15 de jul de 2009

A FAVOR DA TELEBRAS

Vivenciamos hoje um sonho de milhares de brasileiros carentes e pobres, de norte a sul do país que não possuem acesso a educação, acesso a bibliotecas ,a livros em suas pequenas e humilde escolas do interior deste imenso Brasil. Um interior lembrado apenas nos momentos de eleições. O Governo Federal tem uma grande oportunidade de demonstrar mais uma vez que esta faixa da população que não é a mas rica e neste momento a menos próspera, esquecida e marginaliza em todos os sentidos terá a oportunidade de virar a página que poderá mudar o seu futuro e o futuro do país com acesso a educação, a informações nunca imaginadas, a cultura de povos e ao conhecimento intelectual trocados em acesso compartilhados na internet. O governo melhorou a condição financeira da população pobre, com os programas de bolsa. Agora ensinará a trabalhar, a desenvolver aptidões e a mostrar que este povo com conhecimento e sabedoria poderá se desenvolver de forma independente. E isto que imagino com o surgimento da Telebrás onde um dos inúmeros papeis de sua importância, penso eu, se deve dar a inclusão digital.
Texto: Cristiano Santana Oliveira - Economista e Tecnólogo em telecomunicações.

Por Daniel Pearl - 15.07.09

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Do Portal Luís Nassif - 15.07.09

O caso Speedy telefônica

Sem regulação pública, Telefônica é um fracasso generalizado

Escrito por Rodrigo Mendes 09-Jul-2009

Apesar de a empresa não assumir, usuários do Speedy, o serviço de internet de banda larga da gigante Telefônica, já contam quatro panes que derrubaram o sistema somente este ano. A história é antiga: desde sua chegada ao Brasil, a empresa espanhola tem estado entre as primeiras posições - e não raro tem sido a grande campeã - de reclamações em diversos órgãos de defesa do consumidor, causando cada vez mais prejuízos aos seus usuários, especialmente na cidade de São Paulo.

Com a quarta falha, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu no dia 22 de julho a Telefônica de vender novas assinaturas de seu serviço de banda larga. A empresa, para voltar a operar normalmente, terá que apresentar à Anatel um plano de investimentos de reestruturação em suas atividades.

Continua

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