2 de set. de 2010
A Trama da Anorexia e Bulimia
27 de jun. de 2010
Educação para combater as drogas entre universitários
A ação focada no jovem universitário é uma resposta ao resultado do 1º levantamento Nacional sobre o Uso de Álcool, Tabaco e Outras drogas, divulgado na última semana pela secretaria. Segundo a pesquisa, quase metade dos universitários brasileiros já experimentaram algum tipo de droga ilegal. O levantamento foi realizado entre 18 mil estudantes de todo o país.
Foram entrevistados alunos de cem instituições particulares e públicas de ensino superior nas 26 capitais do País, mais o Distrito Federal. A intenção agora é usar os resultados para criar políticas específicas contra o uso de drogas. “O governo vem realizando uma série de ações voltadas a populações mais vulneráveis, como é o caso dos universitários”, afirmou a secretaria da Senad, Paulina Duarte.
O jovem universitário que usa drogas tem até 35 anos, cursa alguma área de ciências humanas e estuda a noite. Para o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, da USP, um dos responsáveis pelo estudo, pesquisas semelhantes feitas em outros países também mostraram que uso maior de drogas acontecem entre os graduandos.
Andrade citou três motivos para grande uso de drogas entre os universitários. O primeiro motivo é que o jovem ao ingressar em uma universidade se sente adulto, podendo experimentar coisas que antes não fazia. “Muitas vezes ele pratica um esporte pela primeira vez, ou inicia sua vida sexual, e usa substâncias proibidas”.
Outro motivo é que nessa fase da vida o jovem acha que nada vai acontecer com ele. “Alguns falam até que tem o corpo fechado. O que isso significa? Que o jovem acha que vai usar drogas, mas não vai se tornar dependente. Mas, mesmo assim, ele usa porque está todo mundo usando.” Por fim, está a pressão de outros jovem é muito grande. Segundo Andrade, o jovem que se vê envolvido com outros usuários se vê praticamente obrigado a usar também.
Estudantes universitários de todo o país já estão sendo capacitados pelo Governo para trabalhar, por meio do Projeto Rondon, nas em comunidades urbanas com maior vulnerabilidade para consumo e tráfico de drogas, em especial o crack.
Do blog Dilma na Web
12 de jun. de 2010
Estudantes reforçam invasão da reitoria da USP
Do blog Sindsep Forte - 11.06.2010
5 de mai. de 2010
Forum Estadual de Educação de Jovens e Adultos - SP
CONVITE
ENCONTRO TEMÁTICO DE EJA
Educação de Jovens e Adultos no Plano Municipal de Educação São Paulo
A cidade de São Paulo está preparando seu plano de Educação para os próximos 10 anos. Buscando garantir o caráter participativo da construção desse plano, o Fórum Paulista de EJA convida educadores, educandos, gestores e profissionais da educação de escolas e movimentos sociais, bem como pesquisadores e universidades envolvidos com a Educação de Jovens e Adultos a participarem do Encontro Temático de EJA.
Contamos com sua adesão e solicitamos que divulgue o evento e motive os grupos com quem trabalha a participarem deste momento privilegiado de debate e elaboração de propostas para a EJA!
Tema: Educação de Jovens e Adultos no Plano no Plano Municipal de Educação de São Paulo
Data: 08 de maio de 2010
Horário: das 8h às 12h
Local: Instituto Federal de São Paulo (IFSP)
Endereço: Rua Pedro Vicente, 625 - Canindé - São Paulo- SP – Tel. 11 - 2763-7500
Próximo à Estação Armênia do Metrô e ao Shopping D
Pauta:
08h00 – Acolhida (Prof. Laerte Moreira – IFSP)
08h15 – A EJA no Plano Municipal de Educação de São Paulo – processo de construção (Profa. Lourdes de F. P. Possani)
08h45 – Referências de EJA para o Plano Municipal de Educação de São Paulo (Profa. Dra. Maria Clara Di Pierro)
09h30 – Grupos de debate: elaboração de propostas e questões para o poder público em relação à EJA
10h30 – Socialização dos grupos e definição das propostas a serem enviadas à SME
11h20 – Eleição dos delegados (01 a cada 40 participantes)
12h00 – Encerramento
Atenção
P/ Coordenação do Fórum Estadual de EJA - SP
Alan Mazoni Alves
Tel.: (11) 3866-2753------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Enviar para o e-mail cecir@sedes.org.br
Dúvidas entrar em contato (11) 3866-2753
Nome _____________________________________________
Endereço ___________________________________________
Bairro______________________________
Cidade _____________________________
CEP_______________
E-mail: ____________________________________
Tel. (fixo) _____________________
Tel. (celular) ___________________
Instituição à qual pertence
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Segmento: Educador de EJA ( ) Educando de EJA ( ) Gestor ( ) Universitário ( ) Pesquisador ( ) Outro ( ) Qual?
____________________________________________
Acompanhe os próximo encontros:
Do Nossa São Paulo
ENCONTROS TEMÁTICOS
8 de maio – Educação de Jovens e Adultos
8h às 12h, no Instituto Federal de São Paulo
Rua Pedro Vicente, 625 – Canindé, próximo à Estação Armênia do Metrô
Tel. 2763-7500
Organização: Fórum Paulista de EJA
11 de maio – Educação Inclusiva
9h às 12h, na Faculdade de Educação da USP
Rua da Universidade, 307 - Cidade Universitária/SP
Sala 107, do bloco B
Organização: Fórum Permanente de Educação Inclusiva
13 de maio – Direitos das Crianças e Adolescentes e Educação
9h às 14h, no Plenarinho da Câmara Municipal
Viaduto Jacareí, 100
Organização: Fórum Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
15 de maio – Financiamento da Educação
9h às 13h30, no Auditório da Ação Educativa
Rua General Jardim, 660, próximo ao metrô Santa Cecília
Organização: Ação Educativa e GT Educação do Movimento Nossa São Paulo
17 de maio – Educação Infantil
17h às 20h, no Auditório do Sinesp
Pça. Dom José Gaspar, 30 – 3o. andar, próximo ao metrô Anhangabaú
Organização: Fórum Paulista de Educação Infantil – Regional Grande São Paulo
18 de maio – Currículo nas séries finais do Ensino Fundamental
14h às 18h30, no Cenpec
Rua Dante Carraro, 68- Pinheiros
Organização: Cenpec e GT Educação do Movimento Nossa São Paulo
4 de mai. de 2010
Isso é PSDB: Incompetência na educação
Governo de SP não cumpre suas metas para a educação
Gestões Alckmin e Serra não atingiram os índices de redução de repetência e evasão
Em três dos quatro indicadores, a situação chegou a piorar; governo Serra culpa herança da gestão Alckmin, ambos do PSDB
FÁBIO TAKAHASHI – FOLHA DE SÃO PAULO
DA REPORTAGEM LOCAL
O governo paulista não conseguiu cumprir nenhuma das quatro metas a que se propôs para a melhoria na qualidade do ensino na rede estadual, para o período entre 2004 e 2007.
O objetivo era, no geral, reduzir a repetência e a evasão dos alunos, tanto no ensino fundamental (1ª a 8ª série) quanto no ensino médio (antigo colegial).
Em três dos quatro indicadores, a situação chegou a piorar. Foi o caso, por exemplo, da reprovação no ensino médio: a meta era diminuir de 9,3% para 7% a proporção de alunos que repetem de ano. A taxa, porém, subiu para 17,6%. O único que melhorou -evasão no ensino médio- ficou abaixo da meta (era 8,4%, esperava-se 6%, mas ficou em 6,5%).
Os objetivos foram determinados pelo então governador Geraldo Alckmin (PSDB) no Plano Plurianual 2004-2007.
O plano, uma obrigação legal, determina as prioridades do governo para o período e fixa indicadores para o acompanhamento da eficácia das políticas.
A vigência do plano se estendeu até o primeiro ano da gestão José Serra (PSDB).
Pesquisas nacionais e internacionais ligam a reprovação à piora na aprendizagem e ao aumento do abandono.
A situação dos países com bons rendimentos nos testes educacionais apontam para a mesma direção. Finlândia e Chile têm baixas taxas de reprovação, de 1% e 2%, respectivamente, no antigo primário.
Apesar de a rede estadual contar com a progressão continuada, os alunos podem ser retidos na 4ª e na 8ª séries da educação fundamental ou em qualquer ano do ensino médio.
Os indicadores finais do plano, referentes a 2007, foram encaminhados pelo governo ao Tribunal de Contas do Estado, dentro da prestação de contas de 2007 (de todas as áreas da administração) -que foram aprovadas, com recomendações, no dia 25 do mês passado.
Comentários:
Aos amigos que dizem que vão votar no Serra:
Visitem uma escola ESTADUAL de São Paulo e vejam como o Serra e o PSDB ABANDONARAM a educação no Estado.
Por outro lado, o governo Federal CONSTRUIU escolas técnicas federais, universidades federais, contratou professores e criou o PROUNI.
Quem é mais competente na educação? O governo do PT ou o do PSDB.
Do Jornalisticamente falando - 04.05.2010
2 de mai. de 2010
Dois professores na sala de aula, propaganda enganosa do governo paulista”
por Conceição Lemes
A rede de ensino pública do Estado de São Paulo tem mais 5 mil escolas, 240 mil professores e 5 milhões de alunos.
Veja este comercial. É de 2009, quando José Serra (PSDB) era governador. O tema dois professores na sala de aula é um dos principais “pontos de venda”.
O assunto é abordado rapidamente também neste recente anúncio do governo paulista.
Gostaria que o esquema dos dois professores fosse implantado na escola de seus filhos, sobrinhos ou netos? E que fosse disseminado por todo o Brasil?
“Pois a história dos dois professores na sala de aula é mentira ”, denuncia o professor Fábio Moraes. “É para iludir a população dos outros estados, pois os pais, os alunos e os professores de São Paulo já sabem que é um engodo. Eu desafio o ex-governador José Serra a mostrar uma única sala de aula na rede pública estadual onde existam dois professores. Nunca houve isso.”
Fábio Moraes é secretário do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Nessa condição, percorre continuamente toda a rede pública. O esquema propagandeado dos dois professores seria para crianças aprendendo a ler e a escrever, ou seja, nas classes do atual segundo ano do primeiro grau (antigo primeiro ano primário).
Fábio explica por que considera a propaganda enganosa:
1º) O que existe em algumas salas é a presença de um professor e de um estagiário, que não é professor formado.
2º) Os estagiários são remanescentes do Projeto Escola da Família, do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que José Serra reduziu drasticamente. Por esse projeto, as escolas eram abertas nos fins de semana para a comunidade, e os estagiários atuavam como monitores. Serra alocou então parte dos estagiários do Escola da Família no Projeto Dois professores na sala de aula.
3º) Desde 1998, há crescente municipalização do ensino das primeiras séries do primeiro grau, justamente quando as crianças aprendem a ler e a escrever. O governo do Estado foi transferindo pouco a pouco essa responsabilidade para as prefeituras. Assim, hoje são poucas escolas da rede pública estadual que atuam na alfabetização. A maior parte das classes dos primeiros anos está nas mãos das prefeituras e não do Estado, como a propaganda do governo estadual pode levar muitas pessoas a acreditar.
4º) Além disso, o governo estadual coloca até 40 alunos numa sala. Mesmo que fossem dois professores de verdade em classe, do ponto de vista pedagógico é inadequado. Já está comprovado que o ideal, para a aprendizagem, são salas de 20 alunos. Por que não organizar salas de 20 alunos com um professor em cada uma? Pedagogicamente traria mais ganhos aos alunos.
“Não somos contra os estagiários, que são vítimas também desse processo”, salienta Fábio . “A questão é a propaganda enganosa. É só marketing. Os maiores interessados – alunos, pais, professores e os próprios estagiários – não foram ouvidos, para mostrar aos governantes de plantão o que realmente é necessário para melhorar o sofrível padrão de ensino no Estado de São Paulo.”
O Viomundo consultou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo sobre os dois professores na sala de aula. A assessoria de imprensa respondeu por e-mail:
O segundo professor será disponibilizado em classes do 2º ano do Ensino Fundamental (antiga 1ª série no ensino de 8 anos). Temos 97 instituições de ensino superior inscritas, porém até o momento foram firmados apenas 3 convênios, que totalizam 1.235 classes/alunos-pesquisadores. Os demais convênios estão em fase de finalização. Em todo Estado, são cerca de 6 mil classes, sendo em torno de 4 mil na capital e Grande São Paulo e 2 mil no interior.
Solicitamos mais detalhes, inclusive em quantas e quais escolas o projeto está implantado. A assessoria, também por e-mail, respondeu:
Temos cerca de 6 mil classes em todo Estado que contam com o segundo professor previsto no Programa Ler e Escrever. Porém o convênio com instituições de ensino superior dentro do Programa é firmado anualmente. Os convênios para 2010 se encontram em fase de conclusão.
O segundo professor são estudantes dos cursos de Pedagogia ou de Letras, como consta no histórico doProjeto Ler e Escrever.
Geralmente são chamados de estagiários. Mas oficialmente são denominados alunos pesquisadores.
Nada contra os estagiários, insistimos. É importante que eles tenham a oportunidade de aprender com os professores já formados. Mas por que o governo paulista não diz que são estagiários ou alunos pesquisadores em vez de apresentá-los como se fossem professores?
A assessoria de imprensa da Secretaria de Educação adota o mesmo discurso . Tal qual o anúncio, usa sistematicamente a expressão dois professores na sala de aula.
Não à toa Fábio Moraes arremata: “É só mais um dos ‘reinos’ do faz de conta do ex-governador José Serra e seus tucanos”.
Azenha - Vi o mundo - 30.04.2010
A Ditadura de Serra contra os professores
Os Amigos do Presidente Lula: Professores rebatem Ditador José Serra: Apeoesp "não é partido político"Professores rebatem Ditador José Serra: Apeoesp "não é partido político"
Em nota oficial intitulada "Em defesa da democracia", a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) rebateu as acusações de que o movimento grevista deflagrado em março pela categoria seja "político" - informa oPortal Vermelho.
A nota é uma resposta ao procurador-geral da república Roberto Gurgel e ao ex-governador José Serra (PSDB-SP), que procuram desqualificar as motivações salariais da entidade.
Na quinta-feira (22), de forma surpreendente, Gurgel encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parecer em que acusa a Apeoesp e sua presidente, Maria Izabel Noronha, a Bebel, de voltar o foco "à depreciação do candidato ao cargo majoritário do governo federal pelo PSDB".
No dia seguinte, Serra entrou na onda: “Também creio isso — que foi propaganda eleitoral antecipada, foi ação político-eleitoral a pretexto de ato sindical”.
Na nota assinada em que desqualifica as acusações, Bebel registra que a Apeoesp “não é partido político e não tem candidatos. Eu tampouco sou candidata. Quem realizou a partidarização do movimento foi o governo estadual, ao não dar resposta às reivindicações salariais e profissionais formuladas pela categoria e inserir a questão eleitoral no episódio."
Bebel apresenta como principal justificativa para a greve as perdas salariais dos professores durante o governo Serra. São Paulo, o estado mais rico da Federação, aparece apenas em 14º lugar no ranking dos salários pagos aos professores pelos estados brasileiros.
A presidenta ainda reafirma que a gestão Serra não foi boa para a educação. Segundo ela, a declaração do pré-candidato tucano é inaceitável. “Trata-se de uma intolerável perseguição política contra a minha pessoa, por eu não pertencer ao mesmo partido político do candidato Serra. A democracia não comporta este tipo de ação política. Por que o José Serra pode ser filiado ao PSDB, e eu não posso ser filiada ao PT?"
Até o jornalista Jânio de Freitas considerou que ação do PSDB contra a Apeoesp lembra a ditadura.
18 de mar. de 2010
José Serra leva ovo e ouve gritos dos estudantes: "Brasil urgente, Dilma presidente"
10 de mar. de 2010
Os Barões do *PIG, jornalistas sem ética (e moral) se aliam a oportunistas na Educação
20 de set. de 2009
Criança de dois anos tem refeições apenas na escola
Bruno Ribeiro - Agora - 18.09.09
Com uma renda mensal de R$ 420, aluguel de R$ 200 e uma dívida no banco de R$ 300, decorrente do tempo em que o marido estava desempregado, a dona de casa Rosemeire Gomes dos Santos, 25 anos, passou os últimos três dias aflita com a ideia de que caberia a ela decidir qual refeição seu filho de dois anos deixaria de fazer. "Dói demais ter de escolher entre tirar o café da manhã ou o jantar da boca do meu filho", disse.
Ela havia sido informada, na última terça-feira, que teria de fazer essa opção. Sabia que, qualquer que fosse a escolha, abriria mão de uma refeição para o filho. "Me senti a pior das piores." Saiu da creche do filho sem preencher o papel com a pergunta.
Rosemeire vive com o marido, um faxineiro de 27 anos, o filho de dois anos e um outro bebê, de três meses. Ontem, disse que teria de pedir arroz na casa de alguns vizinhos para poder fazer o jantar. "Não tenho dinheiro para fazer compras. Comprar fralda e papinha [para o caçula]. Eu contava com a comida da escola [para o filho mais velho]", afirma.
"Durante a semana dividimos o pouco que a gente tem. Eu e meu marido já comemos menos para deixar para meu filho", disse Rosemeire, que vive no Parque Novo Mundo (zona norte de SP). No fim do dia, ao saber da decisão da prefeitura, ela estava indignada. "Qual foi o motivo para tudo isso?", questionou.





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