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15 de jun. de 2012

Paulistano paga a tarifa de transporte público mais cara do Brasil

Metrô de São Paulo é o mais caro do país e registra 1 falha grave a cada cinco dias (Foto: fore/Flickr)
Pesquisa comparou os preços das capitais e apontou que em São Paulo o preço da tarifa é o dobro do cobrado em Brasília

SPressoSP

Levantamento realizado pela empresa Ticket Transporte, especializada em gestão de benefícios-transporte (como o bilhete único), apontou que o paulistano paga a tarifa média de transporte público mais cara do país, sem considerar a integração. A pesquisa identificou que o morador de Brasília paga a menor tarifa, em média R$ 1,50. A capital federal é seguida por Belém, Boa Vista e Fortaleza, onde os usuários pagam a tarifa média de R$ 2,00.

22 de mai. de 2012

São Paulo - Greve. Metroviários querem trocar greve por catracas livres

Trabalhadores lançam desafio ao governo do estado para um protesto diferente. Eles fazem assembleia nesta terça, 22

Por Felipe Rousselet - SPressoSP

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo distribuiu panfletos de alerta à população para uma possível greve a ser realizada na próxima quarta-feira (23). Segundo a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos, o Metrô irá entrar com uma medida cautelar para garantir a prestação do serviço.

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20 de mai. de 2012

Finalmente mídia reconhece caos nos transportes

 

Nas últimas décadas, a mídia tratou de forma tolerante os problemas do tucanato com os transportes. Diante da repetição dos acidentes, não dá mais para esconder o caos.

O caos vai tomando conta dos transportes em São Paulo e é prova inconteste do mais absoluto fracasso de 20 anos do tucanato no governo do Estado. Não bastasse o choque de dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô paulistano, um feito inédito e histórico nos 36 anos de existência do sistema, que apavorou quem estava no interior dos trens acidentados e traz preocupação a todos os usuários, ontem (18) outro trem da mesma linha apresentou defeito em pleno horário de pico na Estação da Sé. Uma das portas não fechava e o vagão teve que ser evacuado.

3 de mai. de 2012

CPTM estoura o limite de lotação aceitável em 3 linhas

CPTM chega a colocar 7,3 passageiros em apenas 1 metro quadrado
                                          (Foto: Fernando Stankuns / Flickr)                                                                

Companhia transporta mais de 6 passageiros por metro quadrado

Do SPressoSP - 03.05.12

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) fechou 2011 com três de suas sete linhas acima do limite tolerável de conforto (6 passageiros por metro quadrado). Os dados estão no recém-divulgado Relatório da Administração de 2011 da companhia.

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26 de mar. de 2012

Kassab não entregou nenhum quilômetro de corredor de ônibus

Kassab, como Prefeito:  promessas não cumpridas
Kassab não entregou nenhum quilômetro de corredor de ônibus

Por Mario Henrique de Oliveira - SPressoSP - 26.03.12

Em 2008, prefeito prometeu 66 quilômetros de novos corredores até o final de seu mandato

Assim que assumiu a prefeitura de São Paulo, Gilberto Kassab estabeleceu a meta de entregar, ao final de 2012, 66 quilômetros de novos corredores de ônibus. Mas, até agora, nenhum quilômetro foi entregue à população. Na semana passada, no último ano de seu mandato, o prefeito prometeu iniciar as primeiras obras ...

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18 de fev. de 2011

Vereadores são agredidos; acorrentados deixam a prefeitura de São Paulo

Vereadores Donato e Zé Américo são agredidos em frente à prefeitura (Foto: Nelson Antoine / Fotoarena/Folhapress)    
























































































































Prefeitura de São Paulo descartou negociação da tarifa de ônibus com ativistas; PM dispersou ato com gás de pimenta e balas de borracha

Por: Jessica Santos Souza, da Rede Brasil Atual

São Paulo – Após um dia de protestos e muita confusão, terminou por volta das 23h30 desta quinta-feira (17) a manifestação em que seis jovens estudantes, militantes do movimento que luta contra o aumento da tarifa de ônibus urbano,  ficaram acorrentados a catracas no interior da prefeitura de São Paulo. Eles só saíram do prédio após negociação de vereadores, em um clima tenso. Ativistas e populares pedem a revisão do aumento da tarifa. Esta foi a sexta semana consecutiva de manifestações contra o aumento de 11,11% nas passagens da capital paulista, de R$ 2,70 para R$ 3,00.
"Ficamos lá dentro o tempo todo até eles saírem bem. Eles (policiais e representantes da prefeitura) estavam tensionando, queriam que os estudantes fizessem algo de errado. Por isso, o tempo todo, quebravam o acordo que tinham feito no momento anterior”, disse a vereadora Juliana Cardoso (PT), que foi agredida do lado de fora, à tarde.

Acorrentados

O protesto começou ao meio-dia, depois de sucessivas tentativas de reuniões frustradas com a Prefeitura e de um encontro informal em que o secretário adjunto de Transportes, Pedro Luiz de Brito Machado, afirmou que a decisão de aumentar a tarifa é política e não técnica. O prédio foi fechado ao público pela Guarda Civil Metropolitana.
No final da tarde, houve confronto entre a PM e os cerca de 500 manifestantes que estavam do lado de fora da sede da administração municipal. A manifestação tomou conta do Viaduto do Chá e da Praça do Patriarca, no centro.
A Polícia Militar (PM) passou a usar a força e jogou bomba de gás lacrimogêneo nos ativistas. O vereador Antonio Donato (PT) disse, via Twitter, que ele e seus companheiros José Américo e Juliana (ambos do PT) foram agredidos "por policiais sem identificação". Ele prometeu mover representação contra o comandante da tropa de choque, Amarildo Garcia.
A vereadora Juliana passou mal após uma bomba de gás lacrimogêneo ter estourado próximo a ela. "Tive que ser carregada. É um absurdo, foi uma agressão gratuita, a manifestação estava pacífica", relatou.
O vereador José Américo acusou o governo estadual pela ação truculenta da PM. "Eu duvido que a PM tenha agido desta forma sem um aval do governador (de São Paulo, Geraldo Alckmin)", acusou.
De acordo com CartaCapital, um estudante foi preso. "Vinícius Figueira foi algemado e sangrava muito quando foi levado pelos policiais", relatou o Twitter da revista. "Quando os tiros de borracha começaram, o vereador José Américo entrou no fogo cruzado para tentar negociar uma trégua, mas foi contido por borrifadas de sprays de pimenta", diz CartaCapital.
Segundo amigos do estudante, ele quebrou o nariz e será operado pela manhã. O jovem também apresenta escoreações em todo o corpo e passa por exames para verificar possíveis fraturas na coluna. Outros feridos estariam se reunindo para prestar queixa da violência.

 Na reunião com a prefeitura

Durante a tarde, antes de se instalar o conflito, os manifestantes, acompanhados dos vereadores Juliana e Donato, foram recebidos pelo secretário de Relações Governamentais, Antonio Carlos Maluf, na sede da prefeitura, mas teriam ouvido dele que não haverá negociação. "Surgiu a possibilidade de uma mesa de negociação, mas o secretário se retirou da reunião e, ao voltar, disse que o diálogo está fechado", informou Donato.
Com a negativa do Executivo, o parlamentar teme que a situação fuja do controle. "É preciso manter a cabeça fria", alertou. Donato critica a postura do poder público: "A prefeitura não ajuda a ter um processo tranquilo de diálogo".
Segundo Nina Cappello, ativista do MPL, os quatro homens e duas mulheres permaneceriam acorrentados no interior da prefeitura até que o órgão decida negociar.

Crítica

Em nota,  o prefeito Gilberto Kassab (DEM) disse não entender e não aceitar a violência usada pelos manifestantes que protestam contra a tarifa do transporte público, uma vez que a prefeitura sempre manteve os canais abertos de diálogo com a sociedade.

"Não há, portanto, razões que justifiquem os atos extremados da manifestação em frente à Prefeitura de São Paulo, que se mantém aberta ao diálogo e espera que isso aconteça em um clima de mais civilidade", disse o prefeito.

Colaboraram Suzana Vier e Ricardo Negrão

27 de jan. de 2011

Protesto em São Paulo contra o aumento abusivo do ônibus. Hoje (27) , a partir das 17h


VENHA PARTICIPAR DESTE PROTESTO 

CAMINHADA COM INÍCIO NA PRAÇA RAMOS DE AZEVEDO - SÃO PAULO CAPITAL - EM FRENTE AO TEATRO MUNICIPAL. 

Como chegar: 
Carro: vias principais - Av. 9 de Julho, Av. 23 de maio, Rua da Consolação;
Ônibus: Terminal Bandeira, e as vias citadas anteriormente;
Metrô: Estações São Bento (linha azul), República e Anhangabaú (linha vermelha)

22 de jan. de 2011

METRÔ DA PAULISTA LOTA MAIS QUE TREM

 
Total de passageiros por metro quadrado cresce de 4,7 para 5,9 e se aproxima do índice de desconforto extremo

Aperto em linha nobre do metrô de SP já chega a ser pior do que o registrado em 3 das 6 linhas de trens da CPTM 

ALENCAR IZIDORO
DE SÃO PAULO 

Engravatados da av. Paulista estão mais apertados dentro do metrô do que moradores de Carapicuíba, Itapevi ou Itaquaquecetuba, na Grande SP, que usam trens para ir ao centro da capital.
O efeito "lata de sardinha", com que a periferia convive há anos, atingiu a linha 2-verde a ponto de a lotação encostar no limite do que é considerado aceitável.
Ela saiu de um patamar de 4,7 passageiros por m2, em 2009, para 5,9 por m2, em 2010, nos horários mais críticos do dia. O nível máximo de desconforto projetado é de seis usuários por m2.
A piora de 25% no aperto dentro dos vagões, conforme dados obtidos pela Folha, foi a mais elevada no metrô.
A lotação na linha 3-vermelha ainda é a mais grave do sistema -a demanda seria suficiente para espremer 10,9 pessoas por m2.
Mas na ligação da Paulista a mudança é mais perceptível porque há pouco tempo ela tinha um nível de conforto em que os usuários nem encostavam uns nos outros.
Aliada ao fato de passar por áreas nobres, isso sempre atraiu a classe média.
A lotação da linha 2 do metrô nos picos passou a ser pior que a de três das seis linhas de trens que atendem a periferia.
Na linha 8-diamante, que passa por Itapevi e chega ao centro de São Paulo, os picos foram de 5,8 por m2. Na 12-safira, que atende a zona leste e Itaquaquecetuba, 5,5 por m2. Na 9-esmeralda, que sai de Osasco, 4 por m2.

DEMANDA MAIOR
O desconforto da linha verde do metrô é resultado do aumento da demanda que beirou 13% no ano, incentivado pela abertura de novas estações, mas agravado pelos atrasos em melhorias tecnológicas que deveriam diminuir os intervalos entre os trens na plataforma.
A nova sinalização deve permitir menor distância entre os trens, reduzindo os intervalos. Era prevista para 2010. Mas só deve estar pronta no ano que vem.
Dentro de dois meses, as estações Vila Prudente e Tamanduateí, inauguradas no segundo semestre do ano passado, deverão funcionar em horário normal -das 4h40 até depois da 0h. Hoje só operam das 8h30 às 17h.
A mudança, num primeiro momento, deve agravar a lotação da linha 2-verde, porque vai atrair mais gente nos picos, além de facilitar a integração com a linha 10-turquesa de trens da CPTM.
Mas a expectativa do Metrô é que, em seguida, a situação melhore, porque, com novas conexões, os passageiros devem ser redistribuídos entre as estações.
Pesquisa da Associação Nacional de Transportes Públicos apontou que a linha 2 foi a única do metrô com queda na satisfação do usuário em 2010: de 88% para 84%.
Na prática, deixou seu status de "a mais aprovada", ficou num patamar semelhante ao da linha 1-azul (85%) e atrás da linha 5-lilás (90%).
Passageiros como Eduardo Maiorino, 31, supervisor na área de informática, reconhecem: "ela era tranquila, agora está cheia". Mas ressalva: "Ainda dá para usar. No caso da linha 3, eu prefiro ir de ônibus", afirma ele, morador da Vila Prudente e que cobra a abertura da estação nos picos.
 
Jan/2011

10 de set. de 2010

Lula diz que São Paulo não pode ficar na mão de tucanos a vida inteira

Foto: Portal Notícias do Brasil

Vagner Magalhães, Portal Terra

RIBEIRÃO PRETO - Em um discurso inflamado na noite desta quarta-feira (9), o presidente Luiz Inácio da Silva afirmou que São Paulo não pode ficar na mão dos tucanos a vida inteira e pediu votos para Aloizio Mercadante na disputa do governo do Estado. Lula participou de um comício na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Segundo presidente, o século XXI merece mais arrojo, o que, na visão dele, falta aos tucanos. A candidata à presidência Dilma Rousseff não compareceu sob a alegação do nascimento de seu filho Gabriel, na manhã de hoje, em Porto Alegre.

O presidente disse que a partir de agora, Mercadante terá de dizer nos debates quem é que trouxe universidades para os mais pobres. "Agora é pão, pão, queijo, queijo. Eles vão ter de parar de blasfemar contra nós. Hoje é um dia importante para que se faça uma reflexão, para a política, para São Paulo e para o Brasil. Ribeirão Preto é uma cidade de muitos médicos, doutores. É preciso dizer que o lado de lá já governou este País nos últimos 500, 50 ou 30 anos. Eles vão ter de explicar como é que um metalúrgico fez mais universidades do que os doutores", disse Lula.

O presidente afirmou que, anteriormente, gente que era "metida a sabida" ficava de quatro diante do Fundo Monetário Internacional. "Agora, são eles que nos devem US$ 14 bilhões". Exaltado, Lula lembrou que São Paulo não é um País à parte e faz parte do Brasil.

"Aqui em Ribeirão Preto, a prefeita (Dárcy Vera, DEM) é de outro partido. Mas perguntem a ela quem é foi que mandou para cá R$ 52 milhões para acabar com as enchentes? Eles (PSDB) tiveram tempo de sobra para fazer isso e não fizeram", disse.

Lula afirmou que não tem nada de pessoal contra os tucanos, mas tocou em um ponto sensível à cidade de Ribeirão Preto, o preço dos pedágios. "Com o preço que cobram aqui, podiam fazer o meio-fio das estradas de diamantes", disse ele. A única coisa que eles fizeram era vender o que não era deles", afirmou, em referência às privatizações.

Em seu discurso, Mercadante afirmou que São Paulo precisa da construção de oito hospitais regionais e que para isso há recursos, mas falta capacidade pública para que eles entrem em funcionamento. "Falta capacidade administrativa. O PSDB faz coisa boa para poucos. Temos de usar aqui, o mesmo modelo que utilizamos para o Brasil.

Rouca, a candidata ao Senado, Marta Suplicy (PT) saudou o público dizendo que hoje nasceu mais um brasileiro, um petista, se referindo a Gabriel, neto de Dilma. "Ele vai ter uma avó que deixará um legado para o Brasil", afirmou. Segundo Marta, Dilma tem tudo para conseguir uma eleição ainda no primeiro turno. "Ela vai continuar a obra deixada por Lula e será eleita sem sombra de dúvidas", disse. 


Do Blog Olhos do Sertão 
 

13 de ago. de 2010

45 pontos da má gestão Geraldo Alckmin no Estado de São Paulo (2003-2006)

1.Em 1995 quando o PSDB e Geraldo Alckmin assumiram o governo do estado de São Paulo a participação paulista no PIB nacional era de 37%, segundo a Fundação SEADE. Em 2004 esta participação caiu para 32,6%, demonstrando portanto, que graças a Alckmin o estado de São Paulo perdeu 12% de toda a riqueza nacional. Isto significa menos crescimento econômico, menos geração de renda, menos salários e menos empregos a população paulista.

2. Em virtude desta queda de desempenho da economia de São Paulo e a inexistência de políticas públicas de geração de trabalho e renda a taxa de desemprego chegou a 17,5% e ao longo do desgoverno tucano de Alckmin cresceu 33,6% (1995-2005), segundo o IBGE. A taxa de desemprego em São Paulo é ainda maior que a taxa média nacional, que é de10,9%.Vale ressaltar que durante 8 anos tivemos a dobradinha nefasta entre PSDB no Estado de SP e no Governo Federal para produzir tais taxas. Se não bastasse isso, para agravar ainda mais a taxa de desemprego, Alckmin reduziu em R$ 9 milhões o orçamento da frente de trabalho.

3. Governador Alckmin, à época presidente PED, foi o condutor de todo o processo de privatização, arrecadando entre 1995-2000 em valores correntes R$ 32,9 bilhões, destes, cerca de 72% (R$ 23,9 bilhões) obtidos pela venda do setor energético de São Paulo. Contudo, apesar desta enorme soma arrecadada, o Balanço Geral do Estado mostra que, a dívida consolidada do Estado cresceu de R$ 34 bilhões em 1994 para R$ 138 bilhões em 2004, um crescimento real de 33,5%, utilizando-se o indexador IGP-DI. Portanto, Alckmin vendeu 2/3 das empresas estatais do estado e mesmo assim a dívida consolidada cresceu ao longo de seu mandato. O absurdo: Geraldo ainda mente ao dizer que houve saneamento das finanças e se auto-intitula um “grande gerente”.

4. No exercício financeiro de 2003 o Estado de São Paulo, desgovernado pelo PSDB de Geraldo Alckmin, atingiu um déficit (receita menos despesa) em suas contas de mais de 572 milhões de Reais.

5. Com o desgoverno tucano São Paulo perdeu R$ 5 bilhões na venda do Banespa. Considerando o valor pago pelo Santander e o montante total da dívida do Banespa com a União e que foi paga às pressas por Alckmin para que o Santander comprasse um Banco sem dívida, houve um prejuízo de mais de R$ 5 bi que deveriam ser investidos na área social mas que Geraldo preferiu doar a uma empresa multinacional da Espanha.

6. O descontrole das finanças públicas paulista reflete a gerência desastrosa de Alckmin, que aplica uma Lei Orçamentária irreal. De 1998 a 2004 o Orçamento estadual apresentou uma estimativas falsas de “excesso de arrecadação” na magnitude de R$ 20 bilhões que são vinculados a rubricas sobretudo publicitárias e portanto financiando campanha eleitoral às custas do contribuinte paulista enquanto Alckmin veta orçamento maior para a Educação.

7. Geraldo não cobra devedores de São Paulo. De 1998 a 2004 houve queda na arrecadação junto aos devedores de tributos em cerca de 52%, representando uma perda de aproximadamente R$ 1 bilhão que poderiam ser investidos na área social.

8. Caem os investimentos no desgoverno de Geraldo Alckmin. A participação percentual dos investimentos nos gastos totais caiu em 2003 e 2004 de 3,75%, o que é bem inferior por exemplo ao de 1998, quando atingiu 5,39% do gasto total. É o Estado se afastando da sociedade e resultando em precarização de serviços públicos.

9. Geraldo Alckmin arrocha salários dos servidores públicos de São Paulo: Em 1998, o gasto com ativos e inativos representava 42,51% das despesas totais do Estado. Em 2004, este gasto caiu para 40,95%, resultado da política de arrocho salarial e redução das contratações via concurso público, porém com aumento dos cargos por nomeação do governador.

10. Alckmin não tem projeto de desenvolvimento para as regiões do Estado de São Paulo: Das 40 Agências de Desenvolvimento Regional previstas pelo governo tucano em 2003, nenhuma foi criada.

11. Alckmin corta brutalmente os gastos na área social: Apesar do excesso de arrecadação de R$ 12 bilhões, durante o período 2001-2004, o governo deixou de gastar os recursos previstos. No ano de 2004, a área de desenvolvimento social perdeu R$ 123 milhões, já com desenvolvimento regional não foram gastos R$ 5,8 bilhões.

12. Alckmin ofereceu regime tributário especial, por meio da Secretaria Estadual da Fazenda, que dá vazão a fragilidade fiscalizatória para a empresa Daslu, que recentemente teve sua proprietária presa pela Polícia Federal por crimes de sonegação fiscal e evasão
de divisas. Vale mencionar que Alckmin esteve presente na abertura desta loja e chegou até a cortar a fita inaugural.

13. Ao longo do desgoverno tucano de Geraldo Alckmin houve redução de 50% no orçamento de pesquisa do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). O instituto, que existe há 106 anos, financia pesquisas para o desenvolvimento econômico, geração de renda e fortalecimento da indústria paulista. Em julho deste ano já foram demitidos do IPT 10% de seus funcionários e até janeiro de 2006 serão mais 5%. Este foi mais um dos fatores da redução da participação do PIB de SP no total do Brasil.

14. Alckmin extinguiu cursinho pré-vestibular gratuito (Pró-Universitário), deixando de investir R$ 3 milhões e impediu a matrícula de 5.000 alunos que agora estão muito mais longe da formação superior graças ao PSDB.

15. Alckmin vetou dotação orçamentária de R$ 470 milhões para a Educação de SP. A “canetada” do des-governador anulou a votação dos parlamentares do Estado principalmente para o ensino superior e técnico. Geraldo mente deslavadamente ao afirmar que investe 33% em Educação quando na verdade só investe o mínimo determinado pela constituição Estadual, que é de 30% do orçamento.

16. Dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) demonstram que a qualidade do ensino paulista é pior que a média do Brasil. Segundo esta fonte oficial a porcentagem de alunos que se encontram nos estágios crítico e muito crítico representam 41,8% do total de alunos do estado. Ao passo que em nível nacional os alunos que se situam nestes mesmos estágios representam 5,6% do total. Portanto, levando-se em consideração este indicador relevante e oficial o desempenho da educação gerenciada por Alckmin é 86,6% pior que a do Brasil.

17. O programa de transferência de renda de Alckmin atende a 60 mil pessoas com um benefício médio de R$ 60, ao passo que o mesmo programa que foi levado a cabo na capital paulista pela prefeita Marta Suplicy atende a 176 mil famílias com um complemento de renda de R$ 120. Portanto o que foi pago só pela cidade de SP, durante a gestão anterior, a cada família é o dobro do que é pago pelo PSDB e o mesmo modelo de programa atinge 14 vezes mais famílias. Desta forma o programa de Alckmin é em menor quantidade e menor qualidade.

18. Após mais de 10 anos de PSDB em São Paulo, escolas estaduais continuam sem distribuição gratuita de uniformes, material escolar e sem transporte, ao contrário do que ocorreu quando a prefeita Marta Suplicy governou a capital.

19. Geraldo Alckmin, que na mídia se diz contra aumento de impostos, aumentou a taxa de licenciamento veicular em mais de 200% (em valores reais) ao longo de seu desgoverno.

20. Comissão de fiscalização e controle da Assembléia legislativa paulista rejeitou as contas do governador de 2004. Entre outros, os principais motivos encontrados estão um saldo acumulado de R$ 209 mi dos recursos do FUNDEF que jamais foram investidos na educação e cujo destino se desconhece. Também foi verificado que o custo das internações aumentou ao mesmo tempo em houve diminuição do tempo das internações. Este é o modelo de gerência de Geraldo.

21. Governador Alckmin veta projeto de lei que institui normas para a garantia efetiva e democrática da participação popular em audiências públicas e elaboração do Orçamento do estado. Esta medida de Geraldo é, portanto totalitária, anti-democrática, anti-participativa e contrária à liberdade do contribuinte que é impedido de decidir quanto ao orçamento de seu próprio Estado.

22. O investimento em saúde no desgoverno de Geraldo não atinge sequer 12% da receita de impostos, desrespeitando assim o mínimo que foi determinado em lei a ser investido no setor. Este escândalo a tucanagem sorrateiramente maquia, retirando dessas receitas estaduais os R$ 1,8 bilhão que o governo estadual recebe pela lei Kandir. Desta forma a saúde paulista deixa de receber R$ 1,8 bilhão graças a péssima gerência de Geraldo Alckmin.

23. Mais grave ainda, desafiando a lei e o próprio Tribunal de Contas do Estado, Geraldo Alckmin contabilizou nas contas da saúde programas que não guardam nenhuma relação com este setor, tal como serviços públicos a detentos em penitenciárias e portanto, mais uma vez maquiando o orçamento para reduzir investimentos na saúde.

24. As grandes conseqüências da inexistência de políticas públicas na saúde e seu sub-financiamento é a flagrante precarização dos serviços. Basta verificar que há leitos desativados e desocupados (por falta de pessoal e material): só no Hospital Emílio Ribas, menos de 50% dos leitos estão ocupados e maioria deles estão desativados.

25. Devido à incompetência de Alckmin, o Hospital Sapopemba tem aproximadamente 90% de seus leitos desocupados e quase todos desativados.

26. A média salarial paga aos servidores estaduais da saúde chega a ser 47% mais baixo que o pago pela rede municipal durante a gestão da prefeita Marta Suplicy. Os salários aviltados e humilhantes pagos pelo desgoverno de Alckmin aos servidores motivaram uma longa greve do pessoal da saúde e os postos de atendimento abandonados (como na Várzea do Carmo), aumento de filas e dificuldades para marcar consultas.

27. Mais um descalabro do desgoverno de Geraldo é o esqueleto de alvenaria armado na Av. Dr. Arnaldo na capital paulista. O tão prometido Hospital da Mulher está há 10 anos apenas no papel e Alckmin ainda tem a desfaçatez de estender uma faixa no esqueleto do prédio propagandeando sua nunca alcançada inauguração. Mas o tucano promessinha está dando uma outra utilidade ao esqueleto que está sendo usado como reduto para usuários de drogas e ladrões para aumentar ainda mais a criminalidade.

28. A tucanagem alardeia em suas peças publicitárias eleitoreiras a construção de unidades do Acessa SP. Há mais de 10 anos no poder em São Paulo o saldo da tucanagem é de 1 Acessa SP para cada 158.102 habitantes. Em 4 anos de gestão na prefeitura da capital paulista esta proporção é de 1 Telecentro para cada 83.333 habitantes. Portanto, proporcionalmente a cidade de SP ao longo da gestão Marta Suplicy obteve um desempenho 90% melhor que Geraldo Alckmin. E isso sem contar que nos do município há em média 20 computadores em cada unidade e nos de Geraldo Alckmin há apenas 15.

29. Desgoverno de Geraldo Alckmin é o responsável pelo maior déficit habitacional do Brasil em comparação com todos os demais estados da federação, segundo a ONU. São mais de 1,2 milhão moradias que faltam ao povo paulista. Dados revelam um fato escandaloso: desde o ano de 2000 o governo de SP não cumpre lei do parlamento estadual que determina no mínimo 1% do orçamento em investimentos na área de habitação. Os recursos não aplicados por Geraldo já chega a R$ 548 milhões, o que explica este déficit e também o fato de que 82% das unidades prometidas por Alckmin não foram construídas.

30. Incompetência de Geraldo Alckmin fez com que o Estado de São Paulo caísse uma posição no Ranking do IDH estadual. A queda vertiginosa foi de segundo para terceiro maior IDH estadual do Brasil. Isso significa que a evolução da saúde, educação e renda do atual segundo colocado superou e muito a de São Paulo ao longo do desgoverno do PSDB. Enquanto o Estado de Santa Catarina saltou de quinto para segundo no período 1991 e 2000, o desempenho de SP foi medíocre. Seguindo o ranking de IDH mais alto do país, vem Santa Catarina em segundo lugar, com índice de 0,832; São Paulo em terceiro, com 0,82; Rio Grande do Sul em quarto, com 0,814; Rio de Janeiro em quinto, com 0,807. Este é o resultado da gerência tucana: Regressão social brutal.

31. Tucanos têm o pior desempenho na construção do Metrô: Desde a construção do primeiro trecho do Metrô, em 14 de setembro de 1974, São Paulo já passou pela administração de oito governadores. Nestes 30 anos de operação comercial o governo do PSDB foi o que apresentou pior desempenho na construção de quilômetros de linhas do Metropolitano. Desde que estão no poder público estadual, há quase 10 anos, tucanos fizeram 1,4 km de linhas/ano, abaixo da média de 1,9 km/ano da companhia. Logo, o PSDB construiu 36% menos quilômetros que a média de todas as demais gestões.

32. Reajustado por Alckmin, metrô de São Paulo é um dos mais caros do mundo: o reajuste das tarifas de metrô, trens metropolitanos e ônibus intermunicipais em São Paulo ficaram em até 55% superiores ao aumento da inflação registrado em igual período, ou seja, nos últimos 24 meses que antecederam a data do reajuste, segundo o indexador IPCA. Com o aumento, o metrô de São Paulo passa a ser o mais caro do Brasil, ultrapassando a rede subterrânea de transporte do Rio de Janeiro, que cobra R$ 2 por bilhete. Já em Belo Horizonte e Porto Alegre, viajar de metrô custa bem menos: respectivamente R$ 1,20 e R$ 1,10. Entre as principais metrópoles mundiais, São Paulo também possui o metrô proporcionalmente mais caro. Ao deixar o metrô paulistano entre os mais caros do planeta, através de sucessivos reajustes, o governo de São Paulo deixou claro seu total descompromisso com o acesso ao transporte público.

33. O governo de Geraldo Alckmin continua a aprovar seu pacote de ataques à educação. Após vetar o aumento em 1%, passando por cima do aprovado na Assembléia Legislativa de LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e de reduzir a verba da educação estadual por ao seu menor índice em quatro anos, Alckmin fez manobra orçamentária de contabilizar desconto de tarifa como sendo investimento na educação e dessa forma reduzindo o montante que de fato deveria estar sendo destinado a esta pasta. Este fraude contábil resulta em transferência de orçamento do setor de transportes para e educação, o que significa um corte brutal na magnitude de R$ 32 milhões. Para se ter um parâmetro da redução de gastos o montante é de cerca de 10% dos gastos do governo nas instalações de todas as escolas estaduais no ano de 2004. Este é, portanto mais um ataque de Alckmin a educação paulista.

34. Fita envolve governador Geraldo Alckmin em compra de voto: Diálogo telefônico entre os deputados estaduais Romeu Tuma Jr. (PMDB-SP) e Paschoal Thomeu (PTB-SP) evidencia flagrante esquema de compra de votos na Assembléia Legislativa de São Paulo, envolvendo diretamente o governador Geraldo Alckmin (PSDB). O diálogo, gravado, ocorreu às vésperas da eleição do novo presidente da Assembléia Legislativa do Estado, vencida por Rodrigo Garcia (PFL) em 15 de março deste ano. A gravação foi divulgada em 06/07/05 em matéria da repórter Laura Capriglione no jornal Folha de S.Paulo.

35. Durante 12 anos de PSDB, foram demitidos 60 mil professores O valor da hora aula no Estado é uma vergonha, e não passa de R$ 5,30! Somando isso Alckmin tem inaugurado Fatecs de “fachada”, que não têm condições de “fachada”, que não têm condições mínimas de funcionamento.

36. No governo de Covas/Alckmin mais famílias foram expulsas do campo do que assentadas. Da promessa de assentar 8 mil famílias apenas 557 foram assentadas, sem convênio com o Incra. Outro descaso acontece na habitação: os tucanos prometeram construir 250 mil casas mas, desde 1999, só foram feitas 37.665 unidades.

37. Alckmin promove a maior operação abafa de CPI`s deste país, em meio ao mar de lama da corrupção de seu governo: Já são 58 as Comissões Parlamentares de Inquérito paradas na Assembléia Legislativa de São Paulo. Investigações relevantes – como a denúncia de irregularidade na Febem, nas obras de rebaixamento da calha do rio Tietê, na CDHU e no trecho oeste do Rodoanel – estão engavetadas. Somente no caso da obra de rebaixamento da calha do rio Tietê, foram registrados aditivos contratuais que ultrapassam o limite legal de 25%. O valor do contrato para a obra era inicialmente de R$ 700 milhões e seu custo efetivo ultrapassou R$ 1 bilhão. Além disso, o valor inicial do contrato de gerenciamento da obra saltou de R$ 18,6 para R$ 59,3 milhões – mais de 200% de aumento. O conselheiro do TCE Eduardo Bittencourt, em documento divulgado à imprensa, declara que os autos ferem os princípios da administração pública.

38. Corrupção tucana na CDHU: O TCU (Tribunal de Contas da União) também detectou irregularidades em 120 contratos da CDHU, que recebe 1% do ICMS arrecadado pelo Estado, ou seja, cerca de R$ 400 milhões. Mais uma evidência de atos ilícitos cometidos pelo PSDB paulista de Geraldo Alckmin.

39. Desgoverno de Geraldo Alckmin comete mais um ilícito, desta vez na Eletropaulo: irregularidades no empréstimo conferido à Eletropaulo pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Privatizada em 1998, a empresa acumulou dívida superior a R$ 5,5 bilhões, incluindo mais de R$ 1 bilhão com o banco. Em 2001, a Eletropaulo lucrou US$ 273 milhões, enquanto em 2002 houve prejuízo de US$ 3,5 bilhões. E a empresa enviou US$ 318 milhões ao exterior, de 1998 a 2001.

40. Alckmin favorece Ecovias em R$ 2,6 mihões: A Ecovias, empresa que administra o sistema Anchieta-Imigrantes, deverá ter uma arrecadação adicional de R$ 2,6 milhões por ano com o “arredondamento para cima” feito pelo governador Geraldo Alckmin no reajuste do pedágio. Como a tarifa anterior era de R$ 13,40, a aplicação de 9,075% do IGP-M elevaria o valor para R$ 14,61. Na hora de estabelecer o preço final, o governador arredondou em R$ 0,19 para cima, o que fere o Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Assim, em uma hora serão arrecadados mais R$ 309,70. Em um dia, R$ 7.432, que multiplicados por 30 resultarão em R$ 222.984 ao mês. Após 12 meses, serão mais R$ 2.675.808,00. Mas o dado irrefutável é que a empresa irá arrecadar uma quantia significativa. E o mais absurdo é que o governador, ao invés de defender os interesses da população, adota uma postura que beneficia um grupo empresarial em detrimento ao usuário da rodovia.

41. Alckmin veta estacionamento gratuito nos shoppings de SP: Os motoristas de São Paulo não terão estacionamento gratuito nos shoppings da cidade. O governador Geraldo Alckmin vetou o projeto de lei que garantia a liberação das vagas nos shoppings e hipermercados.

42. Tucano Alckmin usa Tropa de Choque e Cavalaria contra estudantes em São Paulo: As imediações da Assembléia Legislativa de São Paulo se transformaram numa praça de guerra depois que o governo do Estado resolveu usar a Tropa de Choque e a Cavalaria para reprimir uma manifestação de aproximadamente 500 estudantes, funcionários e professores de universidades paulistas. Os estudantes e representantes do movimento intitulado Fórum das Seis foram à Assembléia para acompanhar as discussões em torno da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Eles querem que os deputados derrubem o veto do governador Geraldo Alckmin ao item que aumenta os recursos para o ensino superior estadual.

43. Desgoverno de Alckmin gasta R$5,5 milhões com obra em aeroporto "fantasma": O governo Alckmin (PSDB) gastou R$ 5,5 milhões para concluir a reforma em dezembro do ano passado do aeroporto estadual Antônio Ribeiro Nogueira Júnior em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo. A estrutura que tem capacidade para receber até um Boeing 737, com cem passageiros a bordo, recebeu apenas cinco pessoas, em média, a cada dia, entre janeiro e julho deste ano. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, há dias em que não há nenhum pouso ou decolagem em Itanhaém. Entediados, funcionários fazem palavras cruzadas e alguns até cochilam nas dependências do aeroporto no horário de serviço.

44. Alckmin faz redução generalizada de investimentos públicos: apesar do excedente de arrecadação de 2001 a 2004 ter chegado a aproximadamente R$ 13 bilhões, o Estado deixou de gastar cerca de R$ 1,5 bi na Saúde; R$ 4 bi na Educação; R$ 705 milhões na Habitação; R$ 1,8 bilhão na Segurança Pública; R$ 163 milhões na área de Emprego e Trabalho.

45. Agricultura deixou de investir R$ 51 milhões, em 2004: A Secretaria de Agricultura e Abastecimento, do desgoverno de Geraldo Alckmin, deixou de aplicar em 2004 cerca de R$ 51 milhões disponibilizados em seu orçamento, correspondendo a 9,51 % de sua dotação inicial. Programas de grande expressão social como os da área de Alimentação e Nutrição, devolveram dinheiro no final do ano, não cumprindo suas metas físicas. Esses recursos não aplicados poderiam ter sido convertidos em mais 53.346 cestas básicas, 780.981 refeições e 670.730 litros de leite por mês.

4 de ago. de 2009

H1N1 - Gripe Suína/ Outros vírus - Influenza - PARA MINISTRO, É UM "DISPARATE" ADIAR AULAS

Temporão (Saúde) afirma que a recomendação para prevenir a gripe suína é manter em casa só crianças e funcionários com sintomas da doença

5 Estados prorrogaram férias escolares para tentar conter pandemia; próprio ministério havia transferido aos Estados decisão de adiar ou não aulas

Foto: Caio Guatelli

Guilherme Germano, que teve as aulas suspensas, usa o computador para atividades on-line

DA SUCURSAL DO RIO
DA REPORTAGEM LOCAL
DA AGÊNCIA FOLHA 04/08/09

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem considerar um "disparate" alunos sadios terem o início das aulas adiado por conta da gripe suína. Segundo ele, a recomendação do ministério é que devem ficar em casa apenas as crianças e funcionários com sintomas como febre e tosse.
"Quem não tem sintoma não tem que ficar em casa. Seria um disparate total", disse ontem em evento no Rio. Os governos de São Paulo, Rio, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas prorrogaram as férias escolares.
A decisão foi tomada após o próprio ministério divulgar nota, na semana passada, em que transferia aos Estados a decisão de adiar ou não o início das aulas como estratégia para conter a disseminação do vírus.
Em vários Estados, as aulas foram adiadas para o dia 17. O secretário da Saúde de SP, Luiz Roberto Barradas Barata, argumentou que, a partir desta data, a temperatura estará mais
amena e já terá passado o prazo que costuma durar uma epidemia de gripe (cerca de oito semanas). Ele não comentou a declaração do ministro.
O secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirmou que as aulas foram adiadas com base na opinião de um comitê de especialistas. Já o governador Aécio Neves (Minas) diz que "foi uma medida preventiva" e que o Estado está "atento, mas não alarmado".

Exagero
Além da rede pública, várias escolas particulares e universidades também prorrogaram as férias. Eitan Berezin, presidente do departamento científico de infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, acha que houve um certo exagero. "Até os adolescentes do ensino médio poderiam ter aulas", diz.
Berezin, porém, diz que a recomendação em relação às crianças é válida. "É uma medida importante para creches e escolas com crianças menores, porque elas se beijam e abraçam mais, têm mais contato."
O infectologista David Uip, diretor do Instituto Emílio Ribas, participou da reunião em SP que definiu pelo adiamento das aulas. Segundo ele, a decisão foi acertada, já que dados recentes mostram que a transmissão do vírus por crianças é o dobro da por adultos.
Esper Kallas, infectologista da USP, diz que o efeito da medida será pequeno, já que existem outras formas de aglomeração, como cinema e shopping, que não são evitadas.
Mas, em São Paulo, algumas das escolas que decidiram não suspender as aulas enfrentaram a resistência de pais.
Na Agostiniano Mendel (zona leste de SP), pais foram à diretoria pedir a suspensão das atividades, que recomeçaram ontem. Os alunos foram informados que, nesta semana, haverá revisão de conteúdo, com presença obrigatória. Procurada, a escola não se manifestou.
No Liceu Pasteur (zona sul), os alunos afirmam que metade dos estudantes faltou, já que a presença não é obrigatória. "Liguei para a escola para saber se vão se responsabilizar se algum aluno ficar doente", diz a acupunturista Leila de Castro, 39, mãe de Giovanna, 15.
Temporão criticou previsões de expansão da doença. "Existem os futurólogos do caos que escrevem um monte de besteira. Saiu na imprensa que nós teríamos milhões de casos, [projeção] em cima do modelo matemático feito para um vírus diferente de uma doença que não existiu. Chega a ser patético."

O poder político das empresas de ônibus

Texto de Andre Araujo

Por Luis Nassif - 04.08.09

Os transportes coletivos urbanos no Brasil poderiam ser um ramo moderno, eficiente e lucrativo, administrado racionalmente por empresas de capital aberto, como as estradas paulistas. O setor é dos mais atrativos porque tem uma receita previsivel, à vista. Porque isso não acontece? Porque há uma parceria corrupta entre empresas mafiosas e o poder publico municipal de todo o Pais, aonde as concessionarias são as maiores financiadoras da politica municipal. Para operar dessa forma, os concessionários são empresas com contabilidade suspeita, alaranjadas, costumam não pagar impostos e previdencia, são campeões de infrações trabalhistas, os donos são empresários-bacalhau, individuos espertissimos, semi-analfabetos, ousados, o que faz do setor nacionalmente um ramo fronteiriço, faz mais parte da economia informal do que da formal.

O setor é dominado por cinco grandes grupos e uma dezena de grupos intermediarios. Um mesmo grupo tem concessões de Belem ao ABC, as práticas são iguais, a chave do negócio é a associação com a banda podre da politica municipal, que se beneficia do esquema e é porisso que não interessa mudar nada, o caos é lucrativo.

Grandes empresas bem estruturadas, sérias e modernas nem sonham em entrar nesse ramo que teria tudo para ser interessante para grupos que investem em concessões.; Porque? Porque é preciso operar no esquema da politica municipal e os grupos empresariais mais eficientes do Pais não querem entrar nesse lamaçal.

Enquanto isso, o cidadão passageiro é pèssimamente servido, não há realmente competição, o setor inteiro é um grande cartel, as linhas são acertadas em mesas de restaurantes entre bacalhoadas e vinhos verdes, não há nenhum interesse em melhorar. A mão de obra não é incentivada a evoluir, é explorada ao máximo, as pessoas juridicas no negocio são meras fachadas, os grupos ficaram tão poderosos que tambem tem as revendas que abastecem as frotas, a chave de tudo é a barganha com o poder municipal. É uma cosa nostra nacional e o Brasil das cidades grandes e médias paga um pesado preço por esse arreglo politico-empresarial, que vem de longe.

Em tempo, o transporte coletivo nas grandes cidades do mundo em geral é,estatal, como em Nova York , Paris e Londres.

Como resolver, se o Governo quiser? Montar um sistema nacional de regulação desse setor, com há no transporte interurbano de passageiros. Poderia ser no Ministério das Cidades. Montar um sistema nacional de autorização e licitação para as empresas concessionarias, exigindo capital minimo, direção profissional, identificação do controle, padrões de onibus e carrocerias. A habilitação nacional de empresas vedará o esquema de “alaranjamento”, que vai deixando pelo caminho mega dividas com a Previdencia, com os empregados e com o fisco.

Limitar a presença de grupos a um numero máximo de cidades.

Exigir a presença dos controladores nas diretorias e folha corrida desses diretores, vetando a presença de laranjas.

Não precisa diagnostico, todo mundo sabe o raio X do setor, basta a vontade politica de reforma-lo.
Um bom sistema de transportes coletivos é fundamental para a melhoria do transito e da qualidade de vida nas grandes e médias cidades brasileiras, aonde vive 80% da população do Pais.

27 de jul. de 2009

7 anos de Bicicletada - São Paulo

Arte: Haase

Arte: Haase

Julho chegou e nos trouxe mais uma Bicicletada.
Um Bicicletada especial comemorando 7 anos de aniversário !!
A Massa Crítica Paulistana convida as pessoas a ocuparem o espaço público de maneira inteligente.

Sempre com muita alegria, pessoas em seus veículos não-motorizados irão comemorar de uma maneira nada tradicional a “Mobilidade” todos cidadãos da cidade.
“Você aí parado, comemorar conosco, é o melhor lado!”
Aqui todo mundo é bem vindo, não importa o valor do seu carro ou a grife da sua cueca.

Venha como puder…..

A Bicicletada Paulistana (Critical Mass) acontece sempre na última sexta feira do mês há mais de 6 anos, e em mais de 400 cidades do mundo, simultaneamente. Para participar, a única obrigatoriedade é comparecer ao ponto de encontro com um meio de transporte não motorizado. Pode ser Bicicleta, Patins, Skate ou até mesmo com seus próprios pés.
Não tem bicicleta ou não sabe pedalar ?… sem problemas. Apareça o quanto antes na praça do ciclista e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada, ou faça uma horinha conosco por lá.

A concentração é a partir das 18:00 do dia 31/07.

As 20:00 começa o pedal lúdico-educativo, retornando à praça para a continuação da comemoração em plena Avenida Paulista.

Se preferir, venha de bonde: http://www.bicicletada.org/bondes (caravanas )

Em caso de chuva o evento está automaticamente CONFIRMADO, já que não existe nada que impeça nossa mobilidade pela cidade de São Paulo.

Contaremos com a presença especial da nossa amiga Fernanda Bucci, portadora de um paralisia cerebral, e de todos mais na Bicicletada.

memória da bicicletada sp

Por Pedalante - 27.06.09

26 de jul. de 2009

Paulistas: preparem-se. Dia 27.07, Segunda + Trânsito + transportes hiperlotados. Adivinhem !! Kassab piora o insuportável

Por Valdir Fiorini - 26.07.09

Restrição a fretados deve lotar estações de metrô em SP

Agência Estado em São Paulo

Os trens do Metrô terão de abrir espaço, a partir de amanhã, para 25 mil novos passageiros, que antes faziam os percursos em ônibus fretados. Só a Estação Imigrantes, da Linha Verde, vai aumentar em 54% o número de passageiros, vindos principalmente de cidades da Região Metropolitana e da Baixada Santista. A companhia diz que o local comporta, mas os usuários temem perder o conforto de conseguir embarcar em trens com assentos disponíveis ainda no pico da manhã.

Para permitir que passageiros de fretados cheguem aos destinos sem que o ônibus entre na área restrita de 70 km², a Prefeitura de São Paulo criou 14 pontos de embarque e desembarque - sete deles em ruas próximas das estações de metrô. A Secretaria Municipal de Transportes mapeou o percurso dos ônibus, calculou quantos passageiros devem desembarcar em cada parada e qual meio de transporte vão usar para seguir viagem.

A Linha Verde é a que terá o maior acréscimo no número de passageiros: a Imigrantes ganhará 54% e a Sumaré, 32%. Em junho, durante o horário de operação do metrô, rodaram as catracas dessas estações 24 mil pessoas por dia. A partir de amanhã, segundo os cálculos da Prefeitura, serão 34,5 mil. A Estação Vila Madalena também será um ponto de parada, mas a expectativa é de que os 500 passageiros de fretados que descerem ali optem pelos ônibus. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Metrô SP

24 de jul. de 2009

A ampliação da Marginal Tietê NÃO vai melhorar o trânsito

É incrível como ainda tem bastante gente que acredita, de verdade, que essa ampliação da Marginal Tietê vai mesmo melhorar o trânsito. Pode haver uma melhora imediata em pontos próximos à Marginal, por haver mais espaço para acomodar os carros parados ou a 20 km/h. Mas rapidamente esse espaço será retomado pelo aumento no número de veículos nessa via, seja pelo crescimento contínuo e acelerado da frota paulistana, seja pela opção que os motoristas farão pelo uso das novas pistas em vez de circular por vias adjacentes - como aconteceu com a Ponte Estaiada logo no primeiro dia útil após a inauguração.

Há carros demais circulando e a cada dia somam-se a eles cerca de mil novos veículos. Pra melhorar o trânsito, só com menos carros nas ruas. E para que isso seja possível, só investindo em formas alternativas de locomoção: trens, metrô, bicicletas, ônibus de linha e ônibus fretados.

Ampliar as avenidas, fazer novas pontes e túneis e aumentar o espaço destinado aos carros de forma geral só incentiva seu uso. O efeito é contrário ao esperado e os congestionamentos aumentam em progressão geométrica. Basta ver os jornais alardeando a cada pouco que houve novo recorde de congestionamento: há dois anos, 220 km era o “recorde do ano”; recentemente, chegamos quase aos 300.

Isso tem acontecido há décadas mas pouca gente percebe, por dois motivos principais. Primeiramente, por ser um crescimento exponencial, os congestionamentos foram aparecendo devagar e as obras para abrir mais espaço foram conseguindo manter um nível aceitável por muito tempo. Mas o crescimento agora é tão rápido e o espaço tão exíguo, que não há mais como adiar o problema criando mais vias.

O segundo e mais preocupante motivo é porque o uso carro está enraizado em nossa cultura. Nascemos em famílias que aspiravam ter um carro ou, se o tinham, sempre quiseram trocá-lo por outro melhor, algumas chegando ao absurdo de trocar de carro todo ano. O carro passou a fazer parte da vida e das aspirações das pessoas, que tiveram seus sonhos construídos por marketing e ambiente familiar ao longo da infância, de modo que o ritual de passagem para a vida adulta passou a ser a conquista da carteira de habilitação.

É por isso que, quando alguém diz precisamos quebrar a dependência do automóvel com formas de transporte alternativos, ocorrem tantas reações viscerais. À maioria das pessoas pode parecer realmente um absurdo, mas é preciso reflexão.

E nem é preciso estudar a fundo o assunto. Basta fazer um exercício de imaginação para pensar em como será a cidade daqui dez anos, se continuarmos no mesmo caminho, valorizando o direito de cada um de ter um carro e a circular com ele quando bem entender, todos saindo com eles nas ruas ao mesmo tempo e nos mesmos horários, com o limite de espaço físico que a cidade tem. E não precisa nem levar em conta o crescimento populacional, nem pensar na qualidade do ar, nos acidentes de trânsito, na perda de espaços públicos de convivência como os parques para avenidas e viadutos: pense apenas nos congestionamentos.

Sugestão de Pedalante

Por Willyam Cruz - Vá de Byke - 23.07.09

23 de jul. de 2009

Guarulhos sofre com tarifa do transporte público - Por 17 a 16, vereadores rejeitam projeto que criava o Bilhete Único, projeto do Prefeito Almeida


Clique na imagem para ampliar

O projeto do Bilhete Único e reestruturação do transporte público foi derrotado na Câmara pelos vereadores no último dia 02 de julho. Este projeto que foi enviado pelo prefeito Almeida, visa favorecer os usuários do transporte coletivo, pagando uma única passagem em seu trajeto, melhorar a malha viária de Guarulhos, regularizar os trabalhadores da categoria e abrir licitação para empresas de ônibus.

O prefeito Sebastião Almeida reapresentará o projeto em agosto

Segundo ele, a não aprovação do projeto do Bilhete Único limita o acesso da população às vagas de trabalho oferecidas por empresas instaladas nos diversos bairros da cidade. “Além de gerar empregos, o Bilhete Único também permite mais dinheiro no bolso do trabalhador, que poderá se locomover mais pela cidade gastando menos com transporte”, ressaltou.

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Veja mais
Guarulhenses dão seu recado aos vereadores sobre o Bilhete Único

Do Jornal Independente - 20.07.09
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Por Wellington Alves - Do Guarulhos Web - 03/07/2009
Sessão tumultuada na Câmara marca rejeição de projeto do Bilhete Único

A polêmica gestão financeira do transporte coletivo foi a responsável pela rejeição da Câmara Municipal do projeto de implantação do Bilhete Único e regulamentação dos transportes em Guarulhos. O artigo 15 definia que a Prefeitura poderia cuidar do caixa do sistema de "forma compartilhada, direta ou por delegação". Com 17 votos contrários a proposta do Executivo foi arquivada.

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Abaixo-assinado (#4707): População de Guarulhos reivindica Bilhete Único http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4707

20 de jul. de 2009

Trem-bala do Rio de Janeiro a São P aulo

Trem de Alta Velocidade (TAV)
Conceito e Vantagens
Evolução do sistema de trens de alta velocidade no mundo Iniciativas no Brasil

Conceito e Vantagens

Sistemas ferroviários de alta velocidade utilizados no transporte de passageiros compreendem, em geral, linhas ferroviárias projetadas e construídas para trens capazes de desenvolver velocidades iguais ou superiores a 200 km/h.
A ferrovia de alta velocidade se mostra mais adequada quando opera entre pares de cidades em que a distância entre elas fica na faixa de 500 a 600 km. Acima dessa distância, a viagem aérea torna-se mais competitiva e a participação relativa de mercado da ferrovia de alta velocidade fica menor. De forma geral, em função de suas características, a implantação e operação desses sistemas estão associadas às seguintes vantagens: - indução ao desenvolvimento regional, aliviando áreas de maior densidade urbana; - redução de gargalos dos subsistemas de transporte aeroportuário, rodoviário e urbano; - postergação de investimentos na ampliação e construção de aeroportos e de rodovias; - menor uso do solo comparado à construção ou ampliação de rodovias; - redução de impactos ambientais e emissão de gases poluentes em decorrência do desvio da demanda do transporte aéreo e rodoviário para o TAV; - redução dos tempos de viagem associados à baixa probabilidade de atrasos; - aumento do tempo produtivo para os usuários; - geração de empregos diretos e indiretos; - redução dos níveis de congestionamento e do número de acidentes em rodovias.

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Fonte: Ministério dos Transportes - 17.07.09