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14 de dez. de 2012

Usuária do SUS assume presidência do Conselho Nacional de Saúde

Maria do Socorro: 'Represento um importante segmento da sociedade que está presente em 90% do Brasil. (Foto: Fickr/Ministério da Saúde)
A conselheira Maria do Socorro de Souza chega ao CNS para ocupar um cargo até então nunca ocupado por mulheres e nem por usuários do sistema público de saúde 

5 de jun. de 2012

Após 70 anos, vacina contra a dengue está à vista


Por Ben Hirschler - Reuters - 05.06.12

LONDRES, 5 Jun (Reuters) - Um dos piores legados da Segunda Guerra Mundial no Pacífico continua sendo combatido 70 anos depois, mas a vitória sobre a dengue, doença que o conflito ajudou a espalhar pelo mundo, pode estar à vista.

6 de dez. de 2011

Recursos para o SUS, atenção básica e promoção da equidade foram destaques da Conferência de Saúde


Evento reuniu mais de três mil participantes em Brasília

A ampliação das políticas de promoção da equidade, as fontes de recursos para o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), a efetivação da Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher, a Atenção Básica como ordenadora da rede pública são alguns destaques da 14ª Conferência Nacional de Saúde . Os temas, diretrizes e ações priorizados pelos 2.937 delegados e 491 convidados integram carta dirigida à sociedade brasileira que, pela primeira vez, foi também um resultado do evento. A Conferência aconteceu em Brasília, entre 30 de novembro e 4 de dezembro.

15 de mar. de 2011

Municípios receberão recursos para 29 novos centros odontológicas

Imagem: downloads.open4group
Do SECOM - 14.03.2011

Os brasileiros vão ganhar um reforço na assistência odontológica com a liberação de R$ 1,37 milhão do Ministério da Saúde para a construção de mais 29 Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs). A medida consta da Portaria 87/11, que prevê o repasse dos recursos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos de saúde dos 29 municípios beneficiados em dez estados. 


Nos CEOs, a população tem acesso gratuito a tratamentos de canal, gengiva, cirurgias mais simples e outros serviços especializados. Os CEOs integram o Programa Brasil Sorridente, que já conta com 853 Centros no País. Esta estratégia já proporcionou um crescimento de seis para 25 milhões no número de atendimentos odontológicos na rede pública entre 2002 e 2010. 


Também serão repassados R$ 2,8 milhões, por ano, em recursos para o custeio e manutenção desses 29 novos CEOs. Somente em 2010, os municípios que já possuem unidades em funcionamento receberam um total de R$ 87,4 milhões para a manutenção dos Centros.


São três tipos de CEO’s e cada um deles recebe um valor de custeio, sendo R$ 6,6 mil para os de Tipo I, R$ 8,8 mil para os de Tipo II e R$ 15,4 mil para os de Tipo III. O valor para construção e compra de equipamentos varia (entre R$ 40 mil e R$ 80 mil) de acordo com o tipo do centro. 


Programa – O Programa Brasil Sorridente, que está inserido na Estratégia Saúde da Família, tem como objetivo garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros. Desde 2004, a população passou a ter orientação, pré-diagnóstico e prevenção através das Equipes de Saúde Bucal (ESB) que atendem nos domicílios e nas escolas. 


Estas equipes encaminham os pacientes para o tratamento especializado ou de recuperação, nos centros e laboratórios criados pelo Brasil Sorridente. Atualmente, o programa atende a cerca de 90 milhões de pessoas por meio de 20,3 mil ESBs.

11 de fev. de 2011

Municípios devem articular ações para conter o avanço da dengue

 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta terça-feira (8) de reunião com representantes das Secretarias de Saúde dos 70 municípios prioritários para o combate à dengue neste verão de 2011. O encontro foi no auditório Emílio Ribas, sede do Ministério. Os representantes de diversos municípios que não puderam comparecer à reunião participaram enviando perguntas e dúvidas por e-mail.

Além do ministro, participaram os secretários de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, e de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério, Odorico Monteiro; o secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), José Enio Servilha Duarte; e os secretários de Saúde do Distrito Federal, Rafael de Aguiar Barbosa; do Município do Rio de Janeiro, Hans Dohmann; e do Município de Belém, Sérgio de Souza Pimentel. O evento será aberto à imprensa.

O secretário em Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, abriu o encontro com um relato sobre a situação da dengue no país e das ações desenvolvidas até agora pelo Ministério da Saúde para conter a doença. De acordo com levantamento divulgado em 11 de janeiro, 16 estados correm risco muito alto de enfrentar epidemia de dengue em 2011. Para o Ministério, 70 municípios são considerados prioritários para o combate da doença e estão sendo monitorados pela Pasta.

"Os municípios que já enfrentam aumento no número de casos [neste momento] podem impedir o agravamento da situação, por meio da reestruturação do sistema de saúde, que deve dar respostas rápidas para evitar óbitos. Os que ainda não enfrentam pico de ocorrências, que são maioria, devem investir em prevenção para evitar epidemias", orientou Barbosa.

AÇÕES – O ministro Alexandre Padilha explicou que, ao buscar uma articulação com as Secretarias Municipais, a expectativa é de que elas adotem o mesmo posicionamento do governo federal, que articulou as ações de 13 ministérios para o enfrentamento da doença. "Cada município precisa ter seu comitê intersetorial para pensar ações de curto, médio e logo prazos. O poder público pode comandar uma grande mobilização que envolva lideranças religiosas, comunitárias e empresariais, catadores de rua, porteiros de prédios; pessoas que interferem no dia-a-dia da população e podem ajudar na mudança de hábito necessária à eliminação dos criadouros do mosquito".

Padilha informou, ainda, que o Ministério tem acompanhado de perto a evolução dos casos de dengue nos 70 municípios prioritários. O ministro já visitou, pessoalmente, nove estados para mobilizar gestores e profissionais de saúde no combate à doença – RJ, ES, AC, PA, AM, TO, GO, SP e PI. Nas próximas semanas, ele visitará os estados de MT, MA, CE, RN, PB, PE, AL, SE e BA.

"Se eu posso ir aos 16, o secretário estadual pode visitar os municípios com risco de surto em seu estado; e os prefeitos podem conferir de perto a situação dos bairros mais críticos de seus municípios. Isso fará a diferença, por envolver a população, os gestores e as equipes de saúde".

RESPOSTA RÁPIDA – O secretário Jarbas Barbosa informou, ainda, que técnicos do Ministério da Saúde estão percorrendo capitais e municípios com maior risco de surto para revisar os planos de contingência. O objetivo é garantir atendimento rápido aos doentes e evitar óbitos. Além do envio de medicamentos, equipamentos e das ações de mídia, o Ministério da Saúde encaminhará, ao longo desta semana, 80 mil cartazes de classificação de risco e 400 mil cartões de acompanhamento dos pacientes com dengue para esses estados e municípios.

Para José Enio Servilha Duarte, a reunião foi uma iniciativa fundamental para reforçar nos municípios as estratégias traçadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com os gestores locais. "O Aedes aegypti tem mostrado para nós que é preciso repensar o sistema de saúde, reorganizá-lo para evitar epidemias. Se for bem estruturado, teremos casos da doença, mas não óbitos. E nos mostra também que o controle do Aedes não é um problema só do setor saúde, que é preciso evolver outras áreas, aprofundar a discussão e trazer mais parceiros. É o que o Ministério da Saúde tem feito e deve servir de modelo para os municípios", reforçou o secretário-executivo do CONASEMS.

O secretário Municipal de Saúde de Teresina, Pedro Leopoldo, pretende envolver gestores e parceiros na campanha contra a dengue. "Só assim chegaremos às casas das pessoas. Em Teresina, 82% dos criadouros são residenciais e temos um problema muito grave de subnotificação. As orientações do Ministério vão nos auxiliar muito".

Após a reunião, o secretário Municipal de Saúde de São Luís, Gutemberg Araújo, informou que promoverá, na próxima semana, um fórum para repassar as orientações do Ministério às equipes da Secretaria, às demais Secretarias da capital maranhense e às lideranças comunitárias, religiosas e empresariais. "O índice de infestação predial na capital é de apenas 0,9, o que é considerado satisfatório. Mas, até mesmo por isso, não podemos relaxar. É hora de trabalharmos e nos manter alertas".
Ministério da Saúde

Do Conasems.org.br

7 de fev. de 2011

'Saúde Não Tem Preço' inicia distribuição de remédios gratuitos contra hipertensão e diabetes

Programa lançado pela presidenta Dilma e pelo ministro Padilha deve dobrar número de beneficiários do Aqui Tem Farmácia Popular
Ouça o áudio:
Presidenta Dilma Rousseff - parte I e parte II Ministro Alexandre Padilha - parte I e parte II 

Fotos: Luís Oliveira/Ascom/MS
 A rede de farmácias e drogarias conveniadas à rede Aqui Tem Farmácia Popular começa a oferecer, a partir desta quinta-feira (3), medicamentos gratuitos para o tratamento de hipertensão e diabetes. O anúncio foi realizado pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Até o dia 14 deste mês, todos os 15.069 estabelecimentos credenciados já terão aderido plenamente ao programa, após concluírem a adaptação dos sistemas de vendas.

“Cuidar da saúde de uma sociedade está entre as obrigações intransferíveis de um Estado democrático, comprometido com a justiça social e o bem-estar das famílias”, disse a presidenta Dilma Rousseff, durante a solenidade de lançamento do programa.

A presidenta Dilma destacou que os medicamentos são o item de maior peso no bolso das famílias mais humildes: 12% da renda da população mais pobre são gastos com remédios, contra 1,7% no caso das faixas de maior poder aquisitivo. “Não podíamos admitir que este ônus de origem social colocasse em risco a vida de portadores pobres de disfunções para as quais a medicina já tem tratamento seguro e garantido”, enfatizou.


Do Porta da Saude - 03-02-2011