5 de out de 2009

Um convite irrecusável aos belgas: o futuro é aqui e agora

Presidente Lula cumprimenta o primeiro-ministro da Bélgica, Hermann von Rompuy, durante visita à Bélgica. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula cumprimenta o primeiro-ministro da Bélgica, Hermann von Rompuy, durante visita à Bélgica. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Preparativos para a Copa do Mundo de 2014, grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), exploração do petróleo do pré-sal e agora as Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. Não são poucas as perspectivas de bons investimentos no Brasil nos próximos anos e o presidente Lula quer a Bélgica como parceira nesse bom momento. Em discurso realizado neste domingo (4/10) durante cerimônia de assinatura de atos em Bruxelas, que contou com a presença do primeiro-ministro belga, Hermann Von Rompuy, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Yves Leterme, entre outras autoridades locais, Lula lembrou que, ao assumir o governo em 2003, afirmou que o Brasil deixaria de ser um eterno País do futuro, mas que para isso, é preciso não apenas crescer e alcançar estabilidade macroeconômica, mas também distribuir renda, acabar com a exclusão social e a reforçar a democracia. As condições, afirmou, estão dadas:

Na contramão da tendência mundial, a economia brasileira encerrará o ano de 2009 com taxas positivas de crescimento. Em 2010, as estimativas indicam um aumento de 5% no PIB. (…) Os homens de negócio belgas terão oportunidade de conhecer o vasto leque de projetos de investimentos de médio e longo prazos que planejamos. São os preparativos para a Copa do Mundo de 2014, as grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento, a exploração do petróleo no pré-sal e agora as extraordinárias possibilidades que se abrem com as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.

Ouça aqui a íntegra do discurso de Lula em Bruxelas:

Para ler o discurso, clique aqui.

Lula também espera contar com a Bélgica para construir um futuro “voltado para o desenvolvimento sustentável”, a começar pela “revolução dos biocombustíveis“:

O Brasil vem demonstrando a contribuição que o etanol pode dar para combater a escassez do petróleo e o efeito estufa, de acordo com critérios rigorosos de sustentabilidade.

O presidente brasileiro reafirmou que o Brasil vai apresentar, na reunião da ONU em Copenhague sobre mudança de clima (a COP 15), em dezembro, “números que confirmam nossa contribuição efetiva para a redução das emissões de gases de efeito estufa”. O Brasil, afirmou Lula, está preparado para assumir uma posição de liderança e, assim, poderá cobrar metas de redução de emissão de CO2 claras e ambiciosas de todos, “principalmente dos mais ricos”.

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