do mundo também.
Na rodovia Florida’s Turnpike, nos Estados Unidos, o preço por quilômetro rodado é de R$ 0,076, enquanto a média nas rodovias paulistas é de R$ 0,111, ou 46% superior ao da rodovia americana.
Além disso, na Florida’s Turnpike há o SunPass que é um dispositivo colocado no automóvel que garante a passagem direta pelo pedágio. É como o Sem Parar que existe em São Paulo. Diferentemente do Sem Parar, o SunPass garante desconto médio de 20% para o usuário. O pedágio fica bem mais barato para quem o utiliza.
No caso das rodovias italianas (R $0,134), elas são mais baratas do que as rodovias Anchieta (R$,0159), Imigrantes (R$ 0,152) e Castello Branco (R$ 0, 145), enquanto a Bandeirantes (R$ 0,135) e a Anhanguera (R$ 0,132) têm valores próximos aos da Itália.
Mas vale ressaltar que a concessionária italiana construiu com recursos próprios a sua rede de rodovias, diferentemente do que ocorre em São Paulo. No caso paulista, paga-se duas vezes: para construir e usar a rodovia.
E paga-se também ao consumir qualquer produto transportado por essas rodovias. Comparando novamente com as estradas italianas, o pedágio que incide sobre veículos de carga em São Paulo é até 149% mais caro do que na Itália.
Caminhão paga muito mais um caminhão com seis eixos que sai de Bari e vai até Milano, percorrendo 874,5 km, paga o equivalente a R$ 286,06. Um caminhão similar, partindo de São Paulo e fazendo o percurso de ida e volta até São José do Rio Preto, o que dá 880 km, deixa R$ 710,40 nos pedágios paulistas. Conclui-se que em São Paulo se paga duas vezes e meia a mais do que na Itália.
Esse alto custo do pedágio paulista é repassado para o frete e, consequentemente, para o produto. No final, quem paga essa conta é o consumidor, ou seja, toda a população. (Da liderança do PT na Assembleia Legislativa)

 Do Blog Brasil Nova Era - 31.08.2010

14 de nov. de 2009

O apagão do Serra no rodoanel: acusa Lula de incompetente, pelo apagão, mas suas obras de "areia" são absolutas



Por Helena - Os amigos do Lula - 14.11.09

Rouboanel do Serra: obra do Rodoanel desaba em São Paulo.

Três vigas caíram sobre um caminhão e dois carros que trafegavam no local, e há pelo menos três feridos. Segundo a Autopista Régis Bittencourt, as vigas de sustentação do trecho Sul do Rodoanel caíram sobre a pista, que tinha fluxo intenso no momento da queda, por volta das 21 horas desta sexta-feira, 13. As três vigas que desabaram fazem parte de um lote de dez. Essas vigas foram içadas recentemente, entre os dias 7 e 10 de novembro.

Rodoanel superfaturada

TCU vê superfaturamento em obras do Rodoanel.Chamou a atenção, no relatório do TCU que resultou na paralisação de 13 obras do PAC, a ausência do Rodoanel de São Paulo, vitrine do presidenciável José Serra.



Na imagem do jornal Agora(clique na imagem), denúncias de superfaturamento na construção do trecho sul do Rodoanel apontam prejuízo de R$ 184,4 milhões aos cofres públicos. A obra teve a compra de itens com valor, em média, 30% acima dos preços usados como referência no orçamento.

A auditoria, realizada entre maio e julho de 2008, também aponta alterações no projeto básico. As empresas contratadas alteraram métodos construtivos com redução no número de vigas usadas em pontes, substituição de estacas metálicas por pré-moldadas e troca de areia por brita em muros de contenção, por exemplo.Assim, usaram menos material na construção, mas receberam o mesmo dinheiro, segundo o documento.Leia mais

Buraco do metrô e a ponte caiu em São Paulo...Mais uma prova da “eficiência de gestão” tucano

Em 2008, parte de obra do Expresso Tiradentes cedeu na Zona Sul de SP



Parte das obras de ampliação do Expresso Tiradentes, o antigo “Fura-Fila”, cedeu sobre o viaduto Grande São Paulo, na Zona Sul da capital. O acidente, que envolveu o piso e uma estrutura chamada de talude, ocorreu por volta de 23h30 desta segunda-feira (31). Não há feridos, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Defesa Civil, as primeiras equipes que chegaram ao local.Veja aqui no arquivo do blog

Buraco do Metrô



O desabamento que matou sete pessoas, em janeiro de 2007, e abriu uma gigantesca cratera nas obras do metrô de São Paulo ainda está vivo na memória das famílias atingidas pela tragédia.Veja


O Tribunal de Contas da União investiga as obras do trecho sul do Rodoanel.
Dentre as investigações sobre os aditamento dos contratos do trecho sul, o lote 5, assumido pelo consórcio OAS/Mendes Júnior, é o que soma a maior quantia sob suspeita: R$ 42,2 milhões.